Colégio Estadual João Negrão Júnior

Colégio Estadual João Negrão Júnior HISTÓRIA DO COLÉGIO ESTADUAL JOÃO NEGRÃO JÚNIOR Nossa escola foi criada em 15 de fevereiro de 1926 com o nome de Grupo Escolar de Teixeira Soares.

Este funcionava na travessa Heróis de Monte Castelo, nº 105, fundos da Igreja Matriz. Funcionou nesse lugar até 1940. Seu primeiro diretor foi o senhor Francisco Ogg, no período de 1926 a 1937. Em 19 de abril de 1941, foi inaugurado o novo prédio situado a Rua XV de Novembro, 413, com o nome de Grupo Escolar Ministro Gustavo Capanema em homenagem ao Ministro da Educação da época. A escola ocupava

uma área de 5.500 m², sendo 224 m² de área coberta, dois corredores, oito salas, um gabinete, uma secretaria, duas instalações sanitárias, sendo uma para o masculino e uma para o feminino. Pelo decreto nº 2.916 de 06 de junho 1956 foi criado o Ginásio Estadual de Teixeira Soares, instalado em 01 de março de 1957. A partir daí ambas as escolas passaram a funcionar no mesmo prédio. Pelo Decreto nº 2927 de 07 de novembro de 1966, em ato publicado em Diário Oficial do Estado de 08 de novembro de 1966, o Ginásio Estadual de Teixeira Soares passou a denominar-se Ginásio Estadual João Negrão Júnior, nome dado em homenagem ao primeiro prefeito de nosso Município, senhor João Negrão Júnior. Seu primeiro diretor foi o Padre Ladislau Maibuk, o qual respondeu pela direção no período de 1957 a 1962. Em 1968, passou a funcionar a noite uma extensão de 5ª a 8ª séries. O Grupo Escolar Ministro Gustavo Capanema e o Ginásio Estadual João Negrão Júnior foram integrado na reforma do ensino nos moldes da Lei 5692/71, recebendo autorização para implementação de 1ª, 2ª e 5ª séries do curso de 1º grau em 1977, da 3ª 4ª e 6ª séries em 1978, da 7ª série em 1979 e da 8ª série em 1980. O plano de implantação do ensino de 1º grau foi homologado pela Resolução nº 1992/80, Parecer nº 121/80 de 01 de fevereiro de 1980. Pela Resolução nº 1358/81 de 08 de julho de 1981, foi publicado no Diário Oficial do Estado nº 1091 de 21 de julho de 1981, o Grupo Escolar Ministro Capanema e o Ginásio Estadual João Negrão Júnior passaram a constituir um único estabelecimento com o seguinte nome: Escola João Negrão Júnior – Ensino de 1º Grau. Em 1983 começou a funcionar o 2º Grau com o Curso Básica em Comércio. Pela Resolução nº 901/85 de 01 de março de 1985, publicada no Diário Oficial do Estado nº 1985 do dia 12 de março de 1985, fica reconhecido o Curso de 2º Grau Regular com a habilitação Básica em Comércio. Pela Resolução nº 164/85 de 09 de janeiro de 1986, fica autorizado o funcionamento da habilitação plena de Técnico em Contabilidade no Colégio Estadual João Negrão Júnior – Ensino de 1º e 2º Graus. A autorização ora conseguida fora de prazo de dois anos a partir do início do ano de 1986. Com a criação do Ensino de 2º Grau de 1983, a referida escola passa a denominar-se Colégio Estadual João Negrão Júnior – Ensino de 1º e 2º Graus sob a direção da senhora Alteny Maria de Lourdes Gubert Marquardt. Topo
A partir de 23 de outubro de 1991, houve a municipalização do ensino de 1ª a 4ª séries. Em março de 1992 a professora Luci de Fátima Wiecheteck assume a direção de 1ª a 4ª séries e o professor Aroldo Basso continua com a direção de 5ª a 8ª séries e 2º grau. Pelo Protocolo nº 1477.096-8 a direção do Colégio Estadual João Negrão Júnior – EPSG solicita a autorização para habilitação de Magistério. Pela Resolução nº 2136/89 de 31 de julho de 1989 fica autorizado o funcionamento da habilitação Magistério pelo prazo de dois anos, com série única de ingresso nessa habilitação nos anos de 1989 e 1990 e cessação gradativa a partir do início do ano de 1991. Pelo Parecer nº 289/91 de 11 de dezembro de 1991 foi concedido o reconhecimento da habilitação Magistério neste colégio. Com a Resolução nº 3867/94 de 27 de julho de 1994 ficou autorizado o funcionamento da habilitação magistério com a implantação gradativa neste estabelecimento. O colégio mantém, de acordo com a especificação de cada um, o Ensino Fundamental (de 5ª a 8ª séries) criado e autorizado a funcionar pela Resolução nº 1358, publicado no Diário Oficial do Estado de 21 de julho de 1981 e reconhecimento do Estabelecimento pela Resolução nº 257 publicado no Diário Oficial do Estado de 30 de janeiro de 1985. O 2º Grau na modalidade de Educação Geral autorizado a funcionar pela Resolução nº 4009/95, tendo o término do mesmo no ano letivo de 2000, ficou reconhecido pela Resolução nº 3867/02 publicado no Diário Oficial do Estado de 11 de novembro de 2002, e o Ensino Médio autorizado a funcionar pela Resolução nº 3492/98 e também ficou reconhecido pela Resolução nº 3867/02 publicado no Diário Oficial do Estado de 11 de novembro de 2002. A renovação de reconhecimento do Ensino Fundamental foi pela Resolução nº 1829/07 no Diário Oficial do Estado 31/05/2007 e a renovação de reconhecimento de Ensino Médio foi pela Resolução 3009/07 no Diário Oficial do Estado de 24/08/2007. A sala de Recurso foi autorizado pela Resolução 3061/05 de 11/11/2005. Em 2005 iniciou o CELEM – Espanhol neste Estabelecimento de Ensino pela Resolução 2137/04, a qual foi revogada pela Resolução 3977/2006 de 24/08/2006. Em 2006 o Colégio passou por uma reforma geral. Atualmente o espaço físico é composto por onze salas de aula, sendo duas destas pequenas, uma sala para direção, uma sala para equipe pedagógica e mais três salas que são ocupadas para: uma para biblioteca, uma para secretaria e uma para sala de informática/vídeo, uma sala de professores, uma salinha para sala de recurso e apoio, que funcionam em dias alternados, dois sanitários para uso de professores e funcionários e dois banheiros para os alunos sendo estes um masculino com quatro sanitários e três mictórios e outro feminino com quatro sanitários e um chuveiro, um almoxarifado, uma cantina “cozinha”. Temos uma área coberta que é utilizada para apresentações palestras e outros eventos e contamos também com uma quadra coberta.

Palestra de conscientização e informação sobre violência doméstica.
31/10/2025

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Encontro Pedagógico: círculo de diálogo.  O poder transformador da EDUCAÇÃO.
23/10/2025

Encontro Pedagógico: círculo de diálogo. O poder transformador da EDUCAÇÃO.

Palestra direcionada ao Ensino Médio: *Os Desafios do Profissional do Futuro*.Prof Guilherme de Freitas.Parceria: Alvo E...
22/10/2025

Palestra direcionada ao Ensino Médio: *Os Desafios do Profissional do Futuro*.

Prof Guilherme de Freitas.
Parceria: Alvo Educacional/São Vicente.

Embaixadores do SAEB!
17/10/2025

Embaixadores do SAEB!

02/10/2025
Setembro foi o mês das cores. O *Setembro Verde* tem como objetivo a  *Conscientização sobre a doação de órgãos e tecido...
02/10/2025

Setembro foi o mês das cores.

O *Setembro Verde* tem como objetivo a *Conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos!*

Atividade em pares.
Tema: Setembro Verde.

Uso do celular com finalidade pedagógica.
Biologia II - 3ºB

Vou plantar uma árvore.Será o meu gesto de esperança.copa grande, sombra amiga, galhos fortes, crianças no balanço (...)...
02/10/2025

Vou plantar uma árvore.
Será o meu gesto de esperança.
copa grande, sombra amiga, galhos fortes, crianças no balanço (...) passarinhos em revoada.
Mas o mais importante de tudo,
Ela terá que crescer
devagar, muito devagar, tão devagar...
que a sua sombra eu nunca me assentarei.
Eu a amarei pelos meus sonhos que ela abriga...
E vou dizê-los, como poemas,
enquanto minhas mãos revolverem a terra:
desejarei que haja pão para todos,
imaginarei que os grandes pararão seu trabalho
para fazer lugar para o brinquedo das crianças...
Escolhi este gesto porque as árvores
são coisas mansas e tranqüilas,
diferentes das armas dos homens de guerra
e dos números dos homens de lucro.
As árvores celebram a vida e
com elas se inicia um futuro.
Plantarei uma árvore.
Contarei minha esperança...
(Rubens Alves – A Gestação do Futuro)

(9°ano B)

Parabéns aos nossos alunos medalhistas:📌Dainã Deanei Demarch Andrade - Bronze - 7°B📌Pedro Lucas da Silva Padilha – Cobre...
29/09/2025

Parabéns aos nossos alunos medalhistas:
📌Dainã Deanei Demarch Andrade - Bronze - 7°B
📌Pedro Lucas da Silva Padilha – Cobre – 6°A
📌Isadora Colaço Paz – Cobre – 6°A
📌Alan Thiago Mance – Cobre – 7°C
📌Camila Campos – Cobre - 7°A
📌João Pedro Martins – Cobre- 3ªA
A Olimpíada de Matemática das Escolas Estaduais do Paraná - OMAP é uma atividade realizada pela Secretaria de Estado da Educação - Seed-PR que tem o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e visa contribuir para a melhoria da proficiência dos estudantes no processo de ensino e aprendizagem da Matemática. São considerados como critérios de classif**ação: a) maior desempenho na prova de Matemática da 1ª edição da Prova Paraná 2025; b) maior desempenho na média de Matemática do 1º trimestre de 2025; No caso de empate, será considerado como critério para o desempate a maior frequência do estudante no período de 05 de fevereiro de 2025 até 09 de julho de 2025.

📌Estudo e Planejamento 📊📌Organização pedagógica 📙🗒️para o 3° Trimestre 2025Nosso compromisso é caminhar juntos, porque e...
23/08/2025

📌Estudo e Planejamento 📊
📌Organização pedagógica 📙🗒️
para o 3° Trimestre 2025

Nosso compromisso é caminhar juntos,
porque educar 📚📝é um ato coletivo e afetuoso. Cuidar da escola é cuidar do futuro da sociedade 🪄

Premiação pelo desempenho na Olimpíada Brasileira de Matemática.  Parabenizamos nossos estudantes pelo empenho e dedicaç...
21/08/2025

Premiação pelo desempenho na Olimpíada Brasileira de Matemática. Parabenizamos nossos estudantes pelo empenho e dedicação aos estudos. Parabéns aos Professores de Matemática, em especial, a Professora Denise Heuert, pela grande mobilização para que a Olimpíada aconteça em nossa escola!

Incrível ilusão 3D com a turma do 9B. Aula ministrada pela Professora Cynthia Biranoski no componente curricular de Arte...
16/08/2025

Incrível ilusão 3D com a turma do 9B. Aula ministrada pela Professora Cynthia Biranoski no componente curricular de Arte.

É preciso ter esperança, mas tem de ser esperança do verbo “esperançar”, porque tem gente que tem esperança do verbo “es...
25/07/2025

É preciso ter esperança, mas tem de ser esperança do verbo “esperançar”, porque tem gente que tem esperança do verbo “esperar”, e essa não é esperança, é pura espera. Ah, eu espero que dê certo, eu espero que funcione, eu espero que aconteça... Isso, repita-se, não é esperança, mas um mero aguardar passivo. Esperançar é ir atrás, é se juntar, é não desistir; esperançar é procurar em nós e à nossa volta as sementes que urge exterminar, de forma a limpar terreno para proteger o Futuro e acolher a Vida com mais plenitude. (Mário Sérgio Cortella)
Estudo e Planejamento (Julho 2025)

Endereço

Rua XV De Novembro, Nº 413
Teixeira Soares, PR
84530-000

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