Instituto Histórico e Geográfico de Santa Luzia

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Patrono N° 01Padre José Antônio Maria Ibiapina.Infância, formação e início da carreira.José Antônio de Maria Ibiapina (o...
16/02/2026

Patrono N° 01
Padre José Antônio Maria Ibiapina.

Infância, formação e início da carreira.

José Antônio de Maria Ibiapina (originalmente José Antônio Pereira) nasceu em 5 de agosto de 1806, na cidade de Sobral, estado do Ceará. Filho de Francisco Miguel Pereira e Teresa Maria de Jesus, foi o terceiro de oito irmãos, numa família de fazendeiros que enfrentava dificuldades financeiras. Ainda adolescente, teve contato com a realidade da Justiça local, já que seu pai era escrivão, o que despertou nele uma consciência social e uma inclinação para defender os mais vulneráveis.
Em 1823 matriculou-se no seminário de Olinda, porém, por circunstâncias pessoais e familiares, acabou mudando de rumo, ingressando no curso jurídico em 1828 e concluindo seus estudos em 1832. Atuou como professor, advogado, magistrado e, em 1834, foi eleito deputado no Parlamento brasileiro, onde defendeu causas ligadas à justiça para os trabalhadores rurais e aos menos favorecidos.

Vocação missionária e mudanças radicais.

Por volta de 1850, já desgostoso com a vida política e jurídica, Ibiapina tomou a decisão de abandonar sua carreira promissora e dedicar‐se ao sacerdócio. Em 1853 foi ordenado padre. A partir desse momento, sua missão se concentrou no sertão nordestino, onde percorreu regiões dos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí, pregando, evangelizando e promovendo obras sociais de grande impacto.
Em sua atividade missionária, Ibiapina fundou numerosas capelas, igrejas, açudes, cemitérios e, especialmente, as chamadas “Casas de Caridade”, 22 (vinte e duas) no total — instituições que ofereciam acolhimento, educação, trabalho e assistência à saúde para órfãos e pessoas em situação de vulnerabilidade social. Um dos métodos que utilizava envolvia o trabalho coletivo, tipo mutirão, para construção de infraestruturas essenciais nas comunidades rurais.

O legado no sertão nordestino e reconhecimento.

Devido à sua dedicação de vida aos mais pobres e à prática concreta da fé e da caridade, Ibiapina ficou conhecido como o “peregrino da caridade” ou “Apóstolo do Nordeste”. Mesmo já acometido por uma paralisia progressiva dos membros inferiores em seus últimos anos, manteve sua obra missionária até falecer em 19 de fevereiro de 1883, no município de Solânea, Paraíba.
Em 31 de março de 2025, o Papa Francisco reconheceu oficialmente suas virtudes heroicas, declarando-o “Venerável” no processo de sua beatificação. Além disso, o estado da Paraíba lhe concedeu, em outubro de 2025, o título póstumo de Cidadão Paraibano, em reconhecimento à sua relevante atuação no território da Paraíba.

Relevância para a história de Santa Luzia e região.

As obras de Padre Ibiapina deixaram marcas duradouras nas comunidades do interior nordestino, entre elas a cidade de Santa Luzia, localizada no Vale do Sabugy, onde ele fundou a Casa de Caridade e um açude, no ano de 1863, que ainda hoje leva seu nome. A iniciativa para promover assistência à população pobre, educação e infraestrutura levou à transformação de realidades locais e consolidou-se como um legado de fé, solidariedade e mudança social.
Sua figura inspira a preservação da memória histórica, material e imaterial, da região — mostrando que a missão religiosa, aliada à ação social, pode gerar progresso humano e comunitário de forma sustentável. Para o IHGSL e para os estudiosos da história nordestina, Ibiapina representa a articulação entre o espiritual, o social e o cultural, em um contexto onde a modernidade ainda parecia distante.

No Instituto Histórico e Geográfico de Santa Luzia, quem ocupa a cadeira cujo patrono é o Padre José Antônio Maria Ibiapina é Augusto Karol Marinho de Medeiros.

GENTE E FATOS DO SABUGYFELIPE EMÍDIO DE MEDEIROSFelipe Emídio de Medeiros (foto 01) nasceu em Santa Luzia, no dia 13 de ...
13/02/2026

GENTE E FATOS DO SABUGY
FELIPE EMÍDIO DE MEDEIROS

Felipe Emídio de Medeiros (foto 01) nasceu em Santa Luzia, no dia 13 de setembro de 1886, filho de Joaquim Estanislau de Medeiros e Antônia Maria de Jesus. Foi o nono filho de uma prole de 12 filhos. Eram seus irmãos: Manoel Emiliano, Zezé Francisco Leandro, Tobias, Cristina, Maria da Paz, Joaquim, Berto, Antônio, João Maurício e Vina.
Formou-se em Direito em 1908 pela Faculdade de Direito do Recife-PE, sendo colega de turma do paraibano José Américo de Almeida (Foto 02).
Graduado, foi cumprir o seu ofício no Estado das Minas Gerais (Foto 03), onde exerceu a magistratura em Juiz de Fora, Carmo do Parnaiba e Patos de Minas.
Enquanto estava no Sudeste, escrevia constantemente para seu irmão Manoel Emiliano, onde demonstrava a preocupação com a estiagem, a escassez de água e a seca no Sertão Nordestino. Temas como a transposição do Rio São Francisco e a construção de um Açude grande em Santa Luzia estavam entre os principais assuntos de suas cartas (Foto 04).
Voltou em definitivo à Paraíba em meados da década de 1910, onde foi Juiz de Direito e Inspetor Escolar nas cidades de Araruna, Santa Luzia e Catolé do Rocha, onde faleceu.
Era um homem rigoroso na sua profissão, cobrando dos pais a frequência dos filhos na escola, ao ponto de investigar se meninos que ele encontrasse brincando ou perambulando pelas ruas, estavam faltando às atividades escolares.
Mas, a fatalidade privou à Paraíba por muitos anos de ter um jurista capacitado, disciplinado, rigoroso e preocupado com a educação.
Ele faleceu no dia 30 de abril de 1934, solteiro, aos 47 anos, vítima de Febre Tifóide. Seu corpo foi sepultado em Catolé do Rocha em cova com 14 palmos de profundidade. Neste local existe hoje uma Praça na cidade de Catolé do Rocha (Foto 06).
Em Santa Luzia foi proprietário do Sítio Cacimba de Pedra, recebida por herança, nas imediações do cemitério público da cidade.
Em sua homenagem, a rua que margeia o Açude que ele tanto sonhou, tem o seu nome.

FOTOS:
Foto 01 – Felipe Emídio de Medeiros
Foto 02 - Na terceira fila de cima para baixo e da esquerda para a direita:
Juiz Felipe Medeiros (terceira posição) e José Américo de Almeida (quinta posição).
Foto 03 - Felipe Medeiros, é o quarto da esquerda para a direita.
Foto 04 - Cartas para o irmão Manoel Emiliano.
Foto 05 - Juiz Felipe Emídio de Medeiros (o primeiro à direita), enquanto exercia a magistratura em Santa Luzia PB. Na fotografia no centro, o Presidente da Paraíba João Suassuna e sua esposa dona Ritinha.
Foto 06 - Túmulo do Juiz Felipe Medeiros (1934), Catolé do Rocha PB.

BIBLIOGRAFIA:
MEDEIROS, Bartolomeu (Barto). Antes que o Tempo Destrua à Lembrança (2008).
Comissão Histórica – 1998. Dos Mesas aos Filhos de Quinca Berto.

Renato Romero de Medeiros.
Sócio do IHGSL - Cadeira N° 19.

Aguarde o lançamento da revista número 4 do IHGSL.
22/01/2026

Aguarde o lançamento da revista número 4 do IHGSL.

A Castanhola de Seu Mário FerreiraEm Santa Luzia-PB, na rua Abdon Nóbrega, em meio à pressa cotidiana e ao vai e vem de ...
14/01/2026

A Castanhola de Seu Mário Ferreira

Em Santa Luzia-PB, na rua Abdon Nóbrega, em meio à pressa cotidiana e ao vai e vem de pessoas e veículos, existe um tesouro silencioso que há mais de 70 anos testemunha a história do lugar: a castanhola de Seu Mário Ferreira. Alta, frondosa e generosa em sombra, a árvore sempre esteve ali, firme, atravessando décadas sem pedir atenção, quase invisível aos olhos acostumados à rotina.

Plantada por Seu Mário Ferreira, a castanhola cresceu junto com a rua. Viu casas serem erguidas, famílias chegarem e partirem, crianças brincarem sob seus galhos e idosos descansarem à sua sombra. Em cada folha que cai, há um fragmento do tempo; em cada raiz, a memória de uma Abdon Nóbrega que já mudou muito, mas que ainda guarda suas origens.

Mesmo sem ser notada, a castanhola sempre abrilhantou a paisagem. Seu verde suaviza o concreto, refresca os dias quentes e oferece abrigo a pássaros e pequenos animais. É um símbolo de resistência e cuidado, um gesto simples de Seu Mário que se transformou em herança coletiva, embora poucos saibam de sua história.

Reconhecer a castanhola de Seu Mário Ferreira é também reconhecer o valor das pequenas ações que constroem a identidade de um lugar. Ela nos lembra que nem tudo que é importante faz barulho ou chama atenção. Às vezes, a beleza está justamente naquilo que cresce em silêncio, enraizado no tempo, esperando apenas um olhar mais atento para ser finalmente percebido.

Por Adão Leitão
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Convite para a posse do sócio Hiury Évines de Souza Lucena.
10/11/2025

Convite para a posse do sócio Hiury Évines de Souza Lucena.

Lançamento em Santa Luzia no dia 15 de novembro de 2025.Aristana, Tereza, Rosalina,Professora, do lar e a parteira,Cada ...
27/10/2025

Lançamento em Santa Luzia no dia 15 de novembro de 2025.

Aristana, Tereza, Rosalina,
Professora, do lar e a parteira,
Cada qual com seu fardo feminino
Construindo vigor nessas ribeiras,
Iluminam as gentes destas terras
Com amor, fé em Deus, boas maneiras.

Reunidas em livro de memórias
Por autores que são seus descendentes,
Perpetuam as suas narrativas
Trajetórias bem independentes,
Provocando que façam seus relatos
Por vocês, bons leitores competentes.

1) Aristana de Brito Guerra, professora que enfrentou um bando de cangaceiros no Sabugi,

2) Rosalina Maria da Conceição, que fugiu jovem com seu amado do Brejo para ser parteira no Sabugi e tornar-se Matriarca com descendentes no RN e PB,

3) Tereza Maria da Conceição, do lar, matriarca descendente dos Araújo Pereira e Brito Guerra do Acari/RN.

João Telésforo Nóbrega de Medeiros

Lançamento no dia 15 de Novembro< às 18 horas no Yayú Clube.

Aerograma enviado por Padre Jerônimo Lauwen da Holanda para seu amigo Mário Ferreira de Medeiros no ano de 1963.Hoeven, ...
17/10/2025

Aerograma enviado por Padre Jerônimo Lauwen da Holanda para seu amigo Mário Ferreira de Medeiros no ano de 1963.

Hoeven, 8 de setembro de 63
Caro Mário

Como vai o Senhor?
Espero que não tenha ficado muito aperreado com as coisas da paroquia. Estou demorando muito, não é? O culpado é o médico que não quer que eu volte logo.

Fiquei doente, questão de estomago e intestinos. Estive no hospital algumas semanas. Espero voltar no mês de Outubro. O clima de minha terra é o pior do mundo. Terrível, não há sol, sempre chuva. A colheita vai ser ruim. A vida aqui mudou-se completamente. Não conheço mais quase ninguém, cada um faz o quer. A mocidade se diverte e gasta uma fortuna. Rapaz ou moça gasta com felicidade três contos num Domingo.

Televisão em quase todas as casas todos os dias. Ter um carro é uma coisa muito comum. Um quer ser e ser mais do que a outra. Rapaz e moça vão passear para todo canto da Europa. Todo mundo tem pressa. Muita comida é destruída ou se perde. Vida de luxo, não sei onde vai terminar tudo isso. E apesar de tudo muitos se queixam e querem mais.

Voltarei no mês de outubro para Santa Luzia onde há sol, calor, onde ninguém tem tanta pressa e mais camaradagem. Em casa vai tudo mais ou menos. Mamãe muito doente, nervosa, chorosa. A minha irmã a mesma coisa. Parece um pequeno hospital. Mário, foram as férias mais aborrecidas.

OBS.: nas próximas linhas está faltando um pedaço do aerograma, porque o meu pai cortou para tirar o selo e colocar na sua coleção.

“Trabalhei pouco, somente ... para ter um carro ...
Não gosto de pedir, sei que ... levar daqui mais do que ... comprar um carro no Brasil ... é nosso”.

Hoje vamos ter a última reunião. Espero receber bastante dinheiro. Posso arranjar muitos remédios, não sei como levar para Santa Luzia. No avião posso levar pouco. Vou ver se outro Padre vai de navio para se encarregar disso.

Minhas lembranças a Dona Alziva, vou ver se posso levar os remédios para ela. Lembranças a Dona Rita e toda família, aos seus filhos e um beijinho para Francisco Roberto. Será que ele me conhece ainda? Será que Santa Luzia vai ser bem governada agora? Novo prefeito!!!

Caro Mário, até logo, até no mês de Outubro.

Abraços

Padre Jerônimo Lauwen.

Roberto Ferreira sócio fundador do IHGSL, cadeira número 25.

Um pouco sobre a história do Senhor Manoel Jorge de Almeida(Mané Pombal)Manoel Pombal de Almeida, mais conhecido como “M...
11/10/2025

Um pouco sobre a história do Senhor Manoel Jorge de Almeida
(Mané Pombal)

Manoel Pombal de Almeida, mais conhecido como “Mané Pombal ou Mané Pombá”, nasceu em 1887, na cidade de Pombal – PB. O dia e o mês de seu nascimento permanecem desconhecidos. Era filho de Juvenal Serafim de Almeida e Maria Francisca da Conceição (Pelelê).

É possível que ainda jovem tenha deixado sua cidade natal, vindo inicialmente para a região do Sabugy. Pois em primeiro de setembro de 1912, já residente em Santa Luzia, batizou sua filha Maria de Almeida, nascida em 17 de julho do mesmo ano. A cerimônia ocorreu na igreja matriz de Santa Luzia, tendo como padrinhos o Sr. Manoel Emiliano de Medeiros e a Sra. Gertrudes Anália de Jesus. O batizado foi realizado pelo Padre João Batista de Albuquerque.

Antes da década de 1920, Mané Pombal possivelmente viveu um período em Alagoa Grande – PB, onde nasceu outra filha: Ernestina Oliveira de Almeida, conhecida popularmente como “Ernestina de Arací do São Domingos”.

O músico do Pífano

Quando chegou à região do Sabugy, Mané Pombal já tocava pífano. Familiares e amigos relatam que ele trouxe essa arte consigo, mas algumas fontes sugerem que tenha se aperfeiçoado apenas nos anos de 1930, após ingressar na “Confraria dos Negros da Irmandade do Rosário”.

Reconhecido pelo sopro forte e pela execução, tocava principalmente em comunidades rurais como o Sítio São Domingos e a Quixaba. Sua neta, conhecida como “Lila de Arací”, recordava que ele participava com entusiasmo da “Banda Cabaçal” durante as festas de N. Sra. do Rosário. Nessas ocasiões, chegava a ganhar tanto dinheiro que, segundo ela, adormecia contando as notas.

Mané Pombal era também bastante protetor com as netas, acompanhando-as aos forrós da cidade e da Quixaba. Não gostava que elas dançassem com ninguém – um esforço em vão, já que as meninas sempre “davam um pitu” nele para conseguir dançar.

A relação com o filme Aruanda

Na revista “Correio das Artes 2020”, do jornal A União, na página comemorativa dos 60 anos do filme Aruanda (1960), a uma menção a Mané Pombal: “Manoel parava e dizia: ‘Esqueci o resto’! Daí a gente parava e repetia, num gravador cassete. Foi um dia todo. Os acordes, só quem sabia era ele”.

De fato, em 1960, ano da gravação e já com 73 anos, Pombal já enfrentava problemas de saúde. Sofria de tumores na garganta – que familiares acreditavam estar ligado ao hábito de soprar pífano – além de esclerose.

Falecimento

Mané Pombal faleceu em 20 de junho de 1967, no sítio Quixaba, aos 80 anos de idade. Foi sepultado no cemitério da cidade de Santa Luzia – PB.

Sua neta Lila contou que, no dia da sua morte, seu pai Arací, - chamado carinhosamente pelos filhos de “Papaim” – não deixou ninguém sair de casa. Era o início das festas juninas, e a família estava animada, devido o São João.

O sobrinho Damião, que só tinha 7 anos na época, recorda a alegria de ver o tio tocando o pífano. Ele relata que, no dia da morte, morava em sítio afastado da Quixaba. No fim de tarde chuvosa, um rapaz chegou montado em um jumento para dar a notícia à família.

Legado

Mané Pombal certamente não chegou a assistir ao filme Aruanda. Muitos de seus familiares, inclusive, só tiveram acesso ao filme décadas depois, já com a popularização da internet.

Ainda assim, permanece vivo na maioria como um “mestre do pífano”, que marcou a história cultural da região com sua música, sua presença nas festas do Rosário e seu espírito alegre e protetor.

Por Adilson Nóbrega de Lucena.

População Idosa do Município de Santa Luzia – PBA população do Brasil vivencia um acelerado processo de envelhecimento p...
16/06/2025

População Idosa do Município de Santa Luzia – PB

A população do Brasil vivencia um acelerado processo de envelhecimento populacional. Segundo as projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2025, o Brasil deve ter 31,8 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade, o que corresponde a sexta maior população idosa do mundo, representando aproximadamente 15% da população brasileira.

No estado da Paraíba, cidades interioranas e costeiras registram um aumento na presença de idosos, especialmente devido a processos de migração de retorno de outros estados brasileiros e aposentadoria. Segundo o Censo Demográfico de 2022 do IBGE, a Paraíba é o estado mais envelhecido do Nordeste, com um índice de envelhecimento de 53 idosos para cada 100 crianças. Em números absolutos, o estado contava com 343.300 idosos com mais de 60 anos em 2010, número que aumentou 79,24%, chegando a 615.328 idosos em 2022.

A população de Santa Luzia, PB, no Censo 2022 foi de 14.959 habitantes, onde 2.021 são idosos. O IBGE mostra que a população idosa (65 anos ou mais) cresceu em relação ao Censo de 2010, representando 10,9% da população total, um aumento de 57,4%.

O Índice de envelhecimento da população santaluziense é de 70,42, para uma população mediana de 36 anos e razão de s**o de 95,19. O índice de envelhecimento (IE) representa o número de pessoas com 65 anos e mais de idade em relação a um grupo de 100 crianças de zero a 14 anos.

Por Paulo Galvão Júnior (*)
(*)Economista paraibano, autor de 18 e-Books de Economia, conselheiro do CORECON-PB e diretor secretário do Fórum Celso Furtado de Desenvolvimento da PB.

Roberto Ferreira sócio fundador do IHGSL, cadeira número 25.

Fonte: CMDPI-JP (Conselho Municipal da Pessoa Idosa de João Pessoa) e IBGE (CENSO 2022).

"1º GRUPAMENTO DE ENGENHARIA: DETERMINAÇÃO E TRABALHO A SERVIÇO DA REGIÃO NORDESTE"1º Grupamento de Engenharia realiza p...
07/05/2025

"1º GRUPAMENTO DE ENGENHARIA: DETERMINAÇÃO E TRABALHO A SERVIÇO DA REGIÃO NORDESTE"

1º Grupamento de Engenharia realiza programação em homenagem aos 80 anos da Vitória da Força Expedicionária Brasileira

Entre os anos de 1944 e 1945, mais de 25 mil militares da Força Expedicionária Brasileira (FEB) cruzaram o Oceano Atlântico para se juntar ao esforço Aliado no combate ao totalitarismo na Europa. O Brasil foi o único país latino-americano a enviar tropas para combater durante o maior conflito armado da história da humanidade, a Segunda Guerra Mundial.

Para honrar este feito, o 1° Grupamento de Engenharia realiza, durante toda esta semana, programação comemorativa dos 80 anos da vitória da FEB, que incluem atividades como: palestras, formaturas militares e concerto musical.
No dia 8 de maio, o Dia da Vitória, que marca a rendição formal da Alemanha na Segunda Guerra Mundial, encerrando o conflito na Europa, o 1º Gpt E realizará uma cerimônia especial para homenagear os paraibanos que integraram as tropas brasileiras no conflito.

No município de Santa Luzia, o General de Brigada Alessandro da Silva, Comandante do 1º Gpt E, presidirá uma formatura militar e fará a doação de uma placa em homenagem aos integrantes da FEB na Paraíba.
Ao todo, 2.794 nordestinos foram convocados. Destes, trezentos e quarenta e nove eram paraibanos. Santa Luzia foi um dos municípios paraibanos que enviou parte desses combatentes e possui, desde 2014, um monumento aos Expedicionários, simbolizando a gratidão e o respeito da comunidade e servindo como uma permanente lembrança dos sacrifícios feitos pelos pracinhas locais.

Serviço:

Solenidade Militar em Comemoração aos 80 anos da vitória dos aliados na II Guerra Mundial
Data/hora: 08/05/2025, às 10h30
Local: Monumento dos Pracinhas - Rua dos Pracinhas – Antônio Bento (BR-230) - Santa Luzia/PB

Assessoria de Comunicação:

Tenente-Coronel Tássio.

Instituto Histórico e Geográfico de Santa Luzia realiza em parceria com o Instituto Federal de Educação da Paraíba, o II...
30/04/2025

Instituto Histórico e Geográfico de Santa Luzia realiza em parceria com o Instituto Federal de Educação da Paraíba, o II Encodntro de Genealogia, nos próximos dias 02 e 03 de maio (6ª feira e sábado).

Como participar:
1. Presencial, para os dias 02/05 (palestras e mesas redondas); e 03 de maio (oficina), apresentando documento de identidade com foto na portaria do IFPB, Campus de Santa Luzia;

2. Remota, para as palestras do dia 02 de maio, clicando no link do YouTube que será enviado aos inscritos, 10 minutos antes do início do evento.

Segue o link para inscrição:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfYOrmlpBsQGEgfy2oFCDvz0FZjkc5OTpTW5gQ2fRTObAzDUQ/viewform?usp=dialog

O SIMBOLISMO DE UM MONUMENTO IDEALIZADO AOS PRACINHAS E EX-COMBATENTESExecutado – Sobre uma Plataforma foi edificado o M...
29/04/2025

O SIMBOLISMO DE UM MONUMENTO IDEALIZADO AOS PRACINHAS E EX-COMBATENTES

Executado –
Sobre uma Plataforma foi edificado o Monumento. Um Suporte, um Monólito, uma Rosa-dos-ventos estilizada e um Soldado. As três pilastras que compõem o suporte do Monumento, sustentam o grande bloco Monolítico, este bloco Monolítico dá sombra para uma Rosa-dos-ventos estilizada e simultaneamente ergue, em gesto vitorioso e solene, o heroico Expedicionário que bravamente guarneceu as costas brasileiras contra ataques nazifascistas e lutou no “front” italiano defendendo a soberania de todos os povos livres do Mundo.

A Representação Simbólica –
A Plataforma plana representa os Campos de Batalhas, arrasados por sucessivos bombardeios aéreos e terrestres, ocorridos em território Europeu, produzidos pela irracionalidade e loucura de um homem – Hi**er! As três Pilastras representam o “Eixo”, depois de sua capitulação o qual era formado por Alemanha de Adolf Hi**er, Itália de Benito Mussoline e o Japão de Tomoyuki Yamash*ta e Isoroku Yamamoto, o primeiro condenados à morte em 1948 e o segundo morto em combate aéreo em 1943.

O Monólito expressa um gesto de domínio, a grande força de união dos Países Aliados, entre os quais: Inglaterra de Winston Churchill, França de Charles de Gaulle, Estados Unidos de Dwight Eisenhouwer e Franklin Roosevelt, União Soviética de Stalin, China de Chiang Kai-Shek e Brasil de Getúlio Vargas.

Esse grupo monolítico terminou por impor-se, de uma forma solene e brava, às colunas fascistas e nazistas em 29 de agosto de 1945, fim da II Guerra Mundial.

O Soldado em pé, com o fuzil cruzado em posição de alerta, posicionado na parte mais alta do Monumento, simboliza os Pracinhas e Ex-Combatentes do Brasil, que bravamente souberam defender, tanto o nosso território ameaçado pelas forças Nazistas como a todas as Nações livres nos Campos de Batalha na Europa. A pequena, pacata e brava Santa Luzia do Sabugy se destacou, por ter sido o Município brasileiro que em termos proporcionais mais soldados enviou para lutar em campos da Itália.

A Rosa-dos-ventos estilizada, confeccionada em Granito, pousada em uma base à sombra do Monólito, reproduz os atuais Municípios do Estado da Paraíba – Santa Luzia, representado por um círculo encravado no centro da peça; São Mamede, por um braço que se alonga no sentido W SW; Várzea, por um outro braço no sentido N NW; São José do Sabugi, pelo braço que se dirige para NE e Junco do Seridó, exibido pelo último braço que aponta para a Cidade situada na direção e sentido SE.

Estes cinco Municípios formavam na ocasião da II Guerra Mundial e até início dos anos cinquenta do sec. XX, o bravo e heroico Município de” Santa Luzia do Sabugy –A Terra dos Pracinhas.”

O Memorial –
O Monumento é a Pedra Fundamental para a criação, em Santa Luzia-PB de um MEMORIAL da Força Expedicionária brasileira – Com Biblioteca especializada, Museu da Memória, Fotografias, Centro de estudos específicos e de outros temas que possam resgatar na história, os motivos que levaram à deflagração da Guerra, bem como os envolvimentos internacionais ocorridos para o cessar fogo, somente concluído com o lançamento, pelos americanos, das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki no Japão.

José Aderaldo de Medeiros Ferreira, cadeira 22.

OBS: O desenho acima é meramente ilustrativo, foi elaborado antes do projeto da estatua.

Endereço

Rua Jovino Machado, N° 112
Santa Luzia, PB
58000-600

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