Sete Outeiros

Sete Outeiros Sete Outeiros is a nature retreat for trans and q***r people.

21/06/2023
01/06/2023

Orgulho na Terra de lemos, des quirs, migras, trans e rural!

* 0 30 de junho
- Projeçom do filme "Alex and Munchie: Contra o Cisheteropatriarcado
- Obradoiro de baile tradicional
- Foliada quir
(Pobra de Brolhom)

*1 de julho
Manifestaçom e Festa
(Monforte de Lemos)

Festa!🌈 O vindeiro sábado 25 de febreiro organizamos unha Festa LGBT+ no Centro Social Vagalume Vagalume C.S-C.A. (Rúa d...
18/02/2023

Festa!🌈 O vindeiro sábado 25 de febreiro organizamos unha Festa LGBT+ no Centro Social Vagalume Vagalume C.S-C.A. (Rúa das Nóreas, n°5) a partires das 22:00h.
Haberá sangría, música lgbt+, xogos e moitas ganas de pasalo ben. 🎊

Se vides cedo poderedes participar na grabación de “Alex e Munchi contra o cisheteropatriarcado”, o novo filme de Carmen Granxeiro (diretora de Persoas S.A.) e Xácia Ceive de onde se filmarán algúns planos do comezo da festa 📽️

Esperámosvos a todis alí! 🏳️‍🌈🏳️‍⚧️

O filme explora o mundo das personagens Alex e Munchie, uma trabalhadora sexual e uma aspirante a diretora de cinema, num meta-documentário que explora o que significa representar vidas trans, quir e lésbicas na arte.

"É a nossa ode às complexidades dos debates estancos. Na procura de pular as rigidezes, dogmas e preconceitos com poesia e o humor da nossa propria absurdidade."

Este é o noso primeiro teaser!:
https://vimeo.com/797313895

O filme ten música de O Rabelo ! 💖✨
E sairá em Maio, a tempo polos orgulhos! 🏳️‍🌈🏳️‍⚧️💖

LGBT+ Lugo

Carmen Granxeiro (diretora de Persoas S.A.) e Xácia Ceive de  estamos finalizando o nosso filme “Alex and Munchie: Contr...
10/02/2023

Carmen Granxeiro (diretora de Persoas S.A.) e Xácia Ceive de estamos finalizando o nosso filme “Alex and Munchie: Contra o Cisheteropatriarcado”, com música por O Rabelo ! 💖✨

Sairá em Maio, a tempo polos orgulhos! 🏳️‍🌈🏳️‍⚧️💖

O filme explora o mundo das personagens Alex e Munchie, uma trabalhadora sexual e uma aspirante a diretora de cinema, num meta-documentário que explora o que significa representar vidas trans, quir e lésbicas na arte.

"É a nossa ode às complexidades dos debates estancos. Na procura de pular as rigidezes, dogmas e preconceitos com poesia e o humor da nossa propria absurdidade."

Este é o noso primeiro teaser!✨:
https://vimeo.com/797313895

e a pagina do filme!✨:
http://carmenpggranxeiro.com/gl/creacion/audiovisual/alex-and-munchie-contra-o-cisheteropatriarcado/

Em Sete Outeiros concluimos outro ano, com alegria e esperança depois de continuar tecendo comunidade e podendo facilita...
31/10/2022

Em Sete Outeiros concluimos outro ano, com alegria e esperança depois de continuar tecendo comunidade e podendo facilitar a coneçom trans e q***r com a natureza. Este ano deixamos aqui as palavras de umes das visitantes. Sete Outeiros continuará construindo e fazendo activismos durante o ano, esperando para abrir o espaço de novo em junho! Apertas para todes. ❤🌿✨

“For me, Sete Outeiros was enchanting, nourishing, time full of fun, rest, delicious food, and lovely company. The silence and space from my day to day routines/technologies/people offered a moment for hearts to open, and a deeper intimacy with myself and my connection to others to grow. It was a true pleasure to be in a space with other q***rs, playing, sharing, being messy, learning from one another and expanding our imaginations of whats a life worth living.”

Aina

“O meu tempo passado aqui foi pura essência de ser, um espaço mágico de encontro e de pertence. Pertencemos a tudo o que é, que faz de nós quem somos e nessas trocas relembramos, de sermos um só. Conheci-me de novo, aprendi a aprender e apaixonei-me por mim. Não só por mim mas por tudo o que me rodeava, que me atravessava e que também depositada em mim amor, esperança, força, resiliência.
Para sempre grata, com promessa de retorno.
7Outeiros é cura.”

Por Zaya Xiana

Este verão tivemos a alegria de participar novamente no festival Agrocuir. Estivemos presentes no espaço literário 'Agro...
07/10/2022

Este verão tivemos a alegria de participar novamente no festival Agrocuir. Estivemos presentes no espaço literário 'Agrocuir en Letras', apresentando os nossos tranzines e também 'Raven Nothing', romance escrito por Xácia, fundadora da Sete Outeiros.
Pudemos também partilhar pela primeira vez o nosso jogo 'Dianhes, Donas e Busgosos', criado por Sete Outeiros em torno das disidentidades galegas, foi incrível!!

Além disso, sentimos uma enorme alegria e emoção ao receber o prêmio Agrocuir desta edição.O reconhecimento de um projeto tão querido significa muito para nós e nos dá força e alegria para continuar tecendo e construindo comunidade. Por acompanhar nossas aventuras juntis!!!🌈❤️🌿✨ Festival Agrocuir da Ulloa

Alegria trans justo antes de mergulhar no Sil!  ***r
08/09/2022

Alegria trans justo antes de mergulhar no Sil! ***r

Em breve, no festival Agrocuir: DianhesAs lendas som vislumbres dos nossos passados, distorcidos pola patriarcializaçom,...
25/08/2022

Em breve, no festival Agrocuir: Dianhes

As lendas som vislumbres dos nossos passados, distorcidos pola patriarcializaçom, racializaçom e cis-heterossexualizaçom. Quando aplicamos um entendimento destes processos às lendas mesmas, podemos alviscar os mundos que jazem detrás, noutrora, em que brincava muito mais a liberdade nossa.

Para conectar com o mundo des devanceires precisamos um toque de humildade, um toque de imaginaçom, um toque de rebeldia e um toque de magia.

Invocamos três seres, mensageires entre nós e o passado. Primeiro as Donas. Nelas vemos a gram violência atravessando a história para com as pessoas transfemininas. A nossa sociedade está em parte fascinada, em parte horrorizada com elas. Assim nom nos surpreende ver traças de existências transfemininas que borram o seu sujeito, o seu protagonismo e só as vemos desde o olhar do homem hétero. Donas som mulheres que atraem os rapazes, dirigindo-os às suas casas e somente quando os rapazes estejam na suas casas notam que têm os pés de uma cabra. Pode ser que quiseram que desprezássemos a monstruosidade, mas nós celebramos a monstruosidade, a transformação, a magia e a diferença. Se quisermos entender o verdadeiro caráter das Donas podemos começar com pessoas que temos entre nós, aqui, agora e conectá-las com outros tempos da nossa velha cultura, tempos em que havia muita menos demarcaçom de género. Em que havia guerreiras de muitas formas; tempos em que liberdade pessoal e o compromisso com a tribo dançavam em equilíbrio.

Monstruosidade, na imaginaçom da cultura hegemónica acompanha a violência. Mas, enquanto transcendamos estas distorções, uma figura de masculinidades diferentes, monstruosas, trans-gressivas aparece na forma dos Busgosos. Justo como as suas companheiras, as Donas, tinham pés de bode e cornos também. Som guardiões das florestas. Compassivos com os viageiros e caminhantes, indicam-lhes o caminho aos que se perdem, defendem os animais, som cruéis com os caçadores. Eis, na forma da masculinidade monstruosa, ou seja, transmasculinidade, uma masculinidade linda baseada nos valores des nosses devanceires pré-cristãos: defensores da natureza, generosos, mas que se tornam guerreiros contra as violências e a injustiça: os caçadores. Eles acusam os Busgosos de serem violadores. Na patriarcalizaçom dos nossos seres, a violaçom começa a tornar-se um papel central em muitas lendas e, desacreditando tudo o que é diferente, pintam a monstruosidade como violenta. Temos que quitar as camadas da cebola podres das nossas lendas para vislumbrar a nossa verdadeira história.

A terceira imagem que invocamos som es Dianhes Burleires. Dianhos, mal interpretados na cultura afetada polo cristianismo, som muitas vezes chamados demos. Mas demos cristãos nom existem na natureza. Es Dianhes som especialistas em transformaçom. Podem ser vistes como pessoas desconhecidas, bem vestidas, ou de cavalos, burros, raposas ou qualquer manifestaçom ajeitada ao momento. Nunca som agressives, mas sim bem molestes, porque a cultura atual há que molestar. Até que, nos olhos normativos, parecem sinistres. Se lhes perguntarem o que som sempre respondem com o que nom som.

Mergulharmos no mundo da nossa própria cultura é beber de uma poça de águas antigas, águas mágicas, que precedem a cultura ocidental, todos os impérios e o cristianismo. É mergulharmos em vivências “trans” ou “dissidentes” além dos modelos hegemónicos de identidade. Estes três padrões: as Donas, os Busgosos e es Dianhes, nom correspondem a nenhuma identidade trans ocidental: seja mulher trans, homem trans ou nom-binárie. Isso nom é dizer que politicamente nom se podam utilizar as identidades quando enfrentamos a sociedade ocidental. Nem é rejeitar as identidades polas pessoas às quuais ajudam, ou que as acham úteis, fundamentais, ou mesmo maneiras perfeitas para descrever as suas vidas. Somente abrem novos espaços, baseados na verdadeira magia das nossas terras, des nosses devanceires e da natureza com que formamos parte.

No jogo, entendemos a Dona, o Busgoso e e Dianhe como fadas que nos podem habitar. Uma fada nom tem relaçom com as Hadas de uma cultura alheia. A nossa velha cultura, carecendo os essencialismos da cultura ocidental, entendeu as nossas particularidades no jeito de fadas mágicas: dons que a nos natureza concedeu. Entendemos as nossas dissidências como fadas mágicas. Perspetivas enriquecidas. Experiências Profundas. Na nossa cultura, ser trans é magia.

Em breve... desde Sete Outeiros trazemos "Donas, Busgosos e Dianhes" ao festival Agrocuir. Será uma exploraçom galaica d...
16/08/2022

Em breve...
desde Sete Outeiros trazemos "Donas, Busgosos e Dianhes" ao festival Agrocuir. Será uma exploraçom galaica de dissidências de género/s**o através de um jogo social.

para vidas e experiências trans e dissidentes desde o pozo profundo da natureza, da magia, e da nossa cultura mais antiga.

Aberto a todas as identidades e desidentidades de s**o e género ;)

Dirección

Rua Das Nóreas Nº5
Lugo
27001

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