Planetário do Carmo / Prof. Acácio Riberi

Planetário do Carmo / Prof. Acácio Riberi Localizado na área do Parque do Carmo, o Planetário tem o objetivo de divertir pessoas e famílias, ensinar estudantes e gerar conhecimento para todos.
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Localizado na área do Parque do Carmo, o Planetário tem o objetivo de divertir pessoas e famílias, ensinar estudantes e gerar conhecimento para todos nas áreas de Astronomia, Física, Ciências da Terra, entre outras. Os planetários paulistanos tem como diretrizes pedagógicas modernas ser um espaço para a popularização do conhecimento científico, assim como de reflexão e discussão sobre o papel da c

iência e da tecnologia na sociedade e no meio ambiente. Planetários são salas que possuem cúpula no teto, nas quais são projetadas a configuração dos astros no céu, em qualquer instante e em qualquer lugar da Terra ou do Sistema Solar, constelações, fenômenos astronômicos como eclipses, rotação de planetas, meteoros, por meio de projeção luminosa. Dá-se o nome de Planetário ao equipamento (projetor) utilizado para essas projeções. As crianças o apelidaram de brigadeiro gigante! Em grandes centros metropolitanos como São Paulo, em que a observação do céu é prejudicada pela poluição atmosférica, nuvens e pela iluminação noturna, os planetários constituem ferramenta pedagógica indispensável para o ensino básico da Astronomia. REGRAS PARA COMENTÁRIOS NA PÁGINA: Conteúdos ofensivos, anúncios de produtos, serviços ou publicidade em geral não são aceitos.

21/03/2022

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Faremos uma pausa na atualização deste canal de 15 de agosto até o final das eleições municipais em atendimento à legisl...
15/08/2020

Faremos uma pausa na atualização deste canal de 15 de agosto até o final das eleições municipais em atendimento à legislação eleitoral, com exceção das informações sobre o enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

14/08/2020

CIENTISTAS DESCOBREM GALÁXIA DISTANTE SEMELHANTE À VIA LÁCTEA

Astrônomos, utilizando a rede de telescópios ALMA (sigla em inglês para Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), descobriram uma galáxia extremamente distante e jovem semelhante à Via Láctea. A galáxia está tão distante que sua luz levou mais de 12 bilhões de anos para chegar até nós: a vemos quando o Universo tinha apenas 1,4 bilhão de anos.

Algo surpreendente é o fato da nova descoberta não ser caótica; algumas teorias sugerem que todas as galáxias no início do Universo eram turbulentas e instáveis.

A galáxia foi denominada SPT0418-47, e, apesar de não aparentar ter braços espirais, o astro possui pelo menos duas características típicas da nossa Via Láctea: um disco giratório e um bojo, (o grande grupo de estrelas compactas ao redor do centro da galáxia) . Esta é a primeira vez que uma bojo foi visto tão afastado no Universo, tornando SPT0418-47 a galáxia mais distante parecida com a Via Láctea.

Essa descoberta é fundamental para nossa compreensão de como esses astros se formaram e evoluíram. Esta galáxia está tão distante que a vemos quando o Universo tinha apenas 10% de sua idade atual.

IMAGEM: A galáxia SPT0418-47. (Créditos da imagem: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO), Rizzo et al.)

13/08/2020

4 - Como Nascem as Estrelas Sem Explosão de Supernova Este é o quarto vídeo da série "Hoje no Céu...na sua casa". Vamos mostrar quais são as condições necess...

13/08/2020

PASSEIO VIRTUAL PELO PLANETÁRIO DO CARMO!

Nesta quinta-feira, dia 13, às 15h, teremos um passeio virtual pelo Planetário do Carmo / Prof. Acácio Riberi. Nossos anfitriões, Dinah Allen e Flávio Bianchini, irão mostrar diversos lugares do prédio, além de contar um pouquinho sobre a história do lugar.

O tour será transmitido pela página do Facebook e do Instagram () da Secretaria Municipal de Turismo de São Paulo e pelo Instagram da .

Não perca!

12/08/2020

RAIO LASER É REFLETIDO EM APARELHO LOCALIZADO NA LUA PELA PRIMEIRA VEZ

Astrônomos da Nasa receberam pela primeira vez o sinal de volta de raios laser lançados em direção ao Lunar Reconnaissance Orbite (LRO), um refletor localizado na nosso satélite natural, a cerca de 385.000 quilômetros de distância da Terra.

O aparelho que refletiu os raios laser é um refletor do tamanho de um livro e está montado no LRO, uma espaçonave que estuda a Lua há 11 anos. Um dos motivos pelo posicionamento do refletor no LRO foi para que ele pudesse servir como ajuda no teste de poder de reflexão dos painéis deixados na superfície do nosso satélite natural há cerca de 50 anos; esses refletores mais antigos estão retornando um sinal fraco, o que torna mais difícil usá-los para a ciência.

O uso de refletores na Lua acontece desde a missão Apollo. O experimento é simples: mire um feixe de luz no aparelho e registre a quantidade de tempo que leva para a luz voltar. Uma das maiores descobertas até o momento é que a Terra e a Lua estão se afastando lentamente, a aproximadamente 3,8 centímetros por ano. Essa medida, cada vez maior, é o resultado de interações gravitacionais entre os dois corpos.

IMAGEM: Concepção artística do LRO. (Créditos da imagem: Nasa)

11/08/2020
09/08/2020

Ocultação de Marte pela Lua!

O evento ocorrerá exatamente às 5 horas (horário de Brasília) de amanhã, dia 9.

A proximidade aparente de Marte com o nosso satélite natural será tão grande que, para determinados ângulos de vista aqui da Terra, a Lua irá fazer Marte "desaparecer"!

Créditos da imagem: Nasa

06/08/2020

NASA IRÁ REVISAR APELIDOS DE OBJETOS CÓSMICOS

Objetos cósmicos distantes, como planetas, galáxias e nebulosas, às vezes são referidos pela comunidade científica com apelidos não oficiais. A Nasa, uma das maiores e mais conhecidas agências de astronomia do mundo, irá revisar todos os nomes de objetos cósmicos que possam ser pejorativos ou prejudiciais a certas comunidades ou pessoas.

Como passo inicial, a agência norte-americana não se referirá mais à nebulosa planetária NGC 2392, os restos brilhantes de uma estrela parecida com o Sol, como a "Nebulosa Esquimó". "Esquimó" é visto como um termo colonial com uma história ra***ta, imposta aos povos indígenas das regiões árticas. Também não será mais utilizado o termo “Galáxia dos Gêmeos Siameses” para se referir ao NGC 4567 e NGC 4568, um par de galáxias espirais encontradas no Aglomerado de Virgem. No futuro, a Nasa usará apenas as designações oficiais da União Astronômica Internacional nos casos em que apelidos são inapropriados.

Os apelidos geralmente são mais acessíveis ao público do que os nomes oficiais de objetos cósmicos, como Barnard 33, cujo apelido é "Nebulosa da Cabeça de Cavalo", por causa de sua aparência. Mas, frequentemente, apelidos aparentemente inócuos podem ser prejudiciais.

A Agência declarou que trabalhará com especialistas em diversidade e inclusão nas ciências astronômicas e físicas para fornecer orientação e recomendações para outros apelidos e termos para revisão.

IMAGEM: A nebulosa NGC 2392. (Créditos da imagem: Raios-X: NASA / CXC / IAA-CSIC / N.Ruiz et al, Óptico: NASA / STScI)

06/08/2020

EXPLOSÕES DE UM SISTEMA ESTELAR DUPLO

Durante décadas, os astrônomos estudam as explosões do sistema de estrela dupla V745 Sco, localizado a cerca de 25.000 anos-luz da Terra. V745 Sco é um sistema estelar binário, que consiste em uma estrela gigante vermelha e uma anã branca. Esses dois objetos estelares orbitam tão próximos um do outro que as camadas externas do gigante vermelho são desmanchadas pela intensa força gravitacional da anã branca. Este material cai aos poucos na superfície da anã branca. Com o tempo, material suficiente pode se acumular na estrela para desencadear uma explosão termonuclear, denominada nova.

Em 2014, os astrônomos tiveram a chance de observar o fenômeno, usando dados do Observatório de Raios-X Chandra, da Nasa. A principal descoberta foi que parecia que a maior parte do material ejetado pela explosão estava se movendo em nossa direção e, a partir disso, foi possível desenvolver um modelo computacional em 3D da explosão.

A imagem mostra um modelo tridimensional da explosão ocorrida nesse sistema binário. A onda da explosão é representado pela cor amarela, a massa ejetada pela explosão é roxa e o disco de material mais frio é azul . Uma grande quantidade de energia foi liberada durante a explosão, equivalente a cerca de 10 milhões de trilhões de bombas de hidrogênio.

Créditos da imagem: NASA/CXC/M.Weiss

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R. John Speers, 137
São Paulo, SP
08265-040

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