Instituto Geográfico e Cartográfico - Acervo Histórico

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Página dedicada a divulgação de documentos textuais, cartográficos e iconograficos pertencentes ao acervo histórico do Instituto Geográfico e Cartográfico de São Paulo.

01/07/2022
Mapa municipal de Angatuba, elaborado de acordo com o decreto federal 311, de março de 1938.
18/02/2022

Mapa municipal de Angatuba, elaborado de acordo com o decreto federal 311, de março de 1938.

Mapa municipal de Amparo, elaborado de acordo com o decreto federal 311, de 1938.
10/01/2022

Mapa municipal de Amparo, elaborado de acordo com o decreto federal 311, de 1938.

Mapa municipal de Altinópolis, 1938.
16/12/2021

Mapa municipal de Altinópolis, 1938.

Mapa municipal de Agudos, elaborado de acordo com o decreto federal 311, de 1938.
12/12/2021

Mapa municipal de Agudos, elaborado de acordo com o decreto federal 311, de 1938.

Águas da Prata.Mapa municipal de acordo com o Decreto Federal 311, de março de 1938.
08/12/2021

Águas da Prata.
Mapa municipal de acordo com o Decreto Federal 311, de março de 1938.

O dia 16 de junho marca o aniversário do município de Piracaia. Parabéns aos piracaienses!Localizado na Região Administr...
16/06/2021

O dia 16 de junho marca o aniversário do município de Piracaia. Parabéns aos piracaienses!

Localizado na Região Administrativa de Campinas, na divisa com o Vale do Paraíba, o município de Piracaia conta com uma história recuada de sua ocupação colonial. O território do atual município esteve inserido nas divisas do município de Atibaia desde o século XVIII, sendo então designado como bairro da Cachoeira, e recebeu a instalação de diversas fazendas de cafeicultura.
O cultivo do café na região tomou grandes proporções, dada a grande produtividade atingida, e não foi diferente com as plantações do então bairro da Cachoeira. A produção local atraiu um afluxo de moradores, além daqueles poucos que já ocupavam as grandes propriedades de terra da região, fazendo com que fosse ali formado um povoado. O povoado teve o dia 16 de junho de 1817 fixado como sua data de fundação, uma vez que nesta data foi inaugurada a capela de Santo Antônio da Cachoeira. O nome da capela passou a designar também o povoado, que continuou subordinado ao município de Atibaia.
Relatos locais indicam que a inauguração da referida capela estava prevista para o dia 13 do mesmo mês, não tendo ocorrido por um atraso do padre que realizaria a missa inaugural. Por conta do pequeno atraso ocorrido em 1817, nos dias atuais, o município de Piracaia comemora o seu aniversário no dia 16 de junho.
Cerca de duas décadas depois da fundação do povoado, em 5 de março de 1836, Santo Antônio da Cachoeira foi elevado à categoria de freguesia do município de Atibaia, através da lei nº 44. Anos depois, com a lei nº 15 ou 404, de 10 de junho de 1850, a freguesia foi transferida para o município de Nazaré Paulista.
Santo Antônio da Cachoeira recebeu sua emancipação político-administrativa com a publicação da lei nº 12 ou 651, de 24 de março de 1859, que criou a vila a partir da antiga freguesia, recebendo foros de cidade em 21 de março de 1885, por meio da lei nº 62. O município teve sua denominação alterada para Piracaia, utilizada atualmente, por conta da lei nº 997, de 20 de agosto de 1906. A toponímia, de origem tupi, signif**a “peixe assado”.
Junto a essa publicação é possível ver uma fotografia que retrata o início da construção de diversas casas no distrito de Batatuba, do município de Piracaia. A foto, tomada em 17 de agosto de 1943, retrata o movimento das obras e da mais recente expansão encarada pelo município e por seu distrito, com a construção da estrada de rodagem SP-36, inaugurada em 1932, que liga o município de Guarulhos até o município de Joanópolis, passando por Piracaia. No final da década, em 1940, Piracaia contava com 11.127 habitantes.

BIBLIOGRAFIA
IBGE. Histórico - Piracaia Disponível em: .
INSTITUTO Geográfico e Cartográfico. Municípios e distritos do Estado de São Paulo. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2011.
______. Municípios do Estado de São Paulo: criação e divisas. Disponível em: .
PREFEITURA Municipal de Piracaia. História - Origens do município. Disponível em: .
SEADE. Estatísticas vitais - série histórica. Disponível em: .

No dia 13 de junho foi comemorado o aniversário de Adamantina, da Região Administrativa de Presidente Prudente, o primei...
14/06/2021

No dia 13 de junho foi comemorado o aniversário de Adamantina, da Região Administrativa de Presidente Prudente, o primeiro município do Estado de São Paulo em ordem alfabética.

A ocupação do território da atual Adamantina, em termos mais recentes, insere-se no movimento de expansão da agricultura cafeeira em direção ao Oeste paulista, avanço este que se deu através de políticas institucionais de incentivo à derrubada da vegetação nativa e ao enfrentamento com as populações tradicionais que ali habitavam, até então.
No caso de Adamantina em específico, a política de ocupação para a área foi encabeçada pela Companhia de Agricultura, Imigração e Colonização (CAIC), cujo acionista controlador era a Companhia Paulista de Estradas de Ferro, junto à Boston Cattle Company Limited. A estratégia adotada, iniciada em 1938, foi a de desmatamento de áreas nas proximidades do espigão dos rios Aguapeí e Peixe que contavam com acesso por caminhos mais antigos, provavelmente utilizados pelas populações indígenas ou pelo colonizador, e posterior abertura de estradas de acesso. Os primeiros loteamentos foram instalados naquele local em 1939.
Passando a receber um afluxo considerável de imigrantes, dados a atração causada pela conjunção da política de colonização, da divisão dos latifúndios em pequenos lotes e da tendência econômica regional ao cultivo do café, em constante expansão, não tardou para que Adamantina fosse criada como distrito e município, com território desmembrado do distrito sede do município de Lucélia e de seu distrito de Aguapeí do Alto (atual município de Flórida Paulista). Sua emancipação político-administrativa foi fixada pela lei nº 233, de 24 de dezembro de 1948. O aniversário de Adamantina é comemorado em 13 de junho em virtude de ser esta a data consagrada pela Igreja Católica a Santo Antônio, considerado o padroeiro do município.
Junto a essa publicação é possível ver a capa de “Adamantina em Revista”, folhetim elaborado em ocasião da comemoração dos 3 anos de criação do município, em janeiro de 1952. Na capa, é possível ver uma cena de uma avenida movimentada da cidade, com calçadas ladrilhadas, casas comerciais e prédios em construção em seu entorno, chamando atenção para a economia florescente do recém-criado município. Em seu interior, são apresentados dados econômicos, geográficos e populacionais sobre o município que, então, era o 37º mais populoso do Estado.

Esse e outros documentos fazem parte do Dossiê de Evolução Administrativa e Territorial do município de Adamantina. Acompanhe as mídias do Instituto Geográfico e Cartográfico para ver outros documentos da mesma série e entre em contato caso tenha alguma sugestão para publicação!

BIBLIOGRAFIA
IBGE. Histórico - Adamantina Disponível em: .
INSTITUTO Geográfico e Cartográfico. Municípios e distritos do Estado de São Paulo. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2011.
______. Municípios do Estado de São Paulo: criação e divisas. Disponível em: .
OLIVEIRA, Giani Vendramel de. A atuação da Companhia de Agricultura, Imigração e Colonização (CAIC) no Estado de São Paulo. ANPUH – XXV Simpósio Nacional de História – Fortaleza, 2009.

Hoje é comemorado o aniversário do município paulista de Paraibuna, localizado na Região Metropolitana do Vale do Paraíb...
13/06/2021

Hoje é comemorado o aniversário do município paulista de Paraibuna, localizado na Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, no nordeste do Estado.

A data é uma referência ao dia considerado de fundação do povoado de Santo Antônio de Paraibuna, em 1666.
Para comemorar, o IGC apresenta o Mapa Municipal de Paraibuna, organizado pelo IGG de acordo com o decreto-lei 9.775, de 30/11/1938. Nele, pode-se observar o caminho dos rios Paraíba, Paraibuna e Paraitinga, os principais cursos d’água da região e que sofreram grandes mudanças ao longo da segunda metade do século XX.
A ocupação do território pelo elemento colonizador começou no século XVII, quando um pouso para viajantes foi fundado nas proximidades da confluência dos rios Paraitinga e Paraibuna. A denominação do local se deu por conta deste rio, que, de acordo com Teodoro Sampaio, signif**a Pará-ayba-una, “paraiba preto”, em tupi, sendo paraíba um rio ruim/difícil. Alguns o chamam apenas de rio de águas escuras, ou até de pira-hyb-una, peixe de água escura. Sendo que Paraitinga é o “paraíba branco”.
No século XVIII, o povoado de Santo Antônio da Barra da Paraibuna é reconhecido pelo Capitão da capitania, em 23/06/1773. Décadas depois, no começo do século XIX, foi elevada à categoria de freguesia, com a resolução de 20/08/1812 e alvará de 07/12/1812, e a denominação de Santo Antônio da Paraibuna, pertencente ao município de Jacareí. Pouco depois, foi criada a vila e conquistada a autonomia administrativa, com o decreto de 10/07/1832, e com o decreto nº 44 ou 595, de 30/04/1857, recebe foros de cidade.
Durante boa parte do século XIX, a economia de Paraibuna esteve ligada ao chamado ciclo do café, no qual os latifúndios escravocratas eram a principal fonte de riqueza para o Vale do Paraíba. No fim do século XIX e começo do XX, os cafezais são deslocados para as terras pouco exploradas do oeste paulista e a agricultura de Paraibuna se volta para a pecuária de corte e leiteira. Entre a década de 1960 e 1970, começa a construção da represa de Paraibuna, construída pela CESP (Companhia Energética de São Paulo) para abastecer os municípios da região com energia elétrica e para controlar a vazão dos rios citados. A construção mudou a geografia e a economia da região. A inundação de alguns bairros provocou um êxodo rural e aumentou a população urbana de Paraibuna. A pecuária diminuiu e a produção de feijão tornou- se importante. Boa parte do território a leste do município foi inundado, afetando outros municípios, como Natividade da Serra e Redenção da Serra.

Referências:
CHÃO Caipira Instituto. Paraibuna. Disponível em: .
IBGE. Paraibuna Disponível em: .
IGC SP. Mapa das Regiões Administrativas e Metropolitanas. Disponível em: .
IGC SP. Municípios e distritos do Estado de São Paulo. Disponível em: .
PREFEITURA de Paraibuna. História. Disponível em: .
SAMPAIO, Teodoro. O tupi na geografia nacional. São Paulo: Editora Nacional, 1987.
SEADE. Memória das estatísticas demográf**as: Paraibuna. Disponível em: .
OLIVEIRA, Bruno Silva Santos de; MOREIRA, William Oliveira. História e impactos sociais causados pela construção da represa dos rios Paraibuna e Paraitinga, em Paraibuna-SP. Paraibuna-SP, 2014. Disponível em: .

Hoje o município de Arujá, da Região Metropolitana de São Paulo, comemora seu aniversário de 169 anos. Parabéns aos aruj...
08/06/2021

Hoje o município de Arujá, da Região Metropolitana de São Paulo, comemora seu aniversário de 169 anos. Parabéns aos arujaenses!

Localizado a noroeste da Capital, o município de Arujá se insere na antiga rota utilizada como ligação entre São Paulo ao Rio de Janeiro, via Vale do Paraíba, desde os séculos iniciais da colonização do Brasil.
A ocupação sistemática da área localizada entre as serras da Cantareira, do Mar e do Itapeti se deu a partir do século XVIII, nas margens dos córregos Baquirivu-Mirim e Arujá. O interesse econômico para a colonização da área se deu, em muito, em vista da exploração do ouro por faiscação, realizada junto ao rio Jaguari, que banha o território. Concomitantemente à exploração aurífera, desenvolveu-se a exploração vegetal da cobertura original de Mata Atlântica, que levou à sua quase completa devastação.
Em 1781, foi iniciada a construção de uma capela na área, onde já se instalava um povoado. Inaugurado em 3 de julho de 1839, o templo foi consagrado ao Senhor Bom Jesus e serviu, naquele contexto, como um marco representativo da administração territorial daquela aglomeração urbana em fase de formação, que passou a ser designada pelo status de capela curada com a designação de Senhor Bom Jesus do Arujá.
Com a lei nº 3 ou 430, de 8 de junho de 1852, o povoado de Senhor Bom Jesus do Arujá foi criado como freguesia do município de Mogi das Cruzes. Essa data, 8 de junho, foi convencionada para a comemoração do aniversário do município. O decreto nº 9775, de 30 de novembro de 1938, transferiu o distrito para o município de Santa Isabel, passando este a adotar a denominação simplif**ada “Arujá”.
Arujá recebeu sua emancipação político-administrativa através da lei nº 5285, de 18 de fevereiro de 1959, que criou o município. A sua toponímia tem diversas origens apontadas em diferentes termos do tupi, desde “limo” ou “detritos vegetais”, até “morada dos sapos”. A etimologia mais aceita é a proposta por Teodoro Sampaio, em 1928, que aponta que o termo “arujá” deriva de uma expressão tupi que signif**a “abundância de peixinhos barrigudinhos ou guarus”.

Junto a essa publicação podemos ver uma planta do núcleo urbano de Arujá, de 1939, um ano após passar a figurar como distrito do município de Santa Isabel. A representação cartográf**a nos demonstra que, apesar da pequena dimensão, o distrito já contava com instalações básicas como cartório, agência dos Correios, escola pública, campo de futebol e, inclusive, com uma subprefeitura. Um ano após sua criação, no censo de 1960, Arujá contava com 5652 habitantes.

BIBLIOGRAFIA
C MARA Municipal de Arujá. Breve histórico da cidade de Arujá. Disponível em: .
IBGE. Histórico - Arujá. Disponível em: .
INSTITUTO Geográfico e Cartográfico. Municípios e distritos do Estado de São Paulo. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2011.
______. Municípios do Estado de São Paulo: criação e divisas. Disponível em: .
SEADE. Memória das Estatísticas Demográf**as - Estatísticas vitais - série histórica. Disponível em: .

Esta imagem é uma fotografia do Instituto de Educação de Mogi das Cruzes (atual Pinacoteca de Mogi das Cruzes), datada d...
07/06/2021

Esta imagem é uma fotografia do Instituto de Educação de Mogi das Cruzes (atual Pinacoteca de Mogi das Cruzes), datada de 1958, parte da coleção Aspectos urbanos da Capital e cidades do interior paulista (1938 - 1960). O edifício f**a na rua Coronel Souza Franco, nº 993, no centro da cidade.
De acordo com o CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo), o edifício foi construído entre 1830 e 1860, em taipa, para abrigar a câmara municipal e a cadeia, logo à frente. O edifício atual foi construído logo após a proclamação da República, com projeto do arquiteto Victor Dubugras, ainda para abrigar a Câmara Municipal. Em 1929, o prédio passa a abrigar outro tipo de instituição pública, a Escola Normal. A partir daí, várias instituições de ensino se sucederam no edifício: Ginásio Estadual, Escola Técnica e Escola Normal. Em 1954, a instituição foi transformada em Instituto de Educação (como podemos ver na fotografia), local de ensino responsável por organizar vários tipos de cursos, incluindo primários, secundários e de formação de professores. No começo da década de 1960, a instituição foi transferida para outro prédio e se tornou a atual Escola Estadual Washington Luiz. Desde então, o antigo prédio da câmara abrigou o arquivo histórico do município e uma biblioteca municipal até que, em 2016, foi inaugurada a Pinacoteca de Mogi das Cruzes.
O edifício foi tombado (oficialmente considerado patrimônio histórico) em 06 de julho de 2017, pelo CONDEPHAAT, sob a justif**ativa de que o edifício faz parte da história da administração pública de Mogi das Cruzes.

Referências:
CONDEPHAAT. Antiga casa de câmara e cadeia e antigo fórum. Disponível em: .
COMPHAP. Casa da Câmara. Disponível em: .
ALC NTARA, Wiara Rosa Rios. A sala de aula foi o meu mundo: a carreira do magistério em São Paulo (1920-1950). Disponível em: .
PREFEITURA de Mogi das Cruzes. A educação em Mogi. Disponível em: .

Hoje é comemorado o aniversário do município paulista de Osvaldo Cruz, localizado atualmente na Região Administrativa de...
06/06/2021

Hoje é comemorado o aniversário do município paulista de Osvaldo Cruz, localizado atualmente na Região Administrativa de Presidente Prudente, no oeste do Estado.
A data é uma referência ao dia da realização da primeira missa na localidade, considerado ritual de fundação de muitos povoados no Brasil, em 1940.
A história de Osvaldo Cruz está inserida no contexto de expansão colonizadora do oeste paulista no início do século XX. A região era povoada por diversas etnias indígenas que foram expulsas ou exterminadas para a realização de vários empreendimentos imobiliários (já abordamos vários deles aqui, como Emilianópolis, Oscar Bressane, Indiana, João Ramalho, Tupã entre outros).
Osvaldo Cruz foi um dos empreendimentos do suíço Max Wirth. Ele foi um industrial que vendeu suas tecelagens na Suíça e realizou vários investimentos no Brasil, inclusive comprando terras para loteamento e venda para colonos. Assim surgiu o povoado de Nova Califórnia, na década de 1920.
Duas décadas depois, com o decreto-Lei nº 14.334, de 30/11/1944, criou-se o distrito e o município, com a denominação de Osvaldo Cruz, emancipado de Marília e território desmembrado dos municípios de Guararapes e Tupã. A mudança de nome ocorreu porque já havia distrito em São Paulo com a mesma denominação de Vila Califórnia, então foi escolhido nome em homenagem ao médico paulista Osvaldo Cruz.
Em 1950, o município de Osvaldo Cruz contava com 27.022 habitantes, segundo a Fundação SEADE. A estimativa do IBGE para 2020 foi de 33.000 osvaldo-cruzenses.
Para comemorar o aniversário, o IGC apresenta um mapa do município de Osvaldo Cruz, organizado por Jayme Bento da Silva e assinado pela Prefeitura Municipal de Osvaldo Cruz, em escala 1:100 000, datado de 1945. O documento parece bem completo e contém a planta de povoados que posteriormente se tornaram municípios: Drumond (atual Sagres), e Massapé (atual Salmourão).
Entretanto, o mapa está incorreto em vários pontos. Nele, o recém criado município de Osvaldo Cruz teria mais terras do que diz o decreto-lei que o criou, em 1944. Primeiramente, a oeste, o povoado de Inúbia (atual Inúbia Paulista) não fazia parte de Osvaldo Cruz e sim de Lucélia, de onde se emancipou em 1959; Ao sul, na divisa com Parapuã, o afluente do rio do Peixe que separa os municípios não é o córrego da Onça e sim o ribeirão da Negrinha e, por último, ao norte, a linha reta denominada “Dr. Botelho” não faz parte da divisa.
O interessante deste mapa é que podemos ter uma noção de que as divisas de um município são locais de disputa.
O mapa municipal de Osvaldo Cruz, organizado pelo IGG de acordo com o decreto-lei 14.334, de 30/11/1944, finalizado em 1946, encontra-se publicado no seguinte link: . Vale a pena comparar os dois para observar as diferenças.

Referências:
ALESP. Decreto-lei 14.334, de 30 de novembro de 1944: Divisão administrativa e judiciária do Estado. Disponível em: .
IBGE. Osvaldo Cruz: Panorama. Disponível em: .
IGC SP. Mapa das Regiões Administrativas e Metropolitanas. Disponível em: .
IGC SP. Municípios e distritos do Estado de São Paulo. Disponível em: .
PREFEITURA de Osvaldo Cruz. História do município. Disponível em: .
SEADE. Memória das estatísticas demográf**as: Osvaldo Cruz. Disponível em: .
SUÍÇOS do Brasil. Max Wirth. Disponível em:

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