Anamola - GAZA

Anamola - GAZA ANAMOLA é um partido político moçambicano comprometido com a verdade, a participação cidadã e o desenvolvimento sustentável. "Anamalala" - Vai acabar!

Defende uma política próxima do povo, baseada na responsabilidade, inclusão e justiça social.

🚨 ANAMOLA INHAMBANE EM LUTO. CORPO DO ILÍDIO FACITELA, SEQUESTRADO ONTEM, FOI ACHADO SEM VIDA NO DITRITO DE HOMOINE.
12/09/2026

🚨 ANAMOLA INHAMBANE EM LUTO.
CORPO DO ILÍDIO FACITELA, SEQUESTRADO ONTEM, FOI ACHADO SEM VIDA NO DITRITO DE HOMOINE.

O DESESPERO TEM NOME: ALFAZEMA. A VERDADE TEM NOME: ANAMOLAMaputo | 12 de Setembro de 2026Por:  Dias vallas Vimos o text...
12/09/2026

O DESESPERO TEM NOME: ALFAZEMA. A VERDADE TEM NOME: ANAMOLA

Maputo | 12 de Setembro de 2026

Por: Dias vallas

Vimos o texto do senhor Dércio Alfazema. Leitura rápida, intenção clara: criar pânico, espalhar dúvida e tentar sujar o ANAMOLA.

É a mesma receita de sempre. Quando o regime treme, soltam-se os porta-vozes para escrever "notícias" com veneno.

1. O ANAMOLA NÃO CAI COM FOFOCA
Dizer que o "Boss dos Naparamas não confia em ninguém" é a prova de que Alfazema não conhece o partido onde o povo manda.

No ANAMOLA as decisões são colegiais, transparentes e viradas para o povo. Mudanças existem em todo partido vivo. É sinal de dinâmica, não de fraqueza.
Fraco é quem só sabe comentar da bancada e nunca construiu nada.

2. O PROBLEMA NÃO É O SECRETÁRIO-GERAL. O PROBLEMA É O MEDO
Afastar, nomear e reorganizar fazem parte de qualquer projeto sério.
O que incomoda Alfazema e seus patrões é outra coisa: o apoio do povo ao ANAMOLA cresce a cada dia. Sem TV. Sem rádio. Sem dinheiro do Estado.

Isso assusta. Por isso inventam crise onde há movimento.

Quem acha que o ANAMOLA depende de um cargo, ainda não entendeu:
O ANAMOLA não é um homem. O ANAMOLA é um sentimento.

AOS QUE ESPALHAM ISCA

Senhor Alfazema, respeitamos o direito de opinar. Mas mentira repetida não vira verdade.

O povo já percebeu a manobra: sujar a imagem dos pesos pesados para tirá-los da frente em 2028/2029.
É a isca do regime. Velha. Gasta. Sem efeito.

PALAVRAS FINAIS
Tenho dito.
Enquanto vocês escrevem para confundir, nós vamos voando com a força divina.
Enquanto vocês falam de cadeiras, nós falamos com o povo.

E lembrem: nunca se cutuca leão com uma varinha curta.

A vossa queda é certa. A vitória do povo é inevitável.

Hoje, o Coordenador do Distrito de Chókwè realizou uma visita de trabalho ao Posto Administrativo de Chilembene, concret...
11/09/2026

Hoje, o Coordenador do Distrito de Chókwè realizou uma visita de trabalho ao Posto Administrativo de Chilembene, concretamente no povoado de Zuza, no âmbito do processo de implantação e expansão das estruturas do Partido ANAMOLA.

A visita constituiu um momento importante de mobilização, organização e aproximação do Partido às comunidades locais, permitindo reforçar o contacto directo com a população e apresentar a visão, os princípios e os objectivos do ANAMOLA.

Durante a actividade, foram desenvolvidas acções de mobilização e sensibilização da população, com vista à criação e fortalecimento das estruturas partidárias no povoado de Zuza. O encontro serviu igualmente para incentivar a participação activa dos cidadãos na construção de uma nova dinâmica política, assente na organização, união, participação e compromisso com as comunidades.

O processo de implantação do ANAMOLA continua a avançar nos diferentes pontos da província de Gaza, levando a mensagem do Partido cada vez mais próximo das populações e fortalecendo a sua presença ao nível das comunidades.

ANAMOLA — Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo.

11/09/2026

FRELIMO TEM UMA ESCOLHA: RELEVÂNCIA OU REPRESSÃO

_Por Solomon Mondlane_

Moçambique chegou a uma encruzilhada política. A FRELIMO tem agora uma escolha: manter-se relevante para o futuro democrático do país, ou continuar num caminho de perseguição que arrisca transformá-la num partido em guerra contra o seu próprio povo.

No centro deste momento está o próximo julgamento de Venâncio Mondlane, Presidente do ANAMOLA. Para os tribunais em Maputo, é um processo contra um homem. Para o povo, _de Maputo a Rovuma_, é lido de outra forma. É entendido como um julgamento contra o próprio povo. O mesmo povo que a FRELIMO afirma ter votado no partido e no Presidente Daniel Chapo.

Essa percepção não nasce do nada. Nas últimas semanas, vídeos do rescaldo das eleições gerais de 2024 ressurgiram e circulam amplamente nas redes sociais. As imagens são cruas e implacáveis. Jovens a desviar-se de balas na Avenida 24 de Julho. Gás lacrimogéneo lançado em bairros de Nampula. Homens chicoteados em público na província de Sofala. Relatos de tortura em celas. Famílias que ainda perguntam onde estão os seus filhos e filhas.

Ao lado dessas imagens, outro vídeo tornou-se viral. Cidadãos desesperados, telemóveis na mão, a cantar nas ruas. Não é um cântico de protesto num comício. É um veredito vindo do chão:

_Viva Mondlane!_
_A FRELIMO rouba e mata a nação._

_Esta é a nossa terra._

_A FRELIMO rouba e mata a nação._

_Pertencemos a Venâncio._

A letra é deliberada. Traça uma linha entre 1975 e 2026.
Esta foi a FRELIMO de 1975, acarinhada pelo povo.
Esta é a FRELIMO de 2026, odiada pelo povo.

Para muitos moçambicanos, a repressão não terminou no dia das eleições. Continuou em prisões, intimidações e agora no julgamento da única figura política que deu voz à revolta.

Com a perseguição a Venâncio Mondlane, o partido no poder deve ter pesado mais do que os processos no gabinete de um juiz. Deve ter pesado o custo político. Porque a realidade no terreno mudou. Venâncio não se tornou

QUEM É CRIMINOSO, QUEM FALA OU QUEM MATA?!Por: Rogério Martins Caga lá para aqueles posts de malta Egídio Vaz, Dércio Al...
09/09/2026

QUEM É CRIMINOSO, QUEM FALA OU QUEM MATA?!

Por: Rogério Martins

Caga lá para aqueles posts de malta Egídio Vaz, Dércio Alfazema, DJs Júniores e Floyd sei lá o quê. Anda cá ler isto. Vamos lá. Imagina, por exemplo, que o teu professor favorito é despedido da tua escola ou faculdade sem explicação nenhuma para vocês que são os seus alunos ou estudantes. Tu ficas revoltado e escreves no teu grupo de WhatsApp da turma uma mensagem a dizer: “amanhã ninguém entra na sala de aula, vamos fazer greve”. No dia seguinte alguns dos colegas seguem o teu apelo. Outros ficam em casa, por medo ou por solidariedade. E há um que, sem tu saberes nem quereres, aproveita a situação para partir uma janela. Se o pessoal da segurança da tua escola aparecer, quem deverá ser castigado? Só quem partiu a janela? Ou também tu, que nem lá estavas quando isso aconteceu?

É mais ou menos esta pergunta, só que muito mais grave e com muito mais gente envolvida, que está no centro do processo que a Procuradoria Geral da República moveu contra Venâncio Mondlane.

Para quem ainda não percebeu bem o que se passou, aqui vai o resumo. Em Outubro de 2024 Moçambique teve eleições gerais. Depois de muita batota feita pela CNE, dizem que Venâncio Mondlane ficou em segundo lugar. Venâncio não aceitou o resultado e disse que houve fraude eleitoral. Duas noites depois das eleições, o seu advogado, Elvino Dias, e um responsável do partido que o apoiava, Paulo Guambe, foram mortos a tiro numa emboscada em Maputo. Ninguém foi apanhado até hoje. Foi depois desse duplo homicídio (e de um outro atentado contra si numa conferência de imprensa) que Venâncio começou a chamar as pessoas para a rua, primeiro para greves e manifestações, depois para uma campanha longa de protestos que durou meses.

O que se seguiu foi um dos períodos mais violentos da história recente do país. A polícia disparou balas de verdade, à queima roupa e com sangue frio, contra manifestantes em várias cidades e localidades do país. Organizações

A Província de Gaza recebe com muita euforia, alegria e entusiasmo a Representante da AMA Nacional do Partido ANAMOLA, n...
09/09/2026

A Província de Gaza recebe com muita euforia, alegria e entusiasmo a Representante da AMA Nacional do Partido ANAMOLA, numa visita que marca um momento verdadeiramente histórico para a nossa organização política.

A chegada da nossa Representante da AMA Nacional à Província de Gaza é testemunhada com grande honra e satisfação pelos membros, simpatizantes e estruturas do Partido, numa demonstração clara de união, mobilização e compromisso com o fortalecimento das nossas estruturas.

O momento conta com a honrosa presença do Coordenador Provincial e sua respetiva comitiva, que se juntam às companheiras e companheiros da AMA de Gaza para dar uma calorosa e fraterna recepção à representante da Direcção Nacional.

Esta visita representa muito mais do que uma simples presença institucional. É um momento de aproximação, escuta, partilha de experiências e fortalecimento da ligação entre a Direcção Nacional e as estruturas provinciais, distritais e de base.

Para a AMA de Gaza, esta ocasião constitui uma oportunidade ímpar para reafirmar o seu compromisso com os ideais, valores e princípios do ANAMOLA, bem como com a construção de uma organização cada vez mais forte, participativa, inclusiva e preparada para os desafios do presente e do futuro.

A presença da AMA Nacional em Gaza simboliza igualmente a importância da mulher na vida política e organizativa do Partido, valorizando o seu papel na mobilização, na liderança e na construção de um Moçambique Livre e Autónomo.

Gaza abre, assim, os seus braços para receber a nossa Representante Nacional, num ambiente de fraternidade, unidade e esperança.

Seja muito bem-vinda à Província de Gaza, Representante da AMA Nacional!

Gaza está de braços abertos. A AMA está unida. O ANAMOLA continua a crescer!

VERDADEIRA INDEPENDÊNCIAPor Lino SumbaneA independência não é só a bandeira içada a 25 de Junho.Não é só o hino que ento...
09/09/2026

VERDADEIRA INDEPENDÊNCIA

Por Lino Sumbane

A independência não é só a bandeira içada a 25 de Junho.
Não é só o hino que entoamos.

Verdadeira independência é quando o povo não tem medo de falar.
É quando a criança da Beira, Inhambane de Nampula, de Maputo, vai à escola e tem merenda, carteira e futuro.
É quando o jovem não precisa fugir do seu próprio país para sonhar.
É quando a justiça não tem cor partidária, nem preço.

Liberdade não é apenas deixar de ser uma colónia de um país estrangeiro.
Liberdade é não sermos reféns da fome, da corrupção e do silêncio.

Moçambique já é independente no mapa.
Falta ser independente economicamente, ideologicamente e digno.

Que a nossa luta agora seja por um Moçambique, onde o povo é verdadeiramente soberano.
Onde a paz não é só ausência de tiros, mas presença de pão, saúde e justiça.

Somos 30 milhões. Somos um só povo. A nossa liberdade ainda está em construção.

Viva Moçambique. Viva o Povo que luta pela verdadeira independência e liberdade.

Revisão: CFI - Aleferga/GDIF

𝐀𝐬 𝐭𝐞𝐬𝐭𝐞𝐦𝐮𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐚𝐜𝐮𝐬𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐧𝐨 𝐜𝐚𝐬𝐨 𝐕𝐞𝐧𝐚̂𝐧𝐜𝐢𝐨 𝐌𝐨𝐧𝐝𝐥𝐚𝐧𝐞…𝐏𝐨𝐫: 𝐒𝐞́𝐫𝐠𝐢𝐨 𝐑𝐚𝐢𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨1. Espero ver, no tribunal, Elvino Dias com...
08/09/2026

𝐀𝐬 𝐭𝐞𝐬𝐭𝐞𝐦𝐮𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐚𝐜𝐮𝐬𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐧𝐨 𝐜𝐚𝐬𝐨 𝐕𝐞𝐧𝐚̂𝐧𝐜𝐢𝐨 𝐌𝐨𝐧𝐝𝐥𝐚𝐧𝐞…

𝐏𝐨𝐫: 𝐒𝐞́𝐫𝐠𝐢𝐨 𝐑𝐚𝐢𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨

1. Espero ver, no tribunal, Elvino Dias com o seu peito esquartejado de balas a apontar o dedo a VM7 e a dizer “foi este senhor que me matou”;

2. Que o Paulo Guambe esteja, também, no tribunal, a ziguezaguear com o seu cabelo despenteado de balas, a concordar com Elvino e a contar, com a ajuda dos dedos, o número de balas que VM7 despejou sobre eles;

3. As bombas queimadas que se arrastem pelos pés das suas mangueiras e cheguem ao tribunal ainda a cheirar a fumo para dizer uma simples coisa: “foi o VM7 que nos sacudiu com palitos de fósforos”;

4. O Shottas que também esteja lá no tribunal, com o seu telemóvel na mão para gravar tudo, para dizer que não terminou a sua live porque VM7 o atingiu com uma bala antes de terminar a transmissão da sua morte;

5. A própria imunidade que foi tirada a VM7 deve estar no tribunal para dizer qualquer coisa ou, simplesmente, para agradecer por ter sido afastada de um terrorista que matou, queimou e destruiu;

6. A economia nacional, cortejada por enormes gráficos de falência, pode lá estar para dizer que foi o VM7 que a fez cair, ela que sempre esteve em boas mãos desde 1975;

7. O gás lacrimogéneo deverá lá estar para dizer que foi tirado dos aldeamentos da polícia pelas mãos cheias de missangas de VM7 e que foi ele que o distribuiu por todos os bairros, ruas e avenidas;

8. As balas não podem faltar; devem falar das ordens e ameaças que receberam de VM7 para matar inocentes; espero que não tenham medo de confessar que teriam matado mais se não tivessem sido paradas pela polícia;

9. As lojas saqueadas e os pneus queimados devem lá estar e apontar o VM7, porque foi ele que os benzeu com petróleo e os fez comer a hóstia de palitos em chamas;

10. O PODEMOS deve lá estar para responsabilizar VM7 pelos danos que criou dentro dele. Esse partido que por pouco era o maior partido de África, m

DEL. 1/CE/PR/2026: QUANDO A PAZ É COLOCADA EM RISCO PELA EXCLUSÃOPor: Sociedade civil de Moçambicanos na diáspora Moçamb...
07/09/2026

DEL. 1/CE/PR/2026: QUANDO A PAZ É COLOCADA EM RISCO PELA EXCLUSÃO

Por: Sociedade civil de Moçambicanos na diáspora

Moçambique está a viver um momento que exige coragem institucional e maturidade política. Falamos de paz, de reconciliação e de um Diálogo Nacional Inclusivo. Mas um ato acaba de deitar por terra a credibilidade desse mesmo processo.

A Sociedade Civil de Moçambicanos na Diáspora - INDIGNADOS veio a público manifestar o seu mais profundo repúdio à Deliberação n.º 1/CE/PR/2026, que determina a suspensão da imunidade de Venâncio António Bila Mondlane, membro de direito do Conselho de Estado.

Não se trata apenas de uma figura. Trata-se de um princípio.

1. Um retrocesso ao Estado de Direito
A separação e independência dos poderes são a base de qualquer democracia. Quando decisões de natureza político-institucional são percebidas como instrumentos para limitar vozes específicas, a confiança dos cidadãos nas instituições desmorona.

Não podemos falar seriamente de diálogo inclusivo enquanto se adotam medidas que podem neutralizar a participação de atores políticos relevantes. Que mensagem se envia aos milhões de moçambicanos que depositam esperança neste processo?

A questão não é apenas jurídica. É democrática e política: que confiança pode existir num diálogo nacional quando os próprios atores que deviam participar livremente são alvo de medidas que restringem a sua intervenção?

2. O perigo da aplicação seletiva da lei
A suspensão da imunidade de um ator de elevada relevância nacional exige transparência máxima, imparcialidade e respeito absoluto pelas garantias constitucionais.

Num contexto marcado por divisões profundas e pela urgente necessidade de reconstruir a confiança entre cidadãos e instituições, qualquer perceção de uso seletivo dos mecanismos legais é veneno para a reconciliação nacional.

A justiça não pode ser percebida como uma extensão da disputa política. A paz não se constrói pelo silêncio. A reconciliação não se constrói pelo me

VANDALISMO COVARDE EM MUNGUINE-MALUANA: DERRUBAM O MURO, MAS NÃO CALAM O PUNHO DO ANAMOLAPor:  Dique César Inglosse Por ...
07/09/2026

VANDALISMO COVARDE EM MUNGUINE-MALUANA: DERRUBAM O MURO, MAS NÃO CALAM O PUNHO DO ANAMOLA

Por: Dique César Inglosse

Por volta das 02h00 desta madrugada, a sede da Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autônomo (ANAMOLA) na Localidade de Munguine-Maluana foi alvo de um acto de vandalismo. Desconhecidos derrubaram o muro, onde estava pintado o símbolo do punho do Anamola, as cores verde, branca e preta, e a identificação da localidade.

As imagens falam por si: tijolos partidos no chão, o mural destruído, o nome ANAMOLA rachado. É o retrato da intolerância, da covardia e do medo que alguns têm de ver o povo organizado.

Repudiamos com veemência este comportamento. Atacar um símbolo partidário na calada da noite não é democracia. É crime. É ataque à liberdade de expressão, à liberdade de associação e ao direito que todo cidadão moçambicano tem de fazer política sem medo.

O punho pintado naquele muro não é apenas tinta. É trabalho. É suor da juventude que pegou no pincel. É compromisso de mulheres e homens que decidiram dizer "chega" e construir uma alternativa para Moçambique. Destruir o muro não apaga a ideia. Pelo contrário, fortalece.

O ANAMOLA nasceu para dar voz a quem nunca foi ouvido. Nasceu para dizer que o país é de todos, do Rovuma ao Maputo. Nasceu para defender que o futuro se conquista com trabalho, com educação, com estradas, com dignidade. E é precisamente por isso que incomoda.

Aos autores deste acto: saibam que não nos intimidam.
Às estruturas do partido em Munguine-Maluana: mantenham-se firmes.
Às autoridades: exigimos investigação séria e responsabilização dos culpados. A violência política não pode normalizar-se em Moçambique.

O muro foi derrubado. Vamos reconstruí-lo maior, mais forte e com mais gente à volta. Porque quando um símbolo cai, mil outros se levantam.

Podem destruir tijolos. Nunca destruirão a esperança.
O punho do ANAMOLA continua de pé.

Munguine-Maluana resistiu. O ANAMOLA responde: estamos aqui, estamos firmes e

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Cidade De Xai-Xai
Xai-Xai
1200XAI-XAI

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