17/05/2024
Carroção Fúnebre de Rio Negrinho
No século XX, logo após o falecimento das pessoas, a grande maioria era velada em sua residência e posteriormente feito o translado do corpo para seu sepultamento. Esse translado era realizado através de suporte nas alças do caixão, apé até o cemitério, através de carroças simples e ou através de carroções fúnebres.
Anterior a 1923, os corpos de moradores de Rio Negrinho eram sepultados no Cemitério do Lençol, onde no ano mencionado foi criado o Cemitério localizado na rua Pedro Simões de Oliveira, em um terreno então doado pelo Pioneiro José Brey, hoje denominado Cemitério Jardim da Saudade. O Cemitério Parque da Colina foi construído pelo Prefeito Paulo Beckert em 1981.O translado dos defuntos feito por carroções:
O corpo de Jorge Zipperer (31/01/1944) foi transladado de sua residência até o Cemitério Municipal no Carroção Fúnebre feito por Frederico Fendrich e conduzido pelo mesmo, primo de Jorge. A carroça está em um expositório recém restaurado em frente ao Cemitério Municipal de São Bento do Sul. É datada em fins de 1934 e funcionou até meados de 1972.
O carroção de Rio Negrinho:
A princípio, fora construído em 1954 por José Zipperer Sobrinho, logo após a emancipação política de Rio Negrinho, e posteriormente ficou sob o domínio de Engelberto Fuerst, e neste ramo mais tarde, os filhos Pedro e Leo Fuerst deram sequência na prestação de serviços como condutores de carro fúnebre.As atividades se encerram em 1972, igualmente a São Bento do Sul em decorrência da efetivação de serviços funerários, em Rio Negrinho realizados pela família de Reinaldo Treml.
Algumas personalidades em destaque em que foi realizado o translado do corpo através do carroção até o sepultamento:
Sr Martin Zipperer em 1971
Sr Engelberto Fuerst em 1990
Sr Evaristo Stoeberl (12/11/1995) - Carroceiro Senhor Leo Fuerst
Atualmente, o carroção está sob os cuidados da família Fuerst, Sr Laércio Fuerst.
Em exposição entre abril e maio.
Visite o Museu!