17/07/2018
[DENÚNCIA] - INTOLERÂNCIA POLÍTICA NO AMBIENTE UNIVERSITÁRIO
Membro da FAEB, Felipe Farias nos enviou o seguinte relato:
"Não é novidade para ninguém que a esquerda tem como propósito a tomada de todos os espaços, o que vem sendo evidenciado, ultimamente, através da censura imposta por plataformas virtuais como o Facebook e YouTube. O que muitos não sabem é que há outro ambiente ainda mais difícil de se conviver para quem não faz parte da bolha ideológica esquerdista. Gostaria de expor uma situação a qual experienciei envolvendo a ditadura político-ideológica no ambiente universitário. Como um recém formado em psicologia no Brasil, sei que isso é muito comum por aqui - em algumas universidades e cursos mais do que em outros -, porém, o que presenciei recentemente, me fez pensar que é necessário que casos como esse sejam expostos.
No final do ano passado eu entrei em uma liga acadêmica da Ruy Barbosa, a Psiliga- Liga Acadêmica de Psicanálise, que tem como orientadora a professora Taya Soledade. Notei, como já era de se esperar, a inclinação à esquerda das pessoas do grupo. No grupo da liga acadêmica no WhatsApp, era bastante comum membros enviarem mensagens com conteúdos ideológicos (de esquerda) sem sofrerem qualquer represália. Certa vez, decidi manifestar minha posição ao ver uma pessoa enviar uma mensagem contendo algo referente a um certo "filósofo", e postei uma charge contendo uma sátira ao tal. De imediato, a reação da professora e orientadora foi a de chamar a atenção para o fato de o grupo do WhatsApp ter a finalidade exclusiva de tratar de assuntos psicanalíticos e encontros da liga. As mensagens envolvendo correntes ideológicas de esquerda não cessaram e eu sempre respeitei a opinião alheia, apenas observando; até que um dia, uma membro nova questionou (debochadamente) se o sobrenome da orientadora Taya é de fato "Lula", já que em seu facebook o seu nome está escrito desta forma: "Taya Soledade Lula". Aproveitando o contexto, resolvi enviar uma imagem de Lula atrás das grades, usando a camisa da seleção brasileira e tocando corneta. A frase que postei em seguida: "Torcendo feito condenado... Ops!". Se tratando dos simpatizantes do criminoso detento, não poderia ser diferente: primeiramente, a membro diretora alegou que o grupo havia perdido o total sentido e disse que estava se retirando, sendo acompanhada de outros membros radicais. O ocorrido gerou uma repercussão negativa e ficou decidido que seria colocada uma pauta na reunião para decidir como ficaria a utilização do grupo no WhatsApp.
Na sexta-feira passada, fui até a reunião na faculdade Ruy Barbosa. Chegando na sala, alguns membros se olharam e deram uma maliciosa risada, em um claro desrespeito a minha pessoa. A pauta sobre o grupo no WhatsApp da liga acadêmica já havia sido discutida, e então eu questionei a respeito, fazendo críticas à seletividade das regras. Não fui respondido sobre o que questionei, apenas recebendo a resposta da professora orientadora Taya Soledade Lula de que havia sido desligado, pois como membro aspirante, precisaria ter uma quantidade de presenças que não tive. Me retirei um tanto chateado, até então, mais por ter ido até a reunião sem ter sido avisado de que havia sido retirado da liga acadêmica, embora eu já estivesse desconfiado do real motivo de ter sido efetuado tal desligamento.
De fato, eu tive que faltar alguns encontros neste semestre que se passou, muito por conta dos horários da faculdade que foram alterados. A questão é que o motivo da minha desconfiança foi confirmado ao observar o grupo e perceber que havia mais membros no grupo com bastante faltas, sem terem sido retirados; ao ver que, quando pedi que me apresentassem a lista de presença de todos os membros - desde a sexta-feira passada -, utilizaram-se de desculpas e posteriormente passaram a ignorar.
Como deixei bem claro a eles: não desejo mais fazer parte da liga acadêmica, porém desejo que haja respeito. Ninguém deve ser sabotado no ambiente universitário apenas por não compactuar com uma agenda nefasta. Que a verdade seja dita e mostrada, para que esse tipo de situação pare de acontecer no ensino e em demais instituições."
Confira os prints que provam o ocorrido:
https://www.facebook.com/felipe.quintella.92/posts/2077207712606020