TODO o conteúdo e propriedade desta página é feita por amigos, zelantes, frequentadores, moradores e admiradores do Parque do Carmo. Somos apenas um Fã-Clube, SEM VÍNCULO NENHUM com o Parque, órgão governamental ou político.
Criada com intenção de tirar o Parque do anonimato e de juntar amigos, moradores, frequentadores, etc. Convido à todos nesta participação.
Para solicitações, sugestões e reclamações formais sobre o parque, pedimos a gentileza de buscar a parte responsável SVMA - Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.
SOBRE O PARQUE
É um parque municipal localizado no distrito homônimo de Parque do Carmo (administrado pela SVMA - Secretaria do Verde e do Meio Ambiente), na região leste de São Paulo.
3º Maior Parque URBANO Municipal de São Paulo, saiba o porquê, ▶ aqui.
INFRAESTRUTURA
Museu do Meio Ambiente, monjolo, lagos, estacionamento, anfiteatro natural, aparelhos de ginástica, campos de futebol, ciclovia, pista de Cooper, playgrounds, quiosques, churrasqueiras, gramado para piquenique, sanitários, redários. Bosque das cerejeiras e monumentos à imigração japonesa. Funcionam também os DGDs Leste 1 e 3, Viveiro Arthur Etzel, Planetário, Base Setorial, Bosque da Leitura (SMC) e Base da Guarda Civil Metropolitana.
PARTICULARIDADES
Localizado na área da antiga fazenda do empresário Oscar Americano de Caldas Filho, para a criação do parque foram mantidos o prédio sede em arquitetura colonial, um conjunto de lagos e toda área ajardinada.
Possui vegetação composta por eucaliptais, remanescentes da Mata Atlântica com mata ciliar, campos antrópicos, brejos, além de gramados, cafezal, pomar, bosque de cerejeiras-de-okinawa e um viveiro de produção de espécies arbustivas. Destacam-se angico, araribá-rosa, cedro, gameleira-brava, grevílea-gigante, ingá-ferradura, ipês (Handroanthus chrysotrichus, H. impetiginosus e Tabebuia roseoalba), jacarandá-paulista, jequitibá-rosa, pau-ferro, pau-jacaré, quaresmeira e seafórtia. Foram registradas 242 espécies, das quais 9 estão ameaçadas como a copaíba, o pau-brasil e as samambaiaçus.
São 135 espécies de fauna, sendo 10 de répteis, a exemplo do lagarto florestal conhecido como papa-vento; além de sete de mamíferos e 118 de aves. Garças, mergulhões, martins-pescadores, irerês e ananaís fazem uso do lago. As distintas paisagens oferecem oportunidade de avistamento do imponente gavião-pega-macaco, rapinante ameaçado de extinção e de espécies endêmicas de Mata Atlântica, como a borralhara-assobiadora e pula-pula-assobiador. Os inquietos papagaios-verdadeiro tornam-se cautelosos nas proximidades de seus ninhos. Ocorrem também espécies florestais como tié-de-topete, choquinha-lisa e choca-da-mata, de difícil observação, porém traídas por suas vozes, bem como as aves noturnas coruja-orelhuda, curiangos e bacuraus. No quesito canto, destacamos trinca-ferro-verdadeiro, graúna e canário-da-terra. Olhos atentos observarão diversas espécies de beija-flores e passarinhos vistosos: sanhaçu-de-fogo, saíra-viúva, saí-azul, fim-fim, saí-andorinha e saíra-de-chapéu-preto e o singular arapaçu-do-cerrado. Dentre os mamíferos, há registros de veado-catingueiro, preguiça-de-três-dedos, tatus, ouriço-cacheiro e caxinguelês.
Há 35 anos realizada no parque, a tradicional Festa das Cerejeiras comemora o florir da árvore símbolo do Japão e tornou-se a marca da comunidade nipônica que vive na região. Todos os anos ocorre a prática do “hanami”, ritual que consiste em sentar-se sob as cerejeiras e contemplá-las por longo período.