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Primeiro encontro depois do encarceramento nas celas de Segunda Esquadra e, posteriormente na base aérea, os dois dignís...
31/08/2026

Primeiro encontro depois do encarceramento nas celas de Segunda Esquadra e, posteriormente na base aérea, os dois digníssimos Deputados reencontram-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa no lançamento do livro de DSP a 2.08.2026. Carismáticos deputados da nação Drs. Marciano Indi, Octavio Lopes e o Dr. Umaro Djau.

Visita de cortesia à Lisboa. Djenabu Baldé, Vice-Coordenadora do Movimento de Apoio ao Marciano Indi-( MAMI- PAIGC), rea...
31/08/2026

Visita de cortesia à Lisboa. Djenabu Baldé, Vice-Coordenadora do Movimento de Apoio ao Marciano Indi-( MAMI- PAIGC), realizou uma visita à Lisboa na semana passada, tendo promovido um breve encontro com o Coordenador.

MAMI agradece essa visita!

Deputado Dr. Marciano Indi com o  Dr. Umaro Djau, registam o momento no ato de lançamento do livro de DSP intitulado Dem...
31/08/2026

Deputado Dr. Marciano Indi com o Dr. Umaro Djau, registam o momento no ato de lançamento do livro de DSP intitulado Democracia em África. O ato decorreu no anfiteatro 1 na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Deputado Indi na terra de Dona Maria.
24/08/2026

Deputado Indi na terra de Dona Maria.

A não perder esta grande oportunidade de debater pensamento político de DSP.
21/08/2026

A não perder esta grande oportunidade de debater pensamento político de DSP.

HOMENAGEM — ANTÓNIO CORREIAPercurso AcadémicoAntónio Correia é Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito de Bissau...
21/08/2026

HOMENAGEM — ANTÓNIO CORREIA

Percurso Académico

António Correia é Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito de Bissau e Mestre em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Ao longo do seu percurso académico, realizou igualmente formação em Direito Internacional Público e formação pedagógica, consolidando uma preparação diversificada nas áreas jurídica e educativa.

Percurso Associativo e Cívico

No movimento associativo, António Correia tem desenvolvido um percurso marcado pela participação, liderança e serviço à comunidade guineense.

Exerceu as funções de Responsável do Gabinete de Apoio Jurídico e, posteriormente, de Presidente da Mesa da Assembleia-Geral da Associação dos Estudantes da Guiné-Bissau em Lisboa.

É igualmente Responsável-Adjunto de Finanças da Associação dos Filhos e Amigos de Lompate na Diáspora, em Lisboa, tendo anteriormente desempenhado as funções de Presidente da Associação dos Filhos e Amigos para o Desenvolvimento de Biachã e Lompate, na Guiné-Bissau.

Compromisso com a Comunidade

O seu percurso evidencia um compromisso contínuo com a formação, a participação cívica, a liderança associativa e o fortalecimento do associativismo guineense, contribuindo para a valorização da comunidade e para a promoção do desenvolvimento social e educativo.

Reconhecemos o seu percurso, dedicação e contribuição para a formação, a cidadania e o fortalecimento da comunidade guineense.

Participar no Referendo Não É Legitimar o Processo.A Resposta Democrática ao Desafio ConstitucionalA discussão sobre o r...
17/08/2026

Participar no Referendo Não É Legitimar o Processo.

A Resposta Democrática ao Desafio Constitucional
A discussão sobre o referendo constitucional convocado para 30 de agosto de 2026 levanta uma questão central: a participação numa consulta popular implica o reconhecimento político do poder que a convocou?

A resposta é não. Participar não significa aprovar, assim como votar não significa legitimado o processo de origem. É fundamental separar a contestação da origem do poder do uso do voto como ferramenta de resistência democrática.

Frente à pergunta “Concorda com a entrada em vigor da nova Constituição da República aprovada pelo Conselho Nacional de Transição?”, a posição mais coerente exige maturidade tática e clareza de princípios.

1. A Participação como Forma de Contestação.
A ausência às urnas acarreta um risco elevado: entregar a decisão de mão beijada ao poder de fato, permitindo que um texto controverso seja aprovado com baixa afluência e, posteriormente, vendido ao mundo e a comunidade internacional como a "expressão inequívoca da vontade popular".

O cidadão tem o direito e o dever de afirmar:
"Não reconheço a legitimidade do processo que elaborou esta Constituição, mas utilizo a urna para exercer a minha cidadania e rejeitar o seu
conteúdo."
O voto pode ser um ato de oposição inequívoca.
Rejeitar a consulta através do boicote passivo só serve a quem deseja aprovar a nova Carta Magna
sem resistência.

2. A Invalidez do Procedimento e a Matriz
Constitucional.
Uma Constituição não deve refletir a vontade de uma maioria circunstancial ou de um poder não eleito - deve emergir de um processo inclusivo, com raízes na ordem constitucional estabelecida.

Competência Institucional: A Constituição atualmente em vigor atribui à Assembleia Nacional Popular (ANP) competências exclusivas e vinculativas em matéria de revisão constitucional e convocação de referendo.

Vício de Origem: A análise jurídica não se reduz à existência de um decreto formal.
Exige examinar a origem do poder constituinte, a legitimidade dos órgãos intervenientes e a compatibilidade do processo com o Estado de Direito.

3. O Impacto Político: O Risco do
Hiperpresidencialismo.

A consulta de 30 de agosto não é um exercício técnico neutro, trata-se de vã tentava de impor um outro sistema qualquer e não o que o povo quer.
A proposta em causa altera profundamente o equilíbrio institucional ao ampliar
substancialmente os poderes do Presidente da República, incluindo a prerrogativa de presidir ao Conselho de Ministros;

A capacidade de nomear o Primeiro-Ministro à margem dos resultados eleitorais e da existência de uma maioria parlamentar.
Votar este texto exige que a sociedade compreenda que esta em jogo a distribuição do poder político pelas próximas décadas.

4. Condições Mínimas: O Limiar entre a
Participação e o Boicote
A defesa da participação não é incondicional. Se o poder de transição sufocar a oposição, proibir manifestações, controlar a comunicação social e impedir a fiscalização independente, o referendo perde o seu caráter democrático.
Nesse cenário extremo, o boicote deixa de ser uma desistência e passa a ser uma decisão tática e coletiva de negação de legitimidade. A denúncia da ausência de debate sereno - já assinalada por diversas forças políticas e condenada por instâncias internacionais como a Assembleia da República Portuguesa - demonstra a gravidade do momento.

Exigências Fundamentais para a Validade da Consulta
Para que o povo guineense possa exercer a sua vontade de forma consciente e livre, devem ser garantidas, no mínimo, as seguintes condições

Liberdades Políticas: Exercício pleno da liberdade de expressão, reunião, manifestação e campanha sem intimidações;
Equidade Informativa: Acesso equilibrado de todas as faixas políticas aos meios de comunicação social públicos;
Transparência do Processo: Recenseamento eleitoral confiável, contagem pública e fiscalização eleitoral independente;
Observação Externa: Acompanhamento por missões de observação nacional e internacional credenciadas;
Acesso à Informação: Publicação integral e ampla divulgação do texto constitucional proposto, garantindo a explicação clara das suas consequências juridicas.

Conclusão
A posição mais forte do cidadão e das forças democráticas desdobra-se em dois passos: primeiro, lutar de forma intransigente por condições mínimas de liberdade e transparência;
segundo, se essas condições existirem, afluir massivamente às urnas para rejeitar o texto.
Se tais condições forem nefastamente recusadas, a não-participação assumir-se-á como protesto político legítimo.
Uma Constituição nascida num contexto de rutura institucional requer uma legitimidade reforçada que não se obtém com um mero "Sim" extraído sob restrições. Requer o consentimento esclarecido do povo - e esse consentimento só se afere em liberdade.

HOMENAGEM A NICANDRO FERNANDO GOMES IÉNicandro Fernando Gomes Ié, académico e ex-presidente da Associação de Estudantes ...
16/08/2026

HOMENAGEM A NICANDRO FERNANDO GOMES IÉ

Nicandro Fernando Gomes Ié, académico e ex-presidente da Associação de Estudantes da Guiné-Bissau em Lisboa, tem-se destacado pelo seu contributo na promoção da integração académica dos estudantes guineenses em Portugal.

Através da sua liderança e das iniciativas desenvolvidas no âmbito associativo, nomeadamente retiros, palestras, encontros académicos e outras atividades de integração, Nicandro Ié tem contribuído para fortalecer os laços de união, cooperação e solidariedade entre os estudantes guineenses em Portugal.

Jovem guineense radicado em Portugal, é reconhecido pela sua capacidade de liderança, espírito de interação e forte sentido de unidade no seio da comunidade académica. O seu percurso associativo tem igualmente contribuído para a formação e valorização de jovens que hoje assumem responsabilidades em diferentes organizações académicas em Portugal.

No âmbito da realização da sua 1.ª Conferência Académica dos Estudantes Guineenses em Portugal, a Mobilidade de Estudantes da Guiné-Bissau em Portugal (MEGBP) prestará uma homenagem a Nicandro Fernando Gomes Ié, no dia 22 de agosto de 2026, sob o lema:

“Educação como Motor do Desenvolvimento da Guiné-Bissau no Século XXI.”

A conferência constituirá também um importante espaço de reflexão e debate sobre os principais desafios e oportunidades para o futuro da Guiné-Bissau, abordando temas como Educação e Inovação, Desenvolvimento Socioeconómico, Juventude e Liderança, Sustentabilidade e Inclusão.

A homenagem a Nicandro Fernando Gomes Ié representa o reconhecimento da MEGBP pelo seu elevado empenho na promoção e valorização da educação, da integração académica e da organização associativa dos estudantes guineenses em Portugal.

É, igualmente, um reconhecimento do seu papel enquanto jovem líder que inspira e influencia positivamente a nova geração, demonstrando, através do seu percurso e dedicação, que a educação, a liderança e a união são instrumentos fundamentais para a transformação e o desenvolvimento da sociedade.

MEGBP – Mobilidade de Estudantes da Guiné-Bissau em Portugal

Educação • Cultura • Integração • Desenvolvimento

Mily Codé SeabraFrancisco Gomes MonteiroCarel BatistaMobilidade de Estudantes da Guiné-Bissau em Portugal Proma LíderAicha Ndeu TafAdmir Quidansau de CarvalhoMussa Injai Sani UF

15/08/2026
Deputado Dr. Marciano Indi, um politico carismático.
15/08/2026

Deputado Dr. Marciano Indi, um politico carismático.

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