Biblioteca Escolar - Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça

Biblioteca Escolar - Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça Biblioteca Escolar - Centro de Recursos Educativos da Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça Inês de Castro, em Alcobaça. Dizem que sou bonita!

Sou uma biblioteca escolar que acredita no poder dos livros e da leitura, nas TIC, na autonomia e na criatividade. Sou a Biblioteca, Centro de Recursos e Centro de Aprendizagem da Escola Secundária D. Sou acolhedora, com muito espaço e muita luz. Gosto da inovação e de ter muitos utilizadores nas minhas mesas...

01/08/2012

A partir de hoje, todas as publicações neste mural deixam de ser da minha responsabilidade.
Agradeço a todos os que colaboraram com a biblioteca.
Ilda Azinhais Velez

31/07/2012

Informação- Turmas

As listas das turmas 2012-2013 já podem ser consultadas, no átrio da escola

Parabéns Bárbara, Catarina e João.
31/07/2012

Parabéns Bárbara, Catarina e João.

Momento poético da abertura da Escola Aberta XIV.
29/07/2012

Momento poético da abertura da Escola Aberta XIV.

Photos by Ilda Velez, Mar 22, 2012 - Alunos da "Oficina de Expressões" declamaram e cantaram, perante toda a escola.

Fotografias do Jantar literário.
29/07/2012

Fotografias do Jantar literário.

Com algum( muito) atraso, mas...
28/07/2012

Com algum( muito) atraso, mas...

Photos by Ilda Velez, Mar 23, 2012 - Serão literário, realizado no âmbito do projeto aLeR+ com a ESDICA, em que leitores de diferentes idades partilharam o seu gosto pela poesia, perante numerosa assistência.

Leitores, 2011-2012, no sarau na Benedita: Ana Constantino, Inês Coelho, Inês Roxo, Joana Bento, Mariana Forreta, Rodolf...
27/07/2012

Leitores, 2011-2012, no sarau na Benedita: Ana Constantino, Inês Coelho, Inês Roxo, Joana Bento, Mariana Forreta, Rodolfo Gomes, Sílvia Pereira e Vanessa Duarte.

27/07/2012

"Iam os dois pela rua, de mãos dadas. Dir-se-ia que não pisavam o chão. Dir-se-ia que deslizavam, que vogavam, que voavam. A felicidade estava-lhes cunhada nos rostos; e também nos gestos, nos sorrisos, no olhar. Iam de mãos dadas pela rua e iam muito felizes.(...)
Nem sequer reparavam que muitas pessoas os observavam. Algumas pessoas com a conivência de um sorriso. Outras pessoas com um ressaibo de inveja, no olhar de esguelha. Pararam um pouco em frente à Pastelaria Suiça, no Rossio, ele disse qualquer coisa a ela, ela encolheu os ombros. Não deixavam de sorrir enquanto conversavam. Depois entraram e beberam café (...).
O rapaz e a rapariga decidiram, depois de tomar café, passear pelo Rossio. Estavam muito felizes. E é bom que se repita isto, porque as pessoas, habitualmente, andam para aí cheias de infelicidade, ao menos que haja alguém feliz, mesmo que seja uma ou duas pessoas.
Passeavam pelo Rossio e, de vez em quando, davam beijos, sempre sorrindo um para o outro como se estivessem a sorrir para todo o mundo, e todo o mundo experimentava uma grande sensação de espanto e de júbilo. Paravam junto às montras do Rossio, olhavam, claro, mas não fixavam nada do que nas montras se expunha, só sabiam um do outro, só estavam ali juntos para apenas estar um com o outro, juntos e assim mesmo: de mãos dadas e aos beijos.

Foi numa dessas ocasiões. Beijavam-se tão felizes, tão um do outro, que essa felicidade molestou uma senhora obesa e flácida. A senhora obesa e flácida estacou, indignada, a fuzilá-los com as balas do ódio. E gritou:

- Não podiam fazer isso em casa?

A rapariga dos longos cabelos e seios puxados para a frente deixou o beijo a meio. O rapaz experimentou uma estranha sensação de pasmo. Olharam-se. E foi então que a rapariga respondeu, indicando tudo em redor:

- Esta é a nossa casa!

Nesse instante trémulo, o mundo feliz, começou a aplaudir."

Baptista-Bastos, "Lisboa Contada pelos Dedos"

Para ler e saber...
27/07/2012

Para ler e saber...

No dia 27 de julho do ano de 1958 foi criada a NASA por determinação de Eisenhower, à época presidente norte-americano.
Uma das maiores instituições científicas do planeta dos dias de hoje e, quem sabe no futuro, pelos trabalhos desenvolvidos, com representações em outros lugares da via látea...

Ó Portugal, se fosses só três sílabas,linda vista para o mar,Minho verde, Algarve de cal,jerico rapando o espinhaço da t...
27/07/2012

Ó Portugal, se fosses só três sílabas,
linda vista para o mar,
Minho verde, Algarve de cal,
jerico rapando o espinhaço da terra,
surdo e miudinho,
moinho a braços com um vento
testarudo, mas embolado e, afinal, amigo,
se fosses só o sal, o sol, o sul,
o ladino pardal,
o manso boi coloquial,
a rechinante sardinha,
a desancada varina,
o plumitivo ladrilhado de lindos adjectivos
(...)
o calendário na parede, o emblema na lapela,
ó Portugal, se fosses só três sílabas
de plástico, que era mais barato!
(...)
Portugal: questão que eu tenho comigo mesmo,
golpe até ao osso, fome sem entretém,
perdigueiro marrado e sem narizes, sem perdizes,
rocim engraxado,
feira cabisbaixa,
meu remorso,
meu remorso de todos nós…

Alexandre O'Neill, in «Poesias Completas»

Uma faceta diferente de FP...
26/07/2012

Uma faceta diferente de FP...

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