22/05/2026
Há quem faça política com ressentimento. O CDS PP faz política com convicções, responsabilidade e sentido institucional.
Em Aveiro, as pessoas valorizam coerência. Valorizam quem mantém convicções mesmo quando é difícil. E olham com natural desconfiança para quem anda a mudar de partido conforme o vento político e, depois, procura dar lições de identidade, lealdade e coerência aos outros.
O CDS não nasceu ontem, não vive de ciclos mediáticos nem depende do insulto para afirmar a sua identidade. Tem história, pensamento, obra feita e presença em Portugal democrático há cinquenta e um anos.
A gestão autárquica faz-se com bom senso, sentido de responsabilidade e respeito institucional. Faz-se a pensar nos Aveirenses e na resolução dos seus problemas concretos. E faz-se percebendo que as parcerias estratégicas, desde logo com o Governo da República, são fundamentais para defender os interesses do concelho, independentemente dos partidos.
Por isso, causa estranheza que o autarca do partido CHEGA recentemente chamado a assumir pelouros num executivo liderado pela Aliança Com Aveiro tenha decidido usar as redes sociais para atacar de forma pessoal um Ministro do Governo de Portugal, que é também líder de um partido democrático com décadas de história.
Quando a trica partidária é colocada à frente dos interesses do concelho, quando se prejudica a coesão de uma equipa executiva apenas para ganhar protagonismo político ou notoriedade nas redes sociais, demonstra-se precisamente aquilo que Aveiro não precisa: falta de sentido institucional, falta de responsabilidade e incapacidade de distinguir governação de agitação.
O recente Congresso Eletivo do CDS demonstrou exatamente aquilo que alguns gostariam de ignorar: há um partido vivo, mobilizado, com ideias, com quadros qualificados e com sentido de Estado.
Enquanto uns vivem obcecados com o CDS, o CDS continua concentrado em Portugal, em Aveiro e na vida concreta das pessoas.
O CDS Aveiro prefere outro caminho.
Continuaremos a ser uma direita responsável, séria e construtiva. Uma direita que soma, que cria pontes e que trabalha para resolver problemas reais dos Aveirenses.
Ao contrário do populismo alimentado pela polémica permanente, que só sabe crescer no conflito e na divisão.
Não precisamos de gritar mais alto para ter razão.
Nem de ofender para marcar posição.
Nem de destruir para existir.
Porque governar um município é muito mais exigente do que alimentar polémicas nas redes sociais.
Com serenidade. Com firmeza. E com sentido de responsabilidade.
Não somos todos iguais.