Articulação Nacional de Agroecologia (ANA)

Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) Articulação Nacional de Agroecologia é uma rede nacional composta por organizações, redes regionais e movimentos sociais que atuam com agroecologia.

A Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) reúne movimentos, redes e organizações engajadas em experiências concretas de promoção da agroecologia, de fortalecimento da produção familiar e de construção de alternativas sustentáveis de desenvolvimento rural. A atuação da ANA está ancorada em dois objetivos principais: de um lado, favorecer os fluxos de informação e o intercâmbio entre as experiênc

ias concretas e as dinâmicas coletivas de inovação agroecológica e desenvolvimento local, integrando esforços de movimentos sociais e de redes locais e regionais. De outro lado, fortalecer a capacidade do movimento agroecológico de refletir sobre suas experiências, sistematizando e socializando seus ensinamentos, e construindo propostas de políticas públicas para fortalecimento do campo agroecológico. http://www.agroecologia.org.br/

A violência contra a mulher é, pela primeira vez, considerada pela maioria dos brasileiros a forma de criminalidade mais...
02/06/2026

A violência contra a mulher é, pela primeira vez, considerada pela maioria dos brasileiros a forma de criminalidade mais grave do país. É o que aponta pesquisa do Datafolha encomendada pelo Movimento Mulher 360 e divulgada nesta segunda-feira (1/6).

O levantamento ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em capitais e regiões metropolitanas de todas as regiões do Brasil, entre 6 e 11 de abril de 2026. Segundo os dados, 61% dos entrevistados apontam a violência contra a mulher como a forma mais grave de criminalidade, índice muito acima do segundo colocado, o tráfico de dr**as, com 16%.

A percepção é ainda mais intensa entre as mulheres: 73% delas citam a violência de gênero como o problema mais grave, ante 49% dos homens. Entre mulheres de 16 a 24 anos, o índice chega a 77%.

Leia a matéria completa de Manuella Dal Mas, da CNN Brasil: https://bit.ly/4dRDqo9

Comunicar é construir pontes, fortalecer a democracia e disputar narrativas sobre o mundo que queremos. Neste Dia da Imp...
01/06/2026

Comunicar é construir pontes, fortalecer a democracia e disputar narrativas sobre o mundo que queremos. Neste Dia da Imprensa, reafirmamos a importância de uma comunicação comprometida com a verdade, com o interesse público e com os direitos dos povos.

Em tempos de desinformação, concentração dos meios de comunicação e ataques à democracia, defender uma imprensa livre é defender o direito da sociedade de ser informada.

A informação não pode ser mercadoria. Comunicação e informação são direitos fundamentais para a construção de uma sociedade justa, solidária e democrática.

Um grande salve para nossas companheiras e companheiros da imprensa não hegemônica que contribuem com a ampliação das denúncias e anúncios dos povos e comunidades!

O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação civil pública contra a Anvisa  e o governo federal pedindo o ...
31/05/2026

O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação civil pública contra a Anvisa e o governo federal pedindo o banimento do glifosato no Brasil, herbicida mais usado no país e base do Roundup, produto da Bayer.⁠

A ação, protocolada em 22 de maio na Justiça do Trabalho do Distrito Federal, pede o cancelamento dos registros e a proibição da produção, importação, comercialização e uso de produtos à base do princípio ativo. ⁠

Em entrevista à Repórter Brasil , o procurador do trabalho Leomar Daroncho, integrante do grupo do MPT responsável pela ação, fala sobre os argumentos do processo, critica o avanço dos agrotóxicos no país e afirma que o Brasil se tornou um mercado “tolerante” a produtos rejeitados em outras partes do mundo. Também diz que “não existe uso totalmente seguro” de agrotóxicos para o trabalhador.⁠

Na ação, o MPT afirma que há “risco grave e iminente” à saúde de trabalhadores expostos ao glifosato e cita estudos que associam a substância a câncer, distúrbios hormonais, infertilidade, abortos e problemas neurológicos.⁠

O documento também argumenta que o Brasil mantém um “duplo padrão regulatório” ao continuar autorizando substâncias já proibidas em outros países. ⁠

A iniciativa ocorre em meio ao aumento da pressão internacional sobre o glifosato. Nos Estados Unidos, a Bayer já desembolsou bilhões de dólares em acordos com vítimas que moveram processos por danos à saúde relacionados ao Roundup, e pesquisas que sustentavam a segurança da substância passaram a ser questionadas.⁠

No fim de 2025, um estudo frequentemente usado em defesa do glifosato foi despublicado por uma revista científica e isso ajudou a impulsionar a nova ação.⁠

Essa postagem foi originalmente publicada pelo e trouxemos para cá, porque achamos importante demais! A matéria é de Hélen Freitas⁠. Aproveite para seguir

🔗Leia a entrevista completa em reporterbrasil.org.br

31/05/2026

É com esse chamado coletivo que seguimos fortalecendo a caminhada rumo ao 5º Encontro Nacional de Agroecologia (ENA).

Na Plenária Ampliada da ANA, vivemos dias de muita troca, construção coletiva, esperança e fortalecimento das lutas populares. Entre sementes, abraços e mãos dadas, reafirmamos que a agroecologia nasce dos territórios, da organização popular e da união entre os povos.

Pois é, agora é a hora! O movimento agroecológico se articula para mobilizar os territórios no processo eleitoral de 2026, fortalecendo os caminhos de preparação e construção coletiva do 5º ENA.

Seguimos em movimento, cultivando democracia, soberania alimentar, defesa da terra e bem viver para todos os povos.

Agroecologia sem fronteiras, unindo povos e territórios: por democracia, soberania, terra e bem viver!

As sementes crioulas são fundamentais para a agroecologia e carregam consigo ancestralidade, saberes e a essência de nos...
30/05/2026

As sementes crioulas são fundamentais para a agroecologia e carregam consigo ancestralidade, saberes e a essência de nossa sociobiodiversidade.

Elas representam uma conexão profunda com a vida nas comunidades, pois estão relacionadas à cultura popular e às práticas ancestrais e adaptadas às condições locais.

As sementes crioulas também simbolizam resistência frente às empresas do agronegócio. Ao plantar, selecionar e conservar suas sementes, as famílias agricultoras fortalecem a sua autonomia, uma vez que ficam menos dependentes de insumos externos e promovem a soberania e a segurança alimentar e nutricional.

Vamos celebrar e divulgar essa riqueza que promove saúde, nos conecta com a natureza e contribui para a construção de um sistema alimentar que respeita a vida nos territórios e no planeta.

Essa ilustração linda e tantas outras fazem parte dos cadernos do IV ENA e foram feitas pela equipe de artistas que colaboraram na facilitação gráfica. Se você quer ver mais conteúdos como esse, acesse www.enagroecologia.org.br!

Terra, terra viva, territórios da agroecologia! Não há como falar em justiça climática sem cuidar dos bens comuns, como ...
30/05/2026

Terra, terra viva, territórios da agroecologia!

Não há como falar em justiça climática sem cuidar dos bens comuns, como o solo, a água e o ar. Defender a Terra é também garantir o direito à terra para quem produz comida de verdade. É fortalecer os territórios e seus povos.

Valorizar os saberes e os modos de vida de agricultoras e agricultores familiares do campo e das cidades, de povos indígenas, de quilombolas e de tantos povos e comunidades tradicionais é resistir aos impactos das mudanças climáticas.

Viva quem faz a agroecologia acontecer em todos os biomas do país. Viva quem cuida do planeta a partir de seus territórios.

Agroecologia é caminho para a justiça climática!

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27/05) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que decreta...
29/05/2026

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27/05) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que decreta o fim da escala 6x1. Essa vitória é resultado da pressão popular, da mobilização das ruas e da luta coletiva construída por trabalhadoras e trabalhadores em todo o país.

Uma conquista impulsionada por quem transformou indignação em organização entre movimentos populares, sindicatos, juventudes e parlamentares comprometidas/os com a pauta da classe trabalhadora.

Dar visibilidade a essa vitória é reconhecer quem ajudou a empurrar esse debate para o centro da política, como o vereador Rick Azevedo (Psol-RJ), a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) e o governo Lula, que tiveram papel importante para que essa reivindicação histórica avançasse no Congresso.

Jornadas exaustivas roubam o tempo de descanso, de convivência, de cuidado, de lazer e de participação na vida comunitária. No campo e na cidade, seguimos defendendo um modelo de sociedade em que o trabalho esteja a serviço da vida e não a vida submetida à exploração.

O texto da PEC ainda passará pela aprovação do Senado Federal. Por isso, a mobilização não pode cessar.

Todo direito nasce da luta coletiva! Viva a classe trabalhadora!

28/05/2026

Em um momento em que o Brasil avança pelo fim da escala 6x1 no Congresso Nacional, essa reflexão de Mujica ecoa ainda mais forte.

A vida não pode ser resumida ao cansaço, à sobrevivência e à falta de tempo para viver. Todo ser humano merece descanso, convivência, cultura, lazer, afeto e tempo para sonhar.

Trabalhar é importante. Mas viver com dignidade também é.

Que a política e a economia estejam a serviço da vida e não o contrário.

Pelo fim da escala 6x1!

A Mata Atlântica é um dos biomas mais afetados pela ação humana. Ela sofre maior pressão ambiental por ter grande parte ...
27/05/2026

A Mata Atlântica é um dos biomas mais afetados pela ação humana. Ela sofre maior pressão ambiental por ter grande parte de sua área em zonas urbanas onde há maior densidade populacional . Por outro lado, a Mata Atlântica abriga grande diversidade de animais e plantas, utilizados como alimentos e remédios naturais. Muitas espécies da flora e da fauna são encontradas somente neste bioma!

Toda essa pluralidade resiste em apenas cerca de 24% da cobertura florestal original, segundo o Mapbiomas. De acordo com a organização, em 2025, a Mata Atlântica registrou a menor quantidade de mata nativa entre os biomas brasileiros.

Essa é uma realidade triste, mas que precisa ser enfrentada. Infelizmente, boa parte do Congresso Nacional contribui para o extermínio da nossa biodiversidade, ao aprovar leis que facilitam o desmatamento e o envenenamento das águas e do solo.

Nas eleições deste ano, precisamos mobilizar a sociedade e pautar as lutas da agroecologia em defesa dos biomas, dos territórios e dos povos que neles vivem.

Queremos a Mata Atlântica viva e de pé! Agroecologia e democracia unindo campo e cidade!

A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida denunciou a multinacional alemã Bayer por manter a comercializaç...
26/05/2026

A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida denunciou a multinacional alemã Bayer por manter a comercialização de agrotóxicos considerados perigosos, e até proibidos na Europa, em países do Sul Global, como o Brasil.

A denúncia foi feita por Alan Tygel, integrante da Campanha, durante a reunião anual de acionistas da empresa, no dia 24 de abril, para a qual a Campanha foi convidada pela Coordenação contra os Perigos da Bayer (CBG) a participar.

A CBG é uma rede internacional que organiza com sucesso resistência contra uma das maiores corporações do mundo desde 1978. Essa resistência ocorre em todo o planeta e aborda todos os problemas associados à geração de lucros da Bayer.

Segundo Tygel, é contraditório que uma empresa com mais de um século de existência, presença global e capacidade tecnológica avançada continue apostando em um modelo agrícola que agrava crises ambientais e de saúde. “A Bayer teria plenas condições de investir em formas de produção de alimentos que respeitem o equilíbrio da natureza e a vida humana, como a agroecologia”, afirma.

Leia a matéria completa no site da : https://bit.ly/3R0DGti

Endereço

Rua Dos Almirantes
Rio De Janeiro, RJ

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