Arquivo Histórico Municipal

Arquivo Histórico Municipal O Arquivo Histórico Municipal, Departamento da Secretaria Municipal de Cultura, tem por objetivo pr

O Arquivo Histórico Municipal (AHM) é o departamento responsável pela conservação, guarda permanente, identificação, ordenação e divulgação do valioso conjunto documental produzido pela administração pública municipal desde meados do século XVI até a primeira metade do século XX. O acervo do AHM é reconhecidamente de valor probatório e histórico-cultural. Embora não seja possível precisar a data de criação do Arquivo Histórico como instituição arquivística, pelo Ato n°1, de 7 de janeiro de 1899, foram instituídos a Secretaria Geral (nos moldes da Secretaria da Câmara) e o Tesouro. A Secretaria representava o centro do expediente da Prefeitura, e nela aparece um “arquivo”, provavelmente com funções de protocolo, ou seja, acumulando apenas documentação corrente. Só em 1907, com a Lei 1.051, de 17 de outubro, é criada mais uma Seção nesta mesma Secretaria, para ser a responsável pelos serviços de instrução pública, estatística e arquivo municipal. Atualmente o Arquivo Histórico Municipal custodia os documentos considerados mais antigos da América Latina, que são as Atas da Câmara de Santo André da Borda do Campo (1555/1558). A instituição tem um acervo de cerca de 1.000 metros lineares, ou 4.000.000 de documentos textuais, iconográficos e sonoros. Entre a documentação recolhida e processada, mantém os papéis produzidos pela Câmara Municipal de São Paulo, órgão responsável pela administração municipal desde o século XVI até a proclamação da República, em 1889. Esse conjunto é de alta relevância por representar a memória político-administrativa da cidade neste período, mostrando sua transformação urbana, social, econômica e política.

SuperSampa: jogando para conhecer São Paulo Como podemos compreender melhor a cidade em que vivemos a partir de dados ge...
06/09/2026

SuperSampa: jogando para conhecer São Paulo

Como podemos compreender melhor a cidade em que vivemos a partir de dados geográficos e informações públicas?

O SuperSampa é um jogo que convida os participantes a solucionar desafios relacionados ao território do Município de São Paulo utilizando cartas, mapas e informações geoespaciais. Organizados em pequenos grupos, os jogadores discutem estratégias, interpretam dados e tomam decisões de forma colaborativa, enquanto mediadores estimulam a reflexão sobre cartografia, gestão pública e fenômenos urbanos.

A atividade conta com uma roda de conversa conduzida por Fabio Sinai, arquiteto e urbanista, doutorando em Engenharia de Transportes pela USP e servidor da prefeitura desde 2022; Luciana Pascarelli Santos, geóloga, mestre em Geociências, servidora desde 2004 e integrante da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento; e Larissa Calheiros, geógrafa em formação pela UNIFESP e estagiária na Coordenadoria de Produção e Análise de Informação da SMUL.

SuperSampa: jogando para conhecer São Paulo
Data: 25 de setembro
Horários: 14h às 15h - roda de conversa | 15h às 18h - salão de jogos
Local: Saguão do AHM
Classificação: livre
Não há necessidade de inscrição prévia

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Festival Arquivo Aberto 2026
Data: 24, 25 e 26 de setembro
AHM- Praça Cel. Fernando Prestes, 152 – Bom Retiro, São Paulo (bem pertinho da estação de metrô Tiradentes - Linha 1 – Azul)

Tijolos, raízes e asfalto: a memória Pankararu na formação de São Paulo Exibição audiovisual + roda de conversa.: quem e...
06/09/2026

Tijolos, raízes e asfalto: a memória Pankararu na formação de São Paulo

Exibição audiovisual + roda de conversa.: quem ergueu as estruturas, abriu os caminhos e manteve viva a cultura no coração da metrópole?

A partir da década de 1940, famílias Pankararu saíram do sertão de Pernambuco e fincaram pé em solo paulistano, construindo a cidade com o próprio trabalho e refazendo suas redes de afeto e cura no Real Parque. O documentário "Pankararu: entre serras e arranha-céus" (29 min), pesquisado e realizado pela própria juventude do povo, traz essa história sem intermediários, mostrando a força das mulheres, a voz dos encantados e as lutas por saúde pública e moradia que transformaram a vida comunitária no ambiente urbano.

Após a exibição, o público conversa diretamente com Edcarlos Pereira do Nascimento (Carlinhos Pankararu), morador do Real Parque, primeiro assistente social indígena do estado e articulador da Associação SOS Comunidade Indígena Pankararu, que traz para o centro do debate as memórias, as conquistas e os desafios da presença indígena que a história oficial paulistana insistiu em ignorar. A atividade marca a estreia do Museu das Culturas Indígenas na programação do Festival Arquivo Aberto 2026, integrando também a 20ª Primavera dos Museus.

Tijolos, raízes e asfalto: a memória Pankararu na formação de São Paulo
Data: 25 de setembro
Horário: 19h às 20h
Local: Auditório do AHM
Classificação: livre
Não há necessidade de inscrição prévia

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Festival Arquivo Aberto 2026
Data: 24, 25 e 26 de setembro
AHM- Praça Cel. Fernando Prestes, 152 – Bom Retiro, São Paulo (bem pertinho da estação de metrô Tiradentes - Linha 1 – Azul)

Visita de ativação: (re)descobrindo os trabalhadores de São PauloNesta visita mediada pelo grupo de pesquisa responsável...
06/09/2026

Visita de ativação: (re)descobrindo os trabalhadores de São Paulo

Nesta visita mediada pelo grupo de pesquisa responsável pela curadoria da exposição, o público é convidado a percorrer "São Paulo e seus trabalhadores" com um olhar atento às presenças e ausências nos registros históricos.

A atividade combina a leitura crítica das fontes com o compartilhamento dos bastidores da investigação: os desafios, as descobertas e as perguntas que surgiram ao longo do processo curatorial. A partir da exposição, os participantes serão instigados a questionar quem construiu São Paulo e quem aparece nos arquivos, abordando temas como a invisibilidade dos operários nos projetos arquivísticos, as mulheres trabalhadoras do Arquivo Histórico, as reivindicações salariais e as exclusões impostas pelo novo Mercado Municipal.

Ao longo do percurso, o grupo de pesquisa apresentará as estratégias adotadas para dar voz a grupos historicamente invisibilizados e os limites impostos pela própria documentação. A visita termina com uma conversa aberta, convidando o público a compartilhar percepções e reflexões sobre trabalho, memória, território e o papel dos arquivos na construção de outras narrativas sobre a cidade. A curadoria é realizada pelo Grupo de Pesquisa, composto por representantes da Supervisão do Acervo Permanente, da Supervisão de Conservação do Acervo e do Núcleo Educativo do AHM, com a participação da historiadora e educadora Mariana Garcia como curadora convidada.

Visita de ativação: (re)descobrindo os trabalhadores de São Paulo
Data: 25 de setembro
Horário: 18h às 19h
Local: sala 17 do AHM
Classificação: livre
Para retirada gratuita de ingressos acesse o site oficial do Festival!

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Festival Arquivo Aberto 2026
Data: 24, 25 e 26 de setembro
AHM- Praça Cel. Fernando Prestes, 152 – Bom Retiro, São Paulo (bem pertinho da estação de metrô Tiradentes - Linha 1 – Azul)

Mesa de abertura - A visibilidade contemporânea de Joaquim Pinto de Oliveira Tebas Para além de celebrar a rica contribu...
05/09/2026

Mesa de abertura - A visibilidade contemporânea de Joaquim Pinto de Oliveira Tebas

Para além de celebrar a rica contribuição de Joaquim Pinto de Oliveira Tebas na segunda metade do século XVIII, é fundamental reconhecer as implicações da sua existência no presente momento.

Respeitado em vida, silenciado por longo tempo, mas lembrado ainda hoje mais de 200 anos após sua morte, Tebas vem sendo redescoberto pouco a pouco, muito pelo esforço de pesquisadores e escritores que dedicaram seus trabalhos a evidenciar seu legado, inestimável para a compreensão da cidade e do mundo contemporâneos.

A mesa reúne Ramatis Jacino, professor da Universidade Federal do ABC e autor de "Assimilados: Os Afrodescendentes Frente aos Movimentos de Extrema-direita no Brasil e em Portugal"; Amália dos Santos, professora na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, com pós-doutorado na Unifesp em história da cidade de Carapicuíba a partir das comunidades afrodiaspóricas; Abilio Ferreira, escritor e organizador de "Tebas: um negro arquiteto na São Paulo escravocrata"; e Carlos Gutierrez Cerqueira, historiador formado pela USP e ex-historiador do IPHAN.

Mesa de abertura "A visibilidade contemporânea de Joaquim Pinto de Oliveira Tebas"
Data: 24 de setembro
Horário: 15h às 17h
Local: Saguão do AHM
Classificação: livre
Não há necessidade de inscrição prévia

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Festival Arquivo Aberto 2026
Data: 24, 25 e 26 de setembro
AHM- Praça Cel. Fernando Prestes, 152 – Bom Retiro, São Paulo (bem pertinho da estação de metrô Tiradentes - Linha 1 – Azul)

05/09/2026

No Festival Arquivo Aberto, a programação se organiza em três frentes para que cada pessoa encontre seu jeito de participar.

Temos os “Diálogos no Arquivo”, com mesas e conversas que conectam saberes e experiências. O “Laboratório de Formação”, com oficinas práticas para aprender fazendo junto com outras pessoas. E a “Ocupação Arquivo Vivo”, com intervenções artísticas que transformam o espaço e inspiram novos olhares.

Três eixos, uma só ideia: o Arquivo da cidade é de todo mundo e está aberto para ser vivido, pensado e (re)criado coletivamente.

Festival Arquivo Aberto 2026
Data: 24, 25 e 26 de setembro
AHM – Praça Cel. Fernando Prestes, 152 – Bom Retiro, São Paulo (bem pertinho da estação de metrô Tiradentes - Linha 1 – Azul)
Entrada gratuita

Trabalhadores de SP em recortes: exposição interativa do acervo da Biblioteca do AHMA Ocupação da Biblioteca do AHM (BAH...
04/09/2026

Trabalhadores de SP em recortes: exposição interativa do acervo da Biblioteca do AHM

A Ocupação da Biblioteca do AHM (BAHM) apresenta uma exposição do acervo de recortes de jornais e revistas vinculados ao tema central do Festival Arquivo Aberto 2026: trabalho e trabalhadores.

A partir da curadoria dos documentos, estão expostas diversas notícias e publicações sobre os trabalhadores da cidade de São Paulo, sua importância para a construção da cidade e as variações de identidade, origens e profissões que compõem essa história.

Com a proposta de aproximar o público das obras do acervo, a exposição é interativa e manuseável, exibindo reproduções dos recortes originais para que os visitantes possam explorar livremente esse material.

Trabalhadores de SP em recortes: exposição interativa do acervo da Biblioteca do AHM
Datas: 24, 25 e 26 de setembro
Horário: 10h às 20h
Local: Saguão do AHM
Classificação: livre
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Festival Arquivo Aberto 2026
Data: 24, 25 e 26 de setembro
AHM- Praça Cel. Fernando Prestes, 152 – Bom Retiro, São Paulo (bem pertinho da estação de metrô Tiradentes - Linha 1 – Azul)

Do direito ao trabalho: a memória de trabalhadores paulista pelo acervo da BAHM A mesa temática propõe um espaço de diál...
04/09/2026

Do direito ao trabalho: a memória de trabalhadores paulista pelo acervo da BAHM

A mesa temática propõe um espaço de diálogo e compartilhamento de experiências com o autor convidado Lincoln Paiva, em conversa mediada por Carla San

O encontro reflete sobre a relação entre pesquisa, produção bibliográfica e preservação da memória, enfatizando o tema central do Festival: os trabalhadores de São Paulo. A partir da trajetória do autor e de sua relação com o acervo da BAHM, a conversa destaca o papel da biblioteca como fonte de pesquisa e referência para a produção de conhecimento, abordando as experiências e caminhos percorridos na construção de sua obra.

A mediação conduzirá o diálogo aproximando público, pesquisa e literatura, evidenciando a importância dos acervos bibliográficos como espaços vivos de memória, investigação e criação. Participam Lincoln Paiva, pesquisador, mestre e doutor em Arquitetura e Urbanismo, autor de "Cosmovisão Paulista" e "A História Segundo Elas", e Carla Aparecida, graduada em História e Biblioteconomia pela USP, atualmente responsável pela Biblioteca do Arquivo Histórico Municipal de São Paulo.

Do direito ao trabalho: a memória de trabalhadores paulista pelo acervo da BAHM
Data: 25 de setembro
Horário: 17h às 18h
Local: sala 16 do AHM
Classificação: livre
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Festival Arquivo Aberto 2026
Data: 24, 25 e 26 de setembro
AHM- Praça Cel. Fernando Prestes, 152 – Bom Retiro, São Paulo (bem pertinho da estação de metrô Tiradentes - Linha 1 – Azul)

Pixo do Saci: oficina de Zine A zine intitulada "O Pixo do Saci" nasceu em 2023, a partir de uma pesquisa expográfica qu...
03/09/2026

Pixo do Saci: oficina de Zine
A zine intitulada "O Pixo do Saci" nasceu em 2023, a partir de uma pesquisa expográfica que relacionava o folclore brasileiro à urbanidade contemporânea.

Em 2026, essa pesquisa poético-visual é retomada, estabelecendo um diálogo entre a zine e a mostra "Zé Pequeno: o prumo e o pixo" (@ prumoepixo). Ambas as propostas giram em torno do pixo e do direito à expressão e à ocupação do espaço por corpos historicamente marginalizados.

Nesta oficina, o público terá contato com o processo de montagem da zine, passando pelo corte das páginas, organização do miolo e costura dos cadernos. Ministrada por Mariana Nascimento, vulgo Máquina, artista visual nascida e criada na Vila Guacuri, periferia da Zona Sul de São Paulo, formada em cenografia e figurino com enfoque teatral e atualmente estudante de museologia.

O Pixo do Saci: oficina de Zine
Data: 26 de setembro
Horário: 13h às 14h30
Local: sala 22 do AHM
Classificação: a partir de 12 anos
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Festival Arquivo Aberto 2026
Data: 24, 25 e 26 de setembro
AHM- Praça Cel. Fernando Prestes, 152 – Bom Retiro, São Paulo (bem pertinho da estação de metrô Tiradentes - Linha 1 – Azul)

Zé Pequeno: o prumo e o pixo  A mostra propõe uma releitura crítica do patrimônio paulistano a partir das marcas de quem...
03/09/2026

Zé Pequeno: o prumo e o pixo

A mostra propõe uma releitura crítica do patrimônio paulistano a partir das marcas de quem construiu a cidade, mas permaneceu ausente de sua memória oficial. Ao aproximar o prumo do pedreiro da escrita urbana contemporânea, o pixo surge como gesto de memória, pertencimento e reivindicação do direito à cidade, transformando o monumento de lugar de contemplação em território de disputa.

Patrimônios tombados, espaços culturais periféricos e lugares apagados passam a compartilhar o mesmo campo de visibilidade, sugerindo que a memória é produzida coletivamente e está em permanente negociação. Composta por doze maquetes, a mostra conduz uma leitura visual contínua e comparativa de três formas de compreender o patrimônio: pela instituição, pela comunidade e pela memória.

Todas as maquetes são confeccionadas com papelão reutilizado proveniente das caixas que acondicionavam documentos do acervo do AHM, transformando um suporte da memória institucional em matéria sustentável para novas narrativas. Curadoria de Mariana Nascimento, vulgo Máquina, artista visual nascida e criada na Vila Guacuri, periferia da Zona Sul de São Paulo, formada em cenografia e figurino com enfoque teatral e atualmente estudante de museologia.

Zé Pequeno: o prumo e o pixo
Datas: 24, 25 e 26 de setembro
Horário: 10h às 20h
Local: Saguão do AHM
Classificação: livre
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Festival Arquivo Aberto 2026
Data: 24, 25 e 26 de setembro
AHM- Praça Cel. Fernando Prestes, 152 – Bom Retiro, São Paulo (bem pertinho da estação de metrô Tiradentes - Linha 1 – Azul)

Arte em montagem: os bastidores da Bienal de 50: Por trás de cada Bienal de São Paulo existe uma cidade em movimento. A ...
02/09/2026

Arte em montagem: os bastidores da Bienal de 50:
Por trás de cada Bienal de São Paulo existe uma cidade em movimento.

A exposição convida o público a conhecer os bastidores das Bienais e as relações entre trabalho e transformação cultural a partir de documentos e fotografias preservados pelo Arquivo Histórico Wanda Svevo. O acervo revela não apenas como as exposições eram produzidas e recebidas pelo público, mas também como sua realização transformou a produção artística paulista, especialmente a partir da década de 1950.

Entre trabalhadores, pavilhões, visitantes e paisagens em transformação, a mostra propõe um olhar para as muitas mãos que, ao construir exposições, também ajudam a construir a cidade. Artistas, produtores, montadores, eletricistas, marceneiros, fotógrafos, técnicos, pesquisadores e educadores são alguns dos profissionais que participam dessa história.

A Fundação Bienal de São Paulo () é uma instituição cultural dedicada à promoção da arte contemporânea e à realização da Bienal de São Paulo. O Arquivo Histórico Wanda Svevo é responsável pela preservação, organização e acesso ao patrimônio documental da instituição, reunindo documentos textuais, fotografias, materiais gráficos, registros audiovisuais e publicações que documentam a trajetória das Bienais e sua relação com a história cultural da cidade.

Arte em montagem: os bastidores da Bienal de 50

Datas: 24, 25 e 26 de setembro
Horário: 10h às 20h
Local: sala 18 do AHM
Classificação: livre
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Festival Arquivo Aberto 2026
Data: 24, 25 e 26 de setembro
AHM- Praça Cel. Fernando Prestes, 152 – Bom Retiro, São Paulo (bem pertinho da estação de metrô Tiradentes - Linha 1 – Azul)

Endereço

Praça Coronel Fernando Prestes, 152, Bom Retiro, Cep, SP, Brasil. ***Observação: Aos Sábados, O AHM Estará Aberto Apenas Para Visitas Mediadas Pelo Educativo
São Paulo, SP
01124-060

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00
Sábado 09:00 - 17:00

Telefone

+551133966000

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