25/02/2026
📢 Comunicado
A atribuição de apoios e de medidas de exceção criados em resposta à situação de calamidade confirma-se em Arruda dos Vinhos. Desde a primeira hora, defendemos a nível local: os danos sofridos no nosso concelho — em pessoas, habitações e na rede viária — justificavam plenamente a ativação de um instrumento excecional.
Nunca houve da nossa parte qualquer hesitação quanto à necessidade de garantir este enquadramento.
Trabalhámos no terreno, acompanhámos situações concretas, recolhemos informação com responsabilidade, e trabalhámos junto de quem tinha o poder formal para tomar esta decisão. Importa também esclarecer um ponto essencial: em democracia, questionar o executivo, pedir esclarecimentos ou alertar para falhas não é sinónimo de falta de solidariedade. Pelo contrário — faz parte do exercício responsável da política. Fiscalizar, propor e exigir rigor não nos afasta das pessoas; aproxima-nos delas. Confundir escrutínio com desinteresse é uma narrativa simplista que não corresponde à realidade.
Sempre estivemos solidários, preocupados e empenhados em contribuir para que Arruda tivesse acesso aos mecanismos de apoio adequados.
O despacho que atribui os apoios e medidas de exceção criados em resposta à situação de calamidade a Arruda dos Vinhos não é uma vitória partidária nem serve para ajustar contas políticas. É um instrumento ao serviço de quem perdeu casa, de quem viu o seu sustento ameaçado e de quem precisa de respostas imediatas.
Agora, mais do que discutir versões, importa garantir execução rápida, mas que seja eficaz e eficiente para o futuro, que os apoios sejam céleres e recuperação realizada com transparência.
Porque, quando estão em causa pessoas e o futuro do concelho, a nossa prioridade nunca foi a retórica ou a narrativa do interesse partidário — foi e continuará a ser Arruda.
https://diariodarepublica.pt/.../2389-a-2026-106052385
Procede à identificação de outros concelhos afetados nos termos do disposto no n.º 3 da Resolução do Conselho de Ministros n.º 15-B/2026, de 30 de janeiro.