O Batalhão de Polícia de Choque teve como origem o Pelotão Motorizado, criado em 13 de Fevereiro de 1941. Em 24 de Julho de 1968, passou a se denominar Batalhão de Choque. Em 05 de Outubro de 1971, foi criado o Regimento de Choque, resultante da fusão do 1º Regimento de Cavalaria com o Batalhão de Choque. Em 15 de março de 1975 os Estados do Rio de Janeiro e da Guanabara se fundem passam a formar
o Estado do Rio de Janeiro. Com esta fusão a PMRJ e PMEG se unificaram formando a PMERJ, que através do Decreto-Lei nº 92, de 06 de maio de 1975, estabelece:
“... Art. 36 – As Unidades de Polícia Militar serão dos seguintes tipos:
§ 1º - ...
§ 2º - O Comandante-Geral da Polícia Militar terá como força de reação, no mínimo, um Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) especialmente instruído e treinado para as missões de contraguerrilha urbana e rural, o qual será usado, também, em outras missões de policiamento.”
Em 03 de Fevereiro de 1977 o Regimento de Choque foi transformado em Batalhão de Polícia de Choque, denominação mantida até hoje. O Batalhão de Polícia de Choque está sediado nas dependências do Regimento Marechal Caetano de Faria (RMCF), localizado no bairro da Cidade Nova, nas proximidades do centro do Rio de Janeiro. O RMCF teve sua construção iniciada em 1906 vindo a ser inaugurado em 05 de agosto de 1913 com a presença do Presidente da República, o Marechal Hermes Rodrigues da Fonseca. Inúmeros acontecimentos históricos ocorreram no RMCF, como por exemplo, o fato de ter sido a sede do Comando Geral da Corporação no período de 1919 a 1934. Entre os anos de 1920 e 1960 o regimento também abrigou Escola Profissional, atual Academia de Polícia Militar D. Em 1968, o governo militar enfrentava uma de suas piores crises, que culminou com a edição do Ato Institucional nº 5, o AI-5. Este ato permitia ao governo, dentre outras ações, “suspender por 10 anos os direitos políticos de qualquer cidadão”. Com isso o Regimento Marechal Caetano de Faria foi transformado em unidade prisional que abrigava presos políticos.