13/05/2026
António Júnior Nhanombe é um dos nossos heróis desconhecidos. Com 47 anos de idade e 19 anos de experiência a trabalhar no Departamento de Conservação, como fiscal de Floresta e Fauna Bravia no Parque Nacional da Gorongosa, podemos considerá-lo o Guardião da Gorongosa.
É um verdadeiro herói da conservação. Integrante do primeiro grupo de fiscais no Projeto de Restauração da Gorongosa, Nhanombe assistiu à transformação do parque.
Ao longo da sua jornada, trabalhou como assistente de monitoria de conservação, foi membro da equipa de supervisão e trabalhou na gestão de fiscalização de fauna. Atualmente, trabalha como chefe na secção de transportes, onde presta assistência à mobilidade do pessoal para a realização das atividades de campo.
"Estou feliz por ver este desenvolvimento", afirma com orgulho. "Hoje temos um grande número de animais e os visitantes não precisam de fazer esforços para os ver. Com a nossa dedicação, conseguimos reduzir significativamente o número de casos de caça furtiva e de abate ilegal das florestas.
Nhanombe destaca a importância da colaboração com as comunidades: "Trabalhamos em colaboração com as comunidades, fazemos palestras, debates e consultas, e isso tem ajudado muito na concretização das nossas atividades."
"Gostava de ver este Parque ainda mais desenvolvido do que já está. A fauna ainda pode aumentar."
Que este parque seja um espaço de oportunidades para todos os moçambicanos e que nos dediquemos ao nosso tesouro. “Esse Parque precisa de nós”. E, com um sorriso, conclui: "Sinto-me filho da Gorongosa e levo este nome no coração com orgulho."
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António Júnior Nhanombe is one of our unsung heroes. At 47 years old and with 19 years of experience working in the Department of Conservation as a Forest and Wildlife Ranger in Gorongosa National Park, we can consider him the Guardian of Gorongosa.
He is a true conservation hero. A member of the first group of rangers in the Gorongosa Restoration Project, Nhanombe has witnessed the park’s transformation.
Throughout his career, he has worked as a conservation monitoring assistant, served on the supervision team, and managed wildlife enforcement. He currently works as head of the transportation section, where he assists with staff mobility for field activities.
“I’m happy to see this progress,” he says proudly. “Today we have a large number of animals, and visitors don’t have to go out of their way to see them. Through our dedication, we’ve managed to significantly reduce the number of poaching cases and illegal logging in the forests.”
Nhanombe highlights the importance of collaboration with communities: “We work in collaboration with the communities; we hold lectures, debates, and consultations, and this has greatly helped in the implementation of our activities.”
“I would like to see this park even more developed than it already is. The wildlife population can still grow.”
May this park be a place of opportunity for all Mozambicans, and may we dedicate ourselves to our treasure. “This park needs us.” And, with a smile, he concludes: “I feel like a son of Gorongosa, and I carry this name in my heart with pride.”
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