30/01/2015
Esta obra foi escrita por diversas mãos, mas também foi idealizada e concebida por diversas mentes. Uma verdadeira egrégora foi criada e formatada para modelar cada linha e cada página deste livro.
A arqueologia ortodoxa, adepta e seguidora dos ensinamentos convencionais e acadêmicos, baseada no pragmatismo ideológico, costuma ser cética em relação às novas teses e teorias que colocam o homem como coadjuvante nos processos de criação e também em relação às origens das fabulosas e misteriosas construções megalíticas espalhadas pelos quatro cantos do planeta Terra.
De acordo com esta arqueologia nossos ancestrais possuíam plenas condições intelectuais, tecnológicas e estruturais para projetar, construir e gerenciar estes magníficos feitos da engenharia. Mas a moderna arqueologia deslumbra uma gama de possibilidades muito maior permitindo que seus seguidores expandam suas mentes e suas teses através de conceitos holísticos
e através de uma ampla visão universalista, onde o todo é sempre maior que a soma das partes (princípio geral do holismo, por Aristóteles).
Neste livro a autora, de uma forma brilhante e dinâmica, faz uma completa viagem através dos quatro cantos do planeta, uma viagem pelo passado numa perfeita comunhão e simbiose com nossos ancestrais, com suas obras e com seus feitos.
Através de sua jornada evolutiva ela seguiu a nobre missão de buscar as respostas, o entendimento e a compreensão de que o planeta está sendo preparado para um novo ciclo, uma nova era e um novo recomeço. Desta forma, este livro mostra como permitir que o coletivo supere o individual, que o plural seja mais importante que o singular e como num futuro próximo o homem possa finalmente compreender suas origens e sua verdadeira missão
na Terra.
Ela faz parte de um seleto grupo de pessoas que conseguem ler nas entrelinhas do que ainda não foi escrito, escutar as palavras e mensagens que ainda não foram ditas, enxergar e compreender as evidências que outros ainda não conseguiram enxergar. Assim a autora transcreve sua própria experiência, sua própria percepção e avaliação da vida em todas as suas dimensões.
Temos plena consciência que diante de um sítio arqueológico pessoas diferentes terão percepções e compreensões diferentes e isto é absolutamente normal, pois cada um de nós percebe através dos seus próprios sentidos.
Desta forma, somente alguns poucos conseguem enxergar com os olhos da mente e perceber com os sentidos da alma e estes são capazes de interpretar todos os sinais e mensagens deixados na Terra pelos demiurgos cósmicos.
Nesta obra os leitores irão perceber que são as perguntas e não as respostas que criam as condições para aprimorar e expandir o conhecimento. Quem somos nós, de onde viemos, porque estamos aqui e para onde iremos são questões que desde os primórdios dos tempos perturbam a mente dos homens.
E ao longo das eras o homem preferiu permanecer cético, calado, mergulhado na incompreensão, mantendo a mente na vacuidade e assim perpetuando os laços que o prendem às deidades. A existência de um conflito antagônico entre o ego e a consciência coordena e mantém a disciplina moral e ética do comportamento humano. Mas quando o ego começa a superar os argumentos da consciência surgem paradigmas que transmutam o comportamento
e invadem os limites da irracionalidade impedindo o homem de
compreender a realidade.
Neste livro a autora mostra como uma mente dualista é contraditória por natureza. Esta dualidade estabelece um diálogo interior que apenas serve para perturbar a nossa paz e o nosso raciocínio. Estamos sempre pensando:
“Talvez isto, talvez aquilo, talvez qualquer outra coisa” e assim por diante.
O pensamento dualista perpetua o conflito dentro da nossa mente. Ele nos torna agitados e profundamente confusos. Quando chegamos à conclusão de que essa confusão é o resultado de uma mente condicionada pela visão dualista da realidade, estaremos aptos a perceber e decifrar os sinais e os códigos deixados pelos nossos criadores.
Ao fugir desta visão dualista, a autora teve a percepção e a compreensão da realidade, interagindo através de sua sensibilidade com entidades cósmicas que sempre estiveram entre nós. E assim uma nova realidade vai sendo descortinada,
revelada e percebida.
Sem dúvida este livro não é apenas mais um tratado sobre arqueologia, mas sim um completo guia, um compêndio e um legado para as novas gerações.
Um verdadeiro e importante relato sobre experiências transcendentais, de formatação e de base quântica onde a mente do receptor interagiu diretamente com a mente do emissor.
Assim, sem precisar de intermediários, a autora tangenciou os orbes mais profundos do conhecimento, interagindo com a fonte através de uma sensibilidade individual e num raro momento de introspecção canalizou estas experiências para as páginas deste livro. Sua mente expandiu-se e ultrapassou a pesada e materialista geometria euclidiana indo interagir diretamente com a geometria sagrada dos deuses espalhada e existente por todo o nosso planeta.
Através de sua experiência transformacional ela conseguiu estar muito além da calibração da mente humana, assim como as estrelas no céu estão além do toque de um observador que está na Terra. Você pode apenas observar as estrelas com seus olhos humanos, mas você nunca poderá tocá-las com suas mãos. Da mesma forma, você pode prever a experiência de transformação
com o instrumento humano, mas você não pode experimentá-lo através deste mesmo instrumento.
Iniciando pela Suméria (atual Iraque), onde os Anunnakis criaram as bases de uma religiosidade cósmica, onde nosso DNA foi manipulado e codificado pelas mãos de hábeis geneticistas cósmicos, a autora esteve em alguns sítios arqueológicos da Terra e, com uma visão mística, transcendental e holística conseguiu transmitir e decodificar os sinais, as mensagens e as marcas deixadas pelos conquistadores e legisladores vindos das estrelas.
Uma obra dinâmica, simples e objetiva sobre uma temática complexa e muitas vezes incompreensível, mas que através do raciocínio lógico transcrito diretamente da mente e das experiências da autora levam os leitores a uma verdadeira viagem no tempo e no espaço.
Por Antonio Carlos Barcellos
Editora Desvario, Colorido, 176 páginas