MRS - Movimento Revolucionário Socialista

MRS - Movimento Revolucionário Socialista Os de cima já não podem mais. E os de baixo não suportam mais. À luta 📢🚩

🚩 Derrotar a intervenção de Trump e dos ianques na Venezuela!Fora o imperialismo da América Latina!Nenhum apoio político...
08/01/2026

🚩 Derrotar a intervenção de Trump e dos ianques na Venezuela!

Fora o imperialismo da América Latina!

Nenhum apoio político à ditadura venezuelana, com ou sem Maduro!
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12/11/2025

🚩 Fala do MRS na plenária do RN sobre a luta contra a Reforma Administrativa, com a presença de 5 centrais, sindicatos e movimentos.

21% a menos! Mulheres recebem menos que homens, mesmo tendo maior escolaridade.As mulheres no Brasil ainda ganham, em mé...
05/11/2025

21% a menos! Mulheres recebem menos que homens, mesmo tendo maior escolaridade.

As mulheres no Brasil ainda ganham, em média, 21,2% menos que os homens, segundo o 4º Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios, do Ministério do Trabalho e Emprego em parceria com o Ministério das Mulheres. O salário médio das mulheres é de R$ 3.908,76, enquanto o dos homens chega a R$ 4.958,43. A diferença é de cerca de R$ 1.050. Isso é quase 70% de um salário mínimo, que as mulheres deixam de receber todos os meses. O levantamento analisou mais de 19 milhões de vínculos trabalhistas em 54 mil empresas com 100 ou mais funcionários.
Os negros e negras são ainda muito mais explorados, sendo que as mulheres negras recebem 46% menos do que os homens brancos. Em média, uma mulher negra ganha R$ 2.986,50, enquanto um homem branco recebe R$ 6.391,94. A participação feminina no mercado de trabalho é de 41,1% do total, em 2025. São 44,6 milhões de mulheres ocupadas, perdendo, em média 21,2% de seus salários. Esta é a base do machismo, assim como do racismo, da LGBTfobia, da xenofobia e demais formas de opressão: a economia – poder explorar mais um grupo discriminado, seja ele composto por mulheres, negros, LGBTQIA+, imigrantes, etc. Num cálculo bem simples, se há 44,6 milhões de mulheres ocupadas, recebendo em média R$ 3908,76, isso significa que elas recebem, juntas, R$ 174,33 bilhões. Mas, se recebessem um salário médio igual ao dos homens,  21,2% mais alto, receberiam juntas 211,29 bilhões. Essa diferença de cerca de R$ 37 bilhões é o que os patrões lucram todo os meses com o machismo e com o salário discriminatório das mulheres. Em um ano com 12 salários e 13º, isso soma R$ 480,46 bilhões! O machismo não é algo que se explica pelo “cultural”. É produto da economia! É mais-valia. É exploração. O machismo dá lucro e alimenta o capitalismo no mundo inteiro. Engorda a conta de burgueses homens e mulheres, às custas da exploração de trabalhadores homens, mas mais ainda de trabalhadoras mulheres, assim como de negros e negras e todos os demais oprimidos.

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🚩 21% a menos! Mulheres recebem menos que homens, mesmo tendo maior escolaridade. As mulheres no Brasil ainda ganham, em...
05/11/2025

🚩 21% a menos! Mulheres recebem menos que homens, mesmo tendo maior escolaridade.

As mulheres no Brasil ainda ganham, em média, 21,2% menos que os homens, segundo o 4º Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios, do Ministério do Trabalho e Emprego em parceria com o Ministério das Mulheres. O salário médio das mulheres é de R$ 3.908,76, enquanto o dos homens chega a R$ 4.958,43. A diferença é de cerca de R$ 1.050. Isso é quase 70% de um salário mínimo, que as mulheres deixam de receber todos os meses. O levantamento analisou mais de 19 milhões de vínculos trabalhistas em 54 mil empresas com 100 ou mais funcionários.

Os negros e negras são ainda muito mais explorados, sendo que as mulheres negras recebem 46% menos do que os homens brancos. Em média, uma mulher negra ganha R$ 2.986,50, enquanto um homem branco recebe R$ 6.391,94. A participação feminina no mercado de trabalho é de 41,1% do total, em 2025. São 44,6 milhões de mulheres ocupadas, perdendo, em média 21,2% de seus salários. Esta é a base do machismo, assim como do racismo, da LGBTfobia, da xenofobia e demais formas de opressão: a economia – poder explorar mais um grupo discriminado, seja ele composto por mulheres, negros, LGBTQIA+, imigrantes, etc.

Num cálculo bem simples, se há 44,6 milhões de mulheres ocupadas, recebendo em média R$ 3908,76, isso significa que elas recebem, juntas, R$ 174,33 bilhões. Mas, se recebessem um salário médio igual ao dos homens, 21,2% mais alto, receberiam juntas 211,29 bilhões. Essa diferença de cerca de R$ 37 bilhões é o que os patrões lucram todo os meses com o machismo e com o salário discriminatório das mulheres. Em um ano com 12 salários e 13º, isso soma R$ 480,46 bilhões!
O machismo não é algo que se explica pelo “cultural”. É produto da economia! É mais-valia. É exploração. O machismo dá lucro e alimenta o capitalismo no mundo inteiro. Engorda a conta de burgueses homens e mulheres, às custas da exploração de trabalhadores homens, mas mais ainda de trabalhadoras mulheres, assim como de negros e negras e todos os demais oprimidos. Por isso, a luta pelo fim da exploração, pelo socialismo e por um novo mundo passam, o tempo todo, pela luta contra o machismo, o racismo e todas as formas de opressão. Não é possível acabar com nada disso sem acabar com o capitalismo. Mas tampouco é possível acabar com o capitalismo sem lutar junto contra todas estas formas de superexploração.

Cláudio Castro, governador do Rio, é o culpado pela maior chacina do país e precisa ser deposto e preso por seus crimes....
29/10/2025

Cláudio Castro, governador do Rio, é o culpado pela maior chacina do país e precisa ser deposto e preso por seus crimes.

O dia 28 de outubro de 2025 ficará marcado para sempre como o dia em que a polícia do RJ executou dezenas de pessoas nos Complexos da penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio. Muitos com tiros na testa, na nuca e já após rendidos. Foram ao menos 119 mortos, incluindo 4 policiais, levados a uma operação desastrada pelo governador Cláudio Castro, primeiro responsável também por suas mortes. Os demais assassinados, 115, são descritos como “suspeitos”, tanto pelo governo quando pela imprensa, que repete sem qualquer capacidade crítica o discurso oficial de que só existem bandidos nas favelas e comunidades do país. Muitos inocentes foram baleados nesta operação e mesmo quem era criminoso não poderia ter sido simplesmente executado extrajudicialmente. O Brasil não tem pena de morte nem para os assassinatos mais cruéis, estupro e demais crimes hediondos; muito menos para tráfico de dr**as. E até a pena de morte, onde é legalizada, é parte de um sistema judicial que permite, ao menos em tese, o direito à defesa e ao contraditório, a apresentação de provas, testemunhas e o devido processo legal. Na ação criminosa de Cláudio Castro não houve nada disso. Foi um retrato da barbárie e do que os sucessivos governos burgueses, corruptos e tomados por milicianos e criminosos fizeram com o Rio de Janeiro.
Ao trucidar 115 pessoas, no dia mais letal da história do Rio de Janeiro e da sua polícia, a mais assassina do Brasil, e ainda levar à morte outras 4 pessoas (os policiais), Castro cometeu tantos crimes que não pode mais continuar à frente do governo e muito menos da polícia. Ele precisa ser imediatamente afastado do cargo e preso preventivamente. Foram assassinatos em flagrante, premeditados e com requintes de crueldade. Seu massacre superou o número de vítimas do massacre do Carandiru, em São Paulo, que deixou 111 presos mortos em 1992. E tudo isso para quê? O que a população ganhou com esta ação de uma polícia conhecida por ser violenta, corrupta e cúmplice ou sócia do próprio tráfico? Nada!
A Polícia prendeu 113 pessoas e apreendeu 10 adolescentes, e disse que recolheu 118 armas, entre elas 91 fuzis. Mas a ação foi justificada porque se iriam cumprir um número de prisões de chefes do Comando Vermelho, e também nesse aspecto foi um enorme fracasso. Veículos de imprensa disseram que seriam 69 mandados de prisão; depois 94... Nem nisso o governo do RJ é transparente. Os alvos principais seriam Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso; Pedro “Bala” Paulo Guedes; Carlos “Gadernal” Costa Neves; e Washington “Grandão” Cesar Braga da Silva. Pois nenhum deles foi preso! Só prenderam e mataram a base da pirâmide do tráfico, ou inocentes. Estes “alvos” não foram tocados muito possivelmente porque a informação vazou e eles puderam se esconder antes, e isso se explica porque as polícias são parte do tráfico. Recebem dinheiro das vendas, comercializam armas para as facções, protegem seus negócios... Quando não constituem milícias que agem igual ao CV mas que são “concorrentes” dele. A matança em áreas do Comando Vermelho e a ausência de operações nas áreas da milícia pode ser inclusive uma maneira do governo ajudar o “seu lado” dos traficantes, ligados a estas milícias comandadas por policiais, ex-policiais, militares, etc. O filme Tropa de Elite 2, como várias outras obras ficcionais, mostra estas relações promíscuas entre o crime e quem diz combater o crime. É a vida que imita a arte e a arte que imita a vida.

Governo Lula dá “munição” a Castro

A população do Rio foi vítima das balas, do medo, da falta de transporte e do caos neste dia 28, mas também é alvo da “troca de tiros” entre o governo do Rio e o governo Federal. Cláudio Castro diz que a ação não foi melhor executada porque o governo federal não ajudou nem decretou a Garantia da Lei e da Ordem, a famigerada GLO, tão defendida por bolsonaristas que pretendiam dar um golpe antes ou após as eleições presidenciais de 2022. Lula, por sua vez, de forma direta ou através de seus ministros, em especial o da Justiça, Ricardo Lewandowski, diz que não “ajudou” porque Castro pediu ajuda, e que a GLO depende de um decreto presidencial, não sendo algo tão simples, mas tampouco negando que possa vir a usá-la. É uma vergonha!
Ao mesmo tempo, ap***s 1 dia depois do massacre no Rio, foi anunciado que o governo Lula deve decretar a mesma GLO no Pará, para o período da COP-30, conferência climática mundial que será sediada em Belém, de 6 a 21 de novembro. É tudo que os bolsonaristas querem: que a GLO vire instrumento de segurança pública. No Rio, o discurso patético do governador, culpado por 119 mortos, agora ganha peso, porque se banaliza o instrumento autoritário e que cerceia as liberdades civis, colocando as Forças Armadas na rua, contra “inimigos internos”, chamado GLO.
Lula já tinha se aproximado do discurso da ultradireita ao propor seu “Pacote Antifacção”, que essencialmente atende à pauta do bolsonarismo, de aumento de p***s, mudanças no Código Penal, mais facilidade de estender prisões temporárias e preventivas sem condenação, etc. Agora, é o pai da GLO no Pará e poderá ser também no Rio. É falsa a polarização vivida no Brasil, pois o PT e o PL têm essencialmente o mesmo programa econômico, impuseram reformas contra os trabalhadores, privatizações e corrupção desenfreada, sempre governando para os banqueiros e o agronegócio, Pois até na segurança pública, estão disputando quem “endurece” mais contra “o crime”, sendo que há criminosos, milicianos e responsáveis por lavar os bilhões do tráfico em seus próprios ministérios e secretariados.

Pela legalização das dr**as e o fim da PM

As medidas de curto prazo para salvar a vida dos milhões de trabalhadores que vivem em favelas, porque não têm renda para morar melhor, e são trabalhadores passam por garantir mais emprego, através do fim da jornada 6x1; da redução da jornada de trabalho de 44h para 36h, sem redução de salários; e de um plano de obras públicas, que garanta pleno emprego e que permita, dentre outras coisas, construir milhões de moradias dignas e sem a intervenção do tráfico, com saneamento básico, transporte de qualidade e urbanização a serviço dos trabalhadores. As condições de vida da maioria da população precisam mudar e há medidas que podem ser tomadas rapidamente, com o reflexo na melhoria da segurança das pessoas.
Mas a solução contra a “guerra do tráfico” passa, necessariamente, pela legalização das dr**as. Com essa medida, as prisões (onde surgem e se desenvolvem as facções) seriam esvaziadas, as mortes pelo controle de territórios, características de um negócio burguês marginal, ilegal, seriam drasticamente reduzidas; além de poder haver um debate sério e ações sobre saúde, redução do consumo de dr**as, e atendimento aos usuários. Este negócio trilionário passaria a pagar impostos, que deveriam ser revertidos em investimentos sociais, e tanto os bandos criminosos diretos como o setor das polícias, empresas e bancos que lucram com estes negócios perderiam sua fonte fácil de recursos, ou no mínimo teriam de moldá-la ao regramento que atinge os demais ramos burgueses, nos quais em nenhum há a matança que existe no mercado das dr**as ilegais.
Ao mesmo tempo, as polícias militares precisam acabar. Mesmo que a polícia civil também mate inocentes, e que tenha participado da chacina dos Complexos da Penha e do Alemão, a PM é muitíssimo mais assassina. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, as policias mataram 6243 pessoas em 2024! Segundo o Mecanismo Internacional da ONU para promover a justiça racial e a igualdade na aplicação da lei, são mais de 5000 assassinatos de pessoas negras por ano por agentes de segurança no Brasil. A PM é uma polícia feita para a guerra, para matar... Não investiga, não elucida crimes, não previne... Só mata! E trafica, rouba, desencaminha, contrabandeia... Não há como reformar a PM ou ensinar-lhe sobre os Direitos Humanos. Em quase nenhum dos demais Estados burgueses mundo afora há uma polícia “militar”. Evidente que o fim da PM é ap***s um início num processo de desmantelamento geral da estrutura de repressão estatal e de classe, contra os trabalhadores e os oprimidos. Mas é um passo essencial e urgente, que a chacina do Rio mostrou mais uma vez que precisa ser uma pauta prioritária de todos os lutadores.

Camaradas do MPR,Discutimos o "Manifesto pela construção de um partido revolucionário no Brasil" e queremos declarar nos...
25/10/2025

Camaradas do MPR,

Discutimos o "Manifesto pela construção de um partido revolucionário no Brasil" e queremos declarar nossa concordância geral com seu conteúdo. A começar pela introdução do manifesto que declara o projeto de "impulsionar a criação de um partido autenticamente operário, revolucionário, internacionalista e comunista, capaz de enfrentar a crise do capitalismo, os ataques dos governos burgueses e, acima de tudo, oferecer uma alternativa perante a falência da esquerda brasileira, que integra ou apoia, de uma forma ou de outra, o governo burguês de Lula e o projeto de conciliação de classes do PT, PSOL, PCdoB, entre outros.". Este é exatamente também o nosso projeto.
E os camaradas seguem: "fazemos um chamado amplo a todos os militantes e ativistas dispostos a se somar e a contribuir, sem compromissos prévios, na discussão do programa, da política, dos métodos, da moral e do tipo de partido que a classe trabalhadora necessita para tomar o poder, destruir o Estado capitalista e iniciar a transição ao socialismo.
Não pretendemos assumir essa tarefa sozinhos. Por isso, queremos apelar à nossa classe e debater tudo de forma ampla e democrática, elaborando coletivamente o programa, o perfil político, os estatutos e os documentos fundacionais, vinculando cada uma dessas discussões à intervenção direta na luta de classes.
Esse processo, que temos certeza de que será muito enriquecedor, deverá culminar em um Congresso Fundacional em 2026, em que se consolidará esse esforço conjunto para construir um novo partido revolucionário, baseado em um verdadeiro centralismo democrático e orientado a dotar a classe trabalhadora de uma organização à altura das tarefas históricas e imediatas impostas pela luta de classes em nosso país." Pois lhes comunicamos que aceitamos este chamado e colocaremos todos nossos esforços para a construção comum deste propósito.
Temos acordo com a análise do capitalismo, em sua época imperialista, de crises, guerras e revoluções, onde as forças produtivas já não podem mais crescer sem produzir mais crise, de seus efeitos cada vez mais danosos à classe trabalhadora e da reafirmação da disjuntiva de "socialismo ou barbárie". A superconcentração de capital, a existência de uma crise continuada desde 2008 e a resistência das massas são outros pontos de concordância em nossas análises. Temos a mesma caracterização e posição sobre a guerra de ocupação na Ucrânia, a luta palestina e a imprescindível destruição de Israel.
Mais do que qualquer outro acordo, temos a mesma avaliação de que as massas estão em movimento no mundo e o que impede que esses processos se convertam em revoluções socialistas vitoriosas é a ausência de direções revolucionárias. Objetivamente, as massas se sublevam e são capazes de derrubar governo e até regimes, mas falta o elemento subjetivo, o aspecto consciente destas lutas, que seria a direção revolucionária. Estas revoluções socialistas inconscientes, derrotadas ou abortadas, apesar de seus limites, mostram que "as condições objetivas para a revolução socialista não estão ap***s maduras, mas começam a apodrecer", como disse Trotsky, no Programa de Transição.
Também entendemos que a adaptação à democracia-burguesa, o reformismo, o eleitoralismo e a burocratização são elementos que se combinam e refletem a degeneração política de quase todas as organizações da classe trabalhadora, que tentam canalizar as lutas dos explorados e oprimidos por dentro do capitalismo, renegando, na prática, a luta pela emancipação de negros, mulheres, LGBTQIA+, povos originários, imigrantes e de todo o proletariado. É o que a própria LIT, no início dos anos 2000, já descreveu como o vendaval oportunista. A política dessa quase totalidade de organizações é de, em nome de um "programa mínimo realista", domesticar a luta de classes por dentro do regime democrático-burguês e, assim, defender o Estado burguês e sua exploração de classe, relegando um inatingível "programa máximo" aos dias de festa, em que saúdam o socialismo e a revolução com discursos vazios.
Temos a mesma análise de que a ampla maioria das direções social-democratas, stalinistas (e de seus satélites) e até "trotskistas" não ap***s abandonaram como representam entraves à revolução socialista. O derrotismo pós desmantelamento da ex-URSS aprofundou esta completa adaptação ao Estado burguês, e partidos como o PSOL são o exemplo de organizações de sustentação capitalista, apesar de seus slogans "anticapitalistas". Da mesma forma, também dizemos que a ultradireita cresce, fundamentalmente, pelos desastres que foram os governos de Frente Popular, com suas políticas frontalmente contra os trabalhadores.
Repudiamos a lógica reformista e stalinista de apoiar os "campos burgueses progressivos", assim como atuar por dentro ou capitular por fora às Frentes Populares, mesmo que sob a forma de "Frentes Populares de Combate". Diante disso, fazemos nossas as palavras do manifesto de que "Concretamente, falta um partido revolucionário no Brasil que, sendo parte de uma Internacional e participando das lutas dos trabalhadores e dos setores oprimidos, se apresente como alternativa programática e política, conduzindo esses processos para uma estratégia de tomada do poder: derrubar governos e destruir o Estado burguês, expropriar a burguesia e, em um movimento ininterrupto, avançar para a construção do socialismo tanto na arena nacional quanto internacional, instaurando o poder político do proletariado, que governará por meio de seus próprios organismos de classe e exercendo a democracia operária."
E, junto do abandono da luta coerente pela revolução socialista e por seu programa, existe a burocratização, que assegura que isso ocorra sem resistência ou calando quem resiste. É o método contrarrevolucionário a serviço de um programa contrarrevolucionário. Por isso, não podemos repetir os erros que condenamos e que, lamentavelmente, se tornaram tão comuns na esquerda dita revolucionária: de camarilha, cerceamento da democracia interna, acomodação social... Isso vale para o tipo de organização política que precisamos construir e também para a intervenção necessária sobre a superestrutura que reúne a classe operária, como os sindicatos. A luta pela revolução política é uma luta também contra esta apropriação das entidades dos trabalhadores por direções burocratizadas. É preciso que este processo de construir o novo, em base ao que nossa tradição teórica nos legou, com base em mais de um século e meio de lutas operárias, revoluções e luta pelo poder, seja realmente o mais democrático possível.
Um programa comunista, marxista, internacionalista, com um regime leninista de partido, a serviço de reconstruir a IV Internacional, tal como fundada por Trotsky e seguindo a luta de Moreno; eis a base do partido que devemos construir juntos. Com uma atuação junto da classe operária, avançando a consciência de classe a partir da ação direta, da experiência das massas e da nossa política, que deve traduzir o programa para a realidade concreta dos trabalhadores, com a agitação e a propaganda correspondentes.
O Movimento Revolucionário Socialista é a unificação dos quadros e militantes que deram esta batalha desde 2013, contra o oportunismo e o sectarismo, junto da classe trabalhadora, de suas lutas e de seus organismos, como os sindicatos, associações, comitês e central (CSP-Conlutas), construindo nosso partido e a mobilização das massas, nossas duas estratégias permanentes e indispensáveis à revolução socialista. Estamos presentes nas 5 regiões do Brasil, com militantes operários, bancários, da educação, da saúde, do serviço público, dos Correios, do movimento popular, luta contras as opressões, juventude e onde mais os revolucionários precisam estar e pudemos nos desenvolver.
Tudo o que defendemos como pilares de um partido revolucionário praticamos nestes anos de existência comum, e em base a nossos 5 congressos desde a fundação, sem contar o período que precedeu esta unificação, por meio dos grupos que originaram o MRS. Mas não é suficiente ter uma pequena, ainda que muito combativa, organização. Deve ser uma obsessão de todo revolucionário unir-se a outros revolucionários e construir um movimento cada vez mais forte e poderoso. E enxergamos nos camaradas agora reunidos no MPR companheiros desta mesma luta e com os mesmos objetivos.
Hoje, somos parte de um comitê internacional, que não é uma Internacional, não possui centralismo nem atua como um partido mundial, mas reúne 4 partidos revolucionários, chamado CRIR. O Internacionalismo é tão importante para nós que estivemos presentes nos Encontro da Rede Internacional ocorridos na França, Espanha e Brasil (duas vezes), em inúmeras lutas e congressos na Argentina, México, Tunísia, Egito, Turquia e Curdistão. Fomos a Kobane em meio à guerra civil, revolução popular e expulsão do ISIS. E não abrimos mão de que o novo partido revolucionário que venhamos a construir seja parte deste esforço por uma nova organização mundial revolucionária. Faremos o possível para que os demais camaradas do CRIR enxerguem a mesma importância deste projeto; mas o MRS está falando por si mesmo neste comunicado, e nossas decisões serão produto da avaliação de nossos militantes, de forma autônoma e centralizada democraticamente. E estamos convencidos de que é necessário apostarmos neste caminho de unificação com os camaradas do MPR. Os revolucionários já se fragmentaram centenas de vezes; tantas que às vezes se perde a perspectiva oposta e que deve sempre nos nortear: de reagrupar os revolucionários. Não a qualquer preço, não à base de amálgamas ou de uma falsa diplomacia, que esconda diferenças irreconciliáveis. Mas reagrupar quando realmente há princípios, programa, método e concepção de partido comuns.
Já enfrentamos muitas coisas e passamos por muitas lutas, contra a burguesia e burocracias de todo tipo, por calúnias e agressões, mas, sempre nos mantivemos junto da classe operária, sem nunca manchar nossa bandeira e em defesa da moral revolucionária. E acreditamos que ninguém, nem nenhuma sigla ou questões menores podem deter a necessária construção de uma ferramenta sólida e superior a todos nós e a qualquer de nossas organizações já consolidadas ou em vias de se consolidar. A História quase nunca perdoa os que desperdiçam as oportunidades que se colocam diante de nós.
E temos uma oportunidade extraordinária à nossa frente: construir um partido que possa, de fato, se apresentar como uma alternativa de direção às massas no Brasil e no mundo, e ser o embrião de processos ainda muito maiores. Por isso, também militaremos juntos por um Movimento por um Partido Revolucionário.

Movimento Revolucionário Socialista. 22/10/2025

🇵🇸 La "paz" en Palestina y Oriente Medio solo puede llegar con el fin de Israel.El acuerdo de alto el fuego entre la res...
20/10/2025

🇵🇸 La "paz" en Palestina y Oriente Medio solo puede llegar con el fin de Israel.

El acuerdo de alto el fuego entre la resistencia palestina, liderada por Hamás, y el gobierno n**i-sionista de Israel, a partir de un plan del presidente estadounidense Donald Trump, fue celebrado por los trabajadores, la prensa y los gobiernos, pero solo detiene momentáneamente el genocidio contra los palestinos. A cambio de los 20 capturados que aún seguían vivos y que Hamás liberó el 13 de octubre, Israel liberó a 250 presos condenados a cadena perpetua (en juicios ilegales) y a 1.700 detenidos únicamente por ser palestinos, desde que comenzó la reciente ocupación israelí en 2023. Pero, contrariamente a la versión de que "todos los rehenes han sido liberados", anunciada por el imperialismo y los grandes medios de comunicación, todavía hay 11.000 palestinos más secuestrados en cárceles israelíes, 400 de los cuales son niños. Israel también ha arrestado a más de 20.000 palestinos en Cisjordania en los últimos dos años, y más de 15.000 palestinos de la Franja de Gaza han sido secuestrados por Israel y pueden estar recluidos en centros de tortura, sin siquiera estar registrados en el sistema penitenciario.
En sus cárceles, Israel ejecuta, golpea, tortura, viola y comete todo tipo de violencia física, sexual y psicológica contra hombres, mujeres y niños. El genocidio televisado a diario de los últimos dos años ha mostrado bombas destruyendo escuelas, hospitales, hogares y toda la infraestructura de Gaza, matando deliberadamente a más de 70.000 personas, casi la mitad de ellas mujeres y niños. Se han producido ejecuciones premeditadas de médicos, periodistas y miembros de organizaciones humanitarias internacionales; asesinatos en Líbano, Irán y Qatar. El gobierno semin**i de Israel ha violado todas las convenciones internacionales sobre guerra e intentado promover la limpieza étnica en Gaza. Así como Hi**er y los n***s masacraron a los judíos hasta llegar a la "Solución Final" del exterminio, ahora son los sionistas quienes replican los métodos n***s, masacrando a los palestinos hace exactamente 80 años, y ahora han intentado implementar su "Solución Final" de eliminarlos.
Israel no puede ser llamado n**i porque, al igual que el fascismo, este régimen corresponde a un amplio sistema de destrucción de la clase trabajadora (en el caso del n***smo, con el componente de supremacía racial) a nivel internacional, encabezado por países imperialistas con un proyecto de destrucción global. Los sionistas también son supremacistas, ra***tas, mesiánicos y genocidas, pero su Holocausto es regional, producto de un gobierno que aspiraba a la importancia del Tercer Reich, pero es simplemente un enclave militar al servicio del imperialismo. Sin embargo, los métodos sionistas son similares a los del n***smo y se remontan a las organizaciones terroristas Irgún y Haganá, que, con bombas y masacres, iniciaron la expulsión de los palestinos de sus tierras en 1945, incluso antes de la creación del terrorista e ilegítimo Estado de Israel en 1948. Esta acción ha continuado ininterrumpidamente durante estas ocho décadas, con colonos militarizados y fanáticos ocupando cada vez más territorios palestinos, siempre apoyados por las terroristas Fuerzas Armadas israelíes.
La resistencia armada palestina fue responsable de que no se produjera la destrucción total de su territorio y su pueblo. Y el reciente alto el fuego solo garantiza un breve respiro de esta larga masacre. Debemos celebrar la derrota de Israel y su retirada provisional, con la mayoría de los palestinos pudiendo dormir y despertar sin que les caigan bombas sobre la cabeza ni sufrir los efectos de la hambruna más brutal. Pero el hambre sigue siendo una realidad generalizada; ya se han reanudado las restricciones a la entrada de alimentos y medicinas; miles de personas siguen secuestradas en mazmorras israelíes; toda la Franja de Gaza yace en ruinas; y tanques y soldados asesinos siguen ocupando aproximadamente la mitad de Gaza y amenazan con destruirlo todo de nuevo.
Si los 75 años de dominio israelí, de 1948 a 2023, ya habían dejado claro que la paz en la región solo puede existir con el fin del Estado de Israel, estos dos últimos años han sido una prueba aún más irrefutable. Por el bien de los trabajadores y oprimidos de Israel, este "país" debe desaparecer, dando paso a una Palestina única, laica, democrática y no ra***ta, libre del río al mar.

Una derrota para los n***sionistas
Por frágil y parcial que sea el alto el fuego, es una derrota para los n***sionistas. El genocida Benjamín Netanyahu y sus ministros declararon repetidamente que solo pondrían fin a la masacre cuando destruyeran la resistencia palestina, representada por Hamás, y liberaran a todos los capturados por ella.
Nunca lograron liberar a sus cautivos, pues dependían de la decisión de Hamás y, gracias a sus propias bombas, mataron a decenas de sus "rehenes". A cambio, siempre se vieron obligados a liberar a muchos más palestinos secuestrados, a pesar de que a menudo incumplían estos acuerdos, volviendo a arrestar a un número similar de palestinos e incluso a algunos de los liberados. En cualquier caso, Netanyahu sale desmoralizado de este proceso, en el que solo logró el retorno com vida de parte de los capturados, dos años después, y gracias a las acciones de Hamás tras la interferencia de Trump.
En cuanto a la resistencia popular masiva en Palestina, se mantiene vigente. Hamás sigue armado, con una capacidad logística impresionante, hasta el punto de mantener y mover a los capturados durante todo este tiempo, incluso con el territorio en ruinas, sin transporte, agua, alimentos ni nada. El apoyo popular masivo a los combatientes sigue siendo extremadamente fuerte, y nada que se concrete en Gaza, especialmente un nuevo gobierno, puede lograrse sin Hamás y la resistencia.
Esto coloca a Netanyahu en una situación de inestabilidad interna, tanto por la presión de los sionistas que abogaban por continuar los ataques hasta el exterminio total de los palestinos, como por sectores que veían la guerra como una masacre inaceptable de su gobierno, así como por las familias de los capturados, que denunciaron constantemente su abandono por parte del gobierno, que nunca priorizó su liberación, en nombre de un objetivo militar incumplido.
Es necesario hacer todo lo posible para profundizar esta crisis sionista y derrocar a este gobierno genocida; no por que algún otro gobierno cambie la naturaleza asesina del propio Estado de Israel, sino para que el fin de esta masacre, llamada guerra, sea más probable.

Una teocracia semin**i y al servicio del imperialismo.
Israel es considerado por sus defensores como "la única democracia en Oriente Medio" porque cuenta con elecciones populares y un régimen aparentemente democrático-burgués. Sin embargo, al igual que con el apartheid sudafricano, la mayoría de los palestinos carecen de derechos políticos en Israel. El gobierno persigue la libertad de prensa, prohíbe el derecho de expresión, de organización e incluso el derecho de ir y venir de millones de palestinos. Para una minoría judía, hay "democracia"; pero es una dictadura contra una gran parte de los propios israelíes y contra los palestinos.
Los métodos n***s transforman Gaza en un campo de concentración permanente, además de robar constantemente más tierras en Cisjordania y ejercer violencia contra los árabes israelíes. Solo los judíos, y no todos, tienen sus derechos garantizados, y el resto es tratado, en el mejor de los casos, como ciudadanos de segunda clase.
Todo esto se sustenta como parte del proyecto del imperialismo estadounidense, donde Israel actúa como su enclave militar, empuñando armas atómicas, amenazando a las poblaciones árabes de la región y apoyando a gobiernos que, a pesar de ser musulmanes (árabes y no árabes), son cómplices del sionismo y las masacres de Israel. Sin la existencia de este "país" ilegítimo, las masas de Oriente Medio, Egipto, Turquía, Irán y muchos otros países podrían alzarse con mucha más fuerza, derrocando a sus propios gobiernos y convirtiéndose en una pesadilla para los intereses económicos y políticos del capitalismo global.

La complicidad de los liderazgos árabes, la socialdemocracia y el reformismo global
Lo que hace aún más impresionante la victoria parcial y momentánea de la resistencia palestina es la complicidad de la gran mayoría de los liderazgos árabes, las organizaciones socialdemócratas y reformistas de todo el mundo. Los gobiernos árabes permitieron la masacre palestina sin expresar prácticamente ninguna reacción concreta. Qatar vio su territorio violado por ataques israelíes y no tomó represalias. El gobierno libanés hizo lo mismo. Solo Hezbolá en el Líbano, los hutíes en Yemen e Irán respondieron a Israel con misiles y contraataques. Aun así, a una escala mucho menor de la necesaria, especialmente en el caso de Irán, que sufrió cientos de bombardeos, tuvo políticos y científicos asesinados, y líderes palestinos ejecutados en su territorio, y terminó sin reaccionar ante Israel, tras un contraataque con misiles insuficiente, con casi ningún efecto ni bajas entre los sionistas.
La Autoridad Nacional Palestina, liderada por Fatah, no hizo nada para defender a Gaza ni a los palestinos de Cisjordania, donde ejerce el poder de forma antidemocrática. Al contrario, actuó como colaboradora de los n**i-sionistas, atacando constantemente a la resistencia armada en Gaza y legitimando el genocidio palestino. No es casualidad que la ANP sea cada vez más repudiada por las masas palestinas como cobardes y traidores a la resistencia y al pueblo.
Por su parte, los llamados gobiernos de izquierda, como los de Lula, López Obrador, Boric, Petro, el Partido Laborista en Inglaterra y los partidos "socialistas" de toda Europa, han oscilado entre el silencio cómplice y, como mucho, declaraciones contra el genocidio, algunas bastante enfáticas, pero sin medidas concretas contra la masacre. Petrobras, la empresa estatal brasileña de petróleo y gas, continuó enviando petróleo a Israel durante los dos años de genocidio, al igual que Brasil siguió comprando armas y sistemas de seguridad israelíes, con quien el gobierno de Lula nunca rompió relaciones comerciales ni diplomáticas, incluso después de ser declarado "persona non grata" por ellos. En México, el gobierno de Claudia Sheinbaum capituló ante Israel de principio a fin.
Las organizaciones de la izquierda reformista, en general, denunciaron a Israel y llevaron a cabo actividades en defensa de Gaza. Algunos incluso contaron con representantes en la Flotilla Global Sumud, que intentó llegar a Gaza y fue interceptada por Israel. Estas fueron acciones progresistas en el contexto de la defensa del pueblo palestino, pero contradecían rotundamente la postura contra la destrucción de Israel sostenida por la mayoría de estos grupos, que, a pesar de todo, siguen apoyando la continuidad del Estado asesino de Israel. Lo peor de todo es que algunas de estas corrientes y grupos forman parte de gobiernos burgueses como el de Brasil, ya que son miembros del PSOL, que conforma el gabinete de Lula. Así como Lula solo pronunció discursos en contra del genocidio, pero en la práctica fue cómplice del mantenimiento de la industria bélica genocida, las organizaciones reformistas que no luchan por el fin del Estado n**i-sionista también contribuyen a preservar los orígenes de la masacre contra los palestinos.

La necesidad de un apoyo incondicional a la resistencia y a la soberanía popular en Palestina.
Los revolucionarios deben apoyar incondicionalmente la resistencia armada palestina. Solo ella ha asegurado la supervivencia de Gaza hasta ahora, y solo ella puede formar parte de la lucha para derrotar a los sionistas. Hay que defender la resistencia política, financiera y militarmente, por todos los medios posibles. La llegada de medicamentos, agua, alimentos y materiales para la reconstrucción de Gaza debe ir acompañada de recursos financieros y la financiación de más armas para la resistencia. Y todo lo que los revolucionarios puedan aportar en este sentido es fundamental.
Es necesario ampliar la solidaridad internacional, con una lucha política contra todo gobierno que haya apoyado a Israel o haya permanecido en silencio ante el genocidio. También debemos exigir la ruptura total de relaciones con Israel a aquellos países que reconocen a Palestina como Estado y que han condenado verbalmente el genocidio.
Los trabajadores judíos, musulmanes, cristianos, budistas y otros religiosos, así como los ateos y la población en general, deben unirse en la lucha por el fin de Israel y por una Palestina libre, desde el río hasta el mar, laica, no ra***ta y controlada por los explotados y oprimidos de la región.

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São Paulo, SP

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