03/07/2024
A maior catástrofe natural da história de São Leopoldo afetou mais de 180 mil pessoas diretamente, deixando 100 mil desalojadas.
Para acolher os mais de 15 mil leopoldenses que tiveram que deixar suas casas e não tinham para onde ir, foram estruturados 130 alojamentos na cidade.
Os espaços que receberam o maior número de pessoas foram a Unisinos, o Centro de Eventos e o antigo Convento Monte Alverne, sendo que, neste último, foi montada uma enfermaria para acomodar pessoas acamadas que necessitavam de cuidados de enfermagem e auxílio para alimentação e higiene.
Nesta quarta-feira, 3 de julho, data que marca os 60 dias da enchente histórica, cinco desses espaços permanecem ativos, alojando cerca de 700 pessoas que ainda estão em processo de limpeza de suas residências ou cujas casas não podem voltar a ser habitadas.
O trabalho nos alojamentos é coordenado pela Secretaria de Assistência Social (SAS), com apoio de todas as áreas do governo municipal e de dezenas de voluntários, em ações que se desenvolvem durante 24 horas.
Nos alojamentos, além de alimentação, de acomodações para dormir, roupas e agasalhos, as famílias recebem atendimento de equipes das áreas da Saúde, Saúde Mental, Assistência Social, entre outros serviços.