Movimento Mulheres em Luta

Movimento Mulheres em Luta MML - Movimento Mulheres em Luta. Organização nacional de mulheres trabalhadoras contra o machismo e a exploração. Venha ser uma Mulher Em Luta!

Somos um Movimento de Mulheres Classista e Feminista. Lutamos pelo fim da opressão às Mulheres e acreditamos que essa conquista só é possível através da organização classista com o conjunto da classe trabalhadora. Acreditamos que a luta contra o machismo não pode estar separada da luta contra o capitalismo, sistema que explora e oprime as mulheres trabalhadoras. Por isso, construímos uma alternati

va de organização de mulheres trabalhadoras, independente dos governos e dos patrões. Não temos ilusões de que todas as mulheres são aliadas na luta das mulheres trabalhadoras. As mulheres burguesas defendem os seus interesses de classe, que na maioria das vezes está na contramão dos interesses das mulheres trabalhadoras. Venha conosco ser parte da construção deste projeto. blog: http://www.mulheresemluta.blogspot.com.br/

Leia a nota pública do MML sobre ataques ao funcionamento democrático das nossas instâncias
06/04/2026

Leia a nota pública do MML sobre ataques ao funcionamento democrático das nossas instâncias

O Movimento Mulheres em Luta vem a público responder as acusações de falta de democracia em suas instâncias, por parte da organização Movim...

14/04/2025

ABSURDO: MEL SE APROPRIA DO NOME DO MML!

O festival feminista que aconteceu esse final de semana, em São Paulo, concretizou um dos maiores absurdos da esquerda institucional. O MEL se apropriou do nosso nome e isso não vamos aceitar!

Exigimos respeito a nossa história! Assistam o vídeo e entendam o que está acontecendo.





JÁ É CARNAVAL! Em muitas cidades os bloquinhos já estão rolando e nós seguimos com a tradição de levar a luta contra o m...
28/02/2025

JÁ É CARNAVAL! Em muitas cidades os bloquinhos já estão rolando e nós seguimos com a tradição de levar a luta contra o machismo e contra as desigualdades impostas pelo capitalismo pra avenida!
Nossas ventarolas vão ajudar a aguentar o calorão, mas sem deixar de dizer que a crise climática tem culpados! Se joga na folia com a gente! E é sempre bom lembrar que NÃO É NÃO!

No final do ano passado,  uma votação no Conselho Nacional dos direitos da Criança e Adolescente, que reafirmava os dire...
18/01/2025

No final do ano passado, uma votação no Conselho Nacional dos direitos da Criança e Adolescente, que reafirmava os direitos ao ab**to legal para vítimas de violência sexual, foi alvo de traição do governo a essa pauta e ataque da ultra direita com ação da senadora Damares Alves.

Após a resolução ter sido aprovada com votos contrários da bancada do PT, Damares ganhou na justiça a anulação da votação. Essa que foi rejeitada agora pela justiça.

Enquanto vemos o crime de estupro bater recordes no ano de 2024, meninas de ate 14 anos se tornarem mães sem nenhum suporte material ou psicológico, o debate entre os governantes se dá de forma reacionária e irresponsável , sem considerar a vida e os direitos dessas meninas.

É preciso seguir organizando a luta e avançando nas discussões, junto a população, para que se garanta justiça reprodutiva e o direito ao ab**to legal de forma definitiva, isso passa por enfrentar todos os governos, a burguesia e os setores reacionários!

Índices alarmantes de feminicídios e das mais variadas formas de violência seguem refletindo a grave situação às quais m...
25/11/2024

Índices alarmantes de feminicídios e das mais variadas formas de violência seguem refletindo a grave situação às quais milhões de mulheres e meninas estão submetidas em todo o mundo. Somados a ataques crescentes aos direitos reprodutivos e às condições de vida por parte dos governos, é cada vez maior a opressão e exploração no capitalismo.

Neste dia 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, a reflexão e a denúncia sobre essa situação e, principalmente, a luta para fortalecer nossa organização para enfrentar a violência e opressão machista se fazem indispensáveis.

Segundo a ONU, 85 mil mulheres e meninas foram mortas intencionalmente em 2023. Isso equivale a 140 mulheres e meninas mortas todos os dias nessas condições, ou seja, uma a cada 10 minutos. Desse total, 60% (51 mil) foram cometidos por um parceiro íntimo ou outro membro da família.

O quadro no Brasil não é diferente. Dados do 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam que, em 2023, os números de feminicídios e estupros atingiram registros históricos. Foram 1.467 mulheres assassinadas por violência de gênero, o maior número desde a criação da lei que tipifica esse crime, em 2015. Um aumento de 0,8% em relação ao ano anterior.

Além disso, todos os tipos de violência contra as mulheres cresceram no último ano: violência doméstica (9,8%), ameaças (16,5%), perseguição e perseguição (34,5%), violência psicológica (33,8%) e estupro (6,5%).

O silêncio, muitas vezes imposto pelo medo, ainda é uma arma mortal e revela as falhas de um sistema incapaz de garantir proteção às mulheres. No primeiro semestre deste ano, segundo o Monitor de Feminicídios no Brasil, 81,1% das vítimas de feminicídio nunca registraram boletim de ocorrência ou medidas de proteção solicitadas contra seus agressores.

Leia mais no site da CSP-Conlutas (cspconlutas.org.br)

25/11/2024

25 de Novembro Dia Internacional de combate à violência contra as mulheres

No Brasil e no mundo denunciamos as diversas formas de violência impostas pelo machismo no sistema capitalista

Precisamos fortalecer a luta direta, com independência de todos os governos, para enfrentar a retirada de direitos e o aumento da violência

Acompanhe o recado da companheira Marcela Azevedo, da Executiva Nacional do MML

20 de Novembro-Dia da consciência negraSaudamos a luta do povo negro,  através das mulheres negras da classe trabalhador...
20/11/2024

20 de Novembro-Dia da consciência negra

Saudamos a luta do povo negro, através das mulheres negras da classe trabalhadora, que enfrentam todos os dias o que há de pior no sistema capitalista: a combinação de opressões que dá base a superexploração
Não é possível construir um futuro de liberdade sem olhar o passado e acertar as contas com os algozes. Até porque, são os mesmos que, hoje, impõe a escravidão moderna sobre o conjunto dos trabalhadores
Lutamos pelo fim do feminicídio negro, do genocidio da juventude negra, da violência sexual contra as meninas negras, por reparações históricas e pelo fim do capitalismo!

Na semana passada, dois temas de interesse das mulheres trabalhadoras estavam em debate. O fim da escala 6X1,  que é a e...
18/11/2024

Na semana passada, dois temas de interesse das mulheres trabalhadoras estavam em debate. O fim da escala 6X1, que é a expressão da superexploração da classe trabalhadora, piorando a situação das mulheres que acumulam a jornada de trabalhos domésticos.

Além disso, entrou na pauta da CCJ, a PEC 164/12 que visa proibir qualquer tipo de ab**to, inclusive os já legalizados

Para derrubar ambos os processos de opressão e exploração só com muita mobilização e ocupação das ruas.

Amanhã, 19/11, a PEC 164/12 será votada. Temos que denunciar em todos os espaços!

Uma nova rodada de atos pelo fim da escala 6X1 estão sendo organizados, seremos parte!

21/10/2024

O MML vem a público repudiar a ação violenta do governo Lula(PT) em conjunto com o de Cláudio Castro(PL) contra as/os servidoras/es, trabalhadoras(res) da saúde!

Desde o dia 15 de maio as/os trabalhadoras(res) da saúde federal estão em greve porque estão há mais de 7 anos sem reajuste. Como não bastasse, o governo federal além de não recompor o salário começa a dar duros golpes na saúde quando fatia os hospitais federais.

No Hospital do Andaraí a administração foi entregue para a prefeitura do Rio. O Hospital Federal de Bonsucesso foi entregue de maneira obscura ao Grupo Empresarial Conceição de Porto Alegre (RS) que tem em seu conselho um membro do Ministério da Saúde. Uma verdadeira promiscuidade!

No dia 15 de outubro, membros do Grupo Empresarial Conceição vieram tentar tomar o hospital de Bonsucesso, mas trabalhadores da saúde que na sua maioria são mulheres não permitiram.

Entretanto, no sábado dia 19 de outubro, a polícia federal em conjunto com o Choque (PM-RJ) em uma ação covarde para garantir a entrada do Grupo Empresarial usaram spray de pimenta, cassetetes, choques, socos e a prisão de Cristiane Gerardo, dirigente do SINDSPREV-RJ.

Apesar da dirigente e suas(seus) colegas estarem exercendo seus direitos de dirigentes sindicais, tanto o governo federal e estadual ilegalmente prenderam e reprimiram as(os) manifestantes.

O governo de Lula quer destruir de vez a saúde pública! Um dos exemplos foi o Ministério da Saúde que teve o maior corte por causa do arcabouço fiscal.

É Preciso entender que todos os governos sucateiam o serviço público com falta de concursos públicos, falta de estrutura, péssima condição de trabalho, arrocho salarial para desmoralizar o conjunto das(os) servidoras(res). O objetivo é a privatização que para que as(os) trabalhadoras(res) não tenham acesso ao serviço público.
A entrega do hospital ao setor privado gera cabides de emprego comprometendo de vez a qualidade do serviço. Afinal, precisam pagar aos grandes tubarões da saúde privada os investimentos que fizeram em suas campanhas eleitorais.

No sistema econômico capitalista a saúde do trabalhador é jogada para debaixo do tapete porque o que interessa é o lucro.

Neste sentido, o MML repudia a violência de Lula(PT)/Castro(PL) como também exige a devolução dos hospitais federais aos servidores público e à classe trabalhadora!

Lutar não é crime!
Lutar é um dever!
Basta de privatização!



16/10/2024

CONCURSO EM MACAÉ/RJ:
ANULAÇÃO DAS QUESTÕES POR CONTEÚDO MACHISTA NÃO REPARA A OFENSA MORAL E PSICOLÓGICA SOFRIDA PELAS MULHERES
O MML vem manifestar seu mais veemente repúdio ao Concurso Público da Prefeitura de Macaé/RJ, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas - FGV, realizado no domingo, dia 13/10, pelo conteúdo machista e de estímulo à violência contra a mulher contido em questões que, após revolta na população e discussão nas redes, foram anuladas do exame de língua portuguesa para cargos de professor, segundo a imprensa. Além disso, rumores indicam que também há outras questões de conteúdo questionável que estão sendo averiguadas mas que ainda não vieram a público.
A 1ª. Questão do Módulo 1 da Prova de Língua Portuguesa pedia para que o candidato assinale a resposta que ''não contém uma crítica ao fato de a mulher falar demais''. Entre as opções, estão frases como: ''A língua da mulher não cala nem depois de cortada'' e ''Há mil invenções para fazer as mulheres falarem, e nem uma só para as fazer calar''. A outra questão pretendia que o inscrito identificasse sentenças de comparação. Algumas das respostas eram: ''A mulher é como um defeito de natureza'' e ''as mulheres são como robôs: têm no cérebro uma célula de menos e, no coração, uma célula a mais''.
As questões de conteúdo machista e com estímulos de violência contra a mulher por si só constituem uma grave ofensa moral e psicológica às mulheres em geral, mas às candidatas em especial, com conseqüências concretas e imediatas no concurso, pois foram ultrajadas desde da prova o que, por óbvio, comprometeu a necessária concentração que exige um concurso deixando-as em clara situação de desvantagem havendo relatos de que candidatas deixaram a prova em revolta.
A anulação das questões denunciadas não solucionam esse grave ataque sofrido pelas mulheres e pelas candidatas em especial pois maculam o concurso de conjunto. Dessa forma, exigimos da Prefeitura de Macaé/RJ a anulação do Concurso Público, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas – FGV, que deve arcar com todos os gastos de realização de um novo certame.
Tal medida se impõe a fim de reparar minimamente a grave ofensa sofrida pelas mulheres e as candidatas, em especial, além do caráter pedagógico para toda sociedade a fim de combater o machismo, que coloca a mulher em permanente desvantagem na sociedade, e o feminicídio que assolam o nosso país.
Em um ano, no país houve um aumento em 17% de casos de feminicídio. No Estado do Rio de Janeiro aumentou 95% em violência contra mulher em quatro anos. Macaé no último dossiê do Estado teve 388 casos de violência física, 452 casos de violência psicológica e 112 casos de violência sexual.
A verdade é que, tanto a prefeitura de Macaé, como a Fundação Getúlio Vargas, através da prova, não só desprezam as mulheres como também estimulam a misoginia e a violência contra as mesmas que não podem ser aceitas.
É evidente que o governo de Walberth é marcado pelo machismo quando em atitude ditatorial, através da violência institucional contra as educadoras, impôs nesse ano uma recomposição salarial pífia, debochando assim, não só da situação econômica, mas também da sobrecarga de trabalho e das péssimas condições de trabalho.
Enquanto isso, br**ca com dinheiro público com métodos obscuros junto com a Câmara dos Vereadores que reajustou seus salários em mais de 15 mil reais. Um escândalo!
A combinação da crise do capitalismo e da falta de investimentos na Educação alimenta a crescente da violência contra a mulher. Com o arcabouço fiscal o ataque aos direitos das mulheres foi maior e a evidência está no corte de verbas do Ministério. Está na ordem do dia destruir este sistema econômico podre que é o capitalismo e construir o socialismo para que acabe de vez com o machismo e qualquer estímulo de violência contra as trabalhadoras.
Neste sentido, o MML exige não só a anulação das questões, mas exigimos da Prefeitura de Macaé/RJ a anulação do Concurso Público elaborado pela Fundação Getúlio Vargas – FGV, que deve arcar com todos os gastos, de realização de um novo certame, como também indenização às mulheres macaenses.
Basta de machismo e violência contra a mulher!
Basta de opressão e exploração!



Endereço

Rua Boa Vista, 76
São Paulo, SP
01014-001

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Movimento Mulheres em Luta posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar