Apeoesp na Escola e na Luta

Apeoesp na Escola e na Luta Acreditamos numa APEOESP democrática, presente no cotidiano escolar e que dialogue com as necessidades reais dos professores e defendendo seus direitos.

O coletivo “APEOESP na Escola e na Luta” esta presente em todas as lutas dos professores, nas atribuições de aulas, em grupos de estudo para o concurso e/ou plantões nas subsedes, no atendimento jurídico aos professores, na defesa contra perseguições de supervisores e diretores autoritários, visitando escolas, tirando dúvidas e verificando problemas. Sempre participamos das reuniões de REs para de

fender e orientar os professores. Embora saibamos da importância dos partidos políticos para a construção da democracia e a organização das lutas dos trabalhadores, não colocamos a defesa dos nossos partidos acima dos interesses dos professores da Apeoesp. Atuamos no Conselho Regional e Estadual da APEOESP, para tentar fazer andar as ações dessa direção letárgica que em vez de organizar a luta, só pensa em construir o seu partido ou defender o governo, nas manifestações regionais e estaduais, organizando as greves e, mesmo sendo oposição realizamos atividades culturais e políticas na nossa subsede sempre que podemos. Acreditamos numa APEOESP democrática, presente no cotidiano escolar e que dialogue com as necessidades reais dos professores, defendendo seus direitos, salários, empregos e, sobretudo, na escola pública como espaço privilegiado para construir a consciência critica dos trabalhadores e trabalhadoras, assim como a de seus filhos.

09/06/2020
O que aconteceu na EE Brotero em Guarulhos ontem, além de ser gravíssimo e inadmissível, é a prova concreta que o fascis...
05/04/2019

O que aconteceu na EE Brotero em Guarulhos ontem, além de ser gravíssimo e inadmissível, é a prova concreta que o fascismo avança nas instituições e no cotidiano social.

A PM, fortemente armada, aponta armas de Grosso calibre para jovens e adolescentes desarmados dentro da escola, que queriam ter o direito de entrar alguns minutos ou na segunda aula porque vieram do trabalho e querem ter o direito de estudar!

Pior do que isso é a direção da escola - ao invés de mediar um conflito estritamente pedagógico, abre mão de suas funções e chama a polícia militar para resolver um conflito que desrespeita alunos, professores, familiares e a direção da escola.

O fascismo, como já dizia Kafka, tem esse objetivo de transformar o absurdo como cotidiano na lógica social. Ou se combate, ou nossas liberdades já limitadas estarão por um fio.

Longe de ser um caso isolado, desse tem vários, como o do professor do Rio, que não pode dar aula em sua unidade escolar devido à ameaça das milícias; o professor do triângulo mineiro que ao reclamar de uma abordagem violenta da PM é preso; ou a invasão de uma escola em Cotia no intervalo, com policiais disparando gás de pimenta em alunos, professores e funcionários.

Ou se enfrenta a barbárie ou ela cairá sobre nossas cabeças reduzindo ainda mais o direito às liberdades individuais e coletivas, já tão maltradas nesses tempos horrendos.

A escola é por definição o lócus da democracia, do diálogo, da construção da tolerância e da paz.

João Carlos Novaes Luz

Educador e Fotógrafo

Um policial militar empurrou com o cano da arma uma aluna da escola estadual Frederico de Barros Brotero, em Guarulhos, na Grande São Paulo. A PM havia sido chamada para acabar com o protesto dos estudantes na noite desta quinta-feira (5). Eles cobravam melhorias na unidade de ensino.

Querem mudar a nossa História!
04/04/2019

Querem mudar a nossa História!

O ministro da Educação ainda negou intervenção na pasta por conta da presenta de um militar na secretaria-executiva

14/03/2019

Nota do Coletivo Na Escola e Na Luta sobre a tragédia em Suzano

O Coletivo na Escola e na Luta se solidariza com os familiares, amigos e toda a Comunidade Escolar envolvida na tragédia da EE Raul Brasil, em Suzano, na manhã de quarta-feira, 13 de março.

As escolas de São Paulo estão abandonadas a sorte e vulneráveis ao sucateamento cotidiano, com a ausência de políticas públicas efetivas de valorização dos profissionais e os espaços escolares. Muitas escolas estão longe de ser espaços saudáveis, ambientes de estímulo a aprendizagem, produção e troca de conhecimentos.

O ocorrido no Município de Suzano, SP, é mais uma tragédia que talvez não teríamos como evitar, uma vez que as motivações ainda são desconhecidas. Entretanto, o que estamos vivenciando na nossa sociedade, com o estímulo da cultura do ódio, da falta de respeito, da intolerância à diversidade, do preconceito, fortalece, em certo grau, as enfermidades de jovens e professores, levando a uma degradação social.

Além disso, nas últimas eleições ao governo federal, o discurso de ódio e o estímulo ao porte de arma foi um debate que ganhou espaço na sociedade, e conquistou, de forma peculiar, a comunidade mais jovem e periférica, sendo até mesmo um fator importante para a vitória de Jair Bolsonaro.

Diante desse cenário é fundamental que o sindicato aprofunde as reflexões em torno de ações efetivas contra a violência que acomete a juventude e os professores nas escolas, cobre das autoridades políticas e projetos que estimulem um ambiente saudável e de diálogo entre professores e alunos, valorize os profissionais e demais sujeitos da Comunidade Escolar, mas que, prioritariamente, repudiemos a política de armar a sociedade civil.

Por jovens que carreguem livros e não armas em suas mãos!!!!

20/11/2018

A verdadeira medida de um homem não se vê na forma como se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas em como se mantém em tempos de controvérsia e desafio.

Martin Luther King

Endereço

São Paulo, SP

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