Associação dos Usuários da Marina da Glória

Associação dos Usuários da Marina da Glória Página oficial da Associação dos Usuários da Marina da Glória

25/10/2018

Será que o Município do Rio (e a União), após VINTE (20) anos de processo judicial, cumprirá a decisão de 2ª instância da Justiça Federal, voltando a administrar a área da Marina da Glória, no Parque do Flamengo, como área náutica e pública? Para dizer a verdade, acho que farão "cara ...

Para que serve uma marina mesmo?
23/04/2017

Para que serve uma marina mesmo?

Tradução da carta de um velejador francês.À Marina da gloriaSenhor diretorEu quero dizer pela carta que acabo de passar ...
14/03/2017

Tradução da carta de um velejador francês.

À Marina da gloria
Senhor diretor
Eu quero dizer pela carta que acabo de passar 2 dias na marina,nos dias 11 12 de março de 2017 e que o preço da diária é o mais caro que encontramos.
O preço desencoraja todos os veleiros do mundo à vir ao Rio de janeiro que é entretanto uma cidade magnifica.

Senhor diretor,tem praticar um preço para os marinheiros à vela.
Peço por favor aceitar,senhor diretor nossas mais sinceras saudações.
Feito no Rio de Janeiro em 13 de março de 2017
Jean.

06/02/2017
04/02/2017

Uma empresa que não tem direito a administrar o local, realiza uma obra aprovada pelo IPHAN de forma irregular, a obra não tem como finalidade principal a náutica e o pior, em vez do poder público fiscalizar ele é sócio nestas ações.

Legado olímpico na Marina da Glória
30/01/2017

Legado olímpico na Marina da Glória

17/12/2016

Qual a ligação da Marina da Glória com a Lava a Jato? Aguardem novidades.

11/12/2016

Em ação que denuncia a venda do contrato de administração da Marina da Glória (0250554-25.2015.8.19.0001)o MPE deu o seguinte parecer:

"Portanto, não era possível juridicamente a ampliação do objeto da concessão, a alteração da exploração econômica, a prorrogação do prazo contratual por mais 30 anos e a transferência da concessão a novo concessionário, tudo sem a prévia licitação."

"Por todo o exposto, oficia o MINISTÉRIO PÚBLICO pela procedência da demanda popular, declarando a nulidade dos Termos Aditivos que implicaram na transferência de concessão de uso a novos concessionários, retomando a gestão municipal do imóvel, enquanto vigente o aforamento, permitindo-lhe eventual cessão ao particular mediante prévio procedimento licitatório, observando os limites impostos pela União Federal no que toca à exploração econômica da Marina da Glória.

16/03/2016

Carta aberta de Antonio Guedes a BR Marinas.

Rio de Janeiro, 16 de março de 2016.



Em atenção também à Senhora Gabriela Lobato, senhores Pedro Guimarães e Cláudio Alves.



Caro Cristiano Jardim,

Conforme seus dois últimos telefonemas (14/3 e hoje) solicitando deslocamento do meu pequeno bote de apoio, do Pier Principal Flutuante para um píer provisório, com urgência, gostaria de reafirmar o que tenho dito não só à você com também aos senhores Cláudio Alves e ao Pedro Guimarães.

Luto por uma Marina da Glória que de fato tenha com atividade base a náutica, destinada para seu desenvolvimento num Pais de dimensões continentais e muito carente deste. Quantos de fato não lucrarão com o crescimento do numero de usuários de embarcações Brasil à fora, cônscios, educados ambientalmente? Estes próprios? Os fabricantes de barcos e assessórios? A iniciativa privada criando novas marinas? Em termos de Segurança Nacional, também a Marinha do Brasil? A Sociedade de uma forma geral?

Apesar da BR Marinas colocar em várias mídias que está abrindo a Marina da Glória ao Público, não é o que de fato está fazendo quanto à Náutica. Preparou várias outras áreas para funções distintas como para eventos diversos, vários restaurantes, lojas e garagens, que lhe trarão diversas fontes de receitas.

Não obstante a estas, impõem à náutica uma Tabela de Preços de vagas para embarcações que exclui já de inicio os barcos menores, mesmo que sejam estes imperiosos quando de fato se propõem à um Desenvolvimento Náutico. Da mesma forma exclui toda e qualquer área de manutenção de embarcações, o que é básico e indispensável, alem de não oferecer vagas secas para veleiros, nem mesmo para os de competição que necessariamente precisam destas.

Desta forma como eu posso assinar um contrato com a BR Marinas? Não luto há anos apenas para uma vaga para meu veleiro, isto é de conhecimento público.

O que você me pede agora, junto ao que é feito há 4 meses, desde que não me mandaram mais Boletos para pagamento, os tenho feito através de depósitos à BR Marinas como já dito, alem da pressão que me é feita há anos, nada mais é que ir me colocando para fora da Marina da Glória.

O píer para o qual você sugere que eu leve o bote de apoio, que possibilita o acesso ao meu pequeno veleiro na poita, não faz parte do Projeto BR e deixará de existir. Destina-se hoje, entre outras pouca embarcações, as que tentam retirar “lixo” da Baia da Guanabara (catar agulhas no palheiro). Quanto à estes, “ecoboats”, aproveito aqui para mais uma sugestão, deveria haver apenas um, em “Cais Nobre”, com Finalidade Educacional, para mostrar aos jovens a dificuldade de se retirar, à alto custo, de uma “imensidão de águas” uma pouca quantidade de recicláveis. Também conscientiza-los da necessidade primordial de não se jogar ao léu o que erradamente não se dá valor e de se ter o necessário sistema urbano de coleta.

Propus outrossim a você, ao Cláudio e ao Pedro Guimarães, que até seja definida a situação tanto jurídica da atual administradora quanto à minha vaga na enseada, em reconhecendo a Luta de um cidadão – “não do antonio”- pelo que acredita ser necessário para o Verdadeiro Desenvolvimento de uma Sociedade, uma Escada de Acesso ao Crescimento Social, que fosse mantido o nosso relacionamento de até então.

Infelizmente não encontrei apoio de vocês até o momento, mas continuo insistindo; não tenho vontade de deixar de lado este Espaço, que continuo tendo como Publico, apenas estar sendo administrado pela iniciativa privada.

Tenho lutado por uma Marina da Glória que realmente dê acesso ao cidadão comum, não ao dito “espaço aberto agora” (?) Ao meu ver este é para o cidadão ficar “à ver navios”, mas à náutica de fato, não. Já de inicio vemos que o divulgado, em diversas mídias, pela atual administradora, de fato não corresponde à realidade, se, por exemplo, são cobrados R$1.650,00 mensais para um veleiro de 20 pés (digamos, em 01 ano o valor do próprio barco), em vaga molhada. Enquanto isto a administradora paga ao município aproximadamente R$ 23.000,00 mais 2% de um faturamento liquido, por mês; há equilíbrio financeiro nesta relação usuário/administração? E não são tantas as outras fontes de receita dos administradores?!

Fiz, neste em alguns outros emails, alguns questionamentos quanto a espaços e serviços que poderiam, e ao meu ver deveriam, ser oferecidos, independentemente das questões jurídicas em andamento; não tive respostas a não ser com um sistemático e silencioso afastamento de minha pessoa/veleiro/bote de apoio.

Diante do acima exposto pode-se dizer, às vésperas de uma Olimpíada, que o Verdadeiro Espírito desta está de fato sendo praticado?

Cristiano, há um espaço outro onde se possa colocar um “bote de apoio”, dentro do Projeto BR Marinas, que admita a Luta Democrática por um Espaço Público, ou esta Chama está de fato sendo totalmente apagada por parte desta administradora?

Antonio Guedes

07/03/2016

Gostaríamos de esclarecer que a luta dos usuários da Marina da Glória é por uma MARINA PÚBLICA. Um espaço que funcione como Marina e que tenha serviços de Marina e não o desvio de finalidade da atual administradora que tenta criar um Shopping Center, uma casa de shows com vista para os barcos.

Ao nosso ver a finalidade social de uma Marina Pública é popularizar a náutica!

Nos últimos dias temos visto a empresa que administra a Marina da Glória dizer em várias mídias que ela vai abrir o espaço ao público e que antes este espaço era fechado.
Ao afirmar isto a empresa diz que a prefeitura, que deveria fiscalizar o espaço público não o faz. Imagine se fará isso agora que o Diretor Geral da Marina veio de dentro da prefeitura.

Ao contrário do que a empresa diz, foi através dos usuários do Parque do Flamengo e usuários da Marina da Glória, que impetraram ações populares, que ficou demonstrado na justiça o desvio de finalidade do local e a tentativa de grilagem do bosque. A prefeitura junto com a empresa são réus nas ações.

Quando a empresa diz que será um espaço aberto ao público ela não diz que um veleiro de 20 pés( 6,5 metros) que custa R$ 15.000,00(preço de um carro usado), que pagava R$ 600,00 por mês pela vaga, água, luz e estacionamento passará a pagar R$ 1.650,00 sem água, luz e estacionamento, ou seja, terá que pagar mais de um barco por ano.

Outro exemplo é a pessoa que for fazer um passeio de Saveiro pela Baía de Guanabara, que custa em torno de R$ 40,00, e quiser parar no estacionamento da Marina da Glória, neste caso vai pagar outros R$ 40,00.

É desta forma que a marina pública da cidade do Rio de Janeiro vai popularizar a náutica?

Endereço

Rio De Janeiro, RJ
20021-140

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