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  REJEITA VERSÃO DA PRM SOBRE OS ACONTECIMENTOS DE QUELIMANE*  _por Solomon Mondlane | MAPUTO_  O Presidente do Partido ...
18/08/2026

REJEITA VERSÃO DA PRM SOBRE OS ACONTECIMENTOS DE QUELIMANE*

_por Solomon Mondlane | MAPUTO_

O Presidente do Partido ANAMOLA, Venâncio Mondlane, ontem, 17 de Agosto de 2026, rejeitou a versão da polícia sobre o que aconteceu em Quelimane, classificando-a como "uma das maiores mentiras descaradas", acrescentou dizendo que a PRM inventou um acordo para justificar a interrupção da marcha do primeiro aniversário do ANAMOLA.

Numa transmissão feita, através da sua página do Facebook, Mondlane respondeu diretamente a um comunicado de imprensa do Comando Provincial da PRM na Zambézia.

De acordo com o comunicado da PRM, esperava-se "um evento pacífico e ordeiro... nas condições previamente acordadas entre a Polícia e a liderança do Partido ANAMOLA" durante uma reunião realizada a 12 de Agosto de 2026. A polícia disse ter discutido a possibilidade de proibir a marcha caso a situação de segurança assim o exigisse.

A PRM apontou como motivo o carnaval que decorre em Quelimane de 14 a 23 de Agosto, com grande concentração de pessoas e tráfego intenso. Disse que informou aos organizadores que não estavam reunidas condições para a marcha e que o partido deveria continuar com o evento no campo da Sagrada Família.

Mondlane rejeitou essa versão.
"A afirmação da polícia de que houve um acordo entre os representantes do ANAMOLA e a polícia é falsa", disse. "Onde está esse acordo? Porque todo o resto está escrito. Os avisos prévios que enviámos à polícia, ao conselho municipal, à direção de saúde. Essas comunicações estão escritas, estão comprovadas."

Disse que a marcha nem chegou a começar.
"Saímos da Sagrada Família e estávamos a posicionar-nos para iniciar a marcha. Portanto nem sequer deixaram a marcha acontecer. Logo nunca houve aquele momento em que, se houvesse alguma perturbação ou desordem, a polícia pudesse interromper a marcha."

A PRM afirmou que, após o término do evento, os organizadores ignoraram as instruções policiais. Disse que os participantes responderam com insultos e que uma pessoa atirou uma pedra que atingiu e partiu o para-brisas de uma viatura policial. A polícia usou então gás lacrimogéneo.

O comunicado acrescentou ainda que o gás lacrimogéneo perturbou um enxame de abelhas, que picaram e feriram gravemente um membro e simpatizante do ANAMOLA. A pessoa foi encaminhada para uma unidade sanitária. A PRM acrescentou que os agentes "recorreram a meios letais (arma de fogo) para dispersar" a multidão, mas que "apenas foi registado o uso de gás lacrimogéneo" numa operação que durou "não mais do que cinco minutos".

Mondlane desafiou a polícia a apresentar provas.
"Se houve um membro do ANAMOLA que atirou uma pedra a uma viatura da polícia, onde está essa viatura que foi atingida? Onde está o vidro que foi partido? Onde está a pedra que foi atirada? E mais importante, onde está a pessoa que atirou a pedra?"

Questionou também por que razão a Unidade de Intervenção Rápida, UIR, já estava posicionada no campo da Sagrada Família antes de qualquer incidente. Citou uma circular de 11 de Agosto do Comandante-Geral que proíbe o uso indevido da UIR.
"Ou a Unidade de Intervenção Rápida, ou o comandante da polícia da Zambézia desobedeceu ao Comandante-Geral, ou foi aprovado. E quem ordenou a operação na Zambézia foi o Comandante-Geral da polícia."

Mondlane disse que a ação policial foi política. Ligou-a a uma reunião de quadros da FRELIMO marcada para 21 de Agosto em Quelimane, cidade onde foi morto o coordenador do ANAMOLA, Anselmo Vicente. Apelou à FRELIMO para se desarmar.
"Nessa reunião de quadros, serão recebidos com viaturas blindadas no aeroporto? Serão recebidos com polícia armada no aeroporto? Serão recebidos com gás lacrimogéneo? Serão recebidos com balas verdadeiras? Dois pesos e duas medidas."

A PRM defendeu a sua decisão citando manifestações recentes e "atos criminosos de vandalismo, pilhagem... e linchamentos" na Zambézia. Apelou à "paz e urbanidade" e disse "lamentar os distúrbios causados".

Mondlane anunciou também uma campanha nacional de faixas com a pergunta "Quem ordenou a morte de Anselmo?"
"As mortes estão a acontecer, não só no ANAMOLA, os ataques estão a acontecer contra outros partidos também", disse Mondlane. "Esta campanha não vai parar."

"Vamos continuar firmes, não vamos desistir", concluiu Mondlane. "Como dizia Elvino Dias, pela verdade vamos até ao fim."

Revisão: AX7

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MENTIROSA!
NÃO ESTÃO PARA SALVAGUARDAR OS INTERESSES DO POVO, MAS DOS CAMARADAS.

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QUE OPRIMEM A SOCIEDADE, SEUS PROPRIOS IRMÃOS

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16/08/2026

ACÇÃO DA POLICIA DA FRELIMO!


Hoje somos oprimodos pelos nosso proprios irmãos, à 51 Anos nos enganando que somos Democráticos e Somos regidos Pelas LEIS, as mesmas leis que eles não seguem.

Agora já sabemos que Os policiais não conhecem os seus próprios trabalhos.
Pós não questionam só executam até milhares e crianças.
Depois de sumissão de cartas para celebração do 1⁰ Ano do ANAMOLA, ELESCRIAM RECURSOS PARA IMPEDER.

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Ai esta o pai GRANDE na Zambézia

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