16/05/2026
PRESIDENTE DA REPÚBLICA LANÇA CAMPANHA DE COMERCIALIZAÇÃO AGRÍCOLA 2026 EM RIBÁUÈ.
O Presidente da República de Moçambique, Daniel Francisco Chapo, lançou nesta sexta-feira, 16 de Maio de 2026, na vila de Ribáuè, a Campanha de Comercialização Agrícola 2026, sob o lema: “Comercialização Agrícola: Dinamizando Negócios e Cadeias de Valor”.
Na ocasião, o Chefe do Estado visitou a feira agroindustrial, onde apreciou as potencialidades económicas e produtivas da província de Nampula, com destaque para os produtos agrícolas, agroprocessados e iniciativas de promoção do desenvolvimento local.
O lançamento da campanha ficou igualmente marcado pela entrega simbólica de cheques aos agentes e intervenientes do setor agrícola, nos valores de 1,8 milhão de meticais, 2 milhões de meticais e 4 milhões de meticais, bem como de balanças, como forma de incentivo à produção, comercialização e fortalecimento da atividade agrária no país.
Durante o seu discurso, o estadista destacou a importância estratégica da agricultura para o desenvolvimento nacional, afirmando que “a agricultura não é apenas um setor económico, ela é a raiz da nossa sobrevivência”.
O Presidente da República deixou ainda uma mensagem dirigida aos agricultores e aos diversos intervenientes do setor agrário, apelando à necessidade de o país aumentar os níveis de produção agrícola, de modo a garantir a segurança alimentar e dinamizar a comercialização dos excedentes.
Outrossim o dirigente deu a conhecer está em preparação um decreto-lei destinado a ordenar a atividade comercial e reforçar os mecanismos de controlo, incluindo operadores estrangeiros, sem comprometer o papel e o espaço dos operadores nacionais.
Para a presente campanha, o país prevê uma produção global de Vinte e um milhões e trezentas toneladas, o que representa um crescimento de 26% em relação à campanha anterior. Deste volume, espera-se comercializar cerca de Catorze milhões , setecentas e quinze mil toneladas, das quais 60% deverão ser escoadas no período de pico, prevendo-se igualmente que os restantes 40% sejam absorvidos até ao final do presente ano.