ARA-Norte, IP

ARA-Norte, IP A Água é Escassa, Cuide e Preserve!

A FACIM ja começou! Venha participar da grande palestra da ARA Norte, IP, "Divulgação dos Modelos Hidrológicos e Hidrául...
01/09/2026

A FACIM ja começou! Venha participar da grande palestra da ARA Norte, IP, "Divulgação dos Modelos Hidrológicos e Hidráulicos na Região Norte". Não Perca!

PR, CHAPO NA FACIM, 2026 VISITA O STAND DA ARA-NORTE, IP E CONHECE O POTENCIAL HÍDRICO QUE SE MOVE NA REGIÃO DO RIO LICU...
01/09/2026

PR, CHAPO NA FACIM, 2026 VISITA O STAND DA ARA-NORTE, IP E CONHECE O POTENCIAL HÍDRICO QUE SE MOVE NA REGIÃO DO RIO LICUNGO À BACIA DO ROVUMA!

“Já começaram as celebrações da 61.ª Edição da Feira Internacional de Maputo – FACIM,2026 que decorre entre 31 de Agosto a 06 de setembro em Ricatla, Marracuene. E o presidente da Republica (PR) Daniel Francisco Chapo, na sua abertura oficial visitou, o Stand da Administração Regional de Água do Norte, IP, (ARA-Norte, IP) onde ficou satisfeito com a apresentação da estratégia divulgada para gestão do potencial hídrico que se move entre a região do rio Licungo a bacia do Rovuma. O Pavilhão do Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos (MOPHRH), liderado pelo ministro, Fernando Rafael e entre outros Sectores, esta com a ARA-Norte, IP, promovendo os seus serviços tendo parceria com a MozWater. Se erguendo como símbolo de modernidade e visão estratégica para o desenvolvimento. Sob o lema nacional [Transformação Digital e Energética Rumo a uma Economia Sustentável] a ARA-Norte, IP se posiciona com o tema: Água, Resiliência e Desenvolvimento Sustentável, onde o pano do fundo é angariar investimento para materialização do plano decenal de segurança hídrica e resiliência climática, uma iniciativa do Presidente da Republica, Daniel Francisco Chapo.”
Na FACIM, o pavilhão sectorial do MOPHRH/ARA-Norte, IP, volta a ascender e a ser palco de atração popular, inovação e esperança. Em exclusivo a ARA-Norte, IP apresenta o segredo do potencial hídrico da região compreendida entre o Rio Namacura para o norte de Moçambique. Uma região com vasta gama de gestão dos recursos hídricos e para construção de barragens/represas. Lá, há oportunidades únicas para investimentos com foco na geração de energia, irrigação e abastecimento urbano. São oportunidades que transformam vidas e impulsionam negócios.
Entre os destaques, da sua 5ª participação consecutiva na FACIM, a ARA-Norte, IP, desvenda ao país e ao mundo o imenso potencial hídrico da região mais extensa de Moçambique, apenas explorado menos de 2% de sua água. Revela, o seu Plano Estratégico Proagua 2026-2030, visando aumentar a capacidade de disponibilidade da água apresentando o investimento necessário de cerca de USD 301.205.000, 00 a ser desembolsado para construir infraestruturas hidráulicas resilientes. Ainda apresenta a ciência e tecnologia para prevenção com destaque aos modelos hidráulico e hidrológico das bacias: Messalo, Montepuez e Megaruma em desenvolvimento no âmbito do MozWater para gestão da época chuvosa, previsão de cheias e proteção das comunidades. Também, traz abordagem das construções e reabilitações de infraestruturas hidráulicas (represas e barragens) para garantir reservas de água, segurança hídrica em prol do desenvolvimento da região.
É nesta região que há sempre um tesouro escondido em cada rio! As bacias hidrográficas da ARA-Norte, IP, são peculiares e inesgotáveis nas suas características— Licungo, Mecuburi, Meluli, Monapo, Lúrio, Messalo, Montepuee, Megaruma (…) e a única transfronteiriça “Rovuma” que recentemente teve um acordo tripartido de estabelecimento em Pemba, entre Moçambique, Malawi e Tanzânia. Trata-se de bacias que formam um mosaico de oportunidades multiusos para o investimento de quem gostaria. São rios que carregam não apenas água, mas também o futuro: energia, irrigação, abastecimento urbano e a segurança alimentar. Apesar dos desafios climáticos, o potencial permanece intacto. A ARA-Norte, IP, já identificou locais estratégicos para prática de turismo, construção de represas e barragens modernas, capazes de transformar a água em motor de desenvolvimento económico e social. Para quem já chegou no Stand da ARA-Norte, IP, tudo isso esta sendo detalhado na FACIM, 2026. E adira já!
Com visibilidade e confiança institucional, o primeiro dia da FACIM, desde as primeiras horas da sua abertura oficial pelo PR, o Pavilhão do MOPHRH/ARA-Norte, IP, recebeu visitantes de vários cantos do mundo e sectores privilegiados para impulsionar negócios. Em Stand em Stand, o Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, chegou na ARA-Norte, IP, acompanhado pelo seu ministro Fernando Rafael, altos quadros do Estado e Potencias Parceiros de Cooperação. O Chefe do Estado, mostrou-se satisfeito com os projectos expostos e apresentados pela ARA-Norte, IP através de Carlitos Omar, o Director Geral que sublinhou a capital importância na gestão integrada e sustentável dos recursos hídricos para o desenvolvimento ao mostrar que gerir água, é gerir o futuro e a resiliência climática da região.
Quanto a experiência da FACIM, há um histórico de excelência. A edição passada, já havia confirmado o impacto deste Sector de Água e Obras Públicas, com mais de 4.000 visitantes e a distinção de 2º lugar como Melhor Expositor Inovador Nacional. Quiçá o presente ano o para o 1º lugar. A organização superou expectativas: stands preparados com rigor, conteúdos didáticos e atendimento personalizado que reforçam o poder da Imagem Institucional do MOPHRH como Sector integrado, moderno e orientado para resultados.
A FACIM, 2026 esta sendo mais do que uma feira. Esta sendo uma festa e vitrine de oportunidades. A presença da ARA-Norte, IP, reafirma que Moçambique possui uma das maiores potencialidades hídricas da região, pronto para ser explorado pelos investidores nacionais e internacionais. É nesta feira que a ARA-Norte, IP conta com a parceria de MozWater por uma abordagem de gestão integrada dos recursos hídricos para bacias hidrográficas mais resilientes em Moçambique: Megaruma, Montepuez e Messalo, Corredor da Beira, Bacias de Pungue e Buzi. Este é mais um projecto financiado pela cooperação entre Moçambique e a Embaixada dos Países Baixos. Com objectivo de alcançar a segurança hídrica em apoio ao país no desenvolvimento da sua capacidade de implementar gestão sustentável das bacias chaves, nas regiões centro e norte, tendo as ARAs Norte, Centro, IP e DNGRH como parceiros de implementação, combatendo vários desafios no Sector Nacional de Águas. Neste contexto a ARA-Norte, IP vai promover uma sessão de palestra com tema “Modelação Hidrológica Espacial” e aguarda a presença massiva de todos visitantes a se fazerem presente na sala de conferencias do MOPHRH na quinta fera, dia 03 de setembro.
Sob o lema “ProÁguas: Acelerando o Acesso à Água e Saneamento Seguros para Todos”, o MOPHRH com a ARA-Norte, IP, projectam uma narrativa estratégica que une inovação, sustentabilidade e desenvolvimento. O futuro das águas da região norte é promissor e os interessados podem fazer parte dos investimentos em recursos hídricos com parcerias e contractos seguros, apadrinhados pelo governo moçambicano fazendo a diferença. 👉 Venha visitar o nosso Pavilhão, a -Norte, IP e descubra mais como a água pode ser o motor do desenvolvimento sustentável e ganha brindes.

“ARA-Norte, IP, o Poder das Grandes Bacias.”
Por: [Wild António Alfredo]

-Norte_IP_FACIM2026





31/08/2026
26/08/2026
18/08/2026
MINISTRO DAS OBRAS PUBLICAS, HABITAÇÃO E RECURSO HÍDRICO DESTACA BOA GESTÃO DA ARA-NORTE, IP NA BARRAGEM DE NACALA E DE ...
18/08/2026

MINISTRO DAS OBRAS PUBLICAS, HABITAÇÃO E RECURSO HÍDRICO DESTACA BOA GESTÃO DA ARA-NORTE, IP NA BARRAGEM DE NACALA E DE NAMPULA.

“Durante a sua vista de trabalho a Província de Nampula, na última quinta feira, Fernando Rafael, ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, fez uma avaliação positiva do estado da Barragens de Nacala e de Nampula, destacando a boa gestão e manutenção rotineira destas infra-estruturas, sob gestão da ARA-Norte, IP, que asseguram uma reserva de até 6,6 e 3.8 milhões de metros cúbicos de água respetivamente.”

O executivo do MOPHRH, elogiou o trabalho da Administração Regional de Águas do Norte, Instituto Púbico (ARA-Norte, IP), na boa gestão e manutenção da Barragem de Nacala e de Nampula, destacando o estado de conservação das infra-estruturas e o controlo dos níveis de armazenamento de água. Fernando Rafael, falava durante uma visita de trabalho, onde avaliou as condições das infra-estruturas e a capacidade de armazenamento. Segundo o governante, apesar de existirem há vários anos, estas albufeiras apresentam boas condições de conservação.

“Fazemos uma apreciação positiva, nas duas barragens que já existem há algum tempo, as estruturas estão muito boas e a manutenção tem estado a acontecer de forma regular”, afirmou o dirigente do MOPHRH. Ainda destacou, em particular, o trabalho desenvolvido na conservação da infra-estrutura hidráulica de armazenamento de água e no controlo das reservas. “Queremos também, saudar os gestores que têm estado a fazer a gestão desta barragem em termos dos níveis de armazenamento da água e também da manutenção”, enalteceu Fernando Rafael.

Para o governante, a gestão das reservas deve merecer atenção permanente, tendo em conta que a época chuvosa decorre, geralmente, entre Outubro e Março. A conservação da água acumulada neste período é considerada fundamental para garantir a disponibilidade nos meses de menor precipitação. Rafael, defendeu que o trabalho realizado em Nacala, deve também servir de referência para outras Administrações Regionais de Águas, sobretudo no que diz respeito à manutenção das infra-estruturas e gestão dos níveis de armazenamento.

A visita permitiu igualmente ao ministro avaliar a capacidade da barragem para responder às necessidades das infra-estruturas de tratamento de água existentes e previstas para Nacala. Segundo Fernando Rafael, a avaliação feita no local demonstra que a barragem, dispõe de condições para continuar a desempenhar o seu papel no armazenamento e disponibilização de água para o sistema.

Importa referir que, a Barragem de Nacala e de Nampula, tem capacidade para armazenar cerca de 6,6 milhões de metros cúbicos, enquanto a de Nampula com 3.8 milhões de metros cúbicos de água, constituindo importantes reservas hídrica para a região. De acordo com os dados apresentados durante a visita ministerial, a capacidade da barragem permite disponibilizar água para as infra-estruturas de tratamento, podendo responder a uma produção de até 25 mil metros cúbicos por dia. Sendo que, a fraca capacidade de abastecimento de água a cidade de Nampula tem como solução com o projecto de construção da barragem de Macujé, segundo a presentação feita pela ARA-Norte, IP.

Contudo, a disponibilidade de água na barragem está igualmente associada à reposição das reservas durante a época chuvosa, que decorre geralmente entre Outubro e Março. Com uma capacidade de armazenamento de 6,6 milhões de metros cúbicos, a Barragem de Nacala constitui uma infra-estrutura imponente e estratégica para garantir água destinada a utilização e consumo da população, assim como para o desenvolvimento das actividades económicas. O uso racional de água bruta é crucial para a resiliência climática.

COMUNICAÇÃO E IMAGEM

18/08/2026
GOVERNO DE MOÇAMBIQUE, TANZÂNIA E MALAWI ASSINAM ACORDO HISTÓRICO PARA GESTÃO DA BACIA DO ROVUMA.“A cidade de Pemba, Moç...
06/08/2026

GOVERNO DE MOÇAMBIQUE, TANZÂNIA E MALAWI ASSINAM ACORDO HISTÓRICO PARA GESTÃO DA BACIA DO ROVUMA.

“A cidade de Pemba, Moçambique, anfitriã e porta da 3ª maior baía do mundo, foi palco a 31 de julho de 2026 de um marco para cooperação na África Austral/SADC. Os Governos de Moçambique, Tanzânia e Malawi assinaram o Acordo Tripartido para Estabelecimento de Comissão da Bacia do Rio Rovuma. É o último grande acordo de bacias internacionais que faltava em Moçambique.”

Tratou-se de uma comissão que nasceu para fazer acontecer! Mais do que um documento, o acordo criou a Comissão da Bacia do Rovuma. Uma estrutura pragmática, pensada para tirar planos do papel com a Gestão Integrada dos Recursos Hídricos. A presidência da comissão inicia agora com a República Unida da Tanzânia, seguindo a ordem alfabética acordada pelos três países. O Malawi abriu os trabalhos e Moçambique, como país anfitrião, liderou o processo até à assinatura dos acordos.

O encontro mostrou o nível de prontidão e organização dos envolvidos. Estiveram presentes o Ministro das Águas da Tanzânia, representante da Ministra das Águas de Malawi, Embaixada de Tanzânia e da República Federal Alemã, o Governador e o Secretario do Estado da Província de Cabo Delgado, Directores Nacionais do Sector de Águas e Agricultura, Secretariado, Representantes da SADC, e parceiros internacionais como GEF, GIZ e IUCN que esteve envolvido na promoção deste grande evento junto da Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) e Administração Regional de Águas do Norte, IP (ARA-Norte, IP) na organização. Também, marcou com a presença do Director-geral da ARA-Norte, IP, na qualidade do gestor da bacia de Rovuma na parte de Moçambique e uma das figuras central nas negociações.

A Bacia do Rio Rovuma liga e separa povos. Ao longo dos seus 800 quilómetros, desenha a fronteira entre Malawi, Moçambique e, Tanzânia e irriga uma área de 155.500 km². Desse território, 65,39% pertencem a Moçambique, 34,30% à Tanzânia e 0,31% ao Malawi. São três nacções, um só desafio: gerir a água com responsabilidade e união.

Para o Director Nacional de Gestão de Recursos hídricos, Agostinho Vilanculos, o acordo fecha um ciclo. “É histórico. É o último acordo de bacia internacional esperado por Moçambique. Depois do Limpopo, Incomáti, Save, Pungue e do Zambeze, completamos agora o Rovuma por isso estamos em festa”, afirmou.

Vilanculos, destacou ainda o potencial do Rovuma para impulsionar a economia na África Austral. “É uma das bacias menos exploradas. Temos água suficiente para produzir alimentos para a região da SADC e um potencial energético que pode galvanizar o desenvolvimento”.

Da assinatura à acção imediata. Logo após a assinatura, realizou-se o Conselho de Ministros da Comissão, já sob presidência da Tanzânia. Na mesa estiveram 14 pilares prioritários da estratégia de gestão integrada da bacia. O plano: implementar o primeiro grande investimento da comissão, com horizonte de 2026 a 2050 na sua fase inicial. A boa notícia: já estão garantidos cerca de 440 Milhões de Meticais, através do Projecto GEF para arrancar com as acções de gestão integrada e sustentável para o desenvolvimento.

A voz de Pemba já ecoa para a região. Em representação do Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Fernando Rafael, o Secretário de Estado na Província de Cabo Delgado, Plácido Pereira falou em nome de Moçambique. “Este acordo marca o início de uma nova era de cooperação regional. Reafirma o compromisso de Moçambique em liderar com gestão responsável dos nossos recursos hídricos partilhados”, disse.

Neste encontro, Plácido descreveu o Rovuma como uma bacia de valor hidrológico e ecológico inestimável. Citou as reservas naturais existentes com presença de leões, leopardos, elefantes, búfalos, entre variedade de biodiversidades e sobretudo as comunidades que dependem do rio e manutenção do sistema ecológico para viver. Para o dirigente, a assinatura de Pemba é “símbolo de união e de promoção da paz, não só na região, mas em África e no mundo”.

Com este passo, Malawi, Moçambique e Tanzânia garantem mais do que água. Garantem o futuro para as gerações presentes e vindouras. Segundo, enfatizaram com satisfação, o ministro de Tanzânia e a representante da Ministra do Sector de Água de Malawi ao tomarem a palavra.

Comunicação e Imagem ARA-Norte, IP

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28/07/2026

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28/07/2026

WORKSHOP EM SONGO: ARAs NORTE, CENTRO E SUL, IP UNEM FORÇAS PARA EFICIÊNCIA E ARRECADAÇÃO.

Entre os dias 22 a 24 de junho, 2026 a h

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Moçambique

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