Centro de Documentação e Informação Científica

Centro de Documentação e Informação Científica Centro de documentação especializado em movimentos sociais, disponibilizando fontes para pesquisa de caráter histórico.

26/10/2016

Nesta segunda-feira (24/10), às 18h, será realizada no TUCA - Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (R. Monte Alegre, 1024 - Perdizes) uma homenagem aos 95 anos de Dom Paulo Evaristo Arns, Arcebispo Emérito da Arquidiocese de São Paulo e Grão-Chanceler da PUC-SP de 1970 a 1998.

Durante o evento acontecerá também o pré-lançamento da biografia "Dom Paulo, um homem amado e perseguido", de autoria de Evanize Sydow e Marilda Ferri.

A Historiógrafa do CEDIC Ana Célia Navarro de Andrade foi palestrante convidada no Seminário Internacional El Rol de Los...
24/10/2016

A Historiógrafa do CEDIC Ana Célia Navarro de Andrade foi palestrante convidada no Seminário Internacional El Rol de Los Archivos em la nueva institucionalidad cultural, promovido pela DIBAM e pelo Arquivo Nacional do Chile, em Snatiago (Chile), de 20 a 21 de outubro.

14/09/2016
01/08/2016

A PUC-SP promoveu na noite de ontem (26/7), uma homenagem ao centenário de André Franco Montoro, no Tucarena. O evento Professor solidário lembra o docente de Direito, jurista, ex-governador de São Paulo e um dos fundadores da Universidade, em 1946.
A cerimônia contou com a presença da reitora Anna Maria Marques Cintra, de Eugênio Augusto Franco Montoro (filho de Montoro, professor da FGV-SP, ex-aluno e ex-professor da Fac. de Direito da PUC-SP), Vidal Serrano Nunes Junior (professor e diretor-adjunto da Fac. de Direito da PUC-SP) e José Carlos Dias (ex-ministro da Justiça, secretário de Justiça do Estado de São Paulo durante o governo Montoro e ex-presidente da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo). Durante o evento aconteceu ainda a apresentação musical do Quarteto Clássimus.
A homenagem a Montoro integra as comemorações dos 70 anos da Universidade.

É com grande satisfação que noticiamos a nominação do Fundo CLAMOR (Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países...
06/07/2016

É com grande satisfação que noticiamos a nominação do Fundo CLAMOR (Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países do Cone Sul), integrante do acervo do CEDIC, como patrimônio da humanidade, pelo Programa Memória do Mundo da UNESCO, em 2016, reunindo-se, assim, aos 6 acervos brasileiros que já receberam essa distinção. O Fundo já havia sido nominado patrimônio brasileiro em 2007 e patrimônio da América Latina e Caribe em 2012, nos âmbitos nacional e regional do Programa.
O Programa Memória do Mundo, criado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em 1992, tem por objetivos assegurar a preservação do patrimônio documental com significação mundial, regional e nacional; facilitar o acesso mundial ao patrimônio documental e criar uma maior consciência em todo o mundo da existência e importância do patrimônio documental.
A nominação internacional do Fundo CLAMOR, portanto, o singulariza, lançando luz sobre a sua importância como herança histórica e cultural numa escala global, e potencializando ações de preservação, promoção do acesso e divulgação pública. Destaca ainda o trabalho do CEDIC e da PUC-SP na preservação documental e promove as ações do Comitê e da Arquidiocese de São Paulo em defesa dos direitos humanos durante as ditaduras na América do Sul.
O CLAMOR - Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os países do Cone Sul atuou com sede em São Paulo entre os anos de 1978 e 1991 e é reconhecido como uma das mais importantes entidades de solidariedade com refugiados, presos e perseguidos políticos das ditaduras do Cone Sul e de informação e denuncia sobre os crimes contra os direitos humanos cometidos por essas ditaduras. O Comitê foi criado no início de 1978 por iniciativa de um grupo de leigos cristãos preocupados em proporcionar proteção e assistência aos refugiados políticos dos países do Cone Sul - Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai -, não reconhecidos pelo Alto Comissariado das Nações Unidas - ACNUR, vítimas de violações dos direitos humanos e vivendo no exílio em consequência das arbitrariedades do autoritarismo vigente nesses países.
Como protagonistas iniciais da criação do Comitê destacam-se o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, a jornalista Jan Rocha e o Reverendo Presbiteriano Jaime Wright. Com o apoio de Dom Paulo Evaristo Arns, Cardeal Arcebispo de São Paulo, o CLAMOR foi criado vinculado à Comissão Arquidiocesana de Direitos Humanos e Marginalizados de São Paulo, estabelecendo-se em uma sala localizada no prédio da Cúria Metropolitana
A importância do CLAMOR na época pode ser medida pelo fato de que foi a primeira organização a denunciar a existência de campos de detenção clandestinos na Argentina; foi uma das primeiras a alertar para a cooperação entre forças de segurança dos países da região no sequestro, tortura e desaparecimento de pessoas (mais tarde conhecido como Operação Condor), e foi a primeira a descobrir o paradeiro de algumas das crianças desaparecidas na Argentina.
A documentação do Fundo CLAMOR começou a ser reunida no CEDIC a partir de 1993. Antes de sua transferência para a PUC-SP, o arquivo do CLAMOR encontrava-se sob a guarda de duas instituições distintas: o Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEP) e o Arquivo Dom Duarte Leopoldo e Silva (Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo).
A partir de então, o CEDIC recebeu doações de ex-membros e colaboradores do Comitê, os quais foram incorporados ao Fundo CLAMOR. Atualmente, o Fundo totaliza aproximadamente 15 metros lineares. São mais de 20 mil documentos organizados em dois grupos, cinco subgrupos e 126 séries. É composto por agendas, boletins internos, cartazes, comunicados à imprensa, correspondência, depoimentos de refugiados e de parentes e amigos de desaparecidos e presos políticos, dossiês de crianças desaparecidas, fichas de desaparecidos e de torturadores argentinos, fotografias de desaparecidos, informes, livros, publicações periódicas e relatórios de atividades. O acervo contém milhares de cartas e documentos referentes ao período 1978-1990, enviados por familiares e por membros de organizações de direitos humanos, sindicatos e igrejas dos países do Cone Sul, a área de interesse do CLAMOR. Há também depoimentos de sobreviventes dos campos de detenção, de ex-presos e de militares que abandonaram as forças armadas de seus respectivos países para denunciar os abusos que testemunharam. O arquivo também contém correspondência e informes de agências das Nações Unidas, da Organização dos Estados Americanos (OEA), e de embaixadas estrangeiras e entidades não governamentais de vários países de fora da América Latina. Todas as publicações do CLAMOR estão no arquivo: cópias dos boletins em português, espanhol e inglês, dos comunicados e press releases; os calendários sobre crianças desaparecidas; cópias de telegramas enviados às autoridades de vários países e da correspondência interna; e relatórios das viagens realizadas por membros do grupo.

05/07/2016

A edição #85 de PUC-SP em Notícias já está on-line e disponível nos campi. Este número traz os resultados da consulta à comunidade para escolha da nova Reitoria, reportagens com o coletivo ProUni-se, a Ação Social da PUC Jr., nosso ex-aluno que participa do MasterChef, nossa presença no Top España e na Flip, entre outras notícias.

https://issuu.com/pucspemnoticias/docs/jornal_ed85.

05/07/2016

Divulgação de carta de Ana Maria de Araújo Freire sobre alterações na biografia de Paulo Freire na Wikipedia.

Exmo. Sr. Presidente Interino do Brasil
Prof. Dr. Michel Temer
ASSUNTO: PAULO FREIRE: Wikipidia e SERPRO
Na qualidade de viúva, estudiosa e sucessora legal da obra do Educador PAULO FREIRE, quero, através dessa carta, estabelecer um diálogo cordial e franco com V.Exa., mesmo estando nós dois, em termos ideológicos, em posições diferentes, no sentido de esclarecer assunto que vem sendo divulgado pela imprensa nacional, de que partiu de dentro do governo através da rede do SERPRO, uma entidade pública, portanto sob a responsabilidade do Estado Brasileiro, a alteração no conteúdo da biografia de meu marido na enciclopédia livre Wikipedia, colocando-o como envolvido com um projeto de educação atrasado e fraco de caráter doutrinário marxista e manipulador.
Se não o tivesse conhecido na festividade de formatura de uma de suas filhas, creio que do curso de Psicologia/PUC-SP, ocorrida nos gramados do Clube Hípico de Santo Amaro, em São Paulo, quando sentados lado a lado na Mesa Diretora, ouvi de V.Exa. o enorme respeito e admiração que tinha pela obra e pela pessoa de Paulo Freire, não teria a ousadia de Vos escrever.
Como V. Exa. sabe, enquanto intelectual e jurista, o meu marido jamais praticou nenhum ato e nunca escreveu nenhuma palavra dos quais se pudesse, em sã consciência, outorgar-lhe a pecha de doutrinador marxista e homem de princípios filosóficos e educacionais fracos e débeis, acusações contidas na nova biografia agora publicada pela Wikipedia.
Para a construção de um país verdadeiramente democrático é da mais alta importância, que, órgãos do Estado ou que prestam serviços a ele, como o SERPRO, não estejam compactuando com interpretações de espíritos liberais inescrupulosos, que, intencionalmente maculam a honra de um homem que deu sua vida para que a educação, sobretudo a do Brasil, possibilitasse a libertação e a autonomia dos homens e das mulheres de nosso querido país. Nunca sob o bastão da intolerância, do fascismo ou do comunismo.
Acredito que o atual Ministro da Educação, natural do estado de Pernambuco, Mendonça Filho, como Paulo Freire o foi, teria o prazer (pessoalmente considero que o dever) de esclarecer e inibir que inverdades sejam ditas de seu conterrâneo, homem ético, probo e honrado, Patrono da Educação Brasileira. Acredito que o referido ministro se colocará e agirá, positivamente, a favor, no momento em que for instigado a isso por V. Exa., contra a manipulação da máquina do Estado a serviço do amesquinhamento de um dos mais importantes homens desta Nação
É claro que Paulo Freire não é unanimidade, ninguém o é. Ele pode ser lido, analisado e contestado, isso faz parte da liberdade de expressão necessária e desejável à construção da cultura letrada de alto nível de qualquer país. Entretanto, o local dos contraditórios deve ser aberto, responsável, no seio da sociedade civil __ na rua, na universidade e nas escolas, através da mídia, nos sindicatos e fóruns etc __ e nunca dentro, exaltado por fato tendenciosamente ideológico-inverídico, acobertado pelo anonimato, por qualquer órgão da sociedade política.
É inconcebível que numa sociedade democrática se divulgue frases carregadas de ódio e de preconceito como: “Paulo Freire e o Assassinato do Conhecimento” __ absurda e ironicamente, no ano em que Paulo Freire está sendo considerado nos EEUU como o terceiro intelectual do mundo, de toda a história da humanidade, mais citado, portanto mais estudado nas universidade norte-americanas, que, a princípio são contra o marxismo.
Contando com Vossa compreensão e interferência para que se restabeleça a Justiça e a Verdade.
Cordialmente
São Paulo, 30 de junho de 2016.
ANA MARIA ARAÚJO FREIRE

Atualize-se com os melhores docentes!Conservação, organização e elaboração de instrumentos voltados à recuperação eficaz...
05/07/2016

Atualize-se com os melhores docentes!
Conservação, organização e elaboração de instrumentos voltados à recuperação eficaz dos documentos.
http://www.pucsp.br/pos-graduacao/especializacao-e-mba/introducao-a-politica-e-ao-tratamento-dos-arquivos

O curso visa a introduzir o aluno no universo teórico-metodológico da Arquivologia. Assim sendo, caracteriza-se pela ênfase nas aulas teóricas, voltadas para aqueles que necessitam aprender noções básicas da Ciência Arquivística, bem como seus avanços na atualidade.

28/06/2016
21/03/2016

A campanha no Instagram em comemoração aos 70 anos da continua!
A foto do usuário Luiz Augusto Scolamieri () foi a selecionada do mês e publicada na edição do jornal PUC-SP em Notícias.
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