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Intervozes Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social Para o Intervozes, o direito à comunicação é indissociável do pleno exercício da cidadania e da democracia.

Em atividade desde 2003, o Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social é uma organização que trabalha pela efetivação do direito humano à comunicação no Brasil. Uma sociedade só pode ser chamada de democrática quando as diversas vozes, opiniões e culturas que a compõem têm espaço para se manifestar. O coletivo é formado por ativistas e profissionais com formação em Comunicação Social e em outras áreas, distribuídos em 15 estados brasileiros e no Distrito Federal. Cada associado do Intervozes é, ao mesmo tempo, um promotor de ações locais e um colaborador na formulação e realização de estratégias nacionais adotadas pelo coletivo.

As desigualdades sociais e comunicacionais como estruturaNa América Latina em chamas, o controle sobre o direito à comun...
31/08/2026

As desigualdades sociais e comunicacionais como estrutura

Na América Latina em chamas, o controle sobre o direito à comunicação define quem pode narrar o continente

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Algumas frases para refletir neste fim de semana. E é sempre bom relembrar Nego Bispo. Foto do muro: Nossa ancestralidad...
29/08/2026

Algumas frases para refletir neste fim de semana. E é sempre bom relembrar Nego Bispo. Foto do muro:

Nossa ancestralidade nos ajuda a compreender quem somos, de onde viemos e os valores que atravessam nossa história individual e coletiva. Manter viva a memória ancestral é também uma forma de resistência. É preservar tradições, culturas e saberes de povos historicamente marginalizados e fortalecer nosso pertencimento.

Olhar para quem veio antes também é construir o futuro.

28/08/2026

Entramos na onda do Jingle do Osmarzinho, mas o caso aqui é ainda mais assustador.

Mark Zuckerberg, Elon Musk, Google e as redes sociais têm muito a responder. As big techs exploram nossos dados, nossa busca por validação e até vulnerabilidades cognitivas e emocionais, especialmente de crianças e adolescentes.

Por trás das curtidas, dos compartilhamentos e da diversão, existe um modelo de negócio que lucra com nossos dados, com a desinformação e até com o discurso de ódio.

O Relatório Direito à Comunicação no Brasil 2025 já pode ser baixado!Em 12 artigos, a publicação do Intervozes analisa t...
28/08/2026

O Relatório Direito à Comunicação no Brasil 2025 já pode ser baixado!

Em 12 artigos, a publicação do Intervozes analisa temas como o poder das big techs, a concentração da mídia, a violência nos meios de comunicação, o ECA Digital, a educação midiática e a acessibilidade.

O documento também apresenta 78 recomendações para democratizar a comunicação, garantir direitos e ampliar a autonomia tecnológica.

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O Alô Juca, apresentado por Marcelo Castro e exibido pela TV Aratu, afiliada ao SBT na Bahia. O programa diário é marcad...
27/08/2026

O Alô Juca, apresentado por Marcelo Castro e exibido pela TV Aratu, afiliada ao SBT na Bahia. O programa diário é marcado pelo acompanhamento de operações policiais em comunidades periféricas de Salvador.

Novamente, os “alvos” detidos pelos policiais e exibidos pelo programa costumam ser os mesmos: jovens negros. Antes mesmo de qualquer investigação ou julgamento, é comum o apresentador sentenciar que as pessoas exibidas na tela são membros de facções criminosas.

Chama a atenção a contradição do programa Alô Juca: o mesmo apresentador que vocifera contra “criminosos” e defende ações letais da polícia é investigado como principal suspeito do “Golpe do Pix”. Em 2023, Marcelo Castro foi demitido do Balanço Geral (Record Bahia), acusado de desviar mais de R$ 400 mil reais doados pelos telespectadores a pessoas em situação de vulnerabilidade exibidas em seu programa. O apresentador explorava a situação de pessoas que buscavam ajuda em seu programa, pedindo doações.

No entanto, de acordo com as investigações, a maior parte das doações era desviada – a “chave pix” exibida na tela era vinculada a contas pessoais, em um esquema envolvendo o apresentador e o então diretor do programa, Jamerson Oliveira. O caso foi descoberto pela própria emissora. Desde 2024, Marcelo Castro é réu no processo, com julgamento previsto para 2026.

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TBT E se fosse o seu estado sendo colonizado? Desenhando assim dá pra entender? Muitos estados brasileiros compraram arm...
27/08/2026

TBT E se fosse o seu estado sendo colonizado? Desenhando assim dá pra entender? Muitos estados brasileiros compraram arma e ajudaram o genocídio

O que os portugueses começaram a fazer em 1500 por aqui, os espanhóis em boa parte da América Latina, Israel está fazendo hoje na Palestina.

Israel desumaniza, expropria, silencia e extermina com apoio da mídia, armas poderosas e uma política ra***ta.

Aproveite para conferir o nosso artigo:

Da Palestina ao Líbano, do Complexo do Alemão à República Democrática do Congo, coberturas hegemônicas pavimentam o caminho para que crimes contra a humanidade sigam sendo praticados

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O Alô Juca, apresentado por Marcelo Castro e exibido pela TV Aratu, afiliada ao SBT na Bahia. O programa diário é marcad...
26/08/2026

O Alô Juca, apresentado por Marcelo Castro e exibido pela TV Aratu, afiliada ao SBT na Bahia. O programa diário é marcado pelo acompanhamento de operações policiais em comunidades periféricas de Salvador.

Novamente, os “alvos” detidos pelos policiais e exibidos pelo programa costumam ser os mesmos: jovens negros. Antes mesmo de qualquer investigação ou julgamento, é comum o apresentador sentenciar que as pessoas exibidas na tela são membros de facções criminosas.

Chama a atenção a contradição do programa Alô Juca: o mesmo apresentador que vocifera contra “criminosos” e defende ações letais da polícia é investigado como principal suspeito do “Golpe do Pix”. Em 2023, Marcelo Castro foi demitido do Balanço Geral (Record Bahia), acusado de desviar mais de R$ 400 mil reais doados pelos telespectadores a pessoas em situação de vulnerabilidade exibidas em seu programa. O apresentador explorava a situação de pessoas que buscavam ajuda em seu programa, pedindo doações.

No entanto, de acordo com as investigações, a maior parte das doações era desviada – a “chave pix” exibida na tela era vinculada a contas pessoais, em um esquema envolvendo o apresentador e o então diretor do programa, Jamerson Oliveira. O caso foi descoberto pela própria emissora. Desde 2024, Marcelo Castro é réu no processo, com julgamento previsto para 2026.

Apesar do escândalo, Marcelo Castro contou com a benevolência da mídia e teve o direito à presunção de inocência respeitado, conseguindo rapidamente um novo emprego na TV Aratu, o que não acontece com os jovens negros que são expostos e condenados previamente no Alô Juca.

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O projeto nacional de comunicação pública, idealizado para caminhar lado a lado com o projeto de fortalecimento da democ...
25/08/2026

O projeto nacional de comunicação pública, idealizado para caminhar lado a lado com o projeto de fortalecimento da democracia brasileira, sofreu ataques significativos nos últimos anos, retroagindo em décadas.

O período de Michel Temer na presidência resultou em um desmonte da comunicação pública no país, refletindo também nos estados governados por aliados. Seu sucessor, Jair Bolsonaro, deu continuidade ao desmantelamento – inclusive, não faltaram ameaças de extinguir a EBC, que chegou a ser incluída no Programa Nacional de Desestatização.

Nos últimos dez anos, sem a referência da comunicação pública nacional, diversas emissoras públicas nos estados foram extintas ou passaram a ser asfixiadas em seu orçamento.

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TBTNada televisionado é neutro. A programação da Globo é estruturada a partir de produtos da indústria cultural dominant...
20/08/2026

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Nada televisionado é neutro. A programação da Globo é estruturada a partir de produtos da indústria cultural dominante, que moldam valores e percepções sociais. E o que a emissora deseja fixar na opinião pública é a imagem de um “agro moderno e sustentável”.

Márcia Malcher e Silvia Adoue no site Outras Palavras já contextualizaram como as novelas da emissora vêm, há anos, buscando construir a imagem de um “Agro Verde”.

Além das novelas e séries documentais, desde 2016, a Rede Globo se engajou de forma mais explícita na defesa do agronegócio brasileiro, a partir da campanha “Agro é tech, agro é pop, agro é tudo: a indústria riqueza do Brasil” – campanha que transformou o agronegócio em protagonista do horário nobre da comunicação corporativa.

Confira o nosso novo artigo no
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