Melody Of Death

Melody Of Death Entenda, Medo é o conhecimento de que vc vai morrer. Horror é a realização de que você não vai morrer logo. Boa noite.

EM SEU PÉLauren uma mulher batalhadora e destemida nunca teve medo de nada e ninguém, nunca acreditou em seres sobrenatu...
25/08/2015

EM SEU PÉ
Lauren uma mulher batalhadora e destemida nunca teve medo de nada e ninguém, nunca acreditou em seres sobrenaturais.
Um dia ela indo ao trabalho, o som do carro começa a transmitir um barulho agudo tão alto que o som explode, no dia seguinte (folga) em casa ainda dormindo Lauren acorda com chiado da tv, achando estranho ela resolve ir ao Shopping.
Chegando lá, Lauren passeando percebe que tem alguém lhe seguindo, nervosa ela resolve comunicar ao segurança.
- Calma senhora não tem ninguém te seguindo.
- Mas ele estava bem atrás de mim!
- Então vamos a sala de segurança.
Visualizando as telas não viu ninguém atrás dela.
Nos dias seguintes Lauren sentiu muitas dores na perna, não aguentando mais ela foi ao médico, a médica pediu para tirar raios-x da perna, olhando os raios-x ela diz que não tem nada.
Num dia Lauren foi comprar um espelho de corpo completo, chegando lá olhando o espelho ela resolveu olhar o pé, quando olhou o pé se deparou com uma pessoa morta segurando o seu pé, Lauren nervosa começa a se debater e girar de um lado para o outro, de tanto girar ela f**a tonta e acaba caindo em cima de um vergalhão que acaba perfurando seu cérebro e finalizando com sua morte.

05/08/2015
05/08/2015

Minha esposa acordou na noite passada para dizer que havia um intruso na casa. Ela foi assasinada por um intruso a 2 anos atrás.

05/08/2015

Um dia eu ignorei o som do meu colega de quarto batendo na porta me pedindo para deixá-lo entrar. Eu ignorei enquanto eu o observava dormir no outro lado.

05/08/2015

“Um, dois, O Freddy vem te pegar,
Três, quatro, é melhor trancar a porta.
Cinco, Seis, Agarre seu crucifixo,
Sete, oito, fique acordado até tarde.
Nove, dez, não durma nunca mais”

05/08/2015

Não tenha medo. Não vou te comer. Pessoas como você embelezam o mundo!

05/08/2015

Vá para a luz, Carol Anne.

A NOVA FAMILIAHavia uma pequenina cidade, onde uma nova família acabava de chegar, a família Dias. Era uma família peque...
05/08/2015

A NOVA FAMILIA
Havia uma pequenina cidade, onde uma nova família acabava de chegar, a família Dias. Era uma família pequena, apenas o pai, a mãe e duas garotas, Luah Dias e Laura , Luah a mais velha com 13 anos e Laura a mais nova com 4 anos. Haviam se mudado para uma casa que havia suspeitas de mortes, ninguém da família hesitou.

Ninguém da família acreditava em “eventos sobrenaturais” achavam que era bobagem acreditar nisso. Alguns dias se passaram e a família não tinha suspeita de algo sobrenatural na casa, era apenas uma casa como qualquer outra. Mais na 5º noite a Laura acorda aos berros, e sobressalta que havia uma pessoa na porta de seu quarto, mais ninguém a levou em consideração já que ela era apenas uma criancinha.

Mais dois dias se passaram e há filha mais velha, Luah acorda e sente um peso sobre o seu estomago, como se algo estivesse encima dela. Desesperadamente grita por seu pai que logo chega ao quarto, mais ele nada encontra, todos na casa f**aram chocados com o acontecido, mais preferem persistir com a ideia de que foi apenas impressão.

No 10º dia os pais das meninas dormem em seu quarto, quando de repente a mãe é puxada brutalmente para fora da cama, eu marido salta da cama e não acredita no que vê mais ele não consegue se mexer, como se algo o prendesse ao chão, a filha mais velha já havia pesquisado sobre eventos paranormais, pega o saleiro e arremessa o sal pelo quarto. Os “maus espíritos” vão embora, imediatamente a família que não acreditava em nada sobrenatural foge da casa e muda de cidade, logo assim conseguindo escapar do pesadelo que era a sua casa anterior. Eles foram a única família que conseguiu escapar da morte, pelo menos naquela casa, aonde todos os moradores antigos haviam morrido.

KUCHISAKE-ONNA (A MULHER DA BOCA CORTADA)Uma mulher com a boca cortada por um marido ciumento, que retorna como um espír...
05/08/2015

KUCHISAKE-ONNA (A MULHER DA BOCA CORTADA)
Uma mulher com a boca cortada por um marido ciumento, que retorna como um espírito mal-intencionado que comete os mesmos atos feito nela.
A lenda pega a partir deste ponto, afirmando que a mulher perambula pela noite, com o rosto coberto por uma máscara cirúrgica, o que não seria especialmente incomum, já que as pessoas com resfriados freqüentemente usam máscaras para o bem de outras pessoas no Japão. Quando ela encontra alguém ( principalmente crianças ou estudantes universitários ), ela pergunta timidamente: "Eu sou bonita?". Se a pessoa responder que sim, ela tira a máscara mostrando a boca e diz: "Mesmo assim?". Neste ponto, se a vítima responder "Não", ela irá matá-lo. Se a vítima disser que ela é bonita uma segunda vez, ela segue a vítima até sua casa e a mata na porta de sua residência, devido ao fato de que "kirei" ( "bonita" ) é um homófono perto de "kire" a forma imperativa de "cortar", ou seja mesmo que responda sim, irá morrer. Em outras versões do mito, se você responder sim depois que ela retira a máscara, ela lhe dará um grande e ensopado sorriso cheio de sangue e irá embora. Uma outra versão diz que, se você responder sim, ela vai pegar a tesoura e cortar a sua boca de orelha a orelha, fazendo-lhe f**ar bonita igual a ela. Em mais outra versão, você pode ser salvo se responder "Você está normal", jogando doces ou guloseimas para ela, ou simplesmente oferecer-lhe doces. Uma outra forma é perguntar se você é bonito, ela irá f**ar confusa e ir embora. Mas na maioria das versões diz que se é impossível escapar dela, pois ela sempre aparece na sua frente, não importando o que você faça para se salvar.

SARAH O'BANNONCaixões costumavam ser construídos com furos, ligados a seis tubulações de cobre e um sino. As tubulações ...
04/08/2015

SARAH O'BANNON
Caixões costumavam ser construídos com furos, ligados a seis tubulações de cobre e um sino. As tubulações serviam para permitir a passagem de ar, casos as vítimas fossem enterradas com uma falsa impressão de morte. Em uma pequena cidade, Harold, o coveiro local, ao ouvir um sino em uma noite, saiu para ver se era uma criança fingindo ser um espírito. Às vezes também era o vento. Mas desta vez, não era um barulho qualquer. Vindo de baixo, uma voz emplorava para ser desenterrada.
"Você é Sarah O'Bannon?" - Harold perguntou.
"Sim!" - uma voz abafada confirmou.
"Você nasceu em 17 de setembro de 1827?"
"Sim!"
"A lápide diz que você morreu em 20 de fevereiro de 1857."
"Não, isso foi um erro, eu estou viva! Me tire daqui!"
"Desculpe por isso, senhorita." disse Harold, pisando sobre o sino para silenciá-lo e tapando as tubulações com terra. "Estamos em agosto. O que quer que você diga, com certeza não está mais viva, e não virá para cima."

O TAXISTAOsvaldo estava estacionado com se taxi na porta de um shopping esperando por clientes. Ele adorava seu trabalho...
18/07/2015

O TAXISTA
Osvaldo estava estacionado com se taxi na porta de um shopping esperando por clientes. Ele adorava seu trabalho, sempre conversava com gente diferente e até estranhas no modo de ser, depois de 23 anos de trabalhando como taxista ele pensava que já tinha visto de tudo. Já eram nove da noite de um domingo e ele estava pronto para ir embora, sua próxima corrida seria a última do dia.
“Esta livre?” – perguntou uma jovem que não devia passar dos vinte anos se aproximando do carro.
“Claro.” – respondeu Osvaldo abrindo a porta do taxi.
“Vamos para minha casa nesse endereço.” – disse a moça entregando um papel ao taxista.
O lugar f**ava a meia hora do shopping, a passageira esteve sempre silenciosa, mesmo quando ele fazia uma pergunta ela somente respondia acenando com a cabeça. Em um momento do trajeto ela começou a chorar.
“O que foi? Posso fazer algo para te ajudar?” – perguntou o motorista preocupado.
“Só me leva para casa estou com saudades da minha mãe.”
Após chegarem ao local a jovem desceu do carro e disse que voltaria dentro de pouco tempo para lhe pagar. Vários minutos se passaram, mas garota não havia retornado. Osvaldo impaciente desceu do carro e tocou a campainha, uma mulher já de meia idade abriu a porta.
“Desculpe-me senhora, mas é que eu estou esperando já tem muito tempo no carro e eu tenho que ir embora, a senhora pode chamar a moça que entrou alguns minutos atrás para ela me pagar?”
“Não sei do que o senhor esta falando, aqui ninguém entrou, estou com meu marido e moramos somente os dois aqui.” – respondeu a mulher.
“Que isso, peguei a menina no shopping e a trouxe até aqui. Tinha mais ou menos dezoito ou vinte anos, cabelos longos castanhos e pele bem clara, ela estava até chorando, dizia que sentia saudades da mãe.”
Sem dizer nada a mulher entrou na casa e voltou com uma fotografia na mão.
“É essa a garota?” – perguntou ela mostrando a foto a Osvaldo.
“Essa mesmo.”
“Impossível, ela é minha filha, porém ela faleceu em um acidente de carro a mais de cinco anos em um acidente de carro quando voltava do shopping com alguns amigos.” – respondeu a mulher deixando as lagrimas escorrerem por seu rosto.

MEU NOME É ANA. EU VOU MATAR VOCÊ. E PROMETO,VOCÊ VAI GOSTAR.Ana. Um nome simples para uma garota comum, passos ecoando ...
17/07/2015

MEU NOME É ANA. EU VOU MATAR VOCÊ. E PROMETO,VOCÊ VAI GOSTAR.
Ana. Um nome simples para uma garota comum, passos ecoando pelas ruas de uma cidade esfumaçada e suja. Ao mundo, a imagem de uma garota que vaga na noite escura e conta outra sina: menina de família, comportada. Ana se arriscando por lugares obscuros. A quase inocência costuma ser um atrativo interessante... Você me olha e vê uma moça que estudou, mas não muito; deduz que vou me casar com um bom rapaz e viver em tédio, que devo ser apenas mais uma Ana e, quem sabe um dia, esposa, mãe, avó. Talvez o que veja seja apenas uma boa menina, com vontade e desejo de se arriscar. Ana quase pecadora.
Os seus olhos e os olhos do mundo não me vêem: não como uma andarilha; não essa criatura perversa, lasciva, sedenta de sangue e vingança; não como uma moça que se esconde nas sombras; não uma arma. Não como de fato sou.
Mas é agosto. E devo pagar minha dívida. Agosto tem cheiro de sangue, de carne e desejos inconfessos. Quando agosto chega, desperto em minha sina ancestral. Sinto então os sonhos mais secretos de cada um e meus seios estremecem na ânsia de uma missão que outrora me causou tanta dor. Quando agosto chega, é hora de caçar.
Meus saltos ecoam na calçada e os olhos mortiços da noite me seguem. Essa cidade tem cheiro de fuligem. Eu gosto do cheiro infecto destas ruas. Mas não devo f**ar aqui por mais tempo. Vejo a cidade uivando entre as luzes e sombras... Os passos dessa gente carente, perdida entre concreto e metal retorcido, olhos embaçados com tanta sede e vicio me buscam e ainda que não saibam, me imploram a cada dia. No entanto, você foi o escolhido. Sinto sua alma percorrendo-me e suas paixões me renovam. Eu sou a faca, a arma apontada para seu peito, a lâmina que vai dilacerar sua carne. Mas ainda assim você sorri e vem a mim. Entregue. Dócil.
Meu nome é Ana. Eu vou matar você. E depois, bem, depois verei por onde vou... Não é minha escolha matá-lo. Nunca escolho e aprendi a não negar, a dor é muito forte. Eu não gosto da dor. Bem, talvez goste, um pouco. Afinal, é agosto e para meu gosto, o seu. É o tempo de caçar e pagar a minha divida. É agosto.
Você tem os olhos do mundo, agora fixos em meus lábios e, olhando para minha boca, ri quando digo que sou perigosa. Sim, já lhe disse que sou perigosa. Não gosto de mentir. Você sorri e não acredita, acariciando minha face. Você vê apenas a beleza que Ele me deu. Toca em meus cabelos vermelhos, tão preso em meus olhos verdes, bonita sim, quase nem creio no espelho. Bonita e letal.
Eu bebo seus gemidos quando minhas unhas rasgam sua pele e ainda assim, me implora por mais. E quando minha língua lasciva sorve suas lágrimas, seu sangue sacia minha sede em sua carne morena. Enfim, por alguns dias você é meu, totalmente meu. Pois Ele espera por você.
Quem eu sou? Não importa baby, sou um anjo de asas dilaceradas. Alguns me chamam infâmia, insanidade, epidemia, desgraça, peste, raiva, desgosto. Mas meu nome é Ana. E carrego comigo paixões das almas incautas dos que cruzam meu caminho. Almas que Ele escolhe e cabe a mim, arrebatá-las. Vago pelas noites de cidades que nunca dormem, entre canções e baladas desesperadas, criaturas enlevadas por substâncias tão surreais quanto os mundos de pesadelo onde vivi. O tempo não existe. De uma pequena vila em um século perdido quando degustei pela primeira vez a hóstia rubra de demônios insanos até o ultimo dia da existência da humanidade, sereia serva fiel de somente um senhor. E por Ele sou Ana, a imortal, por Ele, meus passos arderão pela eternidade. É tão breve e doce o pagamento para tão longo legado.
Meu nome é Ana. Eu vou matar você. E prometo, você vai gostar.

Endereço

São Paulo, SP

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