Psol Vila Aliança - RJ

Psol Vila Aliança - RJ Página de divulgação e organização do Partido Socialismo e Liberdade em Vila Aliança, Rio de Janeiro.

25/08/2018

Temos um candidato da zona Oeste, após reunião decidimos apoiar o candidato Jeferson Barros a deputado federal.

#5045

Primeiramente Fora Temer!Fora Pezão!Fora PMDB! #50
24/05/2017

Primeiramente Fora Temer!
Fora Pezão!
Fora PMDB!
#50

Nenhum direito a menos    #50
30/04/2017

Nenhum direito a menos #50

12/04/2017

Nota de esclarecimento do Vereador Leonel Brizola Neto sobre a acusação de que o mesmo teria recebido dinheiro. Não podemos sumariar o processo, devemos zelar pela presunção de inocência!

Me causou perplexidade e revolta a matéria veiculada na imprensa citando meu nome. Baseada em uma simples suposição, a matéria dá a entender que eu teria recebido dinheiro do ex- prefeito Eduardo Paes para a minha campanha. Na ocasião estava no PDT e rompi com o partido fundado por meu avô justamente por não concordar com a aliança com Eduardo Paes. Inclusive fui processado por Paes e pelo então secretário Pedro Paulo pelas inúmeras denúncias que fiz sobre seus desmandos durante meu segundo mandato como vereador da cidade do Rio de Janeiro.

Sempre pautei minha atuação pelo exemplo de ética, honestidade e respeito ao povo aprendido com meu avô Leonel Brizola. É lamentável que estejamos vivendo tempos no Brasil em que reputações são enxovalhadas pela prática que se tornou comum de denuncismos sem provas.

Nesse momento em que os direitos trabalhistas estão sendo solapados, a educação e a saúde públicas e os programas sociais destruídos por um governo sem legitimidade, em que oito ministros, além do próprio presidente, foram citados por diferentes delatores com detalhes de valores e contas no exterior, começam a aparecer elementos de distração dos fatos centrais. Uma cotina de fumaça. Uma citação vaga e sem cabimento que sirva para demonstrar que todos os políticos e todos os partidos são iguais. Mais do que nunca o golpe continua.

Reitero que nunca me envolvi em nenhum tipo negociata e estou à disposição para prestar qualquer esclarecimento.

Filie-se ao PSOL !  #50
21/03/2017

Filie-se ao PSOL ! #50

Lutar Sempre    #50
20/03/2017

Lutar Sempre #50

18/11/2016

A semana se finaliza com um avanço burocrático do judiciário resultando em dois ex governadores presos por diferentes motivos.

Até que ponto os homens da toga vão interferir no poder legislativo e executivo?

As prisões foram boas e necessárias mas ficamos à analisar.

Junte-se aos bons e se torne um deles!  -se  #50
08/11/2016

Junte-se aos bons e se torne um deles!

-se

#50

Estamos na luta a favor dos trabalhadores! Usar cinto de segurança nos carros é obrigatório e nos ônibus podemos ser tra...
07/11/2016

Estamos na luta a favor dos trabalhadores!

Usar cinto de segurança nos carros é obrigatório e nos ônibus podemos ser transportados de pé e acima da lotação máxima permitida.

Pelo fim da dupla função!


#50

Filie-se ao PSOL! Informações por imbox.
04/11/2016

Filie-se ao PSOL!

Informações por imbox.

02/11/2016

BALANÇO DAS ELEIÇÕES DO RIO E A SINDROME DE CLAUDIO COUTINHO

Perdemos a eleição do Rio de Janeiro porque não tínhamos como vencer. Reza a lenda que o Rio é uma cidade progressista , com tendência á esquerda, mas pelo menos nas disputas municipais, essa lenda não encontra muito respaldo na realidade. Desde os anos 80 com Saturnino Braga em 1985 e Marcelo Alencar em 1988 que candidaturas socialmente vistas como de esquerda ( sim, era desse jeito que Marcelo Alencar era visto em 88) não vencem as eleições. Desde 1992, quando Benedita da Silva perdeu por 52 a 48% para Cesar Maia, que a esquerda sequer conseguia disputar o segundo turno. Em 1996, 2000 e 2008 o segundo turno foi disputado por duas alternativas á direita; em 2004 e 2012 a direita venceu no primeiro turno.

Agora em 2016 Marcelo Freixo chega ao segundo turno com pouco mais de 18% dos votos , beneficiando-se da fragmentação da direita não religiosa em 4 candidaturas, uma delas, a de Bolsonaro Filho, de extrema direita, e da migração do voto útil de eleitores que tinham as outras duas candidaturas vistas como progressistas como primeira opção. Somando-se á votação de Freixo a votação de Molon e Jandira chegamos a cerca de 23% dos votos validos.77% dos eleitores votaram em candidaturas á direita do espectro politico. Essa conta evidentemente não é exata porque boa parte do eleitorado não usa esses critérios de direita e esquerda na definição do seu voto. Identificações culturais, estéticas, simbólicas e fundamentalmente a percepção do que sejam seus interesses imediatos e quem os pode melhor representar, são elementos essenciais na definição do voto.

No segundo turno Freixo ampliou em cerca de 600 mil votos sua votação sendo que pouco menos de 150 mil vieram de eleitores de Jandira e Molon. Os restantes vieram de eleitores que fizeram sua escolha pela defesa dos valores do Iluminismo contra uma alternativa vista como teocrática. Provavelmente a nossa geração jamais voltará a ver um candidato socialista vencer as eleições no Leblon e perder de pouco em Ipanema.

A derrota da esquerda está exatamente nas áreas da periferia onde se concentra o eleitorado que é em tese o maior beneficiário do programa “redentor “ que defendemos. Esse é o centro do balanço a ser feito. Há uma crise de credibilidade da esquerda provocada pela falência do projeto do PT, que alguns setores do próprio PSOL sonharam que não nos atingiriam. Discursos de que o PT não é esquerda e logo nada temos que ver com isso, entendem a politica a partir de proclamações programáticas e não da percepção social do que os vários atores representam. Fizemos oposição aos governos de Lula e Dilma, mas os valores pelos quais esses governos são avaliados pelo povo são os mesmos que defendemos; a solidariedade, a igualdade , a liberdade, o papel do estado como agente redistributivo de renda, e tudo isso entrou em crise junto com a crise do PT. Em politica o que parece, é.

Essa no entanto não é a razão da nossa derrota porque essa crise não explica a prolongada ausência da esquerda da disputa real desde 1992.A razão da nossa derrota são as nossas insuficiências e a dificuldade de entender, ouvir e reconhecer legitimidade no outro. Tenho visto por aí avaliações reducionistas que no fundamental apontam a ignorância do povo pela nossa derrota. Afinal se temos um programa redentor, que por obvio é o que melhor atende os interesses da maioria , só dois tipos de pessoas podem se opor a nós. Os mal intencionados e aqueles que os primeiros manipulam. Desse raciocino deriva outro que se tivéssemos vencido nos causaria enormes problemas, o de que governaríamos sem alianças.

Neste caso não ajudou o discurso de Freixo de que nosso secretariado seria técnico. Optando por não enfrentar a onda da anti politica ,Freixo reforçou a confusão entre a daninha logica do presidencialismo de coalizão que vigora também em Estados e Municípios baseado na formação de bases parlamentares assentes no loteamento do aparelho de estado com a decorrente praga associada da corrupção estrutural, e a necessária conformação de alianças programáticas ainda que com concessões, essenciais numa democracia onde invariavelmente o vencedor não representa a maioria absoluta. Vigora no PSOL de uma forma geral e no Rio em particular a ideia do não reconhecimento da legitimidade das outras representações politicas e que portanto, qualquer negociação seria imoral. As experiências em Porto Alegre com Olívio Dutra, de Erundina em S.Paulo e de Edmilson em Belem nos anos 80 e 90, onde a esquerda governou em minoria nas câmaras ,não nos autoriza a essa interpretação. Pressão e negociação ocorreram o tempo todo e só assim se conseguiu governar.

A derrota nas áreas populares e em particular no segmento evangélico que decidiu a eleição contra nós, merece uma reflexão detalhada. Segundo o Data folha 91 a 92% dos eleitores evangélicos pentecostais votaram em Crivela e de 8 a 9% em Freixo. Entre os evangélicos tradicionais foi algo entre 85 a 86% a 14 a 15%.Como os evangélicos são cerca de 28% do eleitorado e tiveram um índice de comparecimento maior e de voto branco e nulo bem menor podemos inferir que foram responsáveis por um terço dos votos validos .Perdendo a grosso modo de 30 a 3 em um terço do eleitorado valido ,não é possível vencer a eleição. A classe media e a esquerda no geral carregam um enorme preconceito contra os evangélicos reduzidos á condição infantil de pessoas facilmente manipuladas por pastores inescrupulosos. Contribuem para a formação desse esteriótipo as cenas deploráveis de mercadores da fé que com frequência aparecem em programas comprados de TV, os pastores Valdomiros, RR Soares , Bispa Ingrid Dutra e seu amado esposo, dois picaretas escrachados; mas o mundo evangélico é muito maior que isso e felizmente bem mais plural, ainda que majoritariamente muito conservador. E os 8 a 9% de evangélicos pentecostais que declaravam voto em Freixo mostram que tem como disputar. Mas é preciso trabalho de base de médio para longo prazo.

O PSOL em geral ,mas particularmente no Rio se consolidou como expressão politica de bandeiras identitárias; luta feminista, LGBT, anti ra***ta, causas absolutamente imprescindíveis porque lidam com opressões concretas, mas até por não terem corte de classe, são insuficientes para construir hegemonia na sociedade. Em pouco mais de 10 anos de construção, e mesmo sem se omitir em nenhum momento nesses enfrentamentos, o PSOL não conseguiu se tornar referencia de representação politica nas lutas por direitos sociais; habitação, transporte, saúde, educação, trabalho e segurança. Em algumas destas lutas somos referencia para parte das vanguardas ,mas sem maior expressão de massa. Sem conseguir ter maior protagonismo e reconhecimento social nestas causas e sem disputar o segmento evangélico ,não teremos como vencer eleições no Rio de Janeiro, nem na capital e muito menos no estado.

Nenhuma destas insuficiências, razão maior da nossa derrota, é de fácil superação. Mas como sempre diz o nosso deputado Glauber Braga, nós estamos entre aqueles que não escolheram o caminho fácil da vida. Tenho nos últimos dois anos em particular, debatido e feito formação politica para publico evangélico. Entender a razão do crescimento acelerado do protestantismo pentecostal nas periferias é o primeiro passo para conseguir disputar politicamente esse segmento .É difícil fazer reuniões politicas na baixada fluminense aos domingos, dia dedicado á Igreja; não apenas ao culto, mas á Igreja, como espaço de sociabilidade, como sentido de pertencimento, como espaço onde as pessoas se sentem acolhidas e valorizadas. A base evangélica não é composta por pessoas infantilizadas , manipuladas por seus pastores. É constituída por trabalhadores que ralam no transporte precário, nas filas do SUS, na precariedade do ensino publico, no domínio das milícias ou do trafico, e que encontram na Igreja muito mais que a religião redentora ,mas o apoio psicológico e muitas vezes material, para enfrentarem as dificuldades da vida.

A nossa agenda identitária , usada contra nós por Crivela com recurso á manipulação e distorção pode e deve ser debatida com evangélicos. Temos feito isso com sucesso embora de forma muito limitada por não ser uma preocupação assumida pela maioria do partido no Rio. Casamento civil igualitário , como garantidor de direitos como pensão, herança, compartilhamento de planos de saúde; educação sexual nas escolas, como prevenção a uma das pragas das periferias que é a gravides na adolescência e as doenças sexualmente transmissíveis, tolerância á diferença de orientação sexual que começa a se manifestar na adolescência , afinal ninguém deve ser vitima de bulling e isso é um principio cristão. Devidamente debatida a nossa agenda pode dialogar com a classe trabalhadora evangélica. Assumir mais protagonismo na agenda de direitos sociais também ajudaria. Enquanto tivermos no PSOL dirigentes que comparam a Marcha para Jesus que reúne mais de 500 mil pessoas , com passeatas da Ku Klux Klan, vai ser difícil superar esse desafio.

A grosso modo estas são as nossas insuficiências, impossíveis de serem superadas numa campanha, mas possíveis de o serem com trabalho de médio prazo. Compreender e aceitar a legitimidade de outras representações , abandonarmos uma certa arrogância característica dos que se acham condutores da historia, aceitar a legitimidade da nossa derrota e buscar aprender com ela, superar a síndrome de Claudio Coutinho que após a derrota na Copa de 78 na Argentina se proclamou campeão moral, é fundamental.
Já avançamos muito até aqui, mas é maior o caminho pela frente que aquele já trilhado.

Texto de José Luiz fevereiro, membro do diretório Nacional do PSOL.

Não deu desta vez mas continuaremos tentado!!!  #50
30/10/2016

Não deu desta vez mas continuaremos tentado!!!

#50

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