POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO
SÉTIMO BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR / METROPOLITANO
O Sétimo Batalhão de Polícia Militar Metropolitano é uma Unidade Operacional do Comando de Policiamento de Área Metropolitano (CPAM-I), com sede na Avenida Angélica nº. 1647 - Higienópolis, antigo prédio que funcionava o Serviço de Fundos da Guarda Civil. Teve origem em decorrência do remanejamento levado a
efeito pelo Estado Maior da Polícia Militar, face ao Decreto Estadual nº. 52484, de 07 de Julho de 1970, e Boletim Especial nº. 01/71, de 1º de Maio de 1971, fixou o primeiro Quadro Operacional do 25º. BPM/M, Unidade que até então, situava-se mais como Batalhão de Apoio do que propriamente de Policiamento Preventivo, uma vez que tinha como o seu cargo, guarnecer carros do DEGRAN, isto é, carros de Presos e Cadáveres, travessia de escolares nas áreas compreendida entre o primeiro e quarto Distritos Policiais. Em conseqüência desse remanejamento, esta Unidade passou a ser denominada 25º BPM/M, e os PM que pertenciam ao extinto 28º BPM/M, recebeu a Companhia de Comando e Serviço e os Oficiais, inclusive o seu Comandante Major PM Adalberto Baloch e Sub Cmt, que passaram a integrar a nova Unidade. Instalado em 12 de abril de 1971, na Avenida Angélica nº 1647, recebeu elementos de várias Unidades, a fim de formar o seu efetivo previsto no referido do Boletim Especial e que era da ordem de 154 homens, entre Oficiais e Praças. Fruto da reorganização da Polícia Militar do Estado de São Paulo, através do Decreto 7289, de 15 de dezembro de 1975, criou-se o 7º. BPM/M, subordinado ao Comando de Policiamento da Área Metropolitano Um (CPA/M-1), sendo inaugurada oficialmente com a nova nomenclatura em 22 de março de 1976, permanecendo localizado à Avenida Angélica nº 1647, Higienópolis, São Paulo - SP, tendo como primeiro Comandante o Ten Cel QOPM Camilo Dias dos Anjos. O 7º BPM/M é a Unidade Operacional da Polícia Militar, encarregada da Manutenção e da Ordem Pública na parte mais central da Cidade, cujas características reúnem o centro velho e o novo. Atualmente possui seu efetivo fixado de homens e mulheres divididos entre suas três Companhias a 1ª Cia, 2ª Cia e Cia de Força Tática. O atual nome do 7º Batalhão é uma homenagem ao Tenente que deu a sua vida em defesa da Comunidade em 1983, com isso tornando-o imortalizado. Desde o dia 7 de outubro de 2011, num ambiente de muita emoção, o 7º Batalhão de Polícia Militar passou a se denominar "1º Tenente PM Roberto Calegari de Lima", herói morto em 1983, num tiroteio na Avenida Angélica. Essa denominação foi proposta pelo projeto de lei de autoria do deputado estadual Olímpio Gomes, que se emocionou ao lembrar que esteve na ocorrência em que o tenente homenageado foi morto e que seu motorista era o cabo Chaves, pai do coronel Marcos Roberto Chaves da Silva, comandante do CPC (Comando de Policiamento da Capital), que presidiu a solenidade. A fim de proporcionar melhor prestação de serviço à população de São Paulo, através do emprego de viatura e equipamento mais adequados, dentro de uma filosofia operacional, foi entregue ao 7º BPM/M os primeiros lotes de novas viaturas em 01 de dezembro de 1987, nesta mesma data, através da NI PM3–0077/87, deu-se oficialmente a implantação do Rádio Patrulhamento Padrão em nossa Capital. Dentro destes mesmos procedimentos operacionais, visando integrar cada vez mais todas as modalidades de policiamento utilizando-se os meios materiais e humanos existentes, em 04 de outubro de 1989, implantou-se na área do 7º BPM/M as Cabines Policiais. Por fim, no ano de 1998, o Batalhão passou a executar o Policiamento Comunitário.