20/08/2026
Hoje homenageamos Leon Trotsky em denúncia aos 86 anos de seu assassinato a mando de Stalin.
Um convite à luta: Ao contrário da política reacionária levada a frente por Stalin, de criminalização do ab**to e da homossexualidade, Trostky reconhecia o combate às opressões como central na política revolucionária.
Desde o século XIX, é claro para os marxistas que o patriarcado, o racismo e o capitalismo possuem profundas conexões e que, para se alcançar o comunismo, é necessário superar cada um dos elementos reacionários da velha sociedade.
Frente a isso, Trotsky apontava que aqueles que mais sofrem pelas amarras dos sistemas de opressão e exploração, são os que se colocam na linha de frente, com mais energia, nas batalhas por libertação - são eles mulheres, negres, indígenas e LGBTs.
A revoada das galinhas verdes:
Ao lado de seu brutal combate às burocracias operárias, o combate à extrema direita e ao imperialismo estavam na ordem do dia da 4° internacional.
Os trotskistas, internacionalmente, se colocaram na imprescindível batalha contra o facismo e o nazismo. No Brasil, o exemplo histórico da frente única operária idealizada e construída por trotskistas com os mais diversos setores que se opunham à extrema direita contra o integralismo, nos inspira até hoje.
No cenário de crise orgânica do capitalismo que vivemos nos dias de hoje, a perspectiva de combate à extrema direita sem moderação, é o que nos guia contra toda a resignação e o conformismo impostos pela esquerda institucional, a conciliação com a direita não é uma imposição da realidade e sim uma escolha política.
Às vésperas de seu assassinato, Trotsky escreveu, em sua carta de testamento, em 27 de fevereiro de 1940, uma mensagem que sintetizava sua confiança na vida e na revolução: “A vida é bela. Que as gerações futuras a livrem de todo mal, de toda a opressão, de toda violência, e possam gozá-la plenamente”.
Viva Leon Trotsky!