Um Bloco que não se encosta

Um Bloco que não se encosta Moção M à XI Convenção do Bloco de Esquerda- 10 e 11 de Novembro 2018

09/03/2021

A Moção M - Um Bloco que não se encosta - juntou um conjunto de militantes do Bloco na disputa à XI Convenção do Bloco, em 2018. Muitos de nós que fizemos esse percurso estamos agora a criar a Moção Q - Quebrar correntes, lutar pelo socialismo, à XII Convenção do Bloco, que terá lugar em maio. Lançamos o convite para nos seguires nesta página:
https://www.facebook.com/Quebrar-correntes-lutar-pelo-socialismo-100810688757631

Moção Q: moção à XII Convenção do Bloco de Esquerda.

Até sempre, camarada!
18/08/2020

Até sempre, camarada!

Engenheira agrícola, ativista e dirigente associativa desde sempre ligada ao desenvolvimento rural da região de Lafões, Carmo Bica foi também autarca e dirigente do Bloco de Esquerda.

Contributo de um conjunto de camaradas da Moção M para a reunião da Mesa Nacional do Bloco de Esquerda.
11/07/2020

Contributo de um conjunto de camaradas da Moção M para a reunião da Mesa Nacional do Bloco de Esquerda.

Contributo coletivo realizado no âmbito do pedido de contributos realizado pela Mesa Nacional do Bloco de Esquerda para a sua reunião de 11 de julho de 2020. Saudamos a decisão da Mesa Nacional do …

Por que é que o feminismo, que pretende terminar com a opressão de género que rasga a nossa sociedade, é visto com tanta...
03/03/2020

Por que é que o feminismo, que pretende terminar com a opressão de género que rasga a nossa sociedade, é visto com tanta desconfiança e inclusivamente como uma ameaça por tantos homens? Como juntar grupos de oprimidxs e exploradxs sem abdicar de nenhuma luta? Quais os caminhos para construir um feminismo combativo e radical, que não se deixa engolir pelo feminismo liberal que visa a inclusividade cosmética no seio das elites?
Junta-te a nós para uma conversa aberta, promovida por "Um Bloco que não se encosta", no próximo sábado, às 15h!

Que ligações há entre o capitalismo e a saúde mental?A verdade é que o capitalismo neoliberal e a competitividade exacer...
02/02/2020

Que ligações há entre o capitalismo e a saúde mental?
A verdade é que o capitalismo neoliberal e a competitividade exacerbada isola as pessoas, quer a nível social quer a nível político. Portugal é hoje o 2º país da Europa com maior consumo de antidepressivos e ansiolíticos.
Os contratos individuais e a queda do sindicalismo, bem como a precariedade no trabalho e na vida anda a deixar-nos doentes.
Junta-te para uma conversa aberta, promovida por Um Bloco que não se encosta, com partilha de experiências e discussão de soluções para aquele que é o um dos maiores problemas de saúde do séc XXI.

Conversa promovida pela Moção "Um Bloco que Não se Encosta"

"A esquerda tem de apresentar uma alternativa de modelo económico e social que permita uma disputa profunda com o aparel...
30/10/2019

"A esquerda tem de apresentar uma alternativa de modelo económico e social que permita uma disputa profunda com o aparelho político-ideológico que sustenta o capitalismo. Significa isto que não basta defender que sejam levadas a cabo políticas contra-cíclicas contra a crise, ou seja, o aumento das despesas públicas por forma a assegurar que se evitar uma deterioração socioeconómica muito pronunciada, mas que é preciso romper com o próprio sistema que sustenta as desigualdades e que cria momentos de crise em que elas são ainda mais amplificadas. Só isto permitirá à esquerda recusar a chantagem hipócrita do sistema de uma forma que a reforce política e socialmente." Opinião de Samuel Cardoso.

As crises não são uma anormalidade no sistema capitalista. São uma necessidade, um momento de reajuste perante desequilíbrios tão agudos que necessitam de um “choque” para o seu alívio.…

Sem tibiezas ou calculismos de curto prazo, o Bloco precisa urgentemente de regressar à sua matriz anticapitalista, afas...
16/10/2019

Sem tibiezas ou calculismos de curto prazo, o Bloco precisa urgentemente de regressar à sua matriz anticapitalista, afastar a imagem de muleta do PS que apenas serve para o puxar um pouco à esquerda quando a conjuntura económica favorável assim o permite e consolidar a sua postura de alternativa política de fundo para a sociedade.

Dez notas para um balanço crítico da participação do Bloco nas legislativas de 2019

É precisa uma nova radicalidade que vá ao encontro da que se encontra nas ruas e nos movimentos sociais nos novos feminismos, movimentos LGBT+, anti-racista, entre outros. E em tempos de emergência…

"O nosso compromisso é connosco próprias, com as exploradas e oprimidas, e não com a estabilidade governativa na defesa ...
11/07/2019

"O nosso compromisso é connosco próprias, com as exploradas e oprimidas, e não com a estabilidade governativa na defesa dos interesses da burguesia. Sem as marcas que nos distinguem do centrão, o nosso destino é sermos confundidos com aqueles que nos trouxeram até aqui, perdendo apoio para os populismos ascendentes e a oportunidade de nos afirmarmos enquanto alternativa capaz e revolucionária."

Contributo enviado aos membros da Comissão Política e da Mesa Nacional do Bloco de Esquerda no dia 3 de julho de 2019 Crédito Miguel Bruna. Unsplash Na Resolução política da Mesa Nacional do Bloco …

Voltamos assim ao início porque no início era a radicalidade. Começar de novo não pode ser só um slogan vazio. O Bloco t...
06/05/2019

Voltamos assim ao início porque no início era a radicalidade. Começar de novo não pode ser só um slogan vazio. O Bloco tem de ser o partido que se empenha nesta nova radicalidade que desponta reinventando ao mesmo tempo radicalidade de que a sua tradição é portadora. Aqui estamos para esse desafio.

Declaração política da ex-Moção M à XI Convenção do Bloco 1. Uma nova radicalidade – O fator político mais significativo no país, hoje, é a emergência de uma nova radicalidade nos movimentos …

No passado sábado teve lugar o primeiro Ideias em Movimento, que encheu a sede do Bloco em Vila Franca de Xira para deba...
06/02/2019

No passado sábado teve lugar o primeiro Ideias em Movimento, que encheu a sede do Bloco em Vila Franca de Xira para debater o sindicalismo e a precariedade. A conversa contou com as intervenções de Alexandre Café (sindicalista do SITE CSRA), António Mariano (presidente do SEAL), Inês Ribeiro Santos (ativista feminista) e Paulo Mendes (Comissão de Trabalhadores da RTP), seguidas de debate entre quem estava na sala.

O papel do sindicalismo, a evolução da precariedade e os problemas que os sindicatos enfrentam atualmente foram alguns dos temas em debate, numa sessão em que também discutimos a greve feminista de 8 de Março, a luta dxs estivadorxs e a solidariedade internacional entre trabalhadorxs.

Estes são temas cada vez mais relevantes em tempos de austeridade permanente e em que os direitos dxs trabalhadorxs estão numa deriva descendente. Temos como objetivo trazer as discussões que estão por fazer.

Construir e reconstruir um sindicalismo de classe, atualizado para as novas dinâmicas do mundo do trabalho, é uma exigência a que as esquerdas que querem transformar radicalmente a sociedade não se podem furtar.

Mais Ideias em Movimento estão aí por vir!

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