Educação e Pesquisa

Educação e Pesquisa Revista da Faculdade de Educação da USP, fundada em 1975.

A evolução da força de trabalho dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (2010-2022)Resumo: Os Institut...
03/06/2026

A evolução da força de trabalho dos
Institutos Federais de Educação, Ciência e
Tecnologia (2010-2022)

Resumo: Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs) foram criados pela Lei nº
11.892/2008, a partir da integração e/ou transformação de instituições já existentes. O
objetivo deste trabalho é analisar como ocorreu a evolução da força de trabalho dos IFs,
sob os prismas nacional e regional, diante de cenários fiscais tão variantes enfrentados pelo
Brasil desde então. Foram tabulados dados disponíveis no Painel Estatístico de Pessoal, do
Governo Federal, sobre o quantitativo de servidores, entre 2010 e 2022, dos 38 IFs criados
pela referida lei, já que eles começaram a ser instalados durante 2009. Os dados foram
analisados com base na literatura sobre a história fiscal recente e sobre o desenvolvimento
dos IFs no Brasil. Os resultados demonstraram que, de modo geral, a evolução da força
de trabalho variou de acordo com os cenários econômico-fiscais enfrentados pelo País.
Regionalmente, os IFs do Centro-Oeste foram os que mais cresceram (em média, 312%), o
que converge com estudo anterior que apontava ser essa a região com menor proporção
entre alunos e docentes em tempo integral. Concluiu-se também que, nos últimos anos
da série, a principal modalidade de contratação nos IFs deixou de ser o concurso público
e passou a ser o processo seletivo, com forte crescimento proporcional da contratação de
professores temporários.

Escrito por: Leopoldo Mateus da Silva Ribeiro

Leia mais em: https://doi.org/10.1590/S1678-4634202551287101por

25/05/2026

A autoavaliação institucional, prevista no Sinaes, é amplamente adotada nas instituições de ensino superior, mas ainda apresenta baixo impacto quanto ao uso dos indicadores na gestão. Esta investigação analisa como gestores utilizam os resultados da autoavaliação, evidenciando que o princi...

Release de artigo recém publicado.
25/05/2026

Release de artigo recém publicado.

A autoavaliação institucional, prevista no Sinaes, é amplamente adotada nas instituições de ensino superior, mas ainda apresenta baixo impacto quanto ao uso dos indicadores na gestão. Esta investigação analisa como gestores utilizam os resultados da autoavaliação, evidenciando que o princi...

13/05/2026
Da Revista da Faculdade de Educação à Educação e Pesquisa: 50 anos de um periódicoResumo: Este editorial é comemorativo ...
08/05/2026

Da Revista da Faculdade de Educação à Educação e Pesquisa: 50 anos de um periódico

Resumo: Este editorial é comemorativo dos 50 anos da Educação e Pesquisa, periódico que, em 1975, surgiu como Revista da Faculdade de Educação. Nesta comemoração, é importante lembrar que uma revista não se faz só de textos, ainda que seja isso o que a caracteriza. Em meio século, a Educação e Pesquisa acumulou história e se consolidou como um espaço de divulgação de pesquisas e de promoção de debates qualificados sobre os mais diversos temas da área da educação. Sua consolidação deve-se ao trabalho contínuo e articulado de muitos: equipe de secretaria, editores, pareceristas, autores e leitores, cuja dedicação tornou possível o aprimoramento constante de práticas editoriais e de modos exitosos de trabalhar. Não foram poucas, nessa história, as ações externas à publicação que impactaram e continuam a impactar sua política editorial.

Por: Rosana Passos, Mônica Guimarães Teixeira do Amaral, Hugo Heredia, Emerson de Pietri, Marcos Sidnei Pagotto-Euzebio e Lúcia Helena Sasseron.

Leia mais em: https://doi.org/10.1590/s1517-970220255101001

Inteligencia Artificial y competencia digital: un estudio bibliométrico de la producción científicaResumo: La inteligenc...
27/04/2026

Inteligencia Artificial y competencia digital:
un estudio bibliométrico de la producción científica

Resumo: La inteligencia artificial está transformando los procesos de enseñanza-aprendizaje. Para
que esta transformación sea efectiva, resulta imprescindible un mayor nivel de competencia
digital entre sus usuarios. En este contexto, se hace analizar cómo la comunidad científica
aborda su relación. Por ello, el objetivo de este estudio es examinar la producción científica
relacionada con este fenómeno mediante una revisión exhaustiva de la literatura indexada
en Scopus para este estudio. En cuanto a la metodología utilizada, se aplicó la declaración
PRISMA, obteniendo una muestra final de 128 documentos publicados en el rango 2019-
2024, los cuales fueron analizados con diferentes técnicas bibliométricas. Los resultados
indican una producción en crecimiento progresivo, con mayor indexación en las áreas de
ciencias de la computación y ciencias sociales. Proliferan los artículos y capítulos de libro,
destacando que las revistas que más publican sobre el tema pertenecen principalmente al
ámbito educativo. España lidera la producción científica, con la Universidad de Málaga y
la Universidad del País Vasco como las más prolíficas. Las principales publicaciones de los
autores más influyentes (acoplamiento bibliográfico) tienen que ver con la competencia
digital de los docentes en relación con la IA, enfocándose en cómo desarrollar estas
competencias para integrar la IA en la pedagogía. Estos estudios evidencian la naturaleza
emergente y revolucionaria de la IA y la competencia digital en educación. Asimismo, los
hallazgos indican que faltan redes colaborativas de investigadores (co-autoría), aunque
empiezan a consolidarse algunas alianzas (co-citación). Respecto a líneas de trabajo
emergentes (co-ocurrencia), se orientan al uso de la IA por los docentes y al análisis de
software específicos, como chatGPT. Como conclusión, se hace preciso desarrollar estudios
que evidencien cómo una mejor competencia digital favorece el uso más enriquecedor y
responsable de la IA, siendo clave la formación de los docentes para este fin.

A transição de Educação e Pesquisa para publicação contínua e exclusivamente digital: um diálogo com Rosângela PrietoRes...
13/04/2026

A transição de Educação e Pesquisa para publicação contínua e exclusivamente digital: um diálogo com Rosângela Prieto

Resumo: Realizada no marco dos 50 anos de Educação e Pesquisa, a entrevista com Rosângela Gavioli Prieto, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP) e editora-chefe da revista entre 2016 e 2018, revisita um período de transformações decisivas na história do periódico. Sob a sua gestão (dividida, respectivamente, com a professora Cláudia Oliveira Vianna e com o professor Emerson de Pietri), a revista consolidou a transição do formato impresso para publicação exclusivamente digital e aderiu ao regime de publicação contínua, o que ampliou substantivamente o volume de artigos publicados a cada ano. A entrevista examina os desafios técnicos e institucionais dessas mudanças, assim como as estratégias adotadas para fortalecer a gestão do periódico: a sistematização de dados sobre o fluxo de submissões e rejeições, a ampliação da Comissão Editorial com editores/as assistentes externos/as à FEUSP e o estímulo às submissões por autoras/es de fora do eixo Sul-Sudeste. Prieto também destaca o aprofundamento das discussões sobre a ética na pesquisa e propõe uma complexificação do debate sobre a prática do chamado autoplágio. Ao refletir sobre a sustentabilidade financeira dos periódicos e a importância do diálogo entre revistas científicas, ela enfatiza a necessidade de maior integração entre Educação e Pesquisa e a FEUSP, bem como de políticas institucionais de apoio às publicações acadêmicas.

Por: Fernando Cássio

Leia mais em: https://doi.org/10.1590/S1678-4634202551002003

Hoje a Revista Educação e Pesquisa participou da reunião anual da SciELO 2025
10/04/2026

Hoje a Revista Educação e Pesquisa participou da reunião anual da SciELO 2025

Contardo Calligaris educador: apontamentos sobre o teor educacionalizante da circulação de ideias psicanalíticas no Bras...
31/03/2026

Contardo Calligaris educador: apontamentos
sobre o teor educacionalizante da circulação de
ideias psicanalíticas no Brasil

Resumo: O presente estudo, de caráter exploratório, ocupou-se das colunas de Contardo Calligaris
publicadas semanalmente no jornal Folha de S.Paulo entre 1999 e 2021. Tratou-se de
descrever e analisar uma iniciativa operada pelo psicanalista fora do enquadramento técnico-
profissional da psicanálise, capaz de movimentar um jogo discursivo viabilizado por eficazes
mecanismos veridictivos. O arquivo empírico do estudo foi constituído e analisado segundo
dois níveis complementares: primeiro, a construção de um mapa temático do material; e, em
seguida, o reordenamento da massa discursiva por intermédio da montagem dos enunciados
ali em circulação a partir dos seguintes vetores analíticos: Psicanálise/psicanalistas; Brasil/
brasileiros(as); Educação; Sociedade; Subjetividade; e Eu, Contardo. O processamento
do material permitiu evidenciar que Calligaris, ao se postar como intérprete do presente,
impulsionou o espraiamento de uma lógica discursiva que dispõe, incita e, afinal, logra
governar os modos pelos quais os sujeitos do presente se (auto)constituem, segundo um nexo
operativo centrado em uma interioridade psicologizada. Marcada pelo esforço de comentar
os desafios da vida e das relações humanas, a longeva atuação do psicanalista no referido
jornal denota sua autoridade intelectual, bem como o reconhecimento e a legitimação
de suas ideias, ultrapassando a vulgarização do arsenal discursivo psi e redundando na
multiplicação de uma ambiência propriamente educacionalizante

Por: Julio Groppa Aquino e Lilian A. A. Veronese

Leia mais em: https://doi.org/10.1590/S1678-4634202652296063por

La Inteligencia Artificial a través de la narrativa: ¿cuánto hay de inteligencia y cuánto de artificial?Resumo: La intel...
18/03/2026

La Inteligencia Artificial a través de la
narrativa: ¿cuánto hay de inteligencia y cuánto de
artificial?

Resumo: La inteligencia artificial ha emergido en el contexto de las tecnologías educativas. Se ha
posicionado junto a un cambio generacional protagonizado por los Centennials y mantiene
algunas de las preocupaciones de antaño en cuanto abuso, mal uso o sobreuso. No obstante,
frente a ello se erige la ética como baluarte para influir en lo que, en cómo y, además,
hasta dónde se debe aprender. La metodología elegida para la presente investigación es
la narrativa, siendo la técnica la entrevista y el instrumento el guion de la entrevista que
se le ha realizado a un profesor universitario vinculado a la tecnología educativa. Los
resultados se organizan en diez núcleos temáticos que recogen la opinión del participante
y se nutren con el análisis pertinente. Desde preocupaciones infundadas a otras mejor
argumentadas, pasando la necesidad de buscar o el hecho de contrastar la información
son determinante en la forma de extraer datos de la inteligencia artificial generativa.
Por último, las conclusiones dan respuesta a las cinco cuestiones de investigación, que
enfrentan a una inteligencia superior en pleno siglo XXI. Para lograr un uso idóneo de la
inteligencia artificial se hace necesario desaprender y reaprender, así como establecerse
nuevas maneras de enseñar por parte del profesorado o de relacionarse con la posibilidad
de copiar, adicionalmente, por el alumnado.

Por: Flavia Amar, Begoña Sánchez e Víctor Amar

Leia mais em: https://doi.org/10.1590/S1678-4634202551291963es

Endereço

Avenida Da Universidade, 308
São Paulo, SP
05508-040

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