Memorial da Classe Operária - UGT

Memorial da Classe Operária - UGT Patrimônio histórico e cultural com o objetivo de fomentar a cultura, sediar eventos de interesse social e preservar a memória.
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O Memorial da Classe Operária - UGT é um patrimônio histórico, cultural e arquitetônico tombado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico Cultural de Ribeirão Preto (CONPPAC) no ano de 2003. Sua sede, situada na Rua José Bonifácio, no centro da cidade, foi construída em regime de mutirão e inaugurada no ano de 1934 pela União Geral dos Trabalhadores, organização formada por op

erários anarquistas e comunistas no começo do século XX. No golpe civil-militar de 1964, teve suas dependências invadidas e sua diretoria cassada pelo regime. Dos anos 60 ao começo dos anos 2000, sediou a Associação José do Patrocínio, organização da população negra com grande alcance social nesse período. Atualmente, o Memorial é mantido pela Associação Cultural e Ecológica Pau Brasil (ACEPB) e pela Associação Amigos do Memorial da Classe Operária - UGT (AAMCO-UGT). Configura-se como lugar de memória e articulação do movimento cultural, onde sua história é preservada e contada, bem como a história de outros movimentos sociais. É um espaço aberto para a realização de eventos, reuniões, apresentações artísticas, exposições, feiras, conferências, cursos e oficinas. Tem ainda entre seus objetivos fomentar a cultura e contribuir para as lutas por uma sociedade mais justa e democrática. De 2011 a 2013, foi sede do Pontão de Cultura Sibipiruna, ação cultural reconhecida pelo Ministério da Cultura responsável pela gestão da Rede Municipal de Pontos de Cultura. Entre 2014 e 2017, outros projetos sociais, ambientais, educacionais e culturais foram realizados no Memorial pelas associações mantenedoras, com ou sem financiamento público. Dentre eles, os projetos “Emancipar”, com apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social, “Baixada Cultural”, com apoio do ProAC-Edital, “História de Ribeirão Preto Revisitada”, com apoio do ProAC-ICMS, “Formação de Educadores e Educadoras Ambientais Populares”, com apoio do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO), “Memória em Movimento”, “Tá com calor? Plante árvores!” e “Memorial da Artes” de iniciativas próprias e auto-financiadas. As festas noturnas realizadas no Memorial pelas associações mantenedoras e grupos parceiros, têm como objetivo a manutenção do espaço com o pagamento dos custos administrativos mensais. Uma vez estruturado, o espaço mantém-se aberto à sociedade e cumpre o seu papel enquanto patrimônio histórico e cultural. Por isso, é importante que aqueles e aquelas que frequentam o local possam contribuir para essa manutenção, respeitando a edificação e cuidando de sua estrutura. Para saber mais sobre as instituições mantenedoras e sobre o MCO-UGT, ligue para (16) 3610-8679.

🌱 *3ª Audiência Pública acerca do Plano Municipal de Educação Ambiental de Ribeirão Preto* 🌱Vamos construir juntos o Pla...
05/11/2025

🌱 *3ª Audiência Pública acerca do Plano Municipal de Educação Ambiental de Ribeirão Preto* 🌱

Vamos construir juntos o Plano Municipal de Educação Ambiental? 🤝💚

Essa audiência acontece no centro da cidade, com foco nas ações e atores das zonas centro e norte, mas a participação de pessoas e instituições de todas as regiões de Ribeirão Preto é muito bem-vinda! 🌍✨

📄 O Documento de Apresentação do Plano Municipal de Educação Ambiental e das Etapas para Elaboração do Diagnóstico Socioambiental Participativo está disponível emhttps://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/portal/pdf/ambiente23.pdf

Quando: 08/11 das 9h às 12H
Onde: Memorial da Classe Operária - UGT à Rua José Bonifácio, 59

☕ Leve sua caneca durável e, se possível, um quitute ou bebida para compartilharmos no nosso café colaborativo! 🫖🍞🥐

👥 Evento aberto ao público

📌 Organização:
* Secretaria Municipal do Meio Ambiente
* Secretaria Municipal da Educação
* OGPMEA
* CIMEA

O Apagamento da História e a Luta pela Memória em Ribeirão PretoA degradação do patrimônio material histórico não é um a...
04/08/2025

O Apagamento da História e a Luta pela Memória em Ribeirão Preto
A degradação do patrimônio material histórico não é um acidente, mas uma estratégia de apagamento. Quando monumentos, arquivos e locais de memória são negligenciados ou destruídos, apaga-se também a luta daqueles que defenderam liberdade e democracia. Em Ribeirão Preto, essa tentativa de esquecimento atinge diretamente a história de resistência de seu povo, como a trajetória de Madre Maurina e do Lar Santana, símbolos de acolhimento e luta por justiça social.
A quem interessa apagar essa história? Àqueles que preferem uma narrativa única, que silencia as vozes dos oprimidos e glorifica os opressores. Àqueles que temem o poder da memória coletiva, pois sabem que um povo que conhece seu passado é capaz de transformar seu futuro. A preservação do patrimônio histórico não é apenas um ato de respeito aos que vieram antes de nós, mas um compromisso com as gerações que ainda lutarão por uma sociedade mais justa.
Não permitamos que a história dos ribeirão-pretanos seja apagada. Defender o Lar Santana, honrar Madre Maurina e preservar os locais de memória é resistir contra o esquecimento e reafirmar a luta pela memória, justiça e verdade.

Com profunda convicção revolucionária, celebramos o Movimento 26 de Julho — faísca que incendiou a heroica Revolução Cub...
23/07/2025

Com profunda convicção revolucionária, celebramos o Movimento 26 de Julho — faísca que incendiou a heroica Revolução Cubana! Tudo começou em 26 de julho de 1953, quando Fidel Castro, líder da vanguarda revolucionária, lançou o assalto ao Quartel Moncada em Santiago de Cuba. Este ato audacioso, embora militarmente derrotado, rasgou o véu da ditadura fantoche de Batista, sustentada pelos garras do imperialismo norte-americano. 

Anistiado pela força das massas em 1955, Fidel partiu para o exílio no México, onde forjou a união combativa dos revolucionários. Ali, ao lado de gigantes como Che Guevara — médico argentino que abraçou a causa dos oprimidos — e o carismático Camilo Cienfuegos, organizou a expedição do iate Granma. O desembarque em 1956 foi um banho de sangue, mas os sobreviventes, sementes de liberdade, refugiaram-se nas montanhas da Sierra Maestra. Ali nascia o Exército Rebelde, fuzil em punho e programa agrário no coração, defendido pelos camponeses explorados que viram nele sua própria voz.

De 1956 a 1959, o Movimento 26 de Julho teceu a insurreição como um rugido popular: nas cidades, operários sabotavam as fábricas dos patrões cúmplices de Batista; nas universidades, estudantes do Diretório Revolucionário 13 de Março ofereciam seu sangue; e nas serras, os guerrilheiros — dirigidos pela genialidade militar de Fidel e Che — desferiam golpes certeiros contra a tirania. 

Em 1° de janeiro de 1959, quando os barbudos triunfantes desceram das montanhas, não foi um simples cambio de governo: foi o povo em armas tomando seu destino nas mãos! Batista fugiu como rato, traído até pelos capitalistas que o sustentavam. Havana explodiu em júbilo quando Fidel entrou na capital — começava a verdadeira libertação. O M-26-7 não se dissolveu na vitória: fundiu-se com as forças marxistas-leninistas, dando origem em 1965 ao Partido Comunista de Cuba, vanguarda disciplinada da classe operária. 

O legado do 26 de Julho é eterno! Ele ensinou ao mundo que um pequeno povo oprimido, guiado pela ciência revolucionária e armado de justeza, pode derrotar o imperialismo. Cuba socialista, farol da dignidade humana, mantém viva a chama: "Pátria ou Morte! Venceremos!".

16/06/2025
CINE MEMORIAL convida a todos para uma sessão de cinema, gratuita.Haverá venda de cerveja e amendoim. Capitalismo: Uma H...
07/05/2025

CINE MEMORIAL convida a todos para uma sessão de cinema, gratuita.
Haverá venda de cerveja e amendoim.

Capitalismo: Uma História de Amor
2009 ‧ Documentário

Michael Moore explora o colapso da economia mundial, apresentando uma análise de como o capitalismo corrompeu os ideais de liberdade previstos na Constituição dos Estados Unidos, visando gerar lucros cada vez maiores para um grupo seleto da sociedade.

O Memorial da Classe Operária - UGT, que completa 21 anos de existência e resistência, recebe o público no Dia Internaci...
29/04/2025

O Memorial da Classe Operária - UGT, que completa 21 anos de existência e resistência, recebe o público no Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora para o resgate histórico da centenária União Geral dos Trabalhadores apresentado pelas historiadoras Liamar Izilda Tuon e Maria Aparecida dos Santos e pelo historiador José Antonio Correa Lages.

Também será lançado o financiamento coletivo para a publicação do livro, ainda com o título provisório, “DE UNIÃO GERAL DOS TRABALHADORES DE RIBEIRÃO PRETO – UGT A MEMORIAL DA CLASSE OPERÁRIA: A LUTA DOS TRABALHADORES NA POLÍTICA E NA CULTURA RIBEIRÃOPRETANA.

E, claro, não faltará o momento de confraternização com a apresentação do Maracatu Chapéu de Sol e do Samba da Opinião.

Quando: 1º de maio
Horário: às 15 horas
Local: Memorial da Classe Operária - UGT, na Rua José Bonifácio, 59 - Centro - Ribeirão Preto/SP

Realização:
Associação Cultural e Ecológica Pau Brasil
Associação Amigos do Memorial da Classe Operária - UGT
ugt




22/04/2025

Endereço

Rua José Bonifácio, 59
Ribeirão Prêto, SP
14010-050

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