15/06/2026
O presidente da Câmara da Amadora foi constituído arguido no âmbito da operação “Imergente”, por suspeitas relacionadas com um ajuste direto de 2.200 euros, mais IVA, para a redação de um discurso do 25 de Abril.
Num momento em que tantas famílias e empresas sentem o peso da gestão pública, este tipo de situações exige explicações claras, transparência total e respeito absoluto pelos munícipes.
Mais do que a dimensão do valor em causa, está aqui em causa uma questão de princípio: a forma como o dinheiro público é contratado, justificado e escrutinado. Quando se trata de recursos públicos, a exigência deve ser máxima.
A Amadora merece respostas. E merece também instituições autárquicas que estejam sempre acima de qualquer sombra de dúvida.