Rodrigo Digão

Rodrigo Digão RODRIGO DIGÃO

REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO!HOJE TEM ASSEMBLEIA!PARTICIPEM!
08/07/2026

REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO!
HOJE TEM ASSEMBLEIA!
PARTICIPEM!

07/07/2026
07/07/2026

❗️ATENÇÃO REDE MUNICIPAL EM TERESÓPOLIS❗️

O SEPE-Teresópolis convoca TODOS os profissionais de educação *(ativos, aposentados, sindicalizados e não sindicalizados)* da rede municipal para assembleia, que acontecerá no dia 08 de julho, às 19h, on-line.

A Pauta da assembleia é:
- ⅓ de planejamento (discussões no GTE)
- Debate sobre judicialização do 1/3 de planejamento-Que caminhos seguiremos?
1️⃣Entrar com ações individuais e seguir na luta política;
2️⃣Ou só seguir na luta política.

Com isso, vamos decidir de forma coletiva, pois o SEPE preza pela transparência e o franco debate com a base da categoria.
SEJA SEPE!!!!
SINDICALIZE-SE

SEPE-Teresópolis

VALORIZAR O PROFESSOR É DEFENDER O FUTURO! Em Teresópolis, a concessão de 1/3 da carga horária para planejamento se faz ...
08/06/2026

VALORIZAR O PROFESSOR É DEFENDER O FUTURO!
Em Teresópolis, a concessão de 1/3 da carga horária para planejamento se faz urgente e necessária. Garantir que os professores tenham tempo adequado fora da sala de aula é um direito assegurado por lei e vital para o desenvolvimento educacional de nossos alunos.

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Exigir um terço de planejamento para professores em Teresópolis

30/05/2026
30/05/2026

Enquanto milhões comemoram a aprovação da PEC que acaba com a escala 6x1 na Câmara, a extrema direita já articula no Senado uma contraofensiva para sabotar essa conquista arrancada pela mobilização popular.

Encabeçada por Rogério Marinho e Flávio Bolsonaro, a chamada “PEC das Horas Trabalhadas” foi protocolada por 40 senadores e recebeu apoio direto de Davi Alcolumbre, que acelerou sua tramitação na CCJ.

O texto é uma verdadeira aberração patronal. Sob o falso discurso de “liberdade”, a proposta permite acordos individuais acima das convenções coletivas, amplia a lógica do trabalho intermitente com pagamento apenas por hora trabalhada e abre caminho para contratos precários, com redução de salários, férias, FGTS, 13º e outros direitos.

Em um país marcado pelo desemprego e pela informalidade, falar em “livre negociação” entre patrão e empregado é puro cinismo. Na prática, querem dar mais liberdade para os empresários explorarem ainda mais os trabalhadores.

A ofensiva repete o que a direita já tentou fazer na Câmara, quando 176 deputados apresentaram uma emenda para desfigurar a PEC do fim da escala 6x1, propondo jornada de até 52 horas semanais, redução do FGTS e ataques à Previdência.

A extrema direita odeia os trabalhadores e quer impedir qualquer avanço real na redução da jornada. Já o governo Lula fez um acordão com Hugo Motta e rebaixou a reivindicação da PEC que era de 36h semanais com escala 4x3.

A CSP-Conlutas reafirma: só a mobilização independente da classe trabalhadora pode derrotar as manobras patronais e impedir novos acordões que rebaixem nossas reivindicações.

A luta precisa aumentar nas ruas e nas redes pela redução da jornada para 36h semanais e escala 4x3, sem redução salarial, sem retirada de direitos e sem conciliação com os inimigos da classe trabalhadora.

Leia mais em nosso site. Link na bio.

30/05/2026

Após 38 anos sem redução da jornada de trabalho no Brasil, a aprovação da PEC que acaba com a escala 6x1 representa uma vitória histórica arrancada pela luta da classe trabalhadora nas ruas e nas redes sociais.

A pressão popular obrigou a Câmara a aprovar a proposta com ampla maioria nesta quarta-feira. Até a direita e a extrema direita, que passaram meses sabotando a pauta, foram forçadas a recuar diante do apoio massivo da população.

Mas a conquista foi parcial. O acordão entre o governo Lula e Hugo Motta rebaixou a proposta original. O texto aprovado prevê redução gradual até 40h apenas em 2027, mantém mecanismos da reforma trabalhista e ficou aquém da reivindicação das 36h semanais sem redução salarial e da escala 4x3.

A extrema direita escancarou seu desprezo pelos trabalhadores. PL, Novo, Missão (MBL) e partidos do Centrão votaram contra o fim da escala 6x1. Foram os mesmos setores que defenderam jornada de até 52h, cortes no FGTS e agora no Senado vão tentar aprovar mudança na PEC, para instituir jornada com pagamento por hora trabalhada e negociação individual entre trabalhador e patrão.

Por isso, a pressão agora deve se voltar ao Senado.

É preciso lutar pelas 36h semanais sem redução salarial e escala 4x3, já! Sem transição e sem “bolsa-patrão”. E para que essa conquista seja, de fato, garantida, é preciso por fim à pejotização e revogar a reforma trabalhista.

Esta é a primeira redução da jornada em 38 anos. Desde a Constituição de 88, diferentes governos passaram pelo poder sem tomar medidas concretas para reduzir a jornada, incluindo os governos do PT sob Lula e Dilma.

Se a pauta avançou agora, foi porque milhões de trabalhadores colocaram pressão nas ruas e nas redes. E será com ainda mais luta que poderemos derrotar as manobras da extrema direita, dos patrões e conquistar nossas reivindicações.

Leia e saiba mais sobre a votação ocorrida ontem e o que diz a PEC aprovada. Link na bio.

Endereço

Teresópolis, RJ

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