SISEP RIO Sindicato dos Servidores Públicos do Município

SISEP RIO  Sindicato dos Servidores Públicos do Município Sindicato dos Serv Púb do Mun do Rio de Janeiro
www.SisepRio.org.br
R. Senador Dantas, 71 Gr. 1806

https://siseprio.org.br/2026/03/19/omissao-tem-nome-eduardo-paes-ignorou-recomendacao-do-mp-e-respondeu-com-deboche-publ...
19/03/2026

https://siseprio.org.br/2026/03/19/omissao-tem-nome-eduardo-paes-ignorou-recomendacao-do-mp-e-respondeu-com-deboche-publico/

OMISSÃO TEM NOME: EDUARDO PAES. IGNOROU RECOMENDAÇÃO DO MP E RESPONDEU COM DEBOCHE PÚBLICO.
Eduardo Paes vai deixar a Prefeitura pela porta dos fundos, sem cumprir recomendação do Ministério Público.

Contra fato não há argumento.

O SISEP-RIO denunciou.
O MP instaurou inquérito.
Houve recomendação.
Eduardo Paes não cumpriu.

Nada foi feito.

E mais: mesmo ciente da recomendação do Ministério Público, o Prefeito respondeu com deboche — zombou de pessoa com deficiência visual na Sapucaí.

Depois, disse que foi “uma infelicidade”.

Enquanto isso, servidores com deficiência seguem obrigados a se aposentar pela regra geral.

Sem norma.
Sem proteção.
Sem respeito!

Essa é a realidade na Prefeitura do Rio de Janeiro.

https://siseprio.org.br/2026/02/24/descongela-ja/
24/02/2026

https://siseprio.org.br/2026/02/24/descongela-ja/

Prefeitura do Rio precisa agir! A Lei Complementar nº 226/2026 autorizou a contagem dos 583 dias congelados na pandemia e o pagamento retroativo de vantagens por tempo de serviço. Agora, falta a Pr…

https://siseprio.org.br/2026/02/23/nota-de-repudio-e-requerimento-ao-mp/  SISEP-Rio protocola manifestação no Ministério...
23/02/2026

https://siseprio.org.br/2026/02/23/nota-de-repudio-e-requerimento-ao-mp/
SISEP-Rio protocola manifestação no Ministério Público para retomada de procedimento sobre direitos de servidores com deficiência

O Sindicato dos Servidores Públicos do Município do Rio de Janeiro (SISEP-Rio) protocolou, nesta segunda-feira (23), nova manifestação junto ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitando a retomada do Inquérito Civil, que trata da ausência de regulamentação específica voltada aos servidores públicos municipais com deficiência.

O procedimento foi instaurado a partir de provocação do sindicato com o objetivo de garantir tratamento normativo adequado aos servidores com deficiência, especialmente no que diz respeito à aposentadoria especial e à adoção de políticas públicas inclusivas no âmbito da Administração Municipal. Desde então, foram realizadas diligências e reuniões institucionais, tendo sido constatado que o Município do Rio de Janeiro ainda não editou norma específica que discipline de forma diferenciada a situação desses servidores, que seguem submetidos às regras gerais.

O inquérito encontra-se sobrestado, apesar da permanência da omissão normativa. Na nova manifestação, a entidade sindical também destacou fatos recentes amplamente divulgados pela imprensa que reacenderam o debate público sobre o respeito e a proteção institucional às pessoas com deficiência, reforçando a necessidade de retomada das providências ministeriais.

Para o sindicato, a Constituição Federal, a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e o Estatuto da Pessoa com Deficiência impõem ao Poder Público o dever de promover políticas efetivas de inclusão e igualdade material. Nesse sentido, o SISEP-Rio requereu ao Ministério Público providências e a análise da adoção das medidas cabíveis para assegurar a regulamentação adequada dos direitos dos servidores públicos municipais com deficiência.

A entidade repudia a zombaria do Prefeito Eduardo Paes, que estava imitando deficiente visual no camarote na Sapucaí, e reafirma seu compromisso institucional com a defesa dos direitos fundamentais dos servidores e seguirá acompanhando o andamento do procedimento junto ao Ministério Público, buscando avanços concretos na construção de uma administração pública mais inclusiva e respeitosa.

SISEP-Rio
Sindicato dos Servidores Públicos do Município do Rio de Janeiro

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/02/20/paes-fala-sobre-video-que-viralizou.ghtml

SISEP-Rio protocola manifestação no Ministério Público para retomada de procedimento sobre direitos de servidores com deficiência O Sindicato dos Servidores Públicos do Município do Rio de Janeiro …

https://siseprio.org.br/2026/02/09/reajuste-unilateral-sem-negociacao-vale-alimentacao-congelado-ha-mais-de-uma-decada/“...
09/02/2026

https://siseprio.org.br/2026/02/09/reajuste-unilateral-sem-negociacao-vale-alimentacao-congelado-ha-mais-de-uma-decada/
“Reajuste unilateral, sem negociação; vale-alimentação congelado há mais de uma década”
Reajuste Salarial, Valorização dos Servidores e Diálogo Institucional
— O sindicato vem, de forma responsável e institucional, prestar contas à categoria sobre os fatos relacionados ao reajuste salarial recentemente implementado, à política de valorização dos servidores públicos municipais e à ausência de diálogo institucional.

1. O que foi anunciado e o que foi implementado
Conforme amplamente divulgado pela própria Administração e pela imprensa, foi anunciado reajuste de 4,71%, já implementado na folha de pagamento, com crédito aos servidores em fevereiro, nos termos do calendário oficial de pagamentos.

O sindicato não ignora a implementação do índice. Contudo, não houve mesa de negociação, não houve data-base e não houve manifestação formal do Chefe do Executivo sobre as pautas apresentadas pela representação sindical.

O percentual aplicado foi unilateralmente definido pelo Executivo, não decorrendo de negociação coletiva com o sindicato.

Conclusão objetiva: anúncio e implementação de índice não equivalem a recomposição efetiva quando o percentual não resulta de negociação e não recompõe a inflação acumulada do período integral.

2. Inflação do período integral e perda real
A recomposição efetiva exige a consideração da inflação acumulada do período integral entre reajustes. A metodologia adotada pela Administração utiliza recortes seletivos (janelas de inflação mais baixas), o que não reflete a perda real suportada pela categoria.

Resultado: manutenção de perda de poder aquisitivo.

3. Ausência de data-base e negociação
A inexistência de data-base torna os reajustes discricionários, imprevisíveis e dissociados de critérios transparentes. Sem data-base e sem mesa permanente, não há política salarial estruturada.

4. Vale-alimentação: defasagem histórica
O vale-alimentação permanece sem reajuste há mais de uma década, apesar da elevação contínua do custo de vida e, especialmente, dos alimentos. A defasagem impacta diretamente o cotidiano dos servidores e aprofundou a perda real de renda.

5. Prioridades e tratamento institucional
Enquanto benefícios básicos dos servidores permanecem defasados, agentes políticos percebem remunerações elevadas e benefícios atualizados. A comparação evidencia prioridades orçamentárias que não favorecem a valorização do servidor público.

6. Tentativa de diálogo e ciência inequívoca
Antes da notificação judicial, o sindicato encaminhou comunicações oficiais por e-mail ao Gabinete do Prefeito, expondo a ausência de recomposição salarial geral, a disparidade de tratamento entre categorias, o pedido de abertura de mesa de negociação e a necessidade de esclarecimentos formais. Não houve qualquer resposta, configurando omissão administrativa reiterada.

Diante do silêncio, o sindicato formalizou notificação judicial com intimação pessoal do Chefe do Executivo, juntada aos autos e sem manifestação.

Na própria notificação, foi expressamente fixado o prazo de 10 (dez) dias úteis para manifestação, mas o prefeito permaneceu inerte mesmo sendo intimado pessoalmente.

Transcorrido integralmente o prazo sem qualquer resposta, não houve instauração de mesa de negociação nem esclarecimentos sobre recomposição salarial ou vale-alimentação.

Registro factual: tentativas prévias documentadas, ciência inequívoca, decurso de prazo e opção pelo silêncio institucional.

7. Síntese
Reajuste unilateral, sem negociação;
Não recompõe a inflação do período integral;
Ausência de data-base;
Vale-alimentação congelado há mais de 10 anos;
Silêncio diante de notificação formal.
8. Encaminhamentos
O sindicato seguirá cobrando:

mesa permanente de negociação;
instituição de data-base;
recomposição real do poder aquisitivo;
atualização do vale-alimentação.
Compromisso: atuação técnica, institucional e transparente, com base em fatos e documentos.

Essa é a postura adotada pelo Prefeito Eduardo Paes, Chefe do Executivo Municipal, diante das entidades representativas dos servidores públicos: ausência de diálogo, decisões unilaterais e silêncio institucional mesmo após notificação formal. O sindicato registra os fatos e reafirma que seguirá defendendo a valorização do servidor público, a negociação coletiva e o cumprimento da legislação, pilares indispensáveis para uma relação institucional republicana e permanente.

No entendimento do sindicato, a política remuneratória adotada pela atual gestão está diretamente relacionada ao modelo de gestão baseado na terceirização de serviços públicos.

9. Manifestação do Presidente do Sindicato sobre a política de terceirização
O Presidente do sindicato registra que a atual gestão municipal tem priorizado a terceirização de serviços públicos em detrimento da valorização do servidor público municipal. Segundo a manifestação, a Administração opta por terceirizar atividades sob o argumento de redução de custos operacionais — como aquisição de viaturas, contratação de motoristas e manutenção mecânica — estratégia adotada de forma ampla em diversas áreas da Prefeitura.

Entretanto, tal política afasta o investimento direto no quadro permanente de servidores, gera custos elevados a médio e longo prazo e resulta em baixa eficiência administrativa, com gasto público elevado e retorno insuficiente à população. Para o sindicato, a valorização do servidor público municipal é condição essencial para a prestação eficiente e contínua dos serviços públicos

Reajuste Salarial, Valorização dos Servidores e Diálogo Institucional — O sindicato vem, de forma responsável e institucional, prestar contas à categoria sobre os fatos relacionados ao reajuste sal…

https://siseprio.org.br/2025/11/16/sisep-rio-contra-a-pec-38-tres-oitao/NOTA OFICIAL – SISEP-RIOContra a PEC 38 (“Três O...
16/11/2025

https://siseprio.org.br/2025/11/16/sisep-rio-contra-a-pec-38-tres-oitao/
NOTA OFICIAL – SISEP-RIO

Contra a PEC 38 (“Três Oitão”)

A PEC 38, conhecida como “Três Oitão”, representa mais uma tentativa de desfigurar o serviço público brasileiro, repetindo — e até aprofundando — os retrocessos da antiga PEC 32, contra a qual o SISEP-RIO já havia se manifestado de forma firme. A proposta fragiliza vínculos, reduz garantias, abre brechas para perseguição política e instala um ambiente permanente de insegurança institucional.

Análises publicadas pelo ConJur demonstram que a PEC 38 corrói as estruturas de proteção do servidor ao enfraquecer a estabilidade e estimular vínculos precários de contratação. A imprensa nacional também aponta que a proposta tenta padronizar modelos para todos os entes federados, ameaçando inclusive a autonomia administrativa de estados e municípios.

Reportagens e a íntegra da proposta disponível no site da Câmara Federal mostram que a PEC cria novos vínculos, altera o regime jurídico, flexibiliza desligamentos e abre margem para reformas profundas sem debate social, enquanto inúmeras entidades alertam para o risco concreto de desmonte do Estado.

A resistência cresce em todo o país. O andamento legislativo revela que vários deputados já retiraram suas assinaturas, demonstrando desgaste político e rejeição crescente à matéria. Centrais sindicais se mobilizam nacionalmente — inclusive durante a COP-30 — para denunciar os impactos da proposta.

A tentativa de “modernização” defendida por seus proponentes não se sustenta diante da ameaça real que representa aos serviços públicos e à proteção das carreiras.

O SISEP-RIO reforça que a PEC 38 é um ataque direto ao serviço público. A “Três Oitão” não moderniza: desmonta, enfraquece e expõe o servidor. A proposta não pode avançar nem produzir efeitos sobre os servidores do Município do Rio de Janeiro.

O deputado federal Pedro Paulo (RJ), relator da PEC 38, deveria reconsiderar sua posição e rever integralmente o projeto — e não navegar nesse barco. Todavia, sabemos que ele é do mesmo partido do prefeito Eduardo Paes, historicamente conhecido por promover arrocho contra o funcionalismo municipal, e que sequer recebe o Sindicato. Mesmo após notificação formal, não concedeu aos servidores a recomposição salarial e recusa diálogo com a categoria.

Em mais de três mandatos à frente da Prefeitura, Eduardo Paes só se reuniu com o SISEP-RIO uma única vez, em 2014, às vésperas do Carnaval, forçado por uma greve dos guardas municipais capitaneada pelo Sindicato — porque não aceita diálogo com os servidores.

O SISEP-RIO é frontalmente contrário à PEC 38 e espera que as entidades de grau superior e as centrais sindicais atuem de forma assertiva e coordenada para impedir mais esse retrocesso.

Permaneceremos vigilantes e acompanhando cada passo da tramitação.

Serviço público se defende.
Servidor público se respeita.

Endereço

Rua Senador Dantas 71 Sala 1806
Rio De Janeiro, RJ
20031-202

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