Chapa - Retomada

Chapa - Retomada Chapa que surge da necessidade de reconstrução de nosso CAASO, aproveitando sucessos recentes, mas, principalmente, retomando nosso histórico de luta.

Nosso muito obrigado a todos que participaram, que nos ouviram e que votaram para a eleição do CAASO. A chapa Retomada v...
29/09/2017

Nosso muito obrigado a todos que participaram, que nos ouviram e que votaram para a eleição do CAASO.
A chapa Retomada vem parabenizar a todas e todos que contribuíram com o debate no campus.

Esse processo mostrou a todos que o CAASO é, antes de tudo, importante aos estudantes do nosso campus e que é necessário melhorar algumas pautas que foram deixadas de lado ao longo do tempo.

Saímos vitoriosos por toda confiança e troca de ideias que tivemos ao longo desses dias, e vamos continuar na luta construindo e retomando um CAASO unido e forte.

Confira o resultado da eleição para diretoria do CAASO 2017/2018:
378 -> (R)exista - 72%
133 -> Retomada - 25%
16 -> Nulos - 3%
Total: 527

Último dia de eleição do CAASOConfira onde estarão as urnas e vote. Já conhece nossas propostas?! Vem conversar com a ge...
28/09/2017

Último dia de eleição do CAASO

Confira onde estarão as urnas e vote.
Já conhece nossas propostas?! Vem conversar com a gente ;)

Segundo dia de eleição do CAASOEm breve urnas abertas no Alojamento, e no ICMC das 20:30h - 21:30h!Já conhece nossas pro...
27/09/2017

Segundo dia de eleição do CAASO

Em breve urnas abertas no Alojamento, e no ICMC das 20:30h - 21:30h!
Já conhece nossas propostas?! Vem conversar com a gente ;)

Veja nossos integrantes da Chapa RETOMADA!  ;)
19/09/2017

Veja nossos integrantes da Chapa RETOMADA! ;)

Ontem realizamos nossa primeira mesa, sobre História e Memória do CAASO, com os convidados Dante e Beba (ex-presidente d...
14/09/2017

Ontem realizamos nossa primeira mesa, sobre História e Memória do CAASO, com os convidados Dante e Beba (ex-presidente do CAASO e ex-morador do Aloja, respectivamente). Agradecemos pela presença de todos que puderam ir e aproveitamos para divulgar nossa segunda mesa, quarta-feira que vem, às 19h no palquinho, sobre Ciência, pesquisa e tecnologia no Brasil. Esperamos por vocês!



Link do evento:

https://www.facebook.com/events/411577095906755/?ti=cl

[CARTA PROPOSTA - CHAPA RETOMADA]Somos da Chapa Retomada, e iremos disputar as eleições para a diretoria do CAASO neste ...
12/09/2017

[CARTA PROPOSTA - CHAPA RETOMADA]

Somos da Chapa Retomada, e iremos disputar as eleições para a diretoria do CAASO neste ano. Partimos de uma análise crítica a respeito do atual momento da instituição e de sua trajetória nos últimos anos, e por isso nos colocamos como uma chapa de oposição (à esquerda, sempre).
Nos últimos cinco anos assistimos, nacionalmente, a uma série de manifestações, greves e ocupações promovidas pelo movimento estudantil, frente aos ataques crescentes feitos pelas elites nacionais e pelos oligopólios privados da educação, representados nas figuras das instituições democráticas burguesas, contra a educação pública, em especial a universitária.
O CAASO não deixou de acompanhar e de fazer parte destes movimentos. Porém, desde a histórica greve de 2013, o que percebemos é um esvaziamento gradativo dos espaços políticos no campus. Ou seja, essas manifestações, apesar de massivas, não representaram, posteriormente, um salto qualitativo na organização do movimento estudantil no CAASO, restringindo-se a movimentações espontâneas.
Isso se deve, principalmente, a três fatores, os quais são os eixos estruturais de nossas propostas enquanto chapa. O primeiro é o ataque aos nossos espaços dentro da Universidade, tendo como exemplo maior a liminar contra eventos no campus, a qual restringe a organização de festas, palquinhos, etc. Estes eventos, mais do que fonte de renda para o movimento estudantil, eram espaços cotidianos de ocupação efetiva do espaço público universitário, agora cerceado e esvaziado, reduzindo, assim, a relação de pertencimento e identidade para com o CAASO enquanto operador político do campus. Além da luta contra a liminar, que deve ser continuada, é necessário propormos e ampliarmos os novos modos de ocupar nossa universidade frente ao impedimento judicial, assim como tem sido feito nas festas juninas do Aloja e da Arquitetura, feiras veganas do CAASO, etc.
O segundo ponto é o Colégio CAASO, importantíssimo elemento para o centro acadêmico para expandir sua influência a nível municipal, dessa forma não restringindo sua atuação à USP. Atualmente, o Colégio enfrenta grandes problemas financeiros e administrativos devido a cumulativas más gestões que culminaram num consenso nos últimos anos sobre a necessidade de seu fechamento. Não só não compactuamos com a ideia de fechamento do Colégio, como defendemos estruturadas medidas (a curto, médio e longo prazo) para sua recuperação enquanto importante fonte de renda e ponte para uma forte atuação política municipal.
Logicamente, uma grave crise financeira e administrativa não se sanará em apenas um ano, é necessário um longo planejamento estratégico para esta questão, mas o primeiro passo em definitivo, nesse sentido, precisa ser dado! É essencial voltarmos, enquanto diretoria, a ocupar cotidianamente o espaço do Colégio, um espaço autônomo e com vida própria, que não pode ser legado a apenas algumas poucas pessoas. Deve-se, sim, organizar um Núcleo de Apoiadores do Colégio que irão efetivamente realizar um plano de acompanhamento cotidiano do espaço, professores e estudantes, de modo a não só estarem presentes diariamente por lá, mas também a retomar a troca mútua entre Colégio e Universidade, chamando grupos extracurriculares do CAASO para dentro do Colégio, montando atividades voltadas para a população dos bairros ao redor (como minicursos e eventos culturais), propagandeando o Colégio nas escolas municipais novamente e retomando o essencial trabalho de base nos bairros.
O terceiro e último ponto é a questão que estrutura e amarra todos os outros problemas e pormenores do CAASO atualmente: a necessidade de um Trabalho de Base bem estruturado e qualificado. É essencial um forte trabalho de base para a inserção orgânica do Centro Acadêmico, enquanto vanguarda do movimento estudantil do campus, para com suas bases. Este vem sendo deixado de lado há anos, e há tempos não nos deparamos com um planejamento adequado para retomar esta conexão entre CAASO e bases, fazendo com que a diretoria assuma, progressivamente, um caráter despolitizado, burocrático e meramente administrativo, deixando o caminho livre para o distanciamento dessas bases (observado na despolitização crescente dos moradores do Alojamento, ainda um poderoso catalisador político do campus, e na transformação das Secretarias Acadêmicas, ou pelo menos grande parte delas, em meras prestadoras de serviços).
A reconstrução de um Jornal do CAASO, em articulação com as SAs, coletivos e demais entidades é uma estratégia importantíssima nesse sentido. Assim como a construção de um Comitê Contra a Precarização do Trabalho da USP São Carlos, tendo em vista o cenário de desmonte crescente das condições de trabalho dos funcionários de nosso campus, em especial os terceirizados.
Vivemos momentos difíceis na atual conjuntura. A Universidade Pública sofre ataques brutais e a perspectiva para os próximos anos é, mais uma vez, de privatizações crescentes, não sem antes uma progressiva precarização dos trabalhadores do âmbito universitário e para os estudantes que dependem das políticas de permanência estudantil. Dessa forma, é essencial que retomemos o caráter combativo de nosso centro acadêmico e recuperemos o enorme histórico de lutas do CAASO. Queremos Retomar o papel organizativo do CAASO, capaz de aglutinar as lutas dos estudantes, que atue em conjunto aos coletivos, grupos e SA’s. Queremos ir além da responsabilidade de se administrar o CNPJ do CAASO. Queremos uma entidade de peso que volte a ser ouvida nas deliberações do campus, que seja protagonista a nível municipal e extrapole a universidade para além de seus portões e traga a população para dentro!

Queremos a RETOMADA de um trabalho histórico, político e social que nunca devia ter sido interrompido!

Há 44 anos atrás, em 11 de setembro de 1973, concretizou-se o golpe de Estado no Chile que derrubaria o presidente Salva...
11/09/2017

Há 44 anos atrás, em 11 de setembro de 1973, concretizou-se o golpe de Estado no Chile que derrubaria o presidente Salvador Allende e instauraria a ditadura do militar Augusto Pinochet, considerada a mais brutal das ditaduras latino-americanas em termos de violência política e sendo precursora do neoliberalismo mundial. Allende foi eleito democraticamente, com ampla base popular, em 1970. Neste ano, o grupo Inti Illimani lançou o álbum Canto Al Programa, a respeito do projeto político que se iniciava. Abaixo, uma das canções do álbum, que canta sobre a universalização da educação. Assim como os companheiros chilenos, defendemos uma universidade pública, gratuita e de qualidade que se volte para as reais necessidades do povo trabalhador brasileiro.


"[...] Y con los chiquillos grandes
que no soportan bagamas
con ellos todos haremos
reforma universitaria.

Allí estudiarán los hijos
del pueblo trabajador
para que la patria tenga
bien puesto su corazón".

1970 - Canto al Programa 19. vals de la educación para todos

[EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA, GRATUITA E DE QUALIDADE] Ontem foi anunciado um acordo entre o governo do estado do Rio ...
06/09/2017

[EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA, GRATUITA E DE QUALIDADE]

Ontem foi anunciado um acordo entre o governo do estado do Rio de Janeiro e o governo federal no intuito de resolver e estancar a grave crise financeira que resulta, nos últimos tempos, em graves ataques aos trabalhadores cariocas. Vimos os cumulativos atrasos e ausência de pagamento dos salários dos servidores públicos, parcelamento de décimo terceiro, etc.
Um dos pontos do acordo, indica como horizonte a demissão de comissionados e servidores ativos e a “revisão da oferta do ensino superior”, justificada por meio da “revisão do papel do Estado”. Ou seja, estamos diante de um ataque frontal à educação pública, justificado por uma crise econômica fabricada pelo governo estadual do Rio e de suas elites, que jogam a conta da crise para os trabalhadores ao mesmo tempo em que concedem isenções fiscais absurdas para o grande capital.
No estado de São Paulo a questão não é tão diferente quando o assunto é o ataque às universidades públicas. De 2002 pra cá observamos a incorporação da Escola de Engenharia de Lorena à USP, a criação do Campus da Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp em Limeira, e a criação de oito novos campi na UNESP, todos sem o devido aumento posterior de investimentos.
Assistimos a uma expansão das universidades paulistas através da lógica da precarização. Entre 1995 e 2016, a quantidade de docentes cresceu em 8,8%, a quantidade de funcionários técnico-administrativos diminuiu 10%. Por outro lado, neste mesmo período, a quantidade de cursos de graduação aumentou 102%, os alunos de graduação em 93%, a quantidade de cursos de pós-graduação aumentou 57% e a quantidade de alunos de pós-graduação em 101%. Ou seja, o que ocorre é um processo de sobrecarga de professores e funcionários que passam a ter que tapar os buracos deixados pela falta de investimento, fazendo com que, por exemplo, observemos o aumento vertiginoso no número de funcionários terceirizados nas universidades, visando diminuir os gastos através da lógica do trabalho precarizado.
Acrescenta-se a isso tudo o fato de que o repasse do ICMS feito nos últimos anos simplesmente não contempla os 9,57% prometidos pelo Estado, fazendo com que, em 2016, a diferença entre o que deveria ser repassado e o que foi pago chegasse a quase um bilhão de reais. Isso se deve ao fato de que o Estado tem repassado, irresponsavelmente, alguns de seus gastos para a conta do ICMS, dessa forma cortando das universidades, como no caso do pagamento dos aposentados e dos pensionistas docentes e técnico-administrativos das três universidades, recursos que antes vinham do IPESP, e também o caso do dinheiro que cobre a insuficiência financeira, da qual só para pagar por isso Unesp, USP e Unicamp atualmente perdem quase 20% do que recebem.
Para além disso, devemos lembrar que neste ano foi aprovado na USP os Parâmetros de Sustentabilidade, plano que pretende “enxugar” os gastos da Universidade para que a folha salarial não ultrapasse 85% do repasse mensal do Estado. O que, na prática, significa terceirização maior de serviços, mais programas de incentivo à demissão voluntária de servidores, cortes maiores em contratação (num cenário de total sucateamento de inúmeros institutos inteiros com déficits altíssimos de funcionários e professores), tudo isso aliado ao incentivo ainda maior para a entrada do capital privado nas universidades e demais órgãos públicos de pesquisa (conforme constatado pelo decreto aprovado esta semana que regulamenta parcerias público-privadas no estado de São Paulo em link anexo).
A Universidade não é um espaço neutro em meio a nossa sociedade e o conhecimento não paira acima das contradições materiais de nosso país. Nela se faz presente também um um projeto político de conhecimento, educação e desenvolvimento. O movimento estudantil há muito tempo já discute sobre como as nossas universidades não estão voltadas para a resolução das reais necessidades da sociedade brasileira, mas sim destinadas a mero complemento técnico-científico de um projeto econômico dependente do capital internacional e baseado, principalmente, na exportação via agronegócio, commodities e produtos de base; além de estar alijado com um plano de fortalecimento dos grandes oligopólios privados da educação (como o grupo Kroton) com um desvio de verbas do Estado, antes destinado somente às instituições educacionais públicas, e, desde décadas atrás, cada vez mais colocado nos fundos privados de educação.
Temos diante de nós um projeto político nacional que visa acabar com o ensino público gratuito de maneira violenta, antidemocrática e fraudulenta. O movimento estudantil mais uma vez se faz necessário na organização da luta contra esses ataques. A articulação com funcionários e professores é essencial, não se trata mais de pautas específicas dos estudantes, estamos diante de um ataque frontal, em âmbito nacional, à educação. É O TEMPO DE RETOMARMOS NOSSO HISTÓRICO DE LUTAS E REORGANIZARMOS O MOVIMENTO ESTUDANTIL!



FONTES:
- http://www.uerjresiste.com/post/165016515681/fazenda-quer-fim-da-uerj-e-demissao-de-servidores
- https://extra.globo.com/noticias/economia/governo-do-rio-abriu-mao-de-88-bilhoes-em-isencoes-em-2016-21175389.html
- https://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/isencao-de-138-bilhoes-pagaria-servidores-do-estado-por-mais-de-cinco-anos-18833759.html
- http://www.sintunesp.org.br/Boletim%20do%20Forum%20-%2016-5-2017.pdf
- https://drive.google.com/file/d/0B-qiMN4CxFCVcWduTmJ0bmYyNVE/view
- https://drive.google.com/file/d/0B-qiMN4CxFCVOGk3VjR1Q05uRnc/edit
- http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2016/05/23/comunidade-universitaria
- https://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/8695
- http://www.legislacao.sp.gov.br/legislacao/dg280202.nsf/6279925b177ee40183256b6f00692f13/894c6d86f3f517dd032572f000529157
- https://www.imprensaoficial.com.br/Certificacao/GatewayCertificaPDF.aspx?notarizacaoID=496b95aa-0584-4e6b-b81a-2d0488ed0a6d
- https://drive.google.com/file/d/0B-qiMN4CxFCVQzJFcC1meFB2WEE/edit
- http://www.usp.br/vrea/?q=node/36
http://www.unesp.br/portal #!/aplo/repasse-quota-parte-icms/
https://univesp.br/transparencia/relatorios-e-balancos
http://jornal.usp.br/institucional/conselho-universitario-aprova-texto-final-dos-parametros-de-sustentabilidade/
http://www.inova.unicamp.br/noticia/novo-decreto-regulamenta-parcerias-publico-privadas-em-pesquisa-em-sao-paulo/
http://jornal.usp.br/institucional/conselho-universitario-aprova-texto-final-dos-parametros-de-sustentabilidade/
https://www.ifch.unicamp.br/formulario_cemarx/selecao/2012/trabalhos/6423_Rodrigues_Viviane.pdf
https://brasil.elpais.com/brasil/2014/11/07/economia/1415359570_013012.html

Endereço

São Carlos, SP
13566-590

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