28/07/2016
Há 36 anos, quando começou no Brasil a primeira escola bilíngue, as bases de sua fundação vinham de experiências bem-sucedidas de escolarização de crianças EM duas línguas em países do hemisfério norte. Reconhecer a escola como um ambiente onde os alunos estariam cercados e imersos em duas línguas, que seriam usadas para todos os tipos de atividades escolares e não apenas em aulas de língua, foi um princípio fundamental do sucesso dessas escolas, que se multiplicaram primeiro em São Paulo, seguidas pelo Rio de Janeiro e estendendo-se gradualmente para outros estados.
Naquele tempo muitos eram céticos em relação a possibilidade de uma boa educação em escolas bilíngues. Havia poucas pesquisas, poucas metodologias disponíveis, mas a maior dificuldade era conseguir professores com a formação necessária (Pedagogia para ensinar na Educação Infantil e no Ensino Fundamental I e Licenciatura para ensinar no Ensino Fundamental II e no Ensino Médio) e o domínio de língua necessário para ser um bom modelo aos alunos.
Mais de três décadas depois o cenário é bem diferente: mais de uma centena de escolas bilíngues se espalham por todas as regiōes do Brasil. Às escolas internacionais já existentes desde o início do século XX, formadas por comunidades imigrantes, somam-se outras, que atendem em sua maioria alunos brasileiros. E escolas regulares, monolíngues, começam a implantar programas bilíngues opcionais para uma parte de seus alunos. Veja mais em:https://educacaobilingue.com/2016/07/14/nao-basta-ter-aulas-de-ingles-para-ser-uma-escola-bilingue-o-que-educacao-bilingue-nao-e/
Anna Silva
www.consideracoessobreeducacao.com.br
Há 36 anos, quando começou no Brasil a primeira escola bilíngue, as bases de sua fundação vinham de experiências bem-sucedidas de escolarização de crianças EM duas línguas em países do hemisfério n…