25/03/2026
Comunicado - Notícia falsa e desvirtuada sobre a nova estrutura orgânica municipal.
Notícia falsa e desvirtuada sobre a nova estrutura orgânica municipal
A coligação Fazer Diferente repudia a publicação, hoje, de uma notícia por parte de um órgão de comunicação social local assente em dados errados, leituras enviesadas e conclusões manifestamente desvirtuadas sobre a nova estrutura orgânica municipal.
Trata-se de uma peça que, em vez de informar com rigor, opta por lançar confusão, deturpar factos e induzir a opinião pública em erro quanto ao real impacto da proposta em análise.
Desde logo, importa esclarecer, de forma inequívoca, que os encargos potenciais associados à nova estrutura orgânica estão muito longe dos valores agora anunciados. Bastaria que as contas fossem feitas com verdadeiro rigor, seriedade e honestidade intelectual para se perceber que, aos montantes apontados, teriam sempre de ser deduzidos os vencimentos atualmente auferidos por trabalhadores que já exercem funções no Município.
Ou seja, apresentar como certos e definitivos valores que são meramente hipotéticos, sem deduzir os encargos já existentes com trabalhadores que já exercem funções no Município, demonstra desconhecimento da matéria em causa e configura uma forma intelectualmente desonesta e enviesada de tratar a informação, procurando induzir a população em erro quanto ao real impacto financeiro da proposta.
O que foi hoje tornado público não corresponde, por isso, a um exercício sério de escrutínio jornalístico. Corresponde, sim, a uma construção especulativa, assente em pressupostos errados, contas inflacionadas e interpretações forçadas, cujo único efeito é alimentar a desinformação e distorcer o debate público.
É lamentável que, em vez de esclarecer os cidadãos com verdade, rigor e responsabilidade, haja quem prefira insistir numa narrativa de alarmismo artificial, sem base séria, sem contexto e sem honestidade no tratamento dos factos.
A reorganização dos serviços municipais visa dotar o Município de uma estrutura mais funcional, mais eficiente, mais qualificada e mais ajustada às exigências atuais da administração local. É isso que está em causa. Tudo o resto não passa de ruído, especulação e tentativa de manipulação da perceção pública.
Este modus operandi, infelizmente, não é novo. É a expressão de uma forma pobre e irresponsável de fazer política, assente no dividir para reinar, na exploração da dúvida, na propagação do boato e na disseminação da desinformação.
Os cabeceirenses não podem nem devem pactuar com este tipo de prática. Num tempo em que tanto se fala no combate às fake news, impõe-se a todos um dever acrescido de responsabilidade: não alimentar a mentira, não validar a manipulação e não permitir que a desinformação se instale no nosso quotidiano como se fosse normal.
F**a o convite para acompanhar, presencialmente ou através da transmissão online, a reunião de Câmara e ouvir, no local próprio, a discussão séria, transparente e responsável desta matéria. É aí, com documentos, esclarecimentos e verdade, que se distingue a informação da manipulação.