27/01/2026
A atrocidade cometida pelos quatro adolescentes que mataram o cachorro Orelha em Santa Catarina é um grito ensurdecedor sobre a falência completa da educação familiar. É inaceitável que jovens possam agir com tanta crueldade, e isso não é uma simples questão de “criança mal criada”. É um reflexo direto da irresponsabilidade dos pais, que falharam miseravelmente em ensinar o que é respeito, compaixão e humanidade.
Esses adolescentes não são apenas criminosos; são produtos de um lar que negligenciou os valores básicos da vida. Pais que não conseguem inculcar empatia e respeito por seres vivos estão criando verdadeiros monstros. É revoltante que, em vez de formar cidadãos conscientes, estejam permitindo que seus filhos se tornem indivíduos desumanizados, capazes de cometer atos de violência sem qualquer remorso.
E onde estavam esses pais quando a crueldade se desenrolava? A falta de supervisão e o descaso em acompanhar a vida dos filhos são inaceitáveis. Ignorar os sinais de agressividade e indiferença é uma forma de negligência que não deve ser tolerada. Essa omissão é uma forma de conivência com a violência e a falta de moral.
A tragédia em Santa Catarina não é apenas um caso isolado; é um alerta para todos nós. Os pais precisam acordar e entender que a educação vai muito além de notas e deveres escolares. Se não ensinarem seus filhos a respeitar a vida, não só falharão como educadores, mas também colocarão em risco a sociedade inteira. Essa situação exige uma reflexão urgente e uma mudança radical na forma como a educação é encarada. Se os pais não tomarem uma atitude agora, estaremos apenas alimentando a próxima geração de cruéis e desumanizados. A responsabilidade é deles, e a conta já chegou.
At.te Harllem Gonçalves