13/09/2014
Agulha
(Carlos Bates)
No vilarejo de Crane city parece que o medo não deixou o tempo passar. Os moradores vivem como na idade média, mas já tinham energia elétrica, telefones celular e internet. Todos viviam amedrontados pela lenda do fantasma das agulhas que a séculos vivia no castelo de Hopkins, que era muitas vezes confundido com uma mansão.
A vários anos que a lenda do fantasma, conhecido como alfineteiro, não era nem lembrada pelos moradores do vilarejo, mas o Sr. Greenhouse comunicou a todos que o fantasma ainda vivia lá pois na noite passada ele havia visto a diabólica criatura nos arredores do quintal do castelo de Hopkins. Isso fez com que o medo se alastra se mais rápido que um piscar de olhos.
Capítulo I : a viagem
Mary Jane era a garota mais bonita e popular da ''Escola de ensino médio de Nebraska''. Ela tinha olhos violetas, longos cabelos lisos negros como asas de corvos e lábios vermelhos naturais como uma maçã madura. Ela tinha uma melhor amiga chamada Elisa, que não era tão bonita como ela mas também era concorrida dentre os jovens do colégio. Elas estavam querendo comemorar a aprovação da prova mais difícil do ano, mas queriam algo diferente de uma festa. Mary Jane teve a brilhante ideia de acampar em algum lugar não muito populoso de Nebraska, mas apenas as maiores notas iriam participar da tal viagem. Elisa pesquisou na internet os lugares menos populosos de Nebraska e descubriu um vilarejo antigo chamado Crane city. Ela mandou uma mensagem para Mary Jane, que adorou o lugar por ser pouco populoso. Mary Jane foi então convidar as cinco maiores notas da prova e chamou para a viagem: Carry,era uma grande amiga e também uma ''GEEK'' muito bonita, John, era esportista e fascinado por filmes de ação, e Picasso, o namorado de Mary Jane que era um jovem louro, alto, de olhos verdes. As outras meninas da escola tinham inveja de Mary por ela namorar o garoto mais cobiçado e bonito do colégio. Assim elas completaram as cinco maiores notas.
A viagem foi programada para um dia de sol, para não tornar a viagem ainda mais difícil pois o lugar já era impossível de se chegar. No dia em questão eles partiram pela manhã no carro de John. Depois de cinco horas de viagem eles chegaram a Crane city. Foram logo atrás de um bom lugar para montar suas barracas de luxo. O lugar que encontraram era perfeito, a beira de um rio calmo, com árvores frutíferas espalhadas por todos os lados e com poucos mosquitos ao redor.
Os amigos passaram o resto do dia se divertindo e...bem não precisamos falar o que aconteceu dentro das barracas. Já era tarde da madrugada quando algo de estranho estava acontecendo com o tempo. De repente as estrelas foram escondidas por nuvens negras um tanto quando tenebrosas:
- O que está acontecendo?- disse Picasso - A previsão do tempo dizia que essa semana ia ser de calor.
A fala de Picasso foi interrompida pelo som ensurdecedor de um trovão e uma chuva grosseira começou a cair sobre os jovens amigos. Eles tinham que se proteger da chuva.
Capítulo II:conhecendo o castelo de Hopkins
Eles correram para Crane city mas entraram na área proibida do vilarejo, entraram na floresta das trevas. John de repente disse:
- Ali! vamos pedir abrigo naquela mansão.
- Nesse mausoléu?- disse Carry.
- É nossa unica escolha.- afirmou Mary Jane.
Eles então correram para a tal ''mansão''. Mau sabiam eles que aquela mansão era na verdade o castelo de Hopkins, lar do alfineteiro.
Ao chegarem lá bateram na imensa porta de madeira, que de repente abriu-se sozinha. Entram, com certo receio, e logo foram procurar pelo dono. Como não encontraram o dono. Foram procurar quartos. Mary e Picasso ficaram em um só quarto por serem namorados, os outros três ficaram sozinhos em outros quartos.
Picasso ficou apenas de cueca, o que deixou Mary Jane muito feliz, e eles repetiram o que tinha acontecido horas atrás nas barracas.
Os amigos acordaram por volta de 13:00h da tarde, mas ainda parecia noite pois as nuvens negras tornaram o sol invisível aos olhos dos jovens. Eles então decidiram continuar no Castelo até que a tempestade passasse. Curiosos, como todo jovem que acaba de chegar a maioridade, logo foram explorar a imensa casa. Eles acharam uma cozinha com um grandioso banquete que lembrava os dos filmes da idade média, eles logo comeram para repor as forças perdidas na noite anterior. Terminada a refeição eles foram procurar pelo dono da casa, menos Carry que continuou a comer, mas ao envés disso encontraram uma grande biblioteca. Eles ficaram lá encantados com a quantidade de livros quando:
-AAAAAAAAAAAAAAH!
Escutaram um grito de Carry e foram correndo ver o que havia ocorrido. Ao chegarem lá outro grito foi ouvido mas dessa vez foi o de Mary que viu a cena horrenda do corpo de sua amiga aberto na área do abdômen com seus órgãos a mostra e as paredes vermelhas pelo sangue da jovem. Eles viram que em volta do cadáver tinham várias agulhas, foi quando Picasso lembrou de um livro que viu na biblioteca escrito a mão que falava sobre um monstro que comia seres humanos e era feito de agulhas. Os amigos nem ligaram para o comentário de Picasso pois estavam chocados com aquela cena macabra.
No lado escuro da cozinha os amigos viram um monte de agulhas formando quase uma montanha. Quando eles se aproximaram o alfineteiro se formou. Com seus olhos de botão e sua boca de linhas negras ele assustou os amigos. Picasso logo gritou dizendo que era o monstro do livro que havia lido. Os amigos saíram em disparada para fugir da monstruosa criatura.
Capitulo III: os elfos
Os amigos saíram correndo e, mesmo com a tempestade, conseguiram sair do castelo de Hopkins. Eles notaram que quando chegaram em certo ponto da floresta ela deixou de ser negra, a chuva passou e as folhas das árvores começaram a adquirir tons rosados, avermelhados e roxeados, ao envés de espinhos e galhos secos notaram que havia flores e plantas diversas e bonitas. Eles repararam que vinham duas criaturas brancas, de bela aparência, armados com arcos, flechas, escudos e espadas em sua direção. As criaturas se aproximaram e perguntaram quem eram os jovens. Eles explicaram tudo e as criaturas decidiram leva-los ao seu rei.
Chegando lá o rei Afhitiuns III Arco de Ouro, Rei de toda a floresta élfica de Crane city, os recebeu. Ele era uma das criaturas mais belas já vistas pelos jovens. Afhitiuns era branco dos olhos extremamente azuis, seu cabelo branco amarelado media 1 metro e 37 centímetros de comprimento e era liso como uma folha de papel, suas vestes eram medievais e belíssimas, as mais lindas do mundo, seu cinto tinha fivelas de ouro na frente e dos lados, sua coroa imitava chifres de alce e em uma de suas mãos ele tinha uma espécie de luva de prata. Afhitiuns conversou com os jovens:
- Quem são vocês?- perguntou o rei élfico.
- Somos estudantes. Vinhemos acampar nessa cidade maldita e fomos atacados por um monstro de agulhas - disse Picasso.
- O Alfineteiro. - falou Afhitiuns - Ele tem aterrorizado essa cidade a vários anos desde antes do meu nascimento.
- Quantos anos você tem?- perguntou Elisa
- 3470 - respondeu Arco de Ouro.
Os amigos contaram tudo desde o início para o rei dos elfos. Os jovens então tiveram uma ideia para deter o alfineteiro, mas precisavam da ajuda dos elfos.
Capitulo IV: Adaga de Bronze
Os amigos ficaram extremamente tristonhos pela morte de Carry e queriam a qualquer custo destruir o monstro das agulhas. John era o mais inteligente dentre os amigos e teve uma ideia genial.
Afhitiuns doou alguns de seus melhores elfos-soldados para o confronto liderados por ele mesmo e pelo general Maldrick Adaga de Bronze, seu primo de 2° grau. John, Mary Jane, Picasso e Elisa planejavam o ataque em uma tenda pequena, porém luxuosa, feita pelos próprios elfos, quando o general Adaga de Bronze entrou na tenda:
- Meus soldados estão prontos - disse Maldrick - quando estiverem prontos eles lutaram ao seu lado até a morte.
- Obrigado general - respondeu Picasso.
Eles passaram alguns dias planejando minuciosamente o ataque ao terrível monstro. Queriam matar de uma vez por todas o demônio das agulhas.
CONTINUA...