17/01/2022
ACABOU A ANSIEDADE PARA DESCOBRIR O NOVO LAYOUT DA CARTEIRINHA ESTUDANTIL DA AMES 2022 - LGBTFOBIA É CRIME
Os estudantes LGBTQIA+ sofrem cotidianamente com diversos tipos de violência nos espaços onde estudam devido a uma triste realidade de preconceito. Nesse sentido, é papel das entidades e do movimento estudantil como um todo organizar dentro e fora
dentro e fora da escola, os estudantes LGBTQIA + na luta pelos seus direitos, trazendo debates e levando à tona as suas reivindicações.
“ O Brasil ocupa o primeiro lugar nas Américas em quantidade de homicídios de pessoas LGBTs e também é o líder em assassinato de pessoas trans no mundo. No último ano, Segundo o relatório anual da Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil (Antra), o Brasil tem 89 pessoas Trans mortas no 1º semestre em 2021, sendo 80 assassinatos e 9 suicídios. Ainda houveram 33 tentativas de assassinatos e 27 violações de direitos humanos.”
“ O risco de uma pessoa da comunidade LGBTQIA+ ser assassinada no Nordeste é quase três vezes maior do que no Sul.”
“ Em 2020, pelo menos 237 pessoas morreram por conta do preconceito.”
A população LGBTQIA+ que utiliza o SUS (Sistema Único de Saúde) para consultas e tratamentos. Porém, existe a necessidade de profissionais qualif**ados, equipamentos necessários e o apoio social e psicológico para o atendimento de uma pessoa LGBT. Isso ocorre porque há diferenças no atendimento de uma mulher lé***ca ou trans para uma mulher cis hétero; as tr****tis e transexuais muitas vezes não são reconhecidas no seu gênero; a própria cirurgia de readequação/redesignação sexual não é oferecida a todos que necessitam.
Que as entidades estudantis ( grêmio estudantil, DCE’S ,as associações ), os sindicatos, movimentos sociais levantem a bandeira da educação, emprego, moradia, lazer e um sistema de saúde para atender a comunidade lgbtqia+ . É cada vez mais necessário fortalecer a mobilização pelo direito de viver dignamente. No Brasil, a população LGBTQIA+ tem se mobilizado, junto ao conjunto da sociedade, pela derrubada do governo de generais de Jair Bolsonaro, sem a qual não é possível se alcançar o fim do sofrimento do povo, o fim da pandemia e o fim do crescimento da fome.
É que somente a organização e mobilização populares são capazes de garantir a construção de um futuro justo e igualitário.
Durante o ano de 2022 a AMES irá realizar atividades conscientizar e informar sobre a luta dos estudantes LGBTT´s no ambiente educacional.
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