03/06/2026
Por: Lucélia Nascimento, Gerente de DHO
Quem cuida de quem cuida?
24 horas por dia, de segunda a segunda, as nossas equipes estão nas ruas, domicilios, nas ambulâncias, no Call Center Médico, nos setores Administrativos, seja onde for, tomando decisões em frações de segundos e entregando o melhor de si para salvar vidas, E, tudo isso, em momentos de extrema vulnerabilidade para os pacientes. É uma missão linda, mas de altíssima exigência.
E é justamente diante dessa rotina intensa que aquela pergunta lá do início guia o meu trabalho e de todo o time de DHO (Desenvolvimento Humano e Organizacional) da Medilar, todos os dias.
Enquanto os nossos profissionais garantem a excelência na ponta da operação salvando vidas, o nosso papel é garantir que eles sejam cuidados. Afinal, por trás de cada uniforme e de cada crachá, existe um ser humano que também precisa de suporte para continuar de pé.
Sustentar essa rede de cuidado significa olhar para dentro com a mesma dedicação que olhamos para fora. Na prática, isso se traduz em cuidado com a saúde emocional e com a segurança psicológica, além da promoção da escuta ativa e do acolhimento, fazendo com que cada colaborador sinta de verdade que a empresa é de fato a sua segunda casa.
E, quando falamos em saúde mental, formar líderes que não apenas gerenciem metas, mas que inspirem e amparem seus times também é fundamental.
Na saúde, costumamos dizer que cada segundo importa e que os protocolos salvam vidas. Mas sustentar essa engrenagem exige outro tipo de protocolo: o da empatia, da conexão e do respeito.
Afinal, cuidar de pessoas também é uma operação crítica.