Coordenação de Políticas para o Idoso

Coordenação de Políticas para o Idoso Coordenar, formular e implementar projetos e políticas públicas ligadas a população idosa do m

A Coordenação de Políticas é parte da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. Seu papel é o de promover, coordenar e implementar políticas públicas no âmbito do município de São Paulo. Tem como valores a valorização do idoso, e sua inserção nos espaços de debate, formulação e decisão de políticas públicas. Visa sempre à promoção da cidadania, o respeito aos
Direitos Hum

anos e o combate a todas as formas de discriminação e preconceito. Valorização da diversidade e convivência do idoso com os mais diferentes grupos sociais.

02/12/2016

Ontem, com a formatura dos alunos, encerrou-se o curso da Universidade Aberta da Pessoa Idosa. Iniciativa desta coordenação, a UAPI foi um espaço de encontros e descobertas para muitos de seus participantes. No vídeo que segue, trazemos alguns relatos das experiências vivenciadas pelos alunos do curso e sua importância para o público idoso da cidade de São Paulo.

Gostaríamos aqui de agradecer a todos os alunos e cada um que fez possível esta empreitada e, em especial, a Dra. Guiomar Silva Lopes, idealizadora e realizadora da UAPI.

COMUNICADO:
29/07/2016

COMUNICADO:

"Pesquisas sobre violência são tradicionalmente voltadas para mulheres em idade reprodutiva, que vai dos 15 aos 49 anos....
22/06/2016

"Pesquisas sobre violência são tradicionalmente voltadas para mulheres em idade reprodutiva, que vai dos 15 aos 49 anos. No entanto, quase um quarto da população global de mulheres possui 50 anos ou mais e é particularmente vulnerável a agressões motivadas por questões de gênero."

Pesquisas sobre violência são tradicionalmente voltadas para mulheres em idade reprodutiva, que vai dos 15 aos 49 anos. No entanto, quase um quarto da população global de mulheres possui 50 anos ou…

Fonte: Rádio ONU
16/06/2016

Fonte: Rádio ONU

30/05/2016
8 de março, dia de luta e de reflexão.
08/03/2016

8 de março, dia de luta e de reflexão.

UAPI – Universidade Aberta da Pessoa IdosaA Universidade Aberta da Pessoa Idosa (UAPI) é um curso livre voltado para ref...
24/02/2016

UAPI – Universidade Aberta da Pessoa Idosa

A Universidade Aberta da Pessoa Idosa (UAPI) é um curso livre voltado para reflexão sobre o envelhecimento, oferecido pela Coordenação de Políticas para Idosos, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania em parceria com a UNIFESP. Este curso não se propõe a oferecer formação de nível acadêmico, mas é um curso aberto a todos que tenham interesse em voltar a estudar e conhecer.
Assim, para participar da UAPI, não é necessária nenhuma formação específica, apenas disposição para conhecer e produzir. Com a contribuição de diferentes professores e especialistas, os cursos que compõem a UAPI estão divididos em três grandes áreas: promoção de Saúde, Humanidades e Artes.
A Aula Inaugural será aberta a todas e todos que se interessarem e contará na abertura com a presença do Secretário Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, Eduardo Suplicy; a Pró Reitora da UNIFESP, Dra Soraya Soubhi Smaili, com a Coordenação da Dra Guiomar Silva Lopes, Coordenadora de Políticas para Idosos, de SMDHC. A aula inaugural será em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, 8 de março e abordará o tema Gênero e Envelhecimento e será ministrada por Vera Soares, pesquisadora da USP, ex Secretária de Ações Temáticas da Secretaria de Políticas para Mulheres da Presidência da República e ativista dos direitos das mulheres.
A Aula Inaugural da UAPI, será no dia 07 de março de 2016 das 14:00 horas ás 17:00. Local: UNINOVE VERGUEIRO - Auditório térreo. Rua Vergueiro, 235/249 – Liberdade – São Paulo. Contamos com sua presença e divulgação.

Coordenação de Políticas Para Idosos.
Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania

Telefone: 3113-9710

UAPI – Universidade Aberta da Pessoa IdosaA Universidade Aberta da Pessoa Idosa (UAPI) é um curso livre voltado para ref...
02/02/2016

UAPI – Universidade Aberta da Pessoa Idosa

A Universidade Aberta da Pessoa Idosa (UAPI) é um curso livre voltado para reflexão sobre o envelhecimento. Esse curso não se propõem oferecer formação de nível acadêmico, mas sim um curso aberto a todos que tenham interesse em voltar a estudar e conhecer.
Uma universidade aberta, como a UAPI, é uma proposta de aproximar os saberes da universidade da população em geral. Assim, para participar da UAPI, não é necessária nenhuma formação específica, apenas disposição para debater, conhecer e produzir.
Com a contribuição de diferentes professores e especialistas, oferece uma série de atividades que procuram debater o papel da pessoa idosa em nossa sociedade, suas formas de expressão e seus espaços de sociabilidade.
Os cursos que compõem a UAPI estão divididos em três grandes áreas: promoção de saúde, humanidades e Artes.
Cada uma destas áreas se divide em diversos temas e atividades que foram planejadas para promover conhecimento e discussão sobre o envelhecimento. Debater temas como nosso corpo envelhece? Qual é o papel do Idoso em Nossa Sociedade? Quais são os direitos e os desafios do Idosos em São Paulo? Como a história do bairro e da cidade em que vivemos afeta nosso envelhecimento; Como a arte, a música e o teatro nos ajudam a compreender o mundo ao nosso redor?
As atividades da UAPI acontecerão das 13h30 às 17h00, duas vezes por semana.
Faça sua inscrição atráves do link abaixo, ou compareça a parti do dia 15/02/2016 na unidade desejada.

https://docs.google.com/forms/d/15TkJdA34qTfQB5D1tjIDdKSCTUrIo-UgX-vE0EhBKjM/viewform


CEU Aricanduva
CEU Parelheiros
CEU Cantos do Amanhecer
Unifesp Santo Amaro
Unifesp Vila Clementino (Esgotado)
Informações pelo telefone: 3113-9704/3119710.

A Secretaria de Direitos Humanos assinou hoje convênio com a UNIFESP ampliando a Universidade Aberta para os Idosos. Mai...
27/01/2016

A Secretaria de Direitos Humanos assinou hoje convênio com a UNIFESP ampliando a Universidade Aberta para os Idosos. Mais uma oportunidade para as pessoas de mais de 60 anos.
A criação de uma Universidade Aberta à Pessoa Idosa (UAPI) pela Secretaria de Direitos Universidade Aberta Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania torna-se um desafio e uma nova experiência assumida pela Prefeitura no desenvolvimento de ações de acessibilidade das pessoas idosas ao conhecimento nas diversas áreas do saber como saúde, arte, ciências sociais, cultura, esporte e lazer, além da reinserção social. Trata-se de um curso que oferece a oportunidade não só de novos conhecimentos como a reflexão dos direitos da pessoa idosa compondo o universo dos direitos humanos. Cursos da UAPI nas seguintes unidades:
CEU Aricanduva
CEU Parelheiros
CEU Cantos do Amanhecer
Unifesp Santo Amaro
Unifesp Vila Clementino

06/01/2016

A formação da pessoa idosa como liderança dos movimentos sociais da comunidade.
Cidade Tiradentes.

03/12/2015

Encerramento da UAPI - Universidade Aberta da Pessoa Idosa.

A redação do ENEM e as mulheres idosasComo a maioria de vocês já deve saber, a Persistência da Violência Contra a Mulher...
29/10/2015

A redação do ENEM e as mulheres idosas

Como a maioria de vocês já deve saber, a Persistência da Violência Contra a Mulher foi o tema da redação do ENEM neste último final de semana. O assunto tomou também as redes sociais e outros canais de discussão pública. O que por um lado nos espanta, por outro nos motiva. É fundamental ver que o tema da violência contra a mulher tenha mobilizado debates em nosso país. Isso por que é justamente no silêncio e na naturalização destas violências que reside grande parte do problema. Abusos e diversas formas de assédio não são praticadas apenas por maníacos e desconhecidos, mas por gente próxima da vítima, familiares e conhecidos. Muitas a luz do dia e com conivência de uma sociedade profundamente desigual e ainda covarde para enfrentar suas dívidas históricas com as mulheres, os negros, os povos indígenas e tantos e tantos grupos marginalizados.

O debate nos atemorizou também. Não foram poucas as manifestações machistas e desqualificadas que surgiram para criticar o tema e criticar aqueles que celebraram sua escolha. Mesmo que pese a tristeza de ver esta onda conservadora se expressar impunemente nas redes sociais, é um momento de nos alegrarmos. Mais de seis milhões de jovens de todo o país tiveram a oportunidade de ler, refletir e produzir opiniões sobre este tema. É hora de celebrarmos os organizadores da prova que tiveram a coragem de falar de um assunto tão atual e necessário. Nós, como Coordenação de Políticas para a Pessoa Idosa da Cidade de São Paulo, queremos nos somar a este debate público, trazendo um pouco da experiência que acumulamos na construção da Universidade Aberta da Pessoa Idosa. Alguns dos temas que debatemos neste curso, e que se fazem oportunos para o debate público neste contexto, refletem justamente a o papel da mulher idosa e as violências sofridas por elas em nossa cidade.

Como sabemos, a situação da pessoa idosa no Brasil, e principalmente em São Paulo é bastante complexa. Fatores como classe social, raça, cor e gênero se cruzam e determinam condições bastante desfavoráveis para a maior parte da população com mais de 60 anos de idade. Vemos preconceitos e exclusões que se acumulam, provocando situações desumanas. Vivemos numa sociedade que se perpetua há séculos através desses mecanismos.

Apesar de todas as dificuldades enfrentadas ao longo da vida, o número de mulheres que hoje chega a idades avançadas é superior ao de homens. Esse fenômeno é chamado de “feminização da velhice” – o índice de mortalidade do s**o feminino é menor que o do s**o masculino. Segundo o Censo Demográfico de 2000, por exemplo, 55% da população brasileira maior de 60 anos de idade era de mulheres. Pelo Censo Demográfico de 2010, em São Paulo, as mulheres eram 60% da população de pessoas com 60 anos ou mais de idade.

Porém, as mulheres idosas também são as maiores vítimas da violência. Os agressores das vítimas idosas do s**o feminino representam 77% entre familiares e outros conhecidos, enquanto nos casos de vítimas masculinas esse número cai para 50%. De qualquer forma, podemos notar que existe uma grande predominância da violência geracional praticada dentro de casa. Não apenas a violência física, mas também as diferentes formas de exclusão que afligem aos idosos aprofundam as diferenças de gênero que marcaram a vivência destas mulheres ao longo de toda sua vida. Um exemplo destas outras violências na relação com a família é a perda da autonomia financeira do idoso mesmo em casos onde ele é provedor da casa ou tenha renda própria.

Uma das raízes destas diferenciações se dá pela divisão sexual do trabalho e sua relação com o processo de envelhecimento da mulher no Brasil. Apesar dos avanços da mulher no mundo do trabalho, ainda hoje a situação é muito desigual para homens e mulheres jovens no que diz respeito aos salários, progressão na carreira e acesso a cargos de comando em empresas e , na política ou no sistema público. Mas, no período em que a maioria das idosas de hoje eram jovens e adultas, as restrições para sua inserção no mercado de trabalho eram muito maiores. Esse prejuízo se manifestou em sua formação educacional e profissional, e faz com que as diferenças entre a idosa e o idoso se reflitam também no nível de renda, aposentadoria e assistência social.

Ainda que compartilhem com os homens idosos muitos dos preconceitos do processo de envelhecimento, a experiência da velhice para as mulheres é, em sua maioria, de maior exclusão e dependência que a dos homens. Numa sociedade profundamente desigual como a nossa, diferenças de classe social e a persistência do racismo operam e se perpetuam simultaneamente com a exclusão de gênero. O que significa dizer que há grandes diferenças na experiência da velhice entre as mulheres da elite e da classe média, em geral brancas, para as mulheres pobres e negras das periferias do país.

A desigualdade de distribuição das tarefas no espaço doméstico também é uma das facetas do machismo: as mulheres são responsáveis por quase todas os trabalhos do lar desde a infância até a velhice. Em muitos casos, as idosas dividem seu tempo entre o cuidado dos netos, dos filhos, do próprio companheiro, e dos outros idosos da família (pai, mãe, sogros) faltando-lhe tempo para se dedicar a elas mesmas. A própria ideia de que a velhice é um momento de parar de trabalhar não se efetiva quando falamos na segunda jornada de trabalho, tão comum às mulheres brasileiras.

Assim, por tudo isso, a velhice é o momento em que estas condições dadas de desigualdade de gênero se somam a exclusão provocada pelo descaso às pessoas idosas em nossa sociedade. Por isso, envelhecer jamais pode ser visto como um processo único, comum a todos.

A feminização da velhice, nos alerta para a ainda baixa expectativa de vida dos homens idosos, mas também nos alerta para a necessidade de problematizar as condições de vida das mulheres que atingiram idades avançadas. Assim, as políticas públicas precisam se voltar para o fato de que as mulheres são a maioria na população brasileira, fator que se aprofunda na velhice. Por isso mesmo é que políticas públicas focadas nas condições das mulheres são fundamentais para superar muitas das nossas desigualdades históricas.

Se a violência e a opressão à mulher chamam a atenção de setores progressistas e despertam o ódio irracional de grupos defensores de privilégios e desigualdades, isso é fruto da luta e organização das mulheres. Nesse sentido é que só se podem esperar os melhores resultados da organização das mulheres idosas, sistematizando as suas pautas e difundindo as suas reivindicações.

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Rua Libero Badaró, 137, 4º Andar/Centro
São Paulo, SP
01009-000

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Segunda-feira 08:00 - 17:00
Terça-feira 08:00 - 17:00
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