A Associação de Municípios do Baixo Tâmega (AMBT) é uma Associação de Municípios de fins específicos de direito público, constituída em 17 de maio de 2000. Os seus membros fundadores foram os municípios de Amarante, Baião, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Marco de Canaveses, Mondim de Basto. A história da AMBT é marcada pela saída de Mondim de Basto e Cabeceiras de Basto no ano de 2011 e pe
la saída do Marco de Canaveses em 2015 e respetivo regresso em 2018. O ano de 2019, assinala o ingresso de Resende na Associação. Assim, na atualidade, integram a AMBT os Municípios de Amarante, Baião, Celorico de Basto e Marco de Canaveses e Resende, concelhos pertencentes ao Tâmega e Sousa, sub-região estatística portuguesa da NUT III. A constituição desta associação, que se define como pessoa coletiva de direito público, remonta à entrada em vigor da Lei n.º 45/2008, de 27 de agosto, lei que estabelece o regime jurídico do associativismo municipal, sendo a lei que rege atualmente é Lei n.º 75/2013 de 12 de setembro. A AMBT afirma-se como um organismo que procura dar resposta a interesses e necessidades específicos dos municípios que lhe pertencem, nomeadamente nos seguintes domínios:
a) Promoção do desenvolvimento económico, social e ambiental;
b) Conceção e execução de projetos de valorização dos recursos do Baixo Tâmega;
c) Proteção e promoção do património histórico, cultural e turístico do Baixo Tâmega;
d) Desenvolvimento da Sociedade do Conhecimento no Baixo Tâmega. Deste modo, privilegiar o desenvolvimento regional como principal força e motivação, tem sido a principal linha orientadora da motivação da Associação, desde a sua origem. O objetivo é incentivar e promover as mais variadas atividades de dinamização económica e social com relevância para a região do Baixo Tâmega. O fim último desta Associação é criar e alicerçar fatores de competitividade para potenciar um desenvolvimento homogéneo e sustentável da região, quer ao nível económico, social e ambiental.