Casa Do Saber Africano - Casaf

Casa Do Saber Africano - Casaf A CASAF atua na história das culturas Afro-brasileira e Indígena nas escolas de ensino fundamental e médio da iniciativa publica e privada.

A CASA DO SABER AFRICANO. CASAF fundada em 18 de maio de 2015 tem como PROPÓSITO a promoção de assistência social, estudos e pesquisas em diversas áreas seja ela educacional e/ou cultural, com foco preferencial nas questões afro-brasileiras e indígenas, utilizando-se de tecnologias diversificadas; com a produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos, de interesse soci

al, principalmente junto as chamadas minorias (que de minoria nao temos nada, pois somos a maioria) consubstanciados com essas questões, bem como a promoção da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico de quaisquer manifestações da cultura brasileira; a disseminação de conteúdos educacionais e culturais que garantam a efetiva promoção de direitos estabelecidos, segundo as leis INFRA descritas, fundamentalmente sob a égide das Leis Federais nº 10.639, de 09/01/2003, e 11.645, de 13/03/2008, as quais alteram a Lei nº 9.394, de 20/12/1996, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade das temáticas “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”, apontando a possibilidade de parcerias com instituições públicas e privadas. Entre outros, atendendo a disposição constitucional sobre a sustentabilidade assegurada no artigo 225 da Constituição da República de 05 de outubro de 1988. A CASAF – Casa do Saber do Africano com sede no Interior do Estado de São Paulo, à Rua Yucca,1001 Augusto, 239, sala 08, Vila Centenário, CEP 18140-118 é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos e sem cunho político-partidário, de caráter educacional e filantrópico que atua na área educacional e cultural. O corpo dirigente da CASAF é constituído majoritariamente por professores, mestres e doutores, com experiências sociais e docentes realizadas na Faculdade Zumbi dos Palmares, que tem caráter comunitário experiência no atendimento às demandas dos estudantes afrodescendentes e indígenas. E, a partir da sua fundação ao longo destes 7 anos implantou este projeto de longo alcance para ressignificar as percepções sobre este universo muito debatido, e desconstruir esteriotipos sobre temáticas Afro-etnicas, sobretudo com audiencia nas midias com índices de eficiência e eficácia passíveis de melhorias factíveis e realizáveis empreendendo: oportunidades iguais, sejam elas nas iniciativas públicas ou privadas , nos mais variados âmbitos de forma transversal, sejam eles educacionais, empresariais, sociais, econômicos e/ou culturais. PROPOSTAS NAS QUAIS O PROJETO FOI FUNDAMENTADO


Um dos maiores problemas atuais do sistema educacional é o grande número de alunos, em especial das periferias da Grande São Paulo que abandonam as escolas, seja por necessidade de trabalho, seja por não sentir que as escolas sejam espaços de irradiação de um conhecimento útil às suas vidas e aqueles cuja noção de pertencimento em função da sua origem étnica os coloca numa situação de vítima da discriminação perpetrada por vários esteriótipos sócio-culturais.Assim, acompanhar entre outros, alem de informaçoes e conhevimento, se os professores, o conteúdo da grade curricular, bem como o material didático tiveram as atualizações necessárias à efetiva implementação das leis, torna-se tarefa inadiável para que no futuro tenhamos uma sociedade mais justa e igualitária. OBJETIVO GERAL


Implantação das leis 10.639 e 11.645, respectivamente a história da cultura Afro-brasileira e Indígena nas escolas de ensino fundamental e médio das iniciativas públicas e privadas.Dar visibilidade as questões sociais que afligem e impedem a ascensão de negras e negros de terem oportunidades iguais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS


Atuar nas questões afro-brasileiras e indígenas, utilizando-se de tecnologias diversificadas; a produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos, consubstanciados com essas questões, bem como a promoção da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico de quaisquer manifestações da cultura brasileira da seguinte forma:

1. Empreender ações para monitorar e implementar efetivamente as leis 10.639 e 11.645

2. Desencadear ações que contribuam para a implantação das convenções Organização Internacional do Trabalho (OIT), notadamente àquelas relativas à discriminação em matéria de emprego, salário e profissão.

3. Direcionar os propósitos da CASAF de modo a contribuir para o combate ao preconceito, racismo e discriminação por meio das midias sociais.

4. Desenvolver ações que empreendam o empoderamento econômico das mulheres negras.

5. Em parceria com o Estado e Organizações Não Governamentais assessorar na implantação e Intensificar a criação de Centros de Referência da Mulher, constituídos de núcleos de atendimento psicológico e social para mulheres em situação de violência doméstica

6. Articular e mobilizar gestoras e gestores locais e os órgãos de governo para a formulação de ações voltadas para o enfrentamento da violência doméstica e de gênero, contemplando a transversalidade das políticas públicas;

7. Realizar palestras, cursos, rodas de conversas e seminários sobre o enfrentamento à violência doméstica e de gênero; a autonomia econômica; previdência social; e geração de trabalho e renda das mulheres

8. Fomentar a autonomia econômica das mulheres negras, sempre enfatizando as questões étnico-raciais

9. Promover os direitos das mulheres negras

10. Por meio do programa da Pró-Equidade comunicar as instituições das iniciativas pública e privada sobre questões raciais e de gênero desenvolvidos pelo estado na figura da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade racial – SEPPIR

11. Criar mecanismos de pesquisas que auxiliem na fiscalização quanto à prática de discriminação racial e implementação das leis 10.639 3 11.645 no âmbito escolar

12. Estruturar uma base de dados desenvolvendo um sistema que contemple entre outros, indicadores sobre questões relativas à raça e gênero que possam ser utilizados contra a discriminação e desigualdades sociais

Endereço

São Paulo, SP
18140-118

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