Comitê dos Coletivos pela Democracia, Lula e Luta

Comitê dos Coletivos pela Democracia, Lula e Luta CCD-LL segue na luta por um Brasil mais democrático

03/06/2026

O PIX é nosso. Não vamos permitir o fim dele por conta e traidores da pátria como o Flávio Bolsonaro.

03/06/2026

*HOJE - 03 de junho a partir das 20hs - assista aqui mais uma live do podcast voz animal : "Por quê amamos cachorros e comemos porcos? A vida de liberdade dos porcos no Santuário Terra dos Bichos"*
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Para falar sobre este tema o Podcast Voz Animal entrevista Cintia Frattini, engenheira civil de formação acadêmica , mas ativista pela causa animal de coração. Tornou-se vegetariana aos 10 anos de idade. Portanto faz 54 anos. Há 12 se tornou vegana e há 34 anos é ativista pela causa animal. A familia possui um Sitio em São Roque interior de São Paulo onde se resgata animais há 20 anos e se transformou em Ong em 2017 depois do grande resgate das Porcas do Rodoanel. De lá pra cá 2026, já salvaram mais de 4.000 animais dentre domésticos de pequeno porte, domesticados de médio e grande porte, além dos exóticos e silvestres de apreensão pela policia ambiental.

ASSISTA NESTE FACEBOOK mais uma live do podcast voz animal: "Por quê amamos cachorros e comemos porcos? A vida de liberd...
03/06/2026

ASSISTA NESTE FACEBOOK mais uma live do podcast voz animal: "Por quê amamos cachorros e comemos porcos? A vida de liberdade dos porcos no Santuário Terra dos Bichos" - Nesta quarta, 03 de junho, a partir das 20 horas
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Para falar sobre este tema o Podcast Voz Animal entrevista Cintia Frattini, engenheira civil de formação acadêmica , mas ativista pela causa animal de coração. Tornou-se vegetariana aos 10 anos de idade. Portanto faz 54 anos. Há 12 se tornou vegana e há 34 anos é ativista pela causa animal. A familia possui um Sitio em São Roque interior de São Paulo onde se resgata animais há 20 anos e se transformou em Ong em 2017 depois do grande resgate das Porcas do Rodoanel. De lá pra cá 2026, já salvaram mais de 4.000 animais dentre domésticos de pequeno porte, domesticados de médio e grande porte, além dos exóticos e silvestres de apreensão pela policia ambiental.

01/06/2026

No Geringonça SP desta segunda-feira, 1/6, às 20h, a deputada federal Juliana Cardoso (PT/SP), mulher afro-indígena que nasceu, cresceu e mora até hoje na periferia da zona leste da capital paulista, fala sobre a representação popular e o desafio de levar ao Congresso Nacional as demandas e a voz da classe trabalhadora.

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30/05/2026

EMOCIONANTE! Um menino se apresenta ao Lula se dizendo cordelista e declama um belo cordel pra ele falando sobre as políticas publicas do seu governo pro povao.

28/05/2026

*(VIDEO)Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula*
Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra o projeto.

27 de maio de 2026

247 - A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução da carga semanal de trabalho de 44 para 40 horas em um prazo de até 14 meses e abre caminho para encerrar a escala 6x1 no Brasil.

A PEC recebeu no primeiro turno 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos pelo fim da escala 6x1 e 19 votos contra o projeto. Para avançar, o texto precisaria de pelo menos 308 votos favoráveis em duas votações.

O colegiado analisou duas propostas: uma apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e outra pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP). As duas defendiam jornada de 36 horas semanais, mas o acordo costurado fixou o limite em 40 horas, com duas folgas por semana, uma delas preferencialmente aos domingos.

Ainda será confirmada a data em que a proposta sobre o fim da escala 6x1 no Brasil será votada no Senado, onde são necessários 49 votos favoráveis entre os 81 senadores, também em dois turnos de votação, para que o texto seja aprovado.

A proposta
A PEC reduz semana de trabalho e mira fim da escala 6x1 ao fixar limite de oito horas diárias, 40 horas semanais, duas folgas remuneradas por semana e transição de até 14 meses para a nova jornada. A proposta altera a Constituição Federal, prevê a redução gradual da carga atual de 44 horas e determina que o novo modelo avance sem aplicação universal a todos os trabalhadores.

A mudança passa a registrar que a “duração do trabalho normal” não poderá ultrapassar oito horas por dia e 40 horas por semana. O texto também preserva a possibilidade de compensação de horários e redução de jornada por acordo ou convenção coletiva de trabalho.

A proposta organiza a queda de quatro horas na jornada semanal em duas fases. Na primeira etapa, os trabalhadores terão redução de duas horas em até dois meses após a promulgação da PEC. Na segunda etapa, o texto prevê a redução das quatro horas restantes em até 12 meses depois da primeira mudança.

O fim da escala 6x1 terá prazo próprio. A proposta estabelece que a garantia de pelo menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, começará a valer 60 dias após a promulgação do texto.

Trabalhadores com diploma de nível superior
A proposta deixa fora das novas regras um grupo específico de profissionais. Trabalhadores com diploma de nível superior e remuneração equivalente a pelo menos duas vezes e meia o teto do INSS, cerca de R$ 21,1 mil atualmente, não terão aplicação das normas de jornada e controle de ponto.

A exclusão entrou no texto sob o argumento de reduzir a “pejotização” e ampliar a autonomia de profissionais de alta renda. Para esse grupo, a proposta retira a incidência das regras gerais de jornada e registro de ponto previstas para os demais trabalhadores.

Transição
A transição concentrou o principal debate em torno da PEC nas últimas semanas. Representantes do empresariado e confederações patronais defenderam um prazo de adaptação para reorganizar escalas, contratos e rotinas produtivas.

O governo rejeitou inicialmente a adoção de uma fase de transição, mas depois aceitou um acordo para permitir uma implementação gradual da redução da jornada. O ajuste buscou viabilizar a tramitação do texto e reduzir resistências de setores econômicos.

O relator também incluiu uma regra com impacto direto sobre acordos em vigor. Após 60 dias da promulgação, convenções e acordos coletivos incompatíveis com as novas jornadas perderão validade de forma automática.

Esse dispositivo deve pressionar sindicatos e empresas a reabrirem negociações. A medida funciona como uma trava para impedir que acordos antigos mantenham jornadas em desacordo com o novo limite constitucional.

A PEC também inscreve na Constituição a obrigação de duas folgas remuneradas por semana. O texto afirma que uma delas deverá ocorrer, preferencialmente, aos domingos, e exige que o trabalhador tenha “garantido o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.

"Conquista histórica e civilizatória", afirma Lula
Em postagem publicada na rede social X, o presidente Lula afirmou que "a aprovação do fim da escala 6x1 com redução de jornada e sem redução de salário, pela Câmara, é uma conquista histórica e civilizatória". "Um compromisso assumido pelo Governo do Brasil", escreveu.

Segundo o presidente, "mais do que horas no relógio, estamos devolvendo aos trabalhadores e trabalhadoras o direito ao convívio com a família". "Ao descanso. À vida além do trabalho. As duas folgas semanais significam mais tempo para estudar, se divertir, cuidar da saúde e ver os filhos crescerem", continuou.

"É uma vitória sobretudo das mulheres que, historicamente e injustamente, enfrentam jornada superior, desigual. Uma medida que só foi possível graças à imensa mobilização da sociedade", acrescentou Lula, que também agradeceu ao presidente da Câmara, Hugo Motta, e ao "apoio decisivo dos parlamentares que construíram ampla maioria na Câmara". "Seguiremos trabalhando intensamente pela sua aprovação definitiva".

Repercussão entre parlamentares
Líder do PT na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai (SC) afirmou que a proposta é um avanço histórico para os trabalhadores. "Vamos votar sim para ter dois dias de descanso, para a família, para a juventude estudar, para as mulheres ficarem com os filhos, para viver", disse.

O líder da federação Psol-Rede, deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ), disse que a PEC é um passo importante para o trabalhador ter mais tempo para sua família, sua saúde, sua vida. "Para que tenha vida além do trabalho. Não havia nenhuma justificativa para manutenção dessa escala escravocrata e extenuante, que é a 6x1".

Vice-líder da federação PT-PCdoB-PV, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) pontuou que a votação é o momento da grande resposta do Parlamento à luta de décadas do movimento sindical, da sociedade e dos partidos de esquerda. Mais de 38 milhões de trabalhadores com carteira de trabalho trabalham acima de 44 horas semanais, afirmou a parlamentar. "Isso é mais da metade dos trabalhadores com vínculo formal, fora aqueles que não têm vínculo formal e que trabalham de forma precária".

Coordenadora da bancada negra, deputada Benedita da Silva (PT-RJ) lembrou que desde a Constituinte várias lideranças saíram em defesa das 40 horas semanais, quando os trabalhadores tinham jornada de 48 horas. "Um absurdo: 38 anos para que pudéssemos chegar aqui e conseguir votar essa matéria tão importante para a mente e o descanso do trabalhador".

A aprovação do fim da escala 6x1 com redução de jornada e sem redução de salário, pela Câmara, é uma conquista histórica e civilizatória.

Um compromisso assumido pelo Governo do Brasil.

Mais do que horas no relógio, estamos devolvendo aos trabalhadores e trabalhadoras o…

27/05/2026

A classe trabalhadora da Arte e da Cultura apoia o fim da escala 6x1.

Estamos diante de um momento histórico no Brasil: a possibilidade concreta de superar um modelo de trabalho desumano, que rouba da classe trabalhadora aquilo que há de mais precioso — o tempo.
Tempo para a família, para o descanso, para o estudo, para o lazer, para o convívio e para a
própria vida.
A luta pelo fim da escala 6x1 é, antes de tudo, uma luta por dignidade. Uma luta para que
homens e mulheres não sejam condenados a viver apenas para trabalhar, adoecendo física e
emocionalmente enquanto produzem a riqueza deste país.
Nós, trabalhadores e trabalhadoras da Arte e da Cultura, nos somamos a essa batalha histórica ao lado
do povo brasileiro. Artistas, técnicos, produtores, educadores e agentes culturais se unem em defesa de uma sociedade na qual a qualidade de vida não seja privilégio de poucos, mas direito
de todos.
É tempo de transformar indignação em mobilização e esperança em conquista.
Pelo fim da escala 6x1, sem redução salarial.
Por mais vida, mais tempo e mais dignidade para quem move o Brasil com seu trabalho.

Ficha técnica
Autoria: Felipe Gomes ()
Afro-X ()

Produção Executiva:
Netto Duarte (.duarte)

Produção musical:
Felipe Gomes
Rovilson Pascoal ()
Zimbher ()

Vozes:
Afro-X ()
Ana Cacimba ()
Antônio Haddad ()
Cláudio Nucci ()
Claudinho de Oliveira ()
Flávia Bittencourt ()
Lucas Afonso ()
Márcia Castro ()
Preta Ferreira ()
Samuel Samuca ()
Suzana Salles ()
Vanessa Bumagny ()
Vange Milliet ()
Zimbher ()

*ASSISTA OS "RECORTES DA LIVE DO GERINGONÇA SP DESTA SEGUNDA, 25/05/2026 - Com o tema "Pode espalhar. Divulgue a verdade...
27/05/2026

*ASSISTA OS "RECORTES DA LIVE DO GERINGONÇA SP DESTA SEGUNDA, 25/05/2026 - Com o tema "Pode espalhar. Divulgue a verdade"* - Com a entrevistada Ana Flavia Marx. Além de coordenadora do "Pode Espalhar" (veja abaixo o que é este instrumento de comunicação) ela é jornalista, pesquisadora do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho da USP e diretora do Instituto Lula.
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1. "Desmistificando a ideia de que o PT ainda é analógico na comunicação":
https://www.instagram.com/reel/DY0tbb6RBjp/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

2. "O 'PODE ESPALHAR' é sobretudo uma metodologia:
https://www.instagram.com/reel/DY00A6eRXZj/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

3. "O 'PODE ESPALHAR' auxilia na argumentação, na mobilização e na organização"
https://www.instagram.com/reel/DY04X3xxE5_/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

4. "Como o 'PODE ESPALHAR' enfrenta campanhas contra o governo":
https://www.instagram.com/reel/DY15aZ7RGJU/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

5. "O peso real de curtir, comentar e compartilhar em cada plataforma" https://www.instagram.com/reel/DY16yKgxrrQ/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==
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O que é o "PODE ESPALHAR"? É uma criação de militantes do PT com coordenação da entrevistada Ana Flavia Marx. Mais do que uma ferramenta (site e redes), é uma metodologia de ocupação estratégica da internet. Funciona com base em lideranças, pesquisas, monitoramento de redes e orientações semanais. Tem como objetivos formar militantes com argumentos de qualidade, mobilizar para atos e organizar a luta por território. Todo o conteúdo é livre (sem logotipos de parlamentares) para ser compartilhado, editado e adaptado. Com uma estratégia de comunicação eficiente disponibiliza também videos ou figuras em grupos de whatsApp para auxiliar os internautas progressistas, de esquerda, petistas a competir com força com a extrema direita no compartilhamento pela internet. Acesse o link para mais informações: https://podeespalhar.com.br
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OBSERVAÇÃO: se quiser assistir toda a live clique neste link direcionado para o canal do Geringonça SP no youtube: https://bit.ly/pode_espalhar
E convidamos para se inscrever.

Pode Espalhar: o Geringonça SP, desta segunda-feira, 25 de maio, 20...

25/05/2026

Pode Espalhar: o Geringonça SP, desta segunda-feira, 25 de maio, 20h, conversa com Ana Flávia Marx, jornalista, pesquisadora do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho da USP e diretora do Instituto Lula. Participe e saiba como integrar o Pode Espalhar, rede de militância digital organizada para compartilhar conteúdos sobre a luta do povo, a democracia e o governo Lula.

24/05/2026

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