MUMBI Mulheres Militantes do Bairro à Internet (MUMBI) são capazes de transformar suas realidades e reescrever o futuro.

Núcleo da Marcha Mundial das Mulheres na Bahia.

*Mulheres em Movimento do Bairro à Internet mudam o mundo*

Não é à toa que os principais articuladores do golpe na Bahia tem nome e sobrenome: Antônio Carlos Magalhães Neto e Gedd...
12/09/2017

Não é à toa que os principais articuladores do golpe na Bahia tem nome e sobrenome: Antônio Carlos Magalhães Neto e Geddel Vieira Lima.

Neto, Geddel e Temer têm muito em comum: um projeto neoliberal de cortes de direitos e a velha política suja de colocar os seus mandatos à disposição do favorecimento ilícito de grandes empresas. Nenhum deles faz política com o povo e para o povo, por isso precisaram romper a democracia e a soberania popular para facilitar a venda dos nossos direitos.

Quem vivenciou as últimas eleições em Salvador, presenciou a derrama de dinheiro que faz Neto e seus cúmplices na Bahia e sabe para quê e para quem as malas de dinheiro encontradas no apartamento de Geddel serviriam.

O que está na conta desses três vai além dos 51 milhões de reais: são também 54 milhões de votos roubados de nós. O povo da Bahia e do Brasil resiste, dizendo em alto e bom som: "Com tiranos não combinam brasileiros corações"!

A CONTAGEM REGRESSIVA COMEÇOU 📣📣📣📣Estamos há um mês do maior acampamento de juventude da Bahia! Se prepara que vai desce...
07/09/2017

A CONTAGEM REGRESSIVA COMEÇOU 📣📣📣📣

Estamos há um mês do maior acampamento de juventude da Bahia! Se prepara que vai descer gente de todos o cantos do estado pra construir um espaço de muitos debates e sínteses para o fortalecimento da luta pela democracia!

É a juventude da nossa Baêa na linha de frente contra os ataques na educação, na saúde, na assistência social e nos direitos trabalhistas! É a juventude baiana que quer voltar a sonhar em mudar o Brasil para mudar a vida das mulheres, dos negros e negras, da população LGBT, dos/das indígenas e dos/das quilombolas!

E você? Já começou a botar as coisas na mochila? Só falta um mês, ein? Lembre que vamos precisar de você! Vamos precisar de todo mundo!

"Por Uma Saúde Feminista e Sem Lesbofobia!Agosto é o mês nacional da Visibilidade Lé***ca. As mobilizações que acontecem...
31/08/2017

"Por Uma Saúde Feminista e Sem Lesbofobia!

Agosto é o mês nacional da Visibilidade Lé***ca. As mobilizações que acontecem em todo o país, pautam a vida e a afetividade das mulheres lésbicas e demarcam a resistência construída por nós cotidianamente para enfrentar o patriarcado e o conservadorismo, que impõem a invisibilidade da sexualidade das mulheres, sobretudo, mulheres lésbicas e bisse***is, resultando em problemas de saúde pública expressados na insuficiência de políticas voltadas para nossa saúde física e mental, aprofundando a vulnerabilidade social que nos violenta agressivamente todos os dias."

Leia na íntegra o texto de Nataly Pinho, Diretora de Mulheres da UEB União dos Estudantes da Bahia e Juliete Osório, do Coletivo em Defesa do SUS.

Por Uma Saúde Feminista e Sem Lesbofobia!

Agosto é o mês nacional da Visibilidade Lé***ca. As mobilizações que acontecem em todo o país, pautam a vida e a afetividade das mulheres lésbicas e demarcam a resistência construída por nós cotidianamente para enfrentar o patriarcado e o conservadorismo, que impõem a invisibilidade da sexualidade das mulheres, sobretudo, mulheres lésbicas e bisse***is, resultando em problemas de saúde pública expressados na insuficiência de políticas voltadas para nossa saúde física e mental, aprofundando a vulnerabilidade social que nos violenta agressivamente todos os dias.

As lutas das mulheres pela conquista de direitos e de autonomia são constantemente atacadas. Atualmente, temos o congresso mais conservador desde a ditadura militar, empenhado em mercantilizar as nossas vidas através da precarização do trabalho e de retirar de nós o acesso à educação, a saúde e a assistência social. Nesse processo, as perspectivas de políticas públicas voltadas para nós, mulheres lésbicas, são colocadas ainda mais de escanteio. A PEC 55, que congela os investimentos na saúde por 20 anos, é cruel conosco ao desmantelar o SUS, privatizar a saúde e entregá-la a grupos do grande capital, excluindo e marginalizando principalmente as mulheres lésbicas negras e pobres do direito à saúde.

Nesse cenário, onde o neoliberalismo e o conservadorismo andam juntos, a sexualidade das mulheres é reforçada como um tabu, e esse processo é ainda mais duro com as mulheres lésbicas. É extremamente recorrente o relato de lésbicas que são violentadas durante consultas ginecológicas, pois somos colocadas dentro dos parâmetros de relações heteronormativas e passamos pelo desconforto provocado pelo despreparo e falta de cuidado para lidar com as nossas relações se***is, deixando lacunas na orientação sobre vivências como a exposição à infecções sexualmente transmissíveis que nos afetam pela falta de prioridade à pesquisas e políticas públicas voltadas ao cuidado a mulheres lésbicas. Além disso, o debate sobre saúde mental dessas mulheres em situação de vulnerabilidade precisa estar em pauta. Somos invisibilizadas e violentadas nas nossas casas, nas ruas, nas escolas, nas universidades e residências universitárias, no entanto, na maioria esmagadora das vezes, não contamos com um atendimento psicossocial que nos auxilie a suportar as violências da lesbofobia e do machismo.

Nós, mulheres lésbicas estudantes, temos um papel fundamental na luta contra esse processo estrutural de invisibilidade. Os movimentos sociais e coletivos feministas das universidades devem cada vez mais disputar os rumos dos currículos e dos orçamentos destinados à pesquisa e extensão, sobretudo dos cursos da área da saúde, para que a vida das mulheres lésbicas e bisse***is seja pensada e priorizada no processo de formulação, levantamento de dados e aplicação a políticas públicas. A nossa auto-organização enquanto mulheres é também uma rede de acolhimento às mulheres lésbicas, de divulgação de métodos alternativos para a prevenção à infecções sexualmente transmissíveis e do nosso fortalecimento enquanto sujeitos coletivos, com capacidade de disputar o estado para transformação do mundo, garantindo a plena visibilidade das mulheres lésbicas. Para isso, não podemos recuar nenhum passo na luta para restabelecer a democracia e avançar na construção de um programa que tenha a vida das mulheres como centralidade.

Nataly Pinho – Estudante da UFBA e Diretora de Mulheres da UEB União dos Estudantes da Bahia
Juliete Osório – Estudante da UFBA e integrante do Coletivo em Defesa do SUS

"Se o dia 29 de agosto pudesse ser significado por uma palavra, ela seria resistência. O dia da visibilidade das que dia...
30/08/2017

"Se o dia 29 de agosto pudesse ser significado por uma palavra, ela seria resistência. O dia da visibilidade das que diariamente resistem nas ruas a cada olhar normativo, dia das que existem solitárias e escondidas nas escolas, dia de quem morre pelo patriarcado por amar, dia de quem continua lutando e existindo pra mostrar que todo amor é bonito."
O texto é da Ana e da Brisa, a foto é da Elaine Campos e a arte é da Mari e da Nataly, o feminismo se constrói a muitas mãos.

UNE - União Nacional dos Estudantes

"Demarcar o Dia da Visibilidade Lé***ca no nosso país hoje é demarcar que não iremos tolerar o avanço do neoliberalismo,...
30/08/2017

"Demarcar o Dia da Visibilidade Lé***ca no nosso país hoje é demarcar que não iremos tolerar o avanço do neoliberalismo, que ataca as nossas vidas e os nossos corpos", palavras de Nataly Pinho, Diretora de Mulheres da União dos e das Estudantes da Bahia, feminista e sapatão.

VAMOS PRECISAR DE TODO MUNDO📢📢📢Vivemos um momento em que os direitos da juventude, das mulheres, dos negros e negras, do...
23/08/2017

VAMOS PRECISAR DE TODO MUNDO📢📢📢

Vivemos um momento em que os direitos da juventude, das mulheres, dos negros e negras, dos/as indígenas, dos/as quilombolas e da população LGBT estão sendo roubados por Michel Temer e seus aliados através de medidas como o congelamentos de investimentos na saúde e na educação, a reforma do Ensino Médio, a reforma trabalhista e a reforma da previdência.

O povo brasileiro rejeita esse governo sem legitimidade, que não ouve a voz que vem das ruas e coloca os direitos conquistados por nós à venda para grandes empresas do capital internacional. Precisamos recuperar a democracia no nosso país e colocar os rumos do Brasil nas mãos do povo! Para isso, vamos precisar de cada pessoa do interior e da capital, dos bairros, das escolas, das universidades. Vamos precisar de você! Vamos precisar de todo mundo!

Quer debater como combater o machismo, o racismo e a LGBTFobia? Quer conversar sobre a defesa do SUS? Quer ajudar na construção da mídia livre? Então vem colar com a gente na 2° Edição do Acampamento Estadual de Juventude, Convergências e Diversidade! Vem aí o Acampamento VAMOS PRECISAR DE TODO MUNDO! 🙋🏿‍♂🙋🏻👩🏽‍🌾👨🏾‍🎓👨‍❤‍👨👩‍❤‍👩

Dúvidas e informações: [email protected] 💜

"Saudamos todas que foram e existiram para que nós pudéssemos entrar nas universidades, nas pós graduações, sonhar em se...
28/07/2017

"Saudamos todas que foram e existiram para que nós pudéssemos entrar nas universidades, nas pós graduações, sonhar em ser médicas, advogadas, professoras, engenheiras, biólogas, escritoras…"

Dara Sant’Anna, diretora de Combate ao Racismo e Mariana Jorge, Secretaria Geral da UNE refletem sobre a urgência por democracia nos marcos do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.

Confira na íntegra o texto:

UNE - União Nacional dos Estudantes

Contra o machismo no graffiti, as mulheres seguirão resistindo e ocupando as ruas.
25/04/2017

Contra o machismo no graffiti, as mulheres seguirão resistindo e ocupando as ruas.

“Não somos só peito e bunda”. “Respeita as minas”. Essas são frases ditas todos os dias por mulheres de todos os cantos e que todo mundo já escutou ou leu em algum lugar. Frases que, por mais que pareçam óbvias, dizem muito a respeito da barra que é ser mulher numa sociedade patriarcal: é ser vista a todo o tempo como um corpo, ser desrespeitada gratuitamente, ser diminuída em sua competência, ter seu sucesso associado à sua “beleza”, ter sua existência reduzida à servidão e muito mais. São frases muito ditas, mas ainda pouco entendidas e levadas a sério.
Nessa semana, uma de nossas integrantes, a , foi covardemente ofendida, como artista e como mulher, por um grafiteiro inativo na cena soteropolitana, assim como a que entrou para defende-la. O graffiti e a rua não dão lugar pra esse tipo de atitude. A nossa presença ainda incomoda a alguns que acham que o nosso papel nesse lugar é o de exibir o corpo e servir aos caras. Isso não é o graffiti. Isso é a misoginia miserável que encontramos em todo lugar e que não admite que cresçamos em nossas competências por esforço próprio.
O episódio falhou na missão de nos enfraquecer e apenas nos uniu ainda mais. Estamos na rua não por disputa, mas apenas porque podemos estar! Um salve para os amigos grafiteiros que não compactuaram com a atitude do cara e deram força total para as meninas. E um salve especialíssimo para Mônica e Pita pelo belo trampo feito hoje na Federação. Tudo isso é fundamental pra que avancemos na caminhada.

FORÇA SEMPRE, MULHERES! NO GRAFFITI E EM TODO O LUGAR!

10/03/2017
10/03/2017
10/03/2017

Confira o que as mulheres do Grupo de Pesquisa Gig@ UFBa estão acumulando sobre Internet Feminista.



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